Melhores Advogados de Produto Perigoso em Brasil

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P&B Advogados Associados
São Paulo, Brasil

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P&B Advogados Associados é um escritório de advocacia com sede em São Paulo coordenado pela Dra. Patrícia Braga, Vice-Presidente da comissão da OAB Tatuapé. Sob sua liderança, o escritório conta com mais de dez anos de experiência profissional e uma pós-graduação internacional pela...
CARLA RODRIGUES
São José dos Campos, Brasil

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Carla Rodrigues Advocacia e Consultoria é um escritório de advocacia brasileiro distinto especializado em direito empresarial, com foco particular em direito tributário, privacidade, proteção de dados e contratos. O escritório se dedica a auxiliar clientes na consecução da conformidade com...

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A Will & Pereira é um escritório de advocacia internacional reconhecido pela prestação de serviços jurídicos de alta qualidade em diversas áreas de atuação, incluindo direito empresarial, direito administrativo, imobiliário, trabalhista e transações transfronteiriças. Com uma...
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1. Sobre o direito de Produto Perigoso em Brasil

Produto perigoso envolve itens que podem colocar a saúde, a segurança ou o meio ambiente em risco. Isso inclui substâncias químicas, inflamáveis, agroquímicos e itens com riscos de toxicidade ou explosão. O arcabouço jurídico busca equilibrar a proteção do consumidor, a responsabilidade do fabricante e a prevenção de danos ambientais.

A responsabilidade por defeitos, danos ou falhas de segurança pode recair sobre fabricantes, importadores e varejistas. Em muitos casos, a defesa envolve consumeridade, meio ambiente e normas de transporte ou armazenamento de substâncias perigosas. A atuação de consultores jurídicos especializados facilita a navegação entre códigos, regulamentos e obrigações de compliance.

O fornecedor é responsável pela reparação de danos causados aos consumidores por defeitos nos produtos.

Fonte: Lei nº 8.078/1990 - Artigo 12, Planalto

2. Por que pode precisar de um advogado

O seu caso pode exigir aconselhamento específico mesmo antes de qualquer defesa ou ação judicial. Um advogado pode ajudar a evitar consequências desventajosas e a planejar uma estratégia de risco adequada.

  • Acidente com derramamento de produto químico na sua empresa ou ambiente de trabalho, com danos à saúde de funcionários e vizinhos.
  • Acionamentos de consumidores que alegam danos por defeitos de segurança em um produto perigoso comercializado no Brasil.
  • Investigação ou autuação ambiental por IBAMA ou autoridades locais devido a contaminação de solo ou água causada por produto perigoso.
  • Fiscalização de normas de transporte e armazenamento de substâncias perigosas por ANTT, DETRAN ou órgãos estaduais.
  • Questões de recall, responsabilidade civil por danos materiais ou morais, e negociações de acordos extrajudiciais com fabricantes.
  • Conflitos regulatórios entre fornecedor, indústria e órgãos de vigilância sanitária ou ambiental, com necessidade de defesa técnica.

3. Visão geral das leis locais

Algumas normas-chave conectam-se à proteção de consumidores, meio ambiente e segurança no manuseio de substâncias perigosas. Abaixo estão leis e regulações relevantes com a data de entrada em vigor ou alterações relevantes.

Lei nº 8.078/1990 - Código de Defesa do Consumidor. Estabelece responsabilidade do fornecedor por defeitos e pela qualidade dos produtos, protegendo o consumidor. A norma tem aplicação ampla sobre segurança, qualidade e informações claras sobre riscos.

Lei nº 6.938/1981 - Política Nacional do Meio Ambiente. Define os objetivos de preservação, melhoria e recuperação da qualidade ambiental. Adota o princípio da prevenção e da responsabilidade pelo dano ambiental.

Lei nº 9.605/1998 - Crimes Ambientais. Regula sanções administrativas, civis e penais por danos ou poluição ao meio ambiente. Amplia a responsabilização de empresas que operam com produtos perigosos.

“A Política Nacional do Meio Ambiente tem por objetivo a preservação, melhoria e recuperação da qualidade ambiental propícia à vida.”

Fonte: Lei nº 6.938/1981 - Planalto

“O fornecedor é responsável pela reparação de danos causados aos consumidores por defeitos nos produtos.”

Fonte: Lei nº 8.078/1990 - Planalto

Além dessas leis, normas técnicas e regulamentações de áreas regulares complementam o cenário, especialmente em segurança de trabalho, transporte e vigilância sanitária. Por exemplo, normas de segurança no trabalho com inflamáveis tratam da proteção de trabalhadores e do público. A atuação de consultoria jurídica ajuda a entender responsabilidades, prazos e custos em cada fase do processo.

4. Perguntas frequentes

O que define um produto como perigoso segundo a lei brasileira?

O conceito envolve substâncias com riscos de saúde, segurança ou meio ambiente. A definição legal se aplica quando o produto pode causar danos em uso normal, armazenamento ou transporte.

Fabricantes devem cumprir informações, rótulos e instruções de uso. O não cumprimento pode implicar responsabilização civil e administrativa, conforme o CDC e a legislação ambiental.

Como faço para iniciar uma reclamação quando um produto perigoso me causa dano?

Primeiro, reúna provas como notas fiscais, fotos, laudos médicos e embalagens. Em seguida, procure o Procon ou Senacon para orientação inicial. Um consultor jurídico pode orientar sobre ações civis e prazos prescricionais.

Se houver dano ambiental ou tóxico, pode ser necessário acionamento de IBAMA ou órgãos ambientais estaduais. Avalie junto ao advogado quais medidas administrativas ou judiciais são indicadas.

Quando devo contratar um advogado de Produto Perigoso?

Considere contratar quando houver potencial de responsabilização ampla, danos relevantes ou fiscalização de órgãos. Situações com grande exposição financeira ou envolvimento de terceiros estimulam a necessidade de consultoria especializada.

A definição de estratégia de defesa, diligências probatórias e negociação de acordos costumam exigir atuação jurídica qualificada. O momento ideal é logo após a identificação do perigo ou do incidente.

Onde posso encontrar informações legais sobre embalagens e rotulagem de produtos perigosos?

Consulte fontes oficiais de vigilância sanitária e meio ambiente, como ANVISA e IBAMA. Estas agências costumam disponibilizar guias de rotulagem, classificação de perigos e requisitos de embalagem.

Além disso, procure normas técnicas aplicáveis a embalagens, acondicionamento e transporte de substâncias perigosas. Um consultor jurídico pode indicar os regulamentos corretos e as atualizações mais recentes.

Por que as sanções por danos ambientais podem ser aplicadas a empresas que lidam com produtos perigosos?

Conforme a Política Nacional do Meio Ambiente, poluir ou causar dano ambiental gera responsabilidade administrativa, civil e penal. A gravidade depende da extensão do dano, do risco e da violação de normas.

As sanções visam incentivar o compliance, a remediação rápida e a prevenção de danos futuros. A atuação de um jurista ajuda a manejar autos de infração e recursos cabíveis.

Pode um recall de produto ser coberto por responsabilidade civil?

Sim, recalls por defeitos que coloquem em risco a saúde podem gerar responsabilidade civil. Consumidores podem pleitear indenizações por danos materiais e morais.

O recall também envolve obrigações regulatórias e administrativas para o fabricante. Um advogado pode orientar sobre prazos, custos de reparo e comunicação com os consumidores.

Deve a empresa notificar autoridades sobre derramamento de substância perigosa?

Sim, a notificação costuma ser obrigatória para controlar impactos ambientais e de saúde pública. A omissão pode agravar sanções administrativas e criminais.

Notificações precipitam ações de contenção, avaliação de dano e planos de mitigação. A orientação jurídica é essencial para cumprir os prazos e requisitos legais.

Qual é a diferença entre responsabilidade civil e penal em casos de produtos perigosos?

A responsabilidade civil busca reparação financeira por danos. A penal envolve sanções criminais por conduta ilícita ou dano ambiental grave.

Casos podem se cruzar, especialmente quando houver risco significativo ou dolo. Um jurista orienta sobre estratégias distintas e convergentes.

Como funcionam os custos legais em ações envolvendo produto perigoso?

Custos variam conforme complexidade, duração e se é judicial ou extrajudicial. Podem incluir honorários, deslocamento, perícias e custas processuais.

Solicite orçamento detalhado, metas de resultado e cláusulas de contingência. Um advogado pode estimar o tempo provável de resolução com base em casos semelhantes.

Preciso reunir provas específicas para a avaliação de um caso de produto perigoso?

Provas incluem laudos médicos, embalagens, rótulos, comunicações de recall e registros de transporte. Documentação técnica é essencial para sustentar alegações.

A equipe jurídica pode indicar diligências de perícia, auditorias e cadeia de custódia de evidências. Organize tudo com antecedência para evitar perdas de prazos.

Qual a diferença entre comparar advogados especializados em Produto Perigoso no Brasil?

Compare experiência prática com casos similares, resultados prévios, custos e disponibilidade de suporte técnico. Fatores como reputação e rede de contatos contam.

Verifique certificações, áreas de atuação e tempo de atuação no setor. Uma consulta inicial pode esclarecer se o perfil do advogado atende o seu caso.

O que acontece em um processo de fiscalização por ANVISA/IBAMA?

A fiscalização envolve inspeções, autos de infração e possibilidade de sanções. A defesa pode incluir plano de remediação e comprovação de conformidade.

O advogado pode acompanhar termos de ajuste de conduta, recursos administrativos e eventual ação judicial. A conformidade prévia reduz riscos de penalidades.

5. Recursos adicionais

  • ANVISA - Agência Nacional de Vigilância Sanitária. Função: regular, monitorar e fiscalizar produtos de saúde, cosméticos e alimentos para segurança do consumidor. Site: https://www.gov.br/anvisa
  • IBAMA - Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis. Função: fiscalização ambiental, licenciamento e controle de impactos de atividades que envolvem substâncias perigosas. Site: https://www.gov.br/ibama
  • Senacon - Secretaria Nacional do Consumidor, vinculada ao Ministério da Justiça. Função: defesa do consumidor, orientação e fiscalização de práticas comerciais. Site: https://www.gov.br/ju/st/defesa-do-consumidor (Verifique o caminho no portal governamental)

6. Próximos passos

  1. Defina o escopo do problema: descreva o produto, o dano e as evidências disponíveis. Reserve 1-2 dias para reunir informações básicas.
  2. Pesquise potenciais advogados com experiência em Produto Perigoso, consumidor e direito ambiental. Considere 2-3 consultas iniciais por teleconferência.
  3. Prepare um dossiê de evidências: notas fiscais, rótulos, fotos, laudos médicos e quaisquer comunicações com o fabricante. Organize por data e relevância.
  4. Solicite propostas de honorários com clareza sobre custos, prazos e possíveis contingências. Compare pelo menos 2 opções qualificadas.
  5. Defina a estratégia inicial com o advogado escolhido: plano de atuação, prazos recorrentes e comunicação de progressos. Estabeleça metas realistas.
  6. Solicite um cronograma de passos legais, incluindo notificações, perícias e fases de negociação. Peça estimativas de duração para cada etapa.
  7. Monitore o andamento do caso e mantenha registro de todas as comunicações, decisões e custos. Atualize o cliente com frequência mensal.

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