Melhores Advogados de Biotecnologia em Brasil

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MPX Advogados
Brasília, Brasil

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MPX Advogados é um escritório de advocacia brasileiro com sede em Santos, São Paulo, voltado ao direito digital, propriedade intelectual e questões societárias para criadores, negócios digitais e usuários de plataformas. A atuação é liderada pela Dra. Mariana Paixão, advogada com...

Fundado em 1995
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Maziero e Morais Advogados Associados é um escritório de advocacia brasileiro que oferece Assessoria Jurídica Empresarial a empresas em matérias cíveis, trabalhistas, societárias, consumeristas e de tecnologia. O escritório enfatiza a prevenção, a gestão de riscos e soluções...
Veiga Law
Santo André, Brasil

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Veiga Law is a boutique Brazilian law firm with four offices in Santo Andre, Sao Paulo, Recife and Miami, supported by a team of more than 20 professionals. The firm serves a diverse client base, including numerous national and international companies, and represents dozens of foreign entities in...

3 pessoas na equipa
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Afonso & Miranda Sociedade de Advogados é um escritório de advocacia com sede em Pompéu, Minas Gerais e filial em Martinho Campos. A firma presta serviços jurídicos em todo o Brasil e apresenta uma equipe de profissionais qualificados que enfatizam zelo, prática ética e competência técnica...
Segati Advogados
Goiânia, Brasil

Fundado em 2017
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Segati Advogados é um escritório de advocacia multidisciplinar com sede em Goiânia e atuação em todo o Brasil, atendendo clientes em todo o país. O escritório é especializado em questões civis, educacionais e administrativas, com foco relevante em direitos relacionados ao autismo,...
Ribeiro e Ribeiro Advogados Associados
Jaraguá do Sul, Brasil

Fundado em 2003
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Ribeiro & Ribeiro Advogados Associados é um escritório boutique fundado em 2003 em Jaraguá do Sul, Santa Catarina, Brasil. A atuação atende tanto pessoas físicas quanto empresas com uma abordagem multidisciplinar, combinando padrões técnicos rigorosos com soluções práticas e orientadas...
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1. Sobre o direito de Biotecnologia em Brasil

O direito de Biotecnologia no Brasil combina ciência, ética e regulamentação para guiar pesquisa, desenvolvimento e aplicação prática de tecnologias biológicas. Ele envolve biossegurança, propriedade intelectual, dados pessoais e aprovação regulatória de organismos, produtos e serviços biotecnológicos. O arcabouço é dinâmico, com decisões de órgãos reguladores influenciando pesquisas em laboratórios, universidades e indústria.

Principais atores reguladores incluem a Comissão Técnica Nacional de Biossegurança (CTNBio), a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) e, no âmbito de dados, a Autoridade Nacional de Proteção de Dados (ANPD). Além disso, leis claras sobre propriedade intelectual estimulam ou restringem patentes e licenças de tecnologia biotecnológica. A interação entre pesquisa cientifica e direito de biossegurança é fundamental para quem atua no setor.

Para residentes do Brasil, acompanhar mudanças regulatórias é crucial, pois novas resoluções podem alterar requisitos de licenciamento, importação de insumos biotecnológicos e tratamento de dados em estudos clínicos ou de bioinformática. A conformidade reduz riscos de sanções, atrasos em projetos e impactos financeiros. A visão prática é alinhar objetivos de inovação com as normas vigentes desde o início do projeto.

2. Por que pode precisar de um advogado

  • Projeto envolvendo organismos geneticamente modificados (OGMs) - exigir avaliação prévia da CTNBio para pesquisa, testes de bancada e eventual liberação para atividades com OGMs.
  • Transferência de tecnologia entre universidades e empresas - contratos de licenciamento, acordos de confidencialidade e transferência de know-how com foco em biossegurança e compliance.
  • Importação ou exportação de insumos biotecnológicos - necessidade de licenças, autorizações sanitárias e conformidade aduaneira para insumos sensíveis.
  • Tratamento de dados em pesquisas com pacientes - adequação à LGPD e garantia de consentimento informado, privacidade e segurança de dados sensíveis.
  • Proteção de propriedade intelectual - patentes de novas moléculas, processos de biotecnologia e estratégias de licenciamento ou cessão de direitos.
  • Conformidade regulatória contínua - monitoramento de mudanças em normas da CTNBio, Anvisa e órgãos de propriedade intelectual para evitar autuações e paralisações de projetos.

3. Visão geral das leis locais

Lei nº 11.105/2005 - institui a biossegurança no Brasil e cria a CTNBio para avaliação de risco de OGMs. Entrou em vigor em 24 de março de 2005 e continua a orientar licenciamento, pesquisa e liberação de organismos geneticamente modificados. Essencial para qualquer atividade que envolva modificação genética.

“A CTNBio tem o papel de avaliar riscos, definir condições de contenção e acompanhar atividades com OGMs no Brasil”
Fonte: CTNBio, ctnbio.mcti.gov.br

Lei nº 13.709/2018 - a Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD) regula o tratamento de dados pessoais, incluindo dados gerados em pesquisas biotecnológicas. Entrou em vigor de forma ampla em 2020; sanções administrativas passaram a ser aplicáveis a partir de 2021. Fundamental para estudos que envolvem dados de pacientes ou dados biológicos identificáveis.

“A LGPD estabelece bases legais para o tratamento de dados pessoais, com direitos dos titulares e obrigações para controladores e operadores”
Fonte: Análise da LGPD, Planalto e ANPD

Lei nº 9.279/1996 - conhecida como Lei de Propriedade Industrial, regula patentes, marcas e outros ativos de inovação. Entrou em vigor em 14 de maio de 1996, com atualizações regulatórias posteriores. Essencial para proteção de biotecnologias patenteáveis e para acordos de licença comercial.

“A proteção de invenções biotecnológicas depende de patentes e estratégias de licenciamento adequadas”
Fonte: Planalto, Lei nº 9.279/1996

4. Perguntas frequentes

O que é a Lei de Biossegurança e como ela afeta pesquisas com OGMs no Brasil?

A Lei de Biossegurança, Lei nº 11.105/2005, estabelece diretrizes para manipulação e liberação de OGMs. Ela cria a CTNBio para avaliação de riscos e licenciamento de atividades com OGMs. Procurar orientação jurídica evita atrasos e inconsistências em projetos.

Como faço para saber se preciso de autorização da CTNBio para meu projeto de edição genética?

Verifique se o projeto envolve modificação genética de organismos vivos com potencial de disseminação ou impacto ambiental. Se houver risco biosseguro, a CTNBio normalmente exige avaliação prévia. Um jurista especializado pode mapear requisitos e preparar a documentação correta.

Quando a LGPD se aplica ao tratamento de dados gerados em pesquisas biotecnológicas no Brasil?

A LGPD aplica-se sempre que há tratamento de dados pessoais, incluindo dados biológicos que permitam identificação. Em pesquisas clínicas e de biotecnologia, o consentimento informado e a proteção de dados são obrigatórios. A conformidade evita sanções administrativas e responsabilidade civil.

Onde encontro informações oficiais sobre licenças e autorizações para OGMs no Brasil?

As informações oficiais estão no site da CTNBio e no portal do MCTI. Documentos de orientação, procedimentos e formulários costumam estar disponíveis nessas páginas. Consulte também a Anvisa para aspectos de segurança de produtos derivados.

Por que devo contratar um consultor jurídico especializado em Biotecnologia antes de iniciar um projeto?

Um especialista reduz riscos regulatórios, elabora contratos de licenciamento, e antecipa exigências de biossegurança. Além disso, facilita a navegação entre CTNBio, Anvisa e LGPD. A parceria costuma acelerar aprovações e evitar custos inesperados.

Pode uma startup importar insumos biológicos para pesquisa no Brasil sem licenças da CTNBio?

Quase nunca. A importação de insumos biotecnológicos sensíveis geralmente exige licenças e conformidade com regulamentação de biossegurança. Um advogado pode orientar sobre documentação, autorizações e cronogramas de desembaraço.

Devo considerar a proteção de dados de pacientes em pesquisas clínicas envolvendo biotecnologia?

Sim. A LGPD impõe salvaguardas, consentimento e tratamento responsável de dados sensíveis. Em pesquisas clínicas, conjuntos de dados anonimizados podem reduzir riscos, mas devem seguir diretrizes de privacidade e segurança.

Como são calculados os custos e taxas para licenças de biossegurança e registros de OGMs?

Os custos variam conforme o tipo de OGM, escopo de pesquisa e necessidade de licenças suplementares. Normalmente incluem taxas de avaliação, despesas com diligências técnicas e honorários advocatícios. Um consultor pode estimar o orçamento antes do início do projeto.

Qual é o tempo médio de aprovação de projetos pela CTNBio e como planejar o cronograma?

O tempo pode variar entre semanas a meses, dependendo da complexidade e da qualidade da documentação. Planeje com pelo menos 3 a 6 meses para fases de apresentação, resposta a exigências e eventual reavaliação. Conte com prazos internos para evitar interrupções de pesquisa.

Preciso de patente para uma tecnologia biotecnológica desenvolvida no Brasil e como funciona?

Patentes protegem invenções novas e úteis, incluindo biotecnologias. O processo envolve pedido, exame técnico e possível Oposição de terceiros. Um advogado de patentes orienta sobre novidade, atividade inventiva e requisitos de divulgação.

Qual é a diferença entre patentes e transferência de tecnologia em biotecnologia?

Patentes protegem direitos de exclusividade sobre a invenção. Transferência de tecnologia envolve a circulação de know-how, licenças e assistência técnica. Ambos são cruciais para monetizar pesquisas, mas requerem acordos bem redigidos.

Pode uma empresa estrangeira contratar pesquisadores no Brasil com base em patentes de biotecnologia?

Paarcialmente. Empresas estrangeiras podem contratar pesquisadores, mas devem observar leis trabalhistas locais e acordos de licença ou colaboração. Questões de propriedade intelectual e transferências financeiras exigem planejamento legal cuidadoso.

5. Recursos adicionais

  • CTNBio - Comissão Técnica Nacional de Biossegurança, órgão regulador para avaliação de risco e licenciamento de OGMs no Brasil. Site oficial: ctnbio.mcti.gov.br.
  • Anvisa - Agência Nacional de Vigilância Sanitária, regula biossegurança de produtos biotecnológicos, insumos e dispositivos médicos. Site oficial: gov.br/anvisa.
  • ANPD - Autoridade Nacional de Proteção de Dados, supervisiona a aplicação da LGPD e orienta sobre tratamento de dados em pesquisa. Site oficial: gov.br/anpd.

6. Próximos passos

  1. Defina claramente o objetivo do seu projeto biotecnológico, incluindo se envolve OGMs, dados de pacientes ou transferência de tecnologia.
  2. Compile um dossiê inicial com descrições do projeto, amostras, fluxos de dados e cronogramas preliminares.
  3. Pesquise advogados ou consultores jurídicos com experiência em Biotecnologia, CTNBio, Anvisa e LGPD.
  4. Solicite propostas e orçamentos, pedindo exemplos de casos semelhantes e prazos estimados.
  5. Conduza uma reunião técnica para avaliar a fit entre o profissional e o seu projeto, incluindo a abordagem de conformidade.
  6. Assine um contrato com escopo, honorários, prazos e cláusulas de confidencialidade antes de compartilhar documentos sensíveis.
  7. Inicie a consultoria com um plano de ações, entregáveis e cronograma de implementação, seguindo os passos acordados.

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