Melhores Advogados de Litígio Civil em Porto

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Fundado em 2018
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Direitos do Consumidor Litígio Civil Fraude de concessionária de automóveis +3 mais
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Fundado em 2019
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A MOC - Marques & Oliveira Cortez, Sociedade de Advogados, fundada em 2019, é um escritório de advocacia português dedicado a prestar serviços jurídicos que se distinguem das práticas tradicionais. O escritório é composto por uma equipa jovem, proativa e dinâmica com mais de quinze anos de...

Fundado em 2008
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Figueiredo & Mendes, Sociedade de Advogados, R.L., fundada em 2008, é uma sociedade de advogados distinta sediada no Porto, Portugal. O escritório dedica-se a proporcionar apoio jurídico abrangente a particulares, empresas e grupos económicos em fases críticas e complexas das suas...
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1. Sobre o direito de Litígio Civil em Porto, Portugal

Em Porto, o litígio civil abrange controvérsias entre particulares ou empresas sobre contratos, propriedade, responsabilidade civil, família e questões de consumo. As ações civis normalmente seguem o Código de Processo Civil, com fases de petição inicial, defesa, audiência e julgamento. O objetivo é resolver conflitos de forma justa, rápida e previsível, com recurso às vias judiciais quando necessário.

Os tribunais do Porto tratam de ações cíveis que decorrem na comarca de Porto, bem como recursos para tribunais superiores. A conciliação e a mediação são opções incentivadas para evitar litígios prolongados. É comum que residentes do Porto recorram a advogados de litígio civil para estruturar a estratégia processual e gerir prazos complexos.

Entre os recursos locais, destacam-se o Tribunal Judicial da Comarca do Porto e o Tribunal da Relação do Porto como instâncias, respetivamente, de 1ª instância e de recurso. A prática jurídica no Porto segue normas nacionais aplicáveis em todo o país, com particularidades de cada processo e jurisdição.

“Conciliação e mediação são instrumentos para resolver litígios de forma mais rápida e eficiente.”

Fonte: justica.gov.pt

2. Por que pode precisar de um advogado

- Precisa de estruturar uma ação de cobrança em atraso de fornecimentos no Porto e requer uma estratégia de prazos, notificações e provas. Um jurista especializado organiza documentos, cita partes e gere o calendario processual com precisão.

- Enfrenta uma questão de incumprimento contratual com uma empresa de construção no Porto e precisa de um plano para evitar gastos desnecessários. Um consultor jurídico ajuda a avaliar danos, garantias e perícias, bem como o custo-benefício de litigar.

- Envolve uma disputa de propriedade entre condóminos ou conflitos de vizinhança em um prédio no Porto. Um advogado de litígio civil pode solicitar medidas cautelares, organizar perícias e preparar uma estratégia de resolução de conflito.

- Um contrato de trabalho ou prestação de serviços envolve danos e responsabilidade, com necessidade de prova documental sólida. Um jurista orienta sobre responsabilidade civil, prazos e possibilidade de acordo extrajudicial.

- Situações de consumo com fornecedores ou bancos em Porto, onde é vital compreender as regras de proteção do consumidor, garantias e custos de processo. Um advogado pode indicar vias de mediação e conduzir a argumentação jurídica adequada.

- Está a lidar com uma herança, partilha de bens ou uma demanda de família que requer uma abordagem clara de requisitos legais. Um consultor jurídico facilita a escolha entre acordo, mediação ou processo judicial conforme o caso.

3. Visão geral das leis locais

Em Portugal, o litígio civil em Porto segue as leis nacionais, com as regras-chave estabelecidas pelo Código de Processo Civil. A reforma do CPC, conhecida como Novo CPC, reorganizou prazos, fases processuais e mecanismos de resolução de litígios. O Porto, como qualquer outra comarca, aplica estas normas aos seus processos cíveis de forma uniforme.

Entre os diplomas relevantes, destacam-se o Código de Processo Civil e o Código Civil, que regem, respetivamente, as regras processuais e o regime de relações entre pessoas e bens. Além disso, o Regulamento das Custas Processuais determina os custos associados a ações civis, com regras de pagamento e isenções conforme situação financeira.

O CPC atual introduz medidas para a conciliação, bem como regras sobre prazos, notificações, recursos e diligências probatórias. Em Porto, estas regras são aplicadas pelos tribunais de 1ª instância e pelos juízes de primeira linha, com possibilidade de recurso para o Tribunal da Relação do Porto.

“O objetivo central do novo Código de Processo Civil é simplificar trâmites e ampliar a conciliação entre as partes.”

Fonte: justica.gov.pt

“A Justiça Portuguesa enfatiza a resolução extrajudicial de litígios, designadamente pela mediação e pela conciliação.”

Fonte: portugal.gov.pt

Notas práticas para Porto: o acesso ao direito e aos tribunais continua a evoluir com plataformas eletrónicas nacionais, como Citius, para gestão de processos e comunicações com advogados. Estas plataformas ajudam a reduzir deslocações físicas e a acelerar notificações processuais. Consulte o portal oficial para informações atualizadas sobre prazos e procedimentos.

4. Perguntas frequentes

O que é litígio civil e como se inicia no Porto?

O litígio civil envolve disputas entre pessoas ou empresas sobre contratos, bens ou responsabilidades. No Porto, inicia-se com a petição inicial apresentada no Tribunal Judicial da comarca de Porto, acompanhada de provas e documentos. O processo segue depois para defesa, audiencias e julgamento, conforme o CPC.

Como faço para abrir uma ação cível no Tribunal Judicial do Porto?

Reúna documentos relevantes, como contratos, faturas e comunicações. Depois, contrate um advogado para redigir a petição e apresentá-la no tribunal competente. O advogado gere prazos, notificações e diligências, facilitando o andamento do processo.

Quando o caso entra em fase de julgamento no Porto?

Após a apresentação da defesa, o juiz pode marcar audiência e, se necessário, solicitar perícias. A fase de julgamento costuma ocorrer meses após a fase de instrução, dependendo da complexidade do caso. O tempo exato varia conforme o tribunal e a agenda processual.

Onde posso verificar o andamento do meu processo cível no Porto?

O acompanhamento pode ser feito por via eletrónica através do portal Citius, com credenciais fornecidas pelo advogado. Também pode consultar diretamente no balcão de atendimento do tribunal onde o processo corre. O acesso exige identificação formal adequada.

Por que devo contratar um advogado especializado em litígio civil no Porto?

Um jurista especializado conhece os prazos, recursos e provas específicas de litígios civis. Ele também pode gerir custos, preparar argumentos fortes e negociar acordos antes ou durante o processo. A escolha certa pode aumentar as hipóteses de um resultado favorável.

Pode um consultor jurídico sem advogado representar-me em processos cíveis?

Geralmente, a representação em processos cíveis em Portugal exige advogado. Sem advogado, pode haver rejeição de partes da contestação ou extinção de ações. Em casos de baixa renda, pode existir assistência judiciária para apoiar a contratação de um advogado.

Devo optar por mediação antes de avançar com a ação no Porto?

A mediação é incentivada pela justiça e pode reduzir tempo e custos. Se as partes aceitarem, o mediador ajuda a chegar a um acordo sem necessidade de julgamento. Mesmo após o inicio do processo, a mediação pode ocorrer para chegar a uma resolução.

Qual a diferença entre ação declarativa e ação constitutiva no litígio civil?

A ação declarativa tem como objetivo obter reconhecimento de um direito ou relação jurídica. A ação constitutiva visa criar, modificar ou extinguir direitos, como uma divisão de bens. Em Porto, o tipo de ação determina a linha de defesa e a apresentação de provas.

Como funcionam as custas processuais e quando são pagas no Porto?

As custas são pagas normalmente no início do processo ou conforme o andamento, dependendo do tipo de ação. Existem escalões consoante o valor em causa e a situação financeira das partes. Um advogado pode estimar o custo total e otimizar o processo.

Quantos prazos legais existem para interpor recursos num processo cível?

Os prazos variam consoante o tipo de decisão e o recurso (apelação, agravo, etc.). Em geral, é comum ter prazos de 15 a 60 dias para interpor recurso, contados a partir da notificação. A contagem pode ser recalculada em casos especiais pela justiça.

Preciso de procuração ou autorização para contratar um advogado no Porto?

Geralmente sim, o cliente assina uma procuração para permitir que o advogado represente o caso. A documentação deve ser entregue ao escritório e, se necessário, ao tribunal para efeitos de justificar a representação. O advogado também pode orientar sobre poderes adicionais.

Qual é a função do Tribunal da Relação do Porto no recurso de uma decisão?

O Tribunal da Relação do Porto é a instância de recurso para decisões de 1ª instância proferidas no Porto. Analisa questões de direito e, se necessário, reavalia provas. Em alguns casos, pode confirmar, reformar ou anular a decisão recorrida.

5. Recursos adicionais

  • Portal da Justiça - Ministério da Justiça - portal oficial com informações sobre procedimentos, conciliação e vias processuais em Portugal. justica.gov.pt
  • Nova plataforma Citius - sistema eletrónico para gestão de processos, comunicações e consultas processuais. citius.mj.gov.pt
  • Governo de Portugal - Portal Portugal - informações oficiais sobre acesso à justiça, direitos dos cidadãos e serviços públicos. portugal.gov.pt
“A mediação e a conciliação são ferramentas reconhecidas para resolver litígios de forma mais célere e eficaz.”

Fonte: justica.gov.pt

6. Próximos passos

  1. Defina o objetivo do seu caso e recolha toda a documentação relevante (contratos, faturas, comunicações) num só local. Tempo estimado: 1-2 dias.
  2. Faça uma pesquisa inicial de advogados especializados em litígio civil na área de Porto e crie uma shortlist de 3 a 5 escritórios. Tempo estimado: 1 semana.
  3. Contacte cada escritório para uma consulta inicial e peça um resumo de honorários, prazos estimados e estratégia possível. Tempo estimado: 1-2 semanas.
  4. Compare propostas, verifique registos da Ordem dos Advogados e peça referências de casos semelhantes. Tempo estimado: 3-7 dias.
  5. Escolha um consultor jurídico com base na experiência, transparência de custos e alinhamento com os seus objetivos. Tempo estimado: 1-2 semanas.
  6. Assine um acordo de prestação de serviços com o advogado escolhido, especificando honorários, encargos adicionais e responsabilidades. Tempo estimado: 3-7 dias.
  7. Submeta a documentação necessária ao seu advogado e inicie o processo com a apresentação da petição inicial no tribunal competente. Tempo estimado: 1-2 semanas após assinatura.

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