Melhores Advogados de Ação coletiva em São Paulo

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Especialista em Direito Previdenciário (INSS) é um escritório de advocacia de destaque no Brasil, reconhecido por sua ampla expertise em direito previdenciário. Com mais de 13 anos de experiência dedicada, o escritório representou com êxito clientes em uma vasta gama de casos, incluindo...
São Paulo, Brasil

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Sanches Calvo Advogados é um distinto escritório de advocacia brasileiro especializado em defesa criminal, particularmente em casos envolvendo o Tribunal do Júri. Com mais de três décadas de experiência, o escritório conduziu com êxito mais de 450 júris, demonstrando um profundo...
Alencar Advocacia
São Paulo, Brasil

Fundado em 2016
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Alencar Advocacia, fundada em 2016 por Érica Cristina Soares de Alencar, oferece serviços jurídicos especializados em direito civil, relações trabalhistas, imobiliário e previdenciário. O escritório está comprometido em fornecer soluções jurídicas colaborativas e humanizadas, com foco...

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N.O.S Advogados Associados- Unidade Praça Onze é um escritório de advocacia de destaque no Brasil, reconhecido por seu foco dedicado em uma ampla gama de áreas jurídicas. O escritório oferece assessoria especializada em direito civil, relações trabalhistas e questões previdenciárias,...
P&B Advogados Associados
São Paulo, Brasil

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P&B Advogados Associados é um escritório de advocacia com sede em São Paulo coordenado pela Dra. Patrícia Braga, Vice-Presidente da comissão da OAB Tatuapé. Sob sua liderança, o escritório conta com mais de dez anos de experiência profissional e uma pós-graduação internacional pela...
Tomaz advocacia
São Paulo, Brasil

4 pessoas na equipa
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A Tomaz Advocacia é um escritório de advocacia brasileiro com sede no estado do Rio Grande do Sul e escritórios físicos em Porto Alegre, Caxias do Sul e Viamão. O escritório concentra sua atuação em matérias cíveis e imobiliárias, combinando trabalho contencioso e transacional para...
Alessandra Prado Advocacia
São Paulo, Brasil

Fundado em 2017
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Alessandra Prado Advocacia é um escritório de advocacia de destaque sediado em Brasília, Brasil, que oferece serviços jurídicos abrangentes em diversas áreas de atuação. O escritório é especializado em direito civil, justiça criminal, direito do idoso, direito de família, relações...

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Rodrigues Pereira Advogados Associados, estabelecido em São Paulo em 2017 pelo advogado Marcos Rodrigues Pereira, conquistou reconhecimento por sua expertise especializada em direito penal, militar, trabalhista, societário e imobiliário. O escritório é particularmente destacado pela defesa...

Fundado em 2025
2 pessoas na equipa
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Larissa Sousa Advocacia & Consultoria Jurídica, sediada em São Paulo, Brasil, oferece soluções jurídicas personalizadas nas áreas cível, imobiliária, previdenciária, trabalhista e tributária. Liderado pela sócia-fundadora Larissa A. Sousa Pereira, que possui mais de dez anos de...
VISTO EM

1. Sobre o direito de Ação coletiva em São Paulo, Brasil

A Ação coletiva em São Paulo envolve instrumentos jurídicos que permitem defender direitos de um grupo, comunidade ou consumidores inteiros contra abusos ou danos comuns. No Brasil, as ações coletivas mais comuns são a Ação Civil Pública, movida por autoridades como o Ministério Público, a Defensoria Pública ou entidades com personalidade jurídica, e a Ação de Classe voltada a interesses difusos, coletivos ou individuais homogêneos. Em São Paulo, essas ações são julgadas pelo Judiciário estadual, com participação ativa do Ministério Público de SP e de órgãos de defesa do consumidor locais.

O objetivo das ações coletivas é obter reparação financeira, a abstenção de práticas lesivas e a implementação de medidas de recuperação ambiental, de ordem pública ou de consumo. Em termos práticos, uma ação coletiva pode envolver milhares de pessoas que sofrem o mesmo dano, de modo que a sentença beneficia o grupo inteiro. A condução processual segue regras do Código de Processo Civil vigente e de leis específicas de defesa do consumidor e do meio ambiente.

“A Ação Civil Pública tem por finalidade defender direitos difusos, coletivos ou individuais homogêneos, promovida pelo Ministério Público, pela Defensoria Pública ou por entidades com legitimidade para atuar.”

Fonte: Lei da Ação Civil Pública disponível no portal oficial do governo e documentos correlatos sobre direitos coletivos.

“O Código de Defesa do Consumidor viabiliza ações coletivas para tutela de direitos de consumidores em grupo, incluindo cenários de reparação de danos e restituição de valores indevidos.”

Fonte: Código de Defesa do Consumidor e materiais oficiais sobre proteção do consumidor no Brasil.

2. Por que pode precisar de um advogado

Convivemos com situações em que uma assessoria jurídica especializada facilita o andamento de uma ação coletiva. Em São Paulo, milhares de moradores já se beneficiaram de ações promovidas pelo Procon-SP, pelo Ministério Público e por associações de consumidores. Abaixo estão cenários concretos que costumam exigir acompanhamento jurídico experiente.

  • Condomínios com cobranças abusivas de rateio de obras ou taxas de administração que afetam dezenas de moradores em bairros da capital.
  • Clientes de operadoras de telefonia com cobrança indevida de planos, duplicidade de cobranças ou encargos não previstos no contrato, levando a um grupo a buscar restituição.
  • Ações ambientais movidas pelo Ministério Público de SP contra empresas da região que causaram poluição de rios urbanos ou danos aoLençóis de áreas protegidas próximas a bairros industriais.
  • Consumidores com vícios ocultos em imóveis comprados na planta que sofrem com atrasos na entrega e danos financeiros que atingem um conjunto de compradores.
  • Associações de moradores que reuniram evidências de falhas de infraestrutura pública, como água, esgoto ou drenagem, que afetam várias quadras na cidade de São Paulo.
  • Trabalhadores de uma empresa em SP com alegações de violação de direitos coletivos, como condições de trabalho, atraso no pagamento de verbas rescisórias ou benefícios não pagos, quando a via individual é ineficaz.

Ter um consultor jurídico dedicado facilita a identificação de legitimidade para a ação, a organização de provas e a orientação sobre adesão de participantes. Profissionais com atuação em direito coletivo ajudam a planejar prazos, gestão de riscos e comunicação com as partes envolvidas. Um advogado ou jurista com experiência em ações coletivas também reduz a chance de recursos protelatórios que atrapalham o andamento.

3. Visão geral das leis locais

As bases legais para ações coletivas no Brasil, incluindo São Paulo, envolvem leis federais aplicáveis em todo o território nacional. Abaixo estão 2-3 normas-chave com seus nomes e sentidos gerais, além de referências a alterações relevantes.

  • Lei n° 7.347/1985 - Lei da Ação Civil Pública. Define legitimidade, objetos e tramitação de ações coletivas para defesa de direitos difusos, coletivos ou individuais homogêneos. Data de publicação: 24 de julho de 1985. Ela é aplicável em todo o país, incluindo o Estado de São Paulo.
  • Lei n° 8.078/1990 - Código de Defesa do Consumidor (CDC). Estabelece regras de proteção ao consumidor e autoriza ações coletivas para defesa de direitos coletivos de consumidores, com participação de órgãos públicos e entidades representativas. Data de promulgação: 11 de setembro de 1990.
  • Lei n° 13.105/2015 - Código de Processo Civil (Novo CPC). Regulamenta procedimentos, tutelas de urgência, litisconsórcio e tramitação de ações coletivas entre outras causas, adaptando-se à dinâmica das ações coletivas modernas. Data de entrada em vigor: 18 de março de 2015, com alterações ao longo de 2015-2017.

Em São Paulo, a aplicação prática dessas normas envolve o Judiciário Estadual (TJSP), a atuação do Ministério Público de SP e órgãos locais de defesa do consumidor. O regime processual também é influenciado por regimentos internos do TJSP e por normas de gestão de ações coletivas. Alterações recentes do CPC e de lei de defesa do consumidor impactam prazos, adesões e a forma de condução de ações coletivas no estado.

“A Ação Civil Pública pode ser proposta por entidades com legitimidade, para proteção de direitos difusos, coletivos ou individuais homogêneos, conforme Lei 7.347/1985.”

Fonte: Portal Planalto - Leis Federais; Procon-SP - normas de consumo; TJSP - diretrizes processuais para ações coletivas.

4. Perguntas frequentes

O que é Ação Civil Pública e qual é o seu objetivo principal em São Paulo?

A Ação Civil Pública defesa direitos difusos, coletivos ou individuais homogêneos. Ela é movida por autoridades públicas ou entidades representativas e busca reparação econômica, cessação de abusos ou medidas de melhoria institucional para o grupo.

Como faço para verificar se posso participar de uma ação coletiva no estado de São Paulo?

Verifique se você integra o grupo afetado o suficiente para ter direito à reparação. Consulte um consultor jurídico com experiência em ações coletivas e analise com ele documentos como contratos, faturas, notificações e provas de dano.

Quando uma Ação Civil Pública pode ser apreciada pelo TJSP e qual o prazo inicial típico?

A tramitação começa com o ajuizamento e pode levar meses antes da primeira decisão, dependendo da complexidade e de recursos. No âmbito estadual, o tempo varia conforme a fila processual e a quantidade de partes envolvidas.

Onde devo apresentar uma denúncia ou ingressar com Ação Civil Pública em SP e qual órgão lidera o processo?

As ações coletivas geralmente são conduzidas no TJSP, com participação do Ministério Público de SP ou de Procon-SP. Em alguns casos, associações devidamente registradas também podem atuar como legitimadas.

Por que é necessário um advogado especializado em ações coletivas para orientar casos em SP?

Advogados especializados ajudam na avaliação de legitimidade, organização de provas, definição de adesões e negociação de acordos. Eles também orientam sobre custos, honorários e possíveis recursos.

Pode uma pessoa sem relação direta participar de uma ação coletiva para obter reparação?

Pode, se a pessoa for integrante do grupo que compartilha o dano ou direito difuso. A adesão costuma exigir comprovação de vínculo com o objeto da ação.

Devo arcar com custos e honorários em uma ação coletiva desde o início?

Normalmente há honorários condicionados ao êxito ou custos partilhados entre o grupo. Alguns casos são acompanhados por instituições públicas ou associações que ajudam a reduzir encargos para os participantes.

Como funciona o cronograma de uma Ação Civil Pública, desde ajuizamento até decisão?

O processo envolve fases de tutela de urgência, instrução e julgamento, seguidas de eventuais recursos. A duração varia conforme complexidade, provas e decisões dos tribunais.

Preciso comprovar qualificação como autor para Ação Civil Pública?

Depende da legitimidade prevista na lei. Em muitos casos, Ministério Público ou associações com personalidade jurídica podem ajuizar, e cidadãos podem ser beneficiários por adesão conforme a natureza da ação.

Qual a diferença entre Ação Civil Pública e Ação Coletiva de Consumidores?

A Ação Civil Pública atua para direitos difusos, coletivos ou individuais homogêneos, muitas vezes movida por órgãos públicos. A Ação Coletiva de Consumidores foca em direitos de consumidores, frequentemente promovida por Procon, associações ou Ministério Público.

Como comparar uma Ação Civil Pública movida pelo Ministério Público com uma proposta por uma associação?

O Ministério Público atua com interesse público geral. Associações atuam em defesa de seus membros ou de categorias específicas. A escolha depende da abrangência do dano e da legitimidade disponível.

Quando o caso é coletivo de consumo, o que difere no âmbito de São Paulo?

Em SP, o Procon-SP atua ativamente para identificar práticas abusivas. A atuação pública pode acelerar medidas coletivas e facilitar adesões de consumidores no município e na capital.

5. Recursos adicionais

  • Procon-SP - órgão estadual de defesa do consumidor. Função: orientar cidadãos, gerir reclamações e apoiar ações coletivas contra abusos de empresas. https://www.procon.sp.gov.br
  • Defensoria Pública do Estado de São Paulo - oferece orientação jurídica gratuita, atuação em ações coletivas e assistência a pessoas economicamente vulneráveis. https://www.dpe.sp.gov.br
  • Tribunal de Justiça de São Paulo (TJSP) - portal com guias, jurisprudência e procedimentos para ações coletivas e civis públicas no estado. https://www.tjsp.jus.br
  • Portal Planalto - legislação federal aplicável a ações coletivas, incluindo Lei 7.347/1985 e Lei 8.078/1990. https://www.planalto.gov.br

6. Próximos passos

  1. Mapear o seu caso: identifique qual direito foi violado, o grupo de pessoas afetadas e os danos comprovados. Reserve 1-2 dias para agrupar documentos relevantes.
  2. Consultar um advogado ou consultor jurídico com experiência em ações coletivas em São Paulo. Agende uma conversa inicial de 30-60 minutos para entender as opções. Planeje 1 semana para agendar a consulta.
  3. Verificar legitimidade e adesões: confirme quem pode ajuizar a ação ( Ministério Público, Procon, associações) e como os consumidores podem aderir. Possíveis prazos de adesão variam conforme o caso.
  4. Coletar documentos essenciais: contratos, faturas, comprovantes de comunicação com a empresa, notificações, laudos técnicos ou ambientais. Separe em pastas digitais ou físicas para facilitar a análise.
  5. Solicitar uma avaliação de custos: peça estimativas de honorários, despesas processuais e possíveis reembolsos. Pergunte sobre custos condicionados ao êxito e opções de acordos coletivos.
  6. Verificar se já existe ação coletiva relacionada: procure no TJSP ou no Procon-SP para entender se já há processo envolvendo o seu caso. Reserve 1-2 dias para pesquisa inicial.
  7. Decidir sobre adesão ou participação: com o apoio do advogado, determine se a adesão ao grupo é conveniente e qual a melhor estratégia para seu caso específico. Planeje 1-2 semanas para tomada de decisão.

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