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Bianca Santos Advocacia
Brasília, Brasil

Fundado em 2023
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Bianca Santos Advocacia, sediada em Santos, São Paulo, oferece serviços jurídicos especializados em múltiplas áreas, incluindo Direito Civil, Direito Imobiliário, Direito de Família e Sucessões, Direito do Consumidor e Direito da Saúde. O escritório realiza atendimentos presenciais e por...
Zeli Advogados
Brasília, Brasil

Fundado em 2020
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Zeli Advogados é um renomado escritório de advocacia brasileiro especializado em direito de família, incluindo processos de divórcio consensual e litigioso, questões de pensão alimentícia e acordos de guarda. O escritório também atua com expertise em direito civil, relações trabalhistas,...
Juliana Orth - Advogada
Brasília, Brasil

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Juliana Orth é uma advogada brasileira que lidera um escritório boutique especializado em direito extrajudicial, imobiliário e sucessório. O escritório atende clientes em todo o Brasil e é guiado pela transparência com os clientes, profissionalismo e celeridade como valores fundamentais.O...
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1. Sobre o direito de Direito Colaborativo em Brasília, Brasil

O Direito Colaborativo, ou collaborative law, é uma abordagem de resolução de disputas que prioriza acordos entre as partes com a atuação de advogados especializados em um formato não litigioso. Em Brasília, o foco principal costuma ser a esfera familiar, incluindo guarda, pensão e partilha de bens, bem como questões patrimoniais complexas.

Essa prática busca soluções que preservem relacionamentos e reduzam custos e prazos, permitindo que as partes cheguem a acordos com apoio de equipes multidisciplinares quando necessário. Em termos práticos, as negociações ocorrem fora do litígio, com confidencialidade, cooperação e um plano de resolução de conflitos.

“A mediação e a conciliação, previstas na legislação, são instrumentos importantes para reduzir a litigiosidade e ampliar o controle das partes sobre o resultado.”

Fonte: CNJ e legislação brasileira sobre mediação e conciliação. Veja mais em cnj.jus.br e planalto.gov.br.

2. Por que pode precisar de um advogado

  • Divórcio com filhos menores - é comum que haja disputas sobre guarda e visitas. Um consultor jurídico colaborativo ajuda a estruturar um acordo que priorize o bem-estar infantil e minimize conflitos futuros.
  • Partilha de bens complexa - imóveis em Brasília, planos de aposentadoria e negócios familiares exigem cálculo preciso. Um jurista colaborativo facilita a divisão de forma equitativa sem acionar o litígio.
  • Conflitos entre sócios em empresa familiar - estruturas contratuais, cláusulas de compra e venda e avaliação de ativos podem ser definidas em acordo colaborativo para evitar processos prolongados.
  • Monetização de dívidas e acordos financeiros - acordos sobre pensões alimentícias, ajuste de dívidas e responsabilidades fiscais podem ser resolvidos com procedimentos colaborativos e documentos formais.
  • Riscos de conflito durante uma separação - quando há tensão entre as partes, a mediação colaborativa ajuda a manter o foco em soluções práticas e rápidas, reduzindo desgaste emocional.
  • Quadros patrimoniais com bens no DF e fora do país - questões transfronteiras exigem coordenação entre advogados locais e especialistas para evitar decisões conflitantes.

Observação: em Brasília, o Direito Colaborativo funciona dentro do arcabouço legal nacional, especialmente com foco em resolução consensual prevista pelo CPC e pela Lei de Mediação.

3. Visão geral das leis locais

  • Lei nº 13.105/2015 - Código de Processo Civil (Novo CPC) - incentiva a conciliação e a mediação como etapas prévias e preferíveis à judicialização. Entrada em vigor ocorreu em 2016, com ajustes subsequentes. Fonte oficial Planalto.
  • Lei nº 13.140/2015 - Lei de Mediação - regula a mediação como mecanismo de resolução de conflitos e estabelece regras sobre confidencialidade e procedimentos. Publicada em 26 de junho de 2015; aplicação prática consolidada pelo Poder Judiciário. Fonte oficial Planalto.
  • Regimento Interno do Tribunal de Justiça do Distrito Federal e dos Territórios (TJDFT) - orienta a prática de conciliação e mediação no âmbito do DF e a atuação de Centros de Conciliação vinculados ao TJDFT. Aplicação prática no DF acompanha diretrizes nacionais e serviços do TJDFT. Portal TJDFT.

Conclusão prática: não há uma lei específica de Direito Colaborativo para apenas Brasília, mas as normas nacionais de mediação e conciliação se aplicam no DF com apoio de centros de conciliação do TJDFT.

Pontos-chave e citações de fontes oficiais

“A mediação e a conciliação são instrumentos previstos na legislação brasileira para reduzir a litigiosidade e ampliar o controle das partes sobre o resultado.”

Fonte: CNJ e legislação de mediação. Consulte cnj.jus.br e planalto.gov.br para textos oficiais.

4. Perguntas frequentes

O que é Direito Colaborativo e como se aplica no DF?

O Direito Colaborativo envolve advogados que ajudam as partes a negociar um acordo. No DF, aplica-se o mesmo modelo com base no CPC e na Lei de Mediação, mantendo o foco no acordo e na confidencialidade.

Como funciona uma reunião inicial de Direito Colaborativo com advogados no DF?

Na reunião inicial, as partes apresentam objetivos e acordos desejados. Os advogados explicam o processo, custos estimados e definem a agenda de sessões de negociação, com participação opcional de consultores.

Quando devo considerar o uso de Direito Colaborativo em disputas familiares?

Considere quando há objetivo comum de preservar vínculos familiares. Se a cooperação entre as partes é viável, o colaborativo tende a reduzir tempo e custos em comparação com o litígio.

Onde encontro advogados formados em Direito Colaborativo no Distrito Federal?

Consulte a OAB-DF, diretórios de prática colaborativa e sites de associações profissionais. Verifique formação específica e participação em grupos de prática colaborativa.

Por que o acordo colaborativo pode ser menos oneroso que litígio?

O processo colaborativo evita a tramitação judicial complexa, reduzindo honorários processuais, prazos longos e custos de prova, com foco em soluções práticas.

Pode incluir questões patrimoniais, financeiras e de filhos no acordo colaborativo?

Sim. O acordo pode abranger guarda, visitas, pensão, partilha de bens e obrigações financeiras, desde que haja consenso entre as partes e apoio de advogados.

Deve a confidencialidade ser garantida durante o processo no DF?

Sim. A confidencialidade é um principio central no Direito Colaborativo, protegendo as informações compartilhadas durante as negociações.

Qual a diferença entre Direito Colaborativo e mediação tradicional?

Na mediação tradicional, um terceiro facilita, mas não há equipe jurídica dedicada a cada parte. No colaborativo, advogados especializados orientam o acordo desde o início.

Como é calculado o custo de um processo colaborativo no DF?

Os custos costumam incluir honorários dos advogados, consultores e, se houver, coaches ou peritos. Evita-se custos judiciais de andamento processual tradicional.

Como funciona o cronograma típico de um acordo colaborativo?

O cronograma envolve reunião inicial, sessões de negociação, elaboração de rascunho de acordo e, por fim, homologação ou assinatura final, com períodos típicos de semanas a meses.

Preciso de certificação específica para atuar no DF?

Não é exigida certificação única para Direito Colaborativo, porém muitos advogados passam por cursos credenciados e programas de prática colaborativa reconhecidos por entidades da área.

Quais são os passos para homologar um acordo colaborativo pelo TJDFT?

O acordo deve ser reduzido a termo, assinado pelas partes e pelos advogados, e então apresentado ao TJDFT para homologação, se houver necessidade de decisão judicial. O processo pode variar conforme o caso e o órgão competente.

5. Recursos adicionais

  • Conselho Nacional de Justiça (CNJ) - portal oficial com diretrizes de mediação e conciliação. cnj.jus.br
  • Tribunal de Justiça do Distrito Federal e dos Territórios (TJDFT) - informações sobre conciliação, mediação e serviços de justiça no DF. tjdft.jus.br
  • Ordem dos Advogados do Brasil - Seção Distrito Federal (OAB-DF) - diretórios de profissionais e atividades relacionadas ao Direito Colaborativo. oabdf.org.br

6. Próximos passos

  1. Defina claramente o objetivo do acordo e o que é essencial para cada parte, incluindo prazos e prioridades. Reserve 1-2 dias para consolidar esses pontos.
  2. Liste advogados no DF com formação em Direito Colaborativo e verifique filiação a associações de prática colaborativa. Reserve 1-2 semanas para contato.
  3. Agende consultas iniciais para entender o método, custos e a composição da equipe de apoio. Reserve 1-2 semanas para marcar as reuniões.
  4. Solicite informações sobre honorários, estruturas de pagamento e estimativas de duração do processo. Espere respostas em 1-2 semanas.
  5. Verifique a disponibilidade de sessões de negociação fora do tribunal e a necessidade de participação de consultores ou peritos. Planeje um cronograma de 4-8 semanas para as primeiras sessões.
  6. Defina o time que apoiará o caso, incluindo advogados, consultores, e, se necessário, especialistas em finanças e valores mobiliários. Confirme contratos de engajamento por escrito.
  7. Formalize o acordo colaborativo por escrito e providencie a homologação, se aplicável, no TJDFT. Estime um prazo total de 2-4 meses até a homologação completa.

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