Melhores Advogados de Direito Colaborativo em Lisboa

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Miguel do Amaral Advogado, com sede em Santa Maria da Feira, oferece serviços jurídicos abrangentes em diversas áreas de atuação, incluindo direito civil, trabalhista, comercial, penal, de família e sucessões. O escritório presta assistência na negociação e execução de contratos, bem...

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O Dr. Pedro Batista Alves é advogado português com escritórios em Lisboa e Sintra e está inscrito na Ordem dos Advogados Portugueses desde 2012. Exercita a sua atividade numa ampla gama de áreas jurídicas na região de Lisboa e em todo o país, consoante as necessidades específicas das...

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Porto Advogado is a Porto based directory that curates a network of specialized lawyers across multiple areas of law, enabling clients to locate qualified counsel and access prompt legal support in the Porto region. The platform emphasizes transparency and speed by facilitating direct contact with...

Fundado em 2019
4 pessoas na equipa
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Portuguese
Rafaela Barbosa International Law é um escritório de advocacia boutique com sede em Lisboa (Marquês de Pombal), com escritórios no Brasil e na Itália, especializado em direito internacional de imigração. O foco está na prestação de assistência jurídica abrangente para indivíduos e...
João Amaral - Advogado
Lisboa, Portugal

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João Amaral - Advogado atua em Carcavelos, Portugal, oferecendo serviços jurídicos especializados em direito da família, defesa criminal, contencioso civil e comercial e matérias laborais. O escritório aplica uma abordagem pragmática e orientada para o cliente em casos complexos, fornecendo...

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Nuno Filipe Pereira Advogados, localizado em Tavira, Portugal, oferece serviços jurídicos abrangentes em várias áreas de atuação, incluindo direito de família, direito do trabalho, prática jurídica geral e serviços de imigração e naturalização. O escritório dedica-se a fornecer...

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Danielle Toledo é uma advogada internacional com base em Portugal, especializada em assuntos de imigração transfronteiriça e direito internacional da família. Sua prática concentra-se em auxiliar clientes a navegar pelos quadros regulatórios portugueses e internacionais, incluindo...
Ana Bruno & Associados
Lisboa, Portugal

Fundado em 2004
29 pessoas na equipa
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Ana Bruno & Associados is a Lisbon based boutique law firm that emphasises technical excellence and personalised service. The firm rejects standardised approaches, instead tailoring resources and expertise to each client objective and need, supporting both day-to-day matters and strategic...
ADVoffice
Lisboa, Portugal

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ADVoffice, sediado em Odivelas, Portugal, presta serviços jurídicos personalizados a particulares e empresas com foco em direito da família, imobiliário e laboral.O escritório conquistou reputação de profissionalismo e atendimento centrado no cliente, enfatizando escuta atenta, orientação...
VISTO EM

1. Sobre o direito de Direito Colaborativo em Lisboa, Portugal

O Direito Colaborativo é uma abordagem de resolução de conflitos em que as partes, acompanhadas por advogados, procuram acordos de forma consensual sem recorrer ao litígio. Em Lisboa, é comum em disputas de família, como divórcio, regulação de responsabilidades parentais e partilha de bens, quando ambas as partes desejam manter controlo sobre o resultado. A prática assenta na cooperação, confidencialidade e na comunicação aberta entre as partes e as respetivas equipas legais. Em geral, resulta num acordo mais rápido e previsível do que um processo contencioso tradicional.

2. Por que pode precisar de um advogado

Situações específicas em que um jurista especializado em Direito Colaborativo pode ajudar em Lisboa incluem:

  • Divórcio com imóveis situados em Lisboa, exigindo uma partilha de bens clara e avaliação por peritos para evitar disputas futuras.
  • Regulação de responsabilidades parentais quando existem rotinas escolares, moradas em várias zonas da cidade e necessidade de acordos práticos para férias e fins de semana.
  • Pensão de alimentos entre ex-cônjuges, com ajustamentos com base na mudança de rendimentos ou custo de vida em Lisboa.
  • Revisão de acordos de separação por alterações de circunstâncias, como alterações de emprego, mudança de residência para fora de Lisboa ou alterações de património.
  • Resolução de conflitos entre co-proprietários de imóveis em freguesias de Lisboa, com necessidade de partilha de custos de manutenção e gestão.
  • Negociação de acordos empresariais familiares envolvendo empresas sediadas em Lisboa, para evitar litígios que possam afetar a continuidade do negócio.

Uma equipa típica envolve advogados de Direito Colaborativo, um consultor financeiro e, em alguns casos, um psicólogo ou mediador especializado, para sustentar acordos equilibrados. Em Lisboa, isso pode reduzir custos totais e facilitar a implementação de acordos no quotidiano.

3. Visão geral das leis locais

No contexto português, o Direito Colaborativo se apoia principalmente em bases de mediação e conciliação existentes no ordenamento jurídico, não havendo ainda uma regulamentação autónoma específica para o Direito Colaborativo como modalidade isolada. A prática apropria-se de ferramentas legais já previstas para resolver disputas sem litígio.

Principais referências legais relevantes incluem:

  • Lei n.º 29/2013, de 19 de Abril - Lei da Mediação. Estabelece os fundamentos da mediação de conflitos e o papel de mediadores e partes. Entrada em vigor em 2013. Em Lisboa, aplica-se a todos os conflitos civis e familiares que optem por este caminho de resolução.
  • Código de Processo Civil - Lei n.º 41/2013 - Consolida o regime processual civil, incluindo normas sobre conciliação e mediação no âmbito de litígios. Entrada em vigor em 2014 e tem sido objeto de alterações para ampliar oportunidades de resolução não contenciosa.

“A mediação oferece aos cidadãos uma forma rápida, confidencial e flexível de resolver conflitos sem litígio.”

Fonte: Ministério da Justiça, justica.gov.pt

“A prática do Direito Colaborativo envolve a cooperação entre as partes com assessoria de advogados para chegar a acordos.”

Fonte: Ordem dos Advogados, oa.pt

“Em Lisboa, a mediação e a negociação conduzidas por profissionais qualificados podem manter o controlo do resultado nas mãos das partes.”

Fonte: Portal do Governo, portugal.gov.pt

4. Perguntas frequentes

O que é Direito Colaborativo em Lisboa e como funciona?

O Direito Colaborativo envolve advogados que ajudam as partes a chegar a acordo sem litígio. O processo foca a cooperação, confidencialidade e solução prática dos problemas. As primeiras fases reúnem as partes para definir objetivos e limites do acordo.

Como inicio um processo de Direito Colaborativo no meu caso de família?

Identifique um advogado com prática em Direito Colaborativo em Lisboa e marque uma consulta inicial. Se concordarem, cada parte assina um acordo de confidencialidade e inicia-se a primeira série de reuniões com a equipa.

Quando devo escolher Direito Colaborativo em vez de litígio tradicional?

Escolha quando pretende manter controlo sobre o resultado, preservar a privacidade e reduzir a exposição pública. Em Lisboa, casos de família com bens comuns costumam beneficiar desta via.

Onde encontro advogados especializados em Direito Colaborativo em Lisboa?

Pode começar pela lista de advogados da Ordem dos Advogados e pelos sites de práticas de Direito Colaborativo em Lisboa. Compare abordagens, custos e avaliações antes de escolher.

Por que a confidencialidade é importante no Direito Colaborativo?

A confidencialidade protege os detalhes sensíveis do acordo, evitando divulgação pública e preservando a privacidade familiar. É um pilar da confiança entre as partes.

Pode uma parte recusar o acordo elaborado na colaboração?

Sim, as partes mantêm o direito de recusar o acordo a qualquer momento. No entanto, a recusa pode implicar o regresso a litígio tradicional.

Deve pagar honorários aos advogados da parte contrária no processo colaborativo?

Geralmente cada parte paga os seus próprios honorários. Em Lisboa, é comum negociar estruturas de honorários com base em pacotes ou taxas horárias definidas no início.

Como funciona o custo total de um caso de Direito Colaborativo em Lisboa?

Os custos variam conforme a complexidade e o número de reuniões. Em termos gerais, cada parte pode esperar pagar honorários de advogados, com custos adicionais de peritos quando necessários.

Qual a diferença entre Direito Colaborativo e mediação tradicional?

Na mediação tradicional, um mediador facilita a negociação entre as partes sem representação paritária. No Direito Colaborativo, cada parte é acompanhada por advogados na construção do acordo.

Quais são os prazos típicos para chegar a um acordo por Direito Colaborativo?

O prazo varia com a complexidade. Em Lisboa, acordos simples podem consolidar-se em 3-6 meses, enquanto casos mais complexos podem estender-se por 6-12 meses.

Preciso de um psicólogo e um consultor financeiro na equipa colaborativa?

Não é obrigatório, mas é comum incluir um psicólogo para questões de regulação parental e um consultor financeiro para avaliações de património e encaixe orçamental.

Como comparar propostas de advogados para Direito Colaborativo?

Compare experiências específicas em Direito Colaborativo, estrutura de honorários, duração prevista, e se a equipa envolve profissionais de apoio. Peça exemplos de casos semelhantes em Lisboa.

5. Recursos adicionais

  • Portal do Governo - JustiÇa - informações oficiais sobre mediação, conciliação e regimes legais aplicáveis. https://www.justica.gov.pt
  • Ordem dos Advogados - localização de advogados em Lisboa com prática em Direito Colaborativo e recursos para cidadãos. https://www.oa.pt
  • Portal do Governo - informações oficiais sobre mediação, evitando litígio e promovendo soluções acordadas. https://www.portugal.gov.pt

6. Próximos passos

  1. Defina o problema e o objetivo pretendido no acordo, reunindo documentos relevantes (certidões, imóveis, rendimentos, custas). Tempo estimado: 1-2 semanas.
  2. Pesquise advogados em Lisboa com prática comprovada em Direito Colaborativo e leia testemunhos de clientes. Tempo estimado: 1-2 semanas.
  3. Contacte 2-3 escritórios para uma consulta inicial, explique o caso e peça informações sobre a equipa e honorários. Tempo estimado: 1-3 semanas.
  4. Solicite propostas de honorários, confirme se há suporte de consultor financeiro ou psicólogo na equipa. Tempo estimado: 1 semana.
  5. Escolha a equipa de Direito Colaborativo apropriada e estabeleça um acordo de confidencialidade. Tempo estimado: 1-2 semanas.
  6. Agende a primeira reunião com as partes para definir objetivos, regras de comunicação e agenda de encontros. Tempo estimado: 2-4 semanas.
  7. Inicie o processo colaborativo com reuniões estruturadas, acompanhadas pela equipa indicada. Duração típica depende da complexidade, de semanas a meses.

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