Melhores Advogados de Discriminação em Portugal

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Porto, Portugal

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Direitos Civis e Humanos Discriminação Direitos Civis +11 mais
A M-Star View Law Office, com sede em Portugal e escritórios no Porto e em Lisboa, oferece serviços jurídicos abrangentes tanto a entidades corporativas quanto a particulares em diversas áreas do direito. As áreas de atuação do escritório incluem direito societário, direito comercial,...

Fundado em 2017
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Passos & Passos - Escritório de Advogados, R.L., fundado em 2017 e localizado no coração de Espinho, Portugal, oferece serviços jurídicos abrangentes em diversos domínios. As principais áreas de prática do escritório incluem Direito Civil, Direito Penal e Contraordenações, Direito...
Pais do Amaral Advogados
Coimbra, Portugal

Fundado em 2000
50 pessoas na equipa
Portuguese
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Pais do Amaral Advogados surgiu de uma reorientação organizacional de um escritório de advocacia anterior.Combatendo há mais de 20 anos contra todas as medidas de poder - e recentemente, que ninguém se surpreenda, mesmo contra decisões definitivas dos Tribunais Portugueses - é nessa força...
Cascais, Portugal

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WBLEX - Wangry Bonk Advogada, sediada em Cascais, Portugal, oferece serviços jurídicos especializados em áreas como imigração, nacionalidade, direito civil, direito do trabalho, litígios de sucessões, planejamento sucessório e direito tributário. Com mais de 12 anos de experiência, o...
Jorge Cardoso da Costa Advogado
Vila Nova de Gaia, Portugal

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Jorge Cardoso da Costa Advogado, localizado em Vila Nova de Gaia, Portugal, oferece serviços jurídicos abrangentes em diversas áreas de atuação, incluindo insolvência, direito civil, divórcio, litígios patrimoniais, prática geral, seguros, imobiliário e direito processual. O escritório...

1 pessoa na equipa
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A C Alves Marinheiro Advogados é um escritório jurídico em Santa Maria da Feira liderado por um profissional liberal com formação especializada em insolvência e direito societário. O escritório é reconhecido localmente por oferecer soluções jurídicas práticas em matérias criminais,...
Santa Maria da Feira, Portugal

1 pessoa na equipa
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PAS - Pedro Almeida e Silva | Advogado é uma sociedade unipessoal de advocacia sediada em Portugal, liderada por Pedro Almeida e Silva. O escritório localiza-se em Santa Maria da Feira e presta serviços jurídicos no âmbito da jurisdição portuguesa. Pedro Almeida e Silva é advogado inscrito...

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Miguel do Amaral Advogado, com sede em Santa Maria da Feira, oferece serviços jurídicos abrangentes em diversas áreas de atuação, incluindo direito civil, trabalhista, comercial, penal, de família e sucessões. O escritório presta assistência na negociação e execução de contratos, bem...
MCJ Advogados
Setúbal, Portugal

Fundado em 2004
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O MCJ Advogados, sediado em Setúbal, oferece um amplo espectro de serviços jurídicos cíveis e comerciais alicerçados num profundo conhecimento do direito civil, direito comercial, matérias familiares, planeamento sucessório e regulação imobiliária. O escritório presta assessoria e apoio...

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A GARCIA Advocacia & Assessoria Jurídica Internacional é um escritório de advocacia distinto, reconhecido por seus serviços jurídicos abrangentes em diversas áreas de atuação. A expertise do escritório abrange direito civil, justiça criminal, imigração, imobiliário e advocacia...
VISTO EM

1. Sobre o direito de Discriminação em Portugal

A discriminação é proibida pela legislação portuguesa e pode ocorrer em várias áreas da vida, incluindo emprego, acesso a serviços, educação e habitação. Em Portugal, o direito visa assegurar igualdade de tratamento com base em características pessoais como sexo, raça, origem étnica, religião, idade, incapacidade, orientação sexual, identidade de género e nacionalidade. Os regimes legais distinguem entre discriminação direta, indireta e assédio, com vias de protecção e reparação disponíveis.

Artigo 13 da Constituição da República Portuguesa - "Todos os cidadãos têm igual dignidade social e são iguais perante a lei."

Além da Constituição, existem elementos de direito europeu transpostos para a ordem interna e normas que regulam o acesso a trabalho, serviços e bens. As vias de protecção incluem ações judiciais, reclamações administrativas e mecanismos de queixa junto de entidades públicas competentes.

2. Por que pode precisar de um advogado

Um caso de discriminação pode exigir orientação jurídica especializada para recolher provas, interpretar direitos e gerir prazos processuais com rigor. Um jurista pode indicar a melhor via, entre reclamação administrativa e ação judicial, conforme o contexto e a gravidade.

  • Recusa de contratação com base em origem étnica ou nacionalidade durante um processo de emprego real em Portugal.
  • Assédio contínuo no trabalho relacionado com orientação sexual ou género, dificultando o desempenho profissional.
  • Despromoção, retaliação ou despedimento após pedir licença de maternidade ou por motivo de gravidez.
  • Discriminação na oferta de formação ou progressão de carreira com base na deficiência.
  • Discriminação no acesso a habitação, empréstimos ou serviços públicos por religião ou crenças.
  • Disparidade salarial entre trabalhadores com funções equivalentes com base no sexo.

Procurar consultoria jurídica pode prevenir prejuízos maiores e ajudar a estruturar uma reclamação adequada, incluindo a recolha de provas, testemunhos, e perícias. Um advogado pode também orientar sobre custos, prazos e vias de recurso ao longo do processo.

3. Visão geral das leis locais

O direito português de Discriminação está enraizado na Constituição (Artigo 13) e é desenvolvido pelo Código do Trabalho, entre outros instrumentos legais. Estes diplomas regulam a igualdade de tratamento no emprego, na formação e na promoção, bem como a proteção contra discriminação em serviços e bens. A legislação também prevê a transposição de diretivas europeias para assegurar uma prática harmonizada entre estados-membros.

  • Constituição da República Portuguesa - base constitucional da igualdade e não discriminação. Disponível no Diário da República Eletrónico.
  • Código do Trabalho - regula a igualdade de tratamento no emprego, proibindo discriminação direta e indireta no recrutamento, contrato, remuneração e condições de trabalho.
  • Lei n° 93/2017, de 23 de agosto - transposição de diretivas da União Europeia sobre a igualdade de tratamento no emprego e ocupação; atualizações relevantes para o enquadramento de práticas discriminatórias no local de trabalho.

Fontes oficiais sobre estas normas podem ser consultadas em sites do governo e órgão regulador. As leis portuguesas podem sofrer alterações rápidas, pelo que é aconselhável confirmar o texto atualizado no Diário da República Eletrónico (DRE) e no portal institucional do governo.

Texto de referência disponível em https://dre.pt e no portal da Comissão para a Cidadania e Igualdade de Género (CIG).

4. Perguntas frequentes

O que é discriminação direta no emprego e como se prova?

A discriminação direta ocorre quando alguém é tratado de forma menos favorável por causa de uma característica protegida. A prova pode incluir cartas de rejeição, mensagens, testemunhos, registos de salários e padrões de tratamento, além de provas de políticas que impactam grupos específicos.

Como posso apresentar uma queixa por discriminação em Portugal?

Pode iniciar uma reclamação junto de entidades administrativas competentes ou apresentar uma ação judicial. É aconselhável consultar um advogado para avaliar a via mais eficaz, reunir provas e cumprir prazos legais específicos.

Quando devo procurar um advogado para discriminação?

Considere logo após um incidente claro de discriminação ou quando houver perda de oportunidade, como rejeição de emprego ou de acesso a serviço. Um jurista pode ajudar a planejar passos legais e evitar momentos processuais perdidos.

Onde posso apresentar queixa de discriminação relacionada com habitação, serviços ou emprego?

Pode apresentar reclamação junto de entidades públicas de igualdade ou iniciar ação em tribunal, dependendo do contexto. O advogado pode indicar a via adequada para cada caso, incluindo vias administrativas ou judiciais.

Por que a discriminação com base em religião é proibida no local de trabalho?

A proteção é parte da igualdade de tratamento prevista pela CRP e pela legislação laboral. Discriminar com base em religião viola o princípio de igualdade e pode justificar reparações legais.

Pode pedir indemnização por discriminação e quais são os montantes típicos?

É possível requerer indemnização por danos não patrimoniais e, nalguns casos, compensação por perdas salariais. Os montantes variam conforme a gravidade, duração e impacto no rendimento e na carreira.

Deve reunir provas antes de consultar um consultor jurídico de discriminação?

Sim, reúna qualquer e-mail, mensagem, registos de remuneração, registos de avaliação, testemunhos e documentação das políticas da entidade. Provas robustas aumentam as hipóteses de sucesso.

Qual é o prazo para apresentar uma reclamação em matéria de discriminação laboral?

Os prazos variam conforme o tipo de reclamação (administrativa ou judicial) e o organismo envolvido. Um advogado pode indicar o prazo exato após analisar os sintomas do seu caso.

Qual é a diferença entre discriminação direta e indireta?

A discriminação direta ocorre pelo tratamento explícito com base em uma característica protegida. A indireta resulta de políticas neutras que, na prática, afetam desproporcionalmente certos grupos.

Como funcionam as custas e honorários de advogado em casos de discriminação?

O custo depende da complexidade do caso, duração e honorários do escritório. Muitas consultas iniciais são cobradas, com possibilidade de modalidades de honorários fixos ou contingentes.

O que devo fazer após uma decisão administrativa desfavorável?

Pode recorrer para instâncias superiores ou iniciar ação judicial se a decisão não for favorável. Um jurista pode orientar sobre os recursos disponíveis e prazos aplicáveis.

Como escolher um advogado de discriminação em Portugal?

Verifique experiência em discriminação, casos semelhantes, reputação e transparência de honorários. Solicite uma primeira consulta para avaliar compatibilidade de estratégias e custos.

5. Recursos adicionais

  • Comissão para a Cidadania e a Igualdade de Género (CIG) - agência governamental responsável por promover a cidadania e a igualdade de género, com orientação sobre direitos e denúncias de discriminação. https://www.cig.gov.pt
  • Provedor de Justiça - ombudsman que recebe reclamações sobre discriminação em serviços públicos e desempenhos administrativos. https://www.provedor.pt
  • Comissão Nacional de Proteção de Dados (CNPD) - regula o tratamento de dados pessoais, incluindo situações de discriminação baseada em dados sensíveis. https://www.cnpd.pt

Fontes oficiais e estatísticas sobre igualdade e discriminação em Portugal podem ser consultadas nos sites citados e no Diário da República Eletrónico.

6. Próximos passos

  1. Reúna fatos e evidências relevantes: datas, nomes, mensagens, testemunhas e políticas da entidade; faça um inventário organizado num only document. 1-2 semanas.
  2. Consulte um advogado especializado em discriminação para avaliação inicial do caso e das vias disponíveis. Marque a consulta e traga toda a documentação. 1-3 semanas.
  3. Defina a via adequada: reclamação administrativa junto da CIG ou ação judicial; o advogado irá orientar sobre custos, prazos e estratégias. 1-2 semanas para decisão inicial.
  4. Prepare a reclamação formal ou a petição judicial com os fatos, provas e pedidos de reparação; o profissional poderá requisitar perícias ou testemunhas. 2-6 semanas.
  5. Submeta o pedido e acompanhe o andamento com o advogado; mantenha registos de todas as comunicações e notificações. Processo pode durar meses, dependendo da via escolhida.
  6. Esteja preparado para audiências e possibly diligências adicionais; o escritório de advogados pode representar a sua posição em diligência de prova. 1-3 meses até a primeira audiência, aproximadamente.
  7. Revise opções de acordo ou litígio: se houver acordo, assegure condições claras e por escrito; se necessário, busque recursos para uma decisão favorável. 1-3 meses após a audiência inicial.

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