Melhores Advogados de Extradição em Rio de Janeiro

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Roberto Madeira Advogados Associados
Rio de Janeiro, Brasil

Fundado em 2000
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R. Madeira Advogados Associados é um escritório de advocacia regularmente inscrito na Ordem dos Advogados do Brasil (RJ), inscrito no CNPJ nº 34.846.671/0001-90. Foi reestruturado em 2004 no coração do Rio de Janeiro e, desde então, buscou reconhecimento no campo do direito penal e, após...
Garrastazu Advogados
Rio de Janeiro, Brasil

Fundado em 1999
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Marcello Benevides Legal Advice
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Quem é Marcello Benevides?Especialista em holding familiar e proteção patrimonial.Marcello Benevides é o CEO da empresa, advogado especializado em holdings familiares e proteção patrimonial, com mais de 17 anos de experiência. Sua carreira no Direito tem sido guiada pelo desejo de proteger o...
M&G Law Firm
Rio de Janeiro, Brasil

Fundado em 2000
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1. Sobre o direito de Extradição em Rio de Janeiro, Brasil

Extradition no Brasil é um instituto de direito federal, aplicável a pessoas presentes no território nacional. Não é regulada por leis estaduais ou municipais do Rio de Janeiro, mas por normas federais que determinam quando a extradição pode ocorrer. O processo envolve cooperação internacional, autoridades brasileiras e, em última instância, decisão do Presidente da República, mediante cumprimento de requisitos constitucionais. Dessa forma, residentes do RJ lidam com procedimentos que dependem de autoridade federal e de tribunais federais.

O RJ recebe pedidos de extradição como parte da jurisdição de Justiça Federal e do TRF da 2ª Região, que abrange o Rio de Janeiro e São Paulo. Advogados e consultores jurídicos costumam atuar orientando defensas técnicas, prazos e recursos em cada fase do processo. O domínio local é essencial para coordenar com a Justiça Federal do Rio de Janeiro e com as instâncias federais superiores quando necessário. O conteúdo a seguir foca exatamente nessas etapas federais aplicáveis a quem está no Rio de Janeiro.

Constituição Federal de 1988: art. 5, LI - “Ninguém será extraditado, salvo nos casos previstos em tratado, com reciprocidade, e observado o devido processo legal.”
Lei de Estrangeiros - Lei nº 6.815, de 1980 - estabelece normas de entrada, permanência e procedimentos relacionados a estrangeiros, incluindo pedidos de extradição.

2. Por que pode precisar de um advogado

1) Você está no Rio de Janeiro e é alvo de um pedido de extradição feito por outro país. Um advogado pode mapear os fundamentos do pedido, contestar bases legais inadequadas e representar você nas fases iniciais, evitando violações de direitos. Em casos com trânsito no TRF da 2ª Região, a atuação especializada é decisiva para o ritmo processual.

2) Há dúvidas sobre a aplicação de tratados internacionais de extradição. Um consultor jurídico pode esclarecer a exigência de reciprocidade e as condições para a extradição com base na Constituição e na legislação federal, evitando decisões desproporcionais. A orientação ajuda a conservar direitos básicos de defesa.

3) Em situações de defesa contra crimes políticos ou de natureza político-ideológica, a assistência jurídica é essencial para sustentar argumentos de não extradição, conforme jurisprudência e o direito internacional. O RJ envolve defensores públicos e privados que entendem esses nuances.

4) Você é estrangeiro no RJ com pedido de expulsão ou de retirada de status de residência ligado a um processo de extradição. Um advogado pode monitorar prazos processuais, garantias de habeas corpus e informações sobre o andamento no Ministério da Justiça e no Itamaraty. A atuação local facilita a coordenação com a Polícia Federal e o Judiciário Federal.

5) Caso haja recurso ou habeas corpus para suspender temporariamente a extradição, a assistência jurídica especializada pode estruturar argumentos com base em prazos, direitos de defesa e jurisdição. No Rio de Janeiro, o apoio de profissionais com experiência em processos federais acelera a tramitação de medidas cautelares.

6) Em situações de alterações legislativas recentes, um consultor jurídico ajuda a interpretar mudanças que possam afetar o seu caso no RJ, como novas regras de migração ou cooperação internacional. A atualização frequente do advogado evita surpresas processuais.

3. Visão geral das leis locais

O Rio de Janeiro está sob a lei federal; não há legislação estadual específica de extradição para o RJ. A matéria é regulada pelas normas federais, com atuação de autoridades no âmbito federal, incluindo o Ministério da Justiça, o Itamaraty e os tribunais federais. A compreensão dessas regras é crucial para quem vive ou trabalha no RJ e enfrenta pedidos de extradição.

Constituição Federal de 1988 - estabelece os princípios gerais da extradição, incluindo a exigência de tratado e a proteção de direitos de defesa. A regra fundamental é que a extradição depende de previsão constitucional e de tratado com reciprocidade.

Lei nº 6.815/1980 - Lei de Estrangeiros - trata da entrada, permanência, expulsão e extradição de estrangeiros no Brasil. Define procedimentos que costumam ser acionados em processos de extradição envolvendo pessoas no RJ. Publicada em 19 de agosto de 1980, com diversas alterações ao longo dos anos.

Lei nº 13.445/2017 - Lei de Migração - moderniza regras de migração no Brasil e, entre outros aspectos, regula a atuação de autoridades em questões de deslocamento de estrangeiros. Publicada em 24 de maio de 2017, trouxe mudanças relevantes para a proteção de direitos humanos e procedimentos administrativos no contexto migratório.

Alterações recentes incluem atualizações em cooperação internacional e fundamentos para a proteção de direitos do migrante. No Rio de Janeiro, essas mudanças impactam como os pedidos de extradição são avaliados por autoridades locais ao interagir com a Justiça Federal e com o Itamaraty. A leitura conjunta dessas normas é essencial para quem está no RJ aguardando decisão.

Notas de referência e textos oficiais

“Ninguém será extraditado, salvo nos casos previstos em tratado, com reciprocidade, e observado o devido processo legal.” - Constituição Federal, art. 5, LI

Texto da Lei de Estrangeiros: Lei nº 6.815/1980 - disponível no Planalto e portals oficiais

Lei de Migração: Lei nº 13.445/2017 - disponível no Planalto e portais oficiais

Segundo fontes oficiais, a extradição depende de cooperação entre Brasil e autoridades estrangeiras, com decisão final pelo Presidente da República após análise de Ministério da Justiça e Itamaraty.
O TRF da 2ª Região, com sede no RJ, tem jurisdição sobre casos federais que envolvem extradição, incluindo recursos e decisões sobre admissibilidade de pedidos.

4. Perguntas frequentes

O que é extradição e como funciona no Brasil?

A extradição é um mecanismo de cooperação internacional para entregar um indivíduo a outro país. Ela exige tratado com reciprocidade e devido processo legal. Em geral, o Ministério da Justiça solicita autorização ao Presidente e o caso pode prosseguir para decisão final no âmbito federal.

Como faço para iniciar um pedido de extradição no RJ?

O interessado não inicia sozinho: o país requerente envia o pedido ao Itamaraty, que encaminha ao Ministério da Justiça. Em seguida, a Justiça Federal analisa provas, e o Presidente decide. No RJ, a tramitação ocorre no âmbito do TRF da 2ª Região.

O que é considerado crime político para fins de extradição?

Crimes políticos costumam ser excluídos da extradição pela proteção constitucional. Em casos envolvendo crimes comuns com motivações políticas, a defesa pode demonstrar risco de perseguição ou violação de direitos. O argumento costuma exigir análise técnica de advogados especializados.

Onde posso encontrar prazos e recursos relacionados à extradição no RJ?

Os prazos variam conforme a etapa processual e o estágio do pedido. Recursos costumam estar disponíveis no TRF da 2ª Região, com possibilidade de habeas corpus para suspender temporariamente a extradição. A orientação de um advogado ajuda a não perder prazos.

Pode um advogado contestar a extradição com base em direitos humanos?

Sim. Advogados podem fundamentar recursos com base em garantias constitucionais, tratados internacionais e normas de proteção a refugiados e migrantes. No RJ, esse tipo de argumento é avaliado pelas autoridades federais competentes.

Devo pagar custos judiciais para um processo de extradição?

Existem custos com honorários advocatícios, diligências e traduções, além de eventuais taxas federais. O valor varia conforme a complexidade e a duração do caso. Um advogado pode estimar custos antecipadamente.

Qual a diferença entre extradição e deportação?

A extradição envolve entrega a outro país para julgamento ou cumprimento de pena, com base em tratados. A deportação é uma medida administrativa interna para remover estrangeiros do país. O RJ segue procedimentos acordados com tratados.

O que é preciso provar para a extradição ser autorizada?

É exigida prova suficiente que o país requerente tenha jurisdição sobre o caso, bem como a existência de crime recorrível com base na lei brasileira e no tratado. A defesa pode contestar a validade dos requisitos processuais.

Como o tempo de tramitação pode variar no RJ?

Casos simples podem levar meses; processos mais complexos tendem a durar anos. A atuação de advogados experientes em RJ tende a reduzir atrasos causados por falhas de protocolo. A defesa deve acompanhar de perto prazos processuais.

Pode a extradição ser negada por razões processuais?

Sim. Questões como litispendência, falta de jurisdição ou ausência de devido processo legal podem levar à negação. Em RJ, a análise envolve a Justiça Federal e o Ministério da Justiça. A defesa tem chance de argumentar nesses parâmetros.

Quais diferenças existem entre RJ e outras regiões do país na prática da extradição?

A prática é padronizada a nível federal, mas o Rio de Janeiro tem uma tramitação centrada no TRF da 2ª Região. A disponibilidade de advogados locais com experiência em extradição pode acelerar prazos e facilitar a comunicação entre partes.

Como a cooperação internacional afeta o meu caso no RJ?

A cooperação depende de tratados e de decisões diplomáticas. No RJ, a atuação do Itamaraty é fundamental, com suporte do Ministério da Justiça. A estratégia jurídica eficaz depende de entender essa rede de autoridades.

5. Recursos adicionais

  • Itamaraty - Ministério das Relações Exteriores - orientação e cooperação internacional em extradição; site oficial com informações sobre tratados e procedimentos. https://www.gov.br/mre/pt-br
  • Ministério da Justiça e Segurança Pública - autoridade central para pedidos de extradição, diretrizes de cooperação internacional e encaminhamentos aos tribunais federais. https://www.gov.br/mj/pt-br
  • Tribunal Regional Federal da 2ª Região (TRF-2) - órgão judicante no RJ que realiza recursos e decisões sobre extradição nesta região. https://www.trf2.jus.br

6. Próximos passos

  1. Identifique se você está ou foi afetado por um pedido de extradição enquanto reside no Rio de Janeiro; documente datas, números de processo e partes envolvidas. Tempo estimado: 2-3 dias.
  2. Consulte um advogado especializado em extradição com experiência no RJ e que conheça o TRF-2 e o Itamaraty. Marque a primeira consulta para entender o seu caso específico. Tempo estimado: 1-2 semanas para agendar.
  3. Organize documentos essenciais: passaporte, documentos de identidade, antecedentes, comprovantes de residência no RJ, certidões relevantes e correspondências oficiais das autoridades brasileiras. Tempo estimado: 1 semana.
  4. Solicite avaliação jurídica sobre a viabilidade de contestações ou recursos; peça estimativa de custos e planejamento estratégico. Tempo estimado: 3-7 dias após a primeira consulta.
  5. Inicie a comunicação com as autoridades relevantes (Justiça Federal, Itamaraty) por meio do seu advogado; não assine documentos sem orientação. Tempo estimado: contínuo durante o processo.
  6. Prepare-se para prazos processuais e audiências; mantenha-se atualizado com novidades legislativas que possam impactar o seu caso. Tempo estimado: ao longo de toda a tramitação.
  7. Agende sessões de acompanhamento com o seu advogado para revisar cada etapa, recursos disponíveis e próximos passos. Tempo estimado: conforme o andamento do processo, geralmente a cada 4-8 semanas.

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