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MPX Advogados
Brasília, Brasil

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MPX Advogados é um escritório de advocacia brasileiro com sede em Santos, São Paulo, voltado ao direito digital, propriedade intelectual e questões societárias para criadores, negócios digitais e usuários de plataformas. A atuação é liderada pela Dra. Mariana Paixão, advogada com...
Segati Advogados
Goiânia, Brasil

Fundado em 2017
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Segati Advogados é um escritório de advocacia multidisciplinar com sede em Goiânia e atuação em todo o Brasil, atendendo clientes em todo o país. O escritório é especializado em questões civis, educacionais e administrativas, com foco relevante em direitos relacionados ao autismo,...

Fundado em 1995
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Maziero e Morais Advogados Associados é um escritório de advocacia brasileiro que oferece Assessoria Jurídica Empresarial a empresas em matérias cíveis, trabalhistas, societárias, consumeristas e de tecnologia. O escritório enfatiza a prevenção, a gestão de riscos e soluções...
Ribeiro e Ribeiro Advogados Associados
Jaraguá do Sul, Brasil

Fundado em 2003
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Ribeiro & Ribeiro Advogados Associados é um escritório boutique fundado em 2003 em Jaraguá do Sul, Santa Catarina, Brasil. A atuação atende tanto pessoas físicas quanto empresas com uma abordagem multidisciplinar, combinando padrões técnicos rigorosos com soluções práticas e orientadas...

3 pessoas na equipa
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Afonso & Miranda Sociedade de Advogados é um escritório de advocacia com sede em Pompéu, Minas Gerais e filial em Martinho Campos. A firma presta serviços jurídicos em todo o Brasil e apresenta uma equipe de profissionais qualificados que enfatizam zelo, prática ética e competência técnica...
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1. Sobre o direito de Fintech em Brasil

O direito de Fintech no Brasil combina normas de serviços financeiros, proteção de dados e governança de negócios digitais. O Banco Central regula instituições de pagamento, moedas eletrônicas e plataformas de pagamento. Essas regras definem quais atividades são permitidas e como operam com clientes e parceiros.

A proteção de dados é central para Fintechs. A Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD) impõe requisitos de tratamento, consentimento, minimização de dados e governança de dados. O cumprimento é essencial para evitar sanções e danos à reputação. Além disso, políticas de privacidade e segurança são itens obrigatórios em contratos com clientes e fornecedores.

O ecossistema de inovação envolve estruturas como o sandbox regulatório do Banco Central e iniciativas de Open Banking. Esses instrumentos visam testar modelos de negócio com supervisão diferenciada e criação de padrões de interoperabilidade. A combinação entre regulação, privacidade e inovação define o cenário jurídico para Fintechs no Brasil.

“As sanções administrativas previstas pela LGPD podem chegar a até 50 milhões de reais por infração ou até 2% do faturamento anual.”

Fonte: ANPD

“O sandbox regulatório tem o objetivo de facilitar a inovação enquanto a autoridade observa riscos e controles.”

Fonte: Banco Central do Brasil

2. Por que pode precisar de um advogado

  • Planeja obter autorização do Banco Central para atuar como instituição de pagamento? Um consultor jurídico ajuda a escolher o tipo de instituição, preparar a documentação e conduzir a análise de conformidade. O processo pode exigir preparo de políticas de AML/KYC, governança de dados e controles de segurança desde o início.

  • Precisa redigir termos de uso, contratos de onboarding e políticas de privacidade? Um jurista experiente emFintech elabora cláusulas claras, com foco em LGPD, consentimento e direitos dos consumidores. Isso reduz riscos jurídicos ao longo da relação com clientes.

  • Enfrenta dúvidas sobre compliance AML/KYC e prevenção à fraude? Um consultor jurídico define fluxos de verificação, retenção de registros e regras de reporting. A conformidade adequada evita sanções e interrupções operacionais.

  • Precisa estruturar governança de dados e medidas de segurança? Um advogado especializada orienta sobre minimização de dados, retenção e respostas a incidentes. O cumprimento da LGPD protege clientes e reduz risco regulatório.

  • Busca investimento ou envolve parcerias com bancos? Profissionais jurídicos realizam due diligence, acordos de investimento e termos de cooperação com instituições financeiras. Isso diminui incertezas durante a captação e operação.

  • Enfrenta disputa contratual com clientes ou fornecedores? A orientação jurídica ajuda a negociar acordos, revisar cláusulas de responsabilidade e definir estratégias de resolução de conflitos.

3. Visão geral das leis locais

Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD) - Lei nº 13.709/2018. Regula o tratamento de dados pessoais por pessoas físicas e jurídicas e estabelece bases legais, direitos dos titulares e sanções administrativas. A LGPD vem sendo consolidada com ações de fiscalização pela ANPD e com orientações setoriais. Em 2021, as sanções administrativas passaram a ser aplicadas com maior intensidade.

Marco Civil da Internet - Lei nº 12.965/2014. Define princípios, garantias, direitos e deveres para o uso da internet no Brasil. A norma traz diretrizes sobre proteção de dados, registro de logs e responsabilidade por conteúdo. Fintechs que operam plataformas online devem observar essas disposições para evitar violação de privacidade e segurança digital.

Sandbox Regulatório do Banco Central do Brasil. Estrutura de testes para produtos e serviços financeiros inovadores sob supervisão dedicada. O objetivo é reduzir entraves regulatórios em fases iniciais, mantendo controles de risco e proteção ao consumidor. A prática tem impulsionado experimentações reguladas em fintechs de pagamentos e serviços financeiros.

Outras referências regulatórias relevantes para Fintechs envolvem a regulamentação de instituições de pagamento, open banking e governança de dados. Em geral, regras do Banco Central, normas do CMN e diretrizes da ANPD orientam atividades, contratos e operação diária. A conformidade contínua com essas normas é essencial para manter autorização e reputação no mercado.

4. Perguntas frequentes

Como faço para abrir uma fintech com autorização de pagamento junto ao Banco Central?

O caminho começa com a definição do tipo de autorização - instituição de pagamento ou instituição de moeda eletrônica. Em seguida, é necessário preparar documentação, demonstrar governança, políticas de AML/KYC e controles de segurança. O processo costuma exigir várias etapas de avaliação e pode levar meses.

O que é uma instituição de pagamento e quais atividades são autorizadas?

Uma instituição de pagamento oferece meios de execução de pagamentos, como transferências e cobranças. Ela pode realizar serviços de pagamento, emissão de moeda eletrônica e prestação de infraestrutura para transações. A autorização depende de conformidade com normas do Banco Central e regras de proteção ao consumidor.

Quando uma fintech precisa de autorização do Banco Central para operar?

Quando a fintech atua como instituição de pagamento, emissora de moeda eletrônica ou plataforma que gerencia pagamentos, a autorização do BC geralmente é exigida. Em modelos de marketplace ou serviços financeiros não regulados, pode haver outras exigências com base no nível de participação financeira.

Onde fica a supervisão de dados pela LGPD para fintechs no Brasil?

A supervisão é exercida pela Autoridade Nacional de Proteção de Dados (ANPD). Operadores devem cumprir bases legais de tratamento, políticas de privacidade, e medidas de segurança. O não cumprimento pode resultar em sanções administrativas e requerer ajustes de governança.

Por que a LGPD é relevante para fintechs que lidam com dados de clientes?

Porque fintechs coletam dados para verificar identidade, transações e serviços personalizados. A LGPD impõe consentimento, finalidade, necessidade e minimização de dados. O não cumprimento pode gerar multas e danos à reputação da empresa.

Pode uma fintech atuar sem licenças de pagamento no Brasil?

Em geral não, se a atividade envolver serviços de pagamento regulamentados. Modelos sem função de pagamento podem ser enquadrados de forma diferente, mas a conformidade com LGPD e proteção do consumidor continua necessária. Consulte um jurista para avaliar o enquadramento específico.

Deve a fintech contratar consultor jurídico desde o início do projeto?

Sim, é recomendável desde os estágios iniciais. Um consultor ajuda a definir o modelo de negócio, mapear obrigações regulatórias e estruturar contratos. Evita retrabalhos e custos adicionais no decorrer do projeto.

Como comparar instituição de pagamento com instituição de moeda eletrônica?

As instituições de pagamento concentram-se em facilitar pagamentos, enquanto moedas eletrônicas representam valor armazenado com maior autonomia. Ambas exigem conformidade com regras do BC, AML/KYC e proteção de dados, mas os requisitos específicos variam conforme a atividade central.

Como funciona o sandbox regulatório do Banco Central e seus impactos?

O sandbox permite testar produtos com regras flexíveis por tempo limitado, sob supervisão. Impacta fintechs que desejam validar modelos de negócio sem cumprir imediatamente todas as normas completas. Ele requer protocolo de risco, governança e planos de saída bem definidos.

Como estimar custos de conformidade regulatória para fintechs no Brasil?

Considere despesas com consultoria jurídica, adequação de LGPD, políticas de AML/KYC, e infraestrutura de segurança digital. Os gastos variam conforme o tamanho da empresa e o estágio do negócio, mas devem ser previstos desde o planejamento.

O que é LGPD e quais sanções podem ocorrer para o não cumprimento?

A LGPD regula o tratamento de dados pessoais, incluindo direitos dos titulares e obrigações de controladores. Sanções podem incluir multas administrativas, bloqueio ou eliminação de dados, e publicização da infração. A gravidade depende da natureza da violação e do impacto ao titular.

Quando entra em vigor uma nova norma do Banco Central para fintechs?

Novas normas costumam ter data de entrada em vigor definida pelo BC, com prazos de adaptação para as empresas. Em alguns casos, há períodos de transição para implantação de controles e governança exigidos pela norma.

5. Recursos adicionais

  • Banco Central do Brasil (BCB) - órgão regulador das instituições de pagamento, moeda eletrônica e plataformas de pagamento. Site oficial: https://www.bcb.gov.br.
  • Autoridade Nacional de Proteção de Dados (ANPD) - órgão responsável pela LGPD, orientações de conformidade e fiscalização. Site oficial: https://www.anpd.gov.br.
  • Portal Planalto - Legislação - acesso oficial a diplomas legais federais incluindo LGPD e Marco Civil. Site oficial: https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/.

6. Próximos passos

  1. Defina o tipo de Fintech que você quer abrir (instituição de pagamento, moeda eletrônica, plataforma de pagamentos). Estime o tamanho do negócio e o perfil de clientes em 1 a 2 semanas.
  2. Consulte um advogado especializado em Fintech para avaliação inicial de conformidade. Agende a primeira consultoria em 1 a 2 semanas.
  3. Reúna documentação da empresa, modelo de negócios, políticas de privacidade, termos de uso e governança de dados. Reserve 2 a 3 semanas para coletar tudo.
  4. Solicite uma avaliação regulatória completa (LGPD, AML/KYC, contratos com clientes). Planeje 2 a 4 semanas para a due diligence inicial.
  5. Desenvolva um plano de conformidade com prazos e responsabilidades claras. Estime 4 a 8 semanas para estruturar políticas internas e controles.
  6. Verifique com o Banco Central se sua atividade requer autorização específica. Prepare-se para um processo de aprovação que pode durar de 3 a 12 meses, conforme o caso.
  7. Contrate um consultor jurídico ou escritório com experiência em Fintech para acompanhar a implementação. Revise contratos, políticas e demonstrações de conformidade ao longo de 6 a 12 meses.

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