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1. Sobre o direito de Fintech em Lisboa, Portugal

O direito de Fintech em Lisboa liga-se a dois grandes sistemas: regulamentação financeira e proteção de dados. As fintechs lisboetas operam sob o supervisionamento do Banco de Portugal e da Comissão do Mercado de Valores Mobiliários (CMVM), conforme a atividade exercida. Em Portugal, o regime legal acompanha as diretivas da União Europeia e reflete novas exigências de transparência, KYC e AML.

Em Lisboa, as startups de tecnologia financeira beneficiam de um ecossistema com incubadoras, universidades e entidades regulatórias que promovem a conformidade desde a conceção do produto. A gestão de riscos tecnológicos, proteção de dados pessoais e inclusão financeira são áreas centrais na prática jurídica diária. O aconselhamento especializado ajuda a alinhar objetivos de negócio com requisitos regulatórios e operacionais.

2. Por que pode precisar de um advogado

  • 1) Licenciamento como instituição de pagamento - Uma fintech lisboeta que pretende emitir cartões ou realizar pagamentos precisa de autorização do Banco de Portugal. O processo envolve a avaliação de solvabilidade, governança e controles internos. Sem assessoria, pode demorar a cumprir requisitos mínimos e atrasar o go-live.

    Exemplo realista: uma plataforma de pagamentos em Lisboa inicia o pedido de autorização como instituição de pagamento e precisa estruturar políticas de KYC, AML e mitigação de fraudes para satisfazer o regulador.

  • 2) Regulação de crowdfunding e financiamento coletivo - Plataformas sediadas em Lisboa devem cumprir regimes específicos para angariação de capital junto de investidores. O aconselhamento jurídico evita exposição a sanções, regras de divulgação e limites de investimento. A conformidade facilita a captação sem interrupções regulatórias.

    Exemplo real: uma startup lisboeta de crowdfunding imobiliário precisa de pareceres sobre limites de investimento e requisitos de divulgação aos investidores portugueses.

  • 3) Conformidade AML/KYC para serviços financeiros digitais - Qualquer negócio que trate dados financeiros precisa de processos de verificação de clientes. Advogados ajudam a desenhar políticas, due diligence e registos, reduzindo risco de sanções por incumprimento. A AML exige atualização contínua face a alterações legais.

    Exemplo real: uma app de empréstimos entre pares em Lisboa deve manter registos de transação e verificação de identidade de utilizadores para cumprir AML.

  • 4) Contratos com parceiros de tecnologia e provedores de serviços - A integração com bancos, gateways de pagamento e serviços de software envolve contratos complexos. Um jurista de Fintech ajuda a definir responsabilidades, níveis de serviço e cláusulas de proteção de dados.

    Exemplo real: uma plataforma lisboeta de gestão de pagamentos contrata API de terceiros e precisa de termos de uso, SLA e cláusulas de segurança de dados bem redigidos.

  • 5) Conformidade com proteção de dados (GDPR) e segurança da informação - Operar com dados de clientes exige políticas de privacidade, impactando desenvolvimento de produto e marketing. Advogados ajudam a avaliar bases legais, consentimento e transferências internacionais de dados.

    Exemplo real: uma fintech lisboeta coleta dados de clientes europeus e precisa de avaliações de impacto de privacidade e acordos de processing com terceiros.

  • 6) Questões de propriedade intelectual e proteção de software - Algoritmos, modelos de negócios e código fonte requerem proteção e acordos de licenciamento. Ter aconselhamento evita disputas sobre titularidade de software e uso de dados.

    Exemplo real: uma startup de analítica financeira em Lisboa desenvolve modelos proprietários e precisa de acordos de confidencialidade e licenciamento de utilizadores.

3. Visão geral das leis locais

As fintechs em Lisboa operam dentro de um quadro regulatório que combina leis da União Europeia com normas nacionais. O Banco de Portugal supervisiona instituições de pagamento, instituições de moeda eletrónica e atividades afins, enquanto a CMVM regula instrumentos financeiros e mercados. A conformidade envolve segurança de dados, regulação de serviços financeiros e proteção ao consumidor.

Entre os marcos relevantes, a legislação europeia PSD2 criou obrigações de acesso a dados de contas e de pagamentos, com transposição nacional e várias alterações técnicas para facilitar open banking. Em Portugal, isso implica regras de autorização, supervisão de riscos e requisitos para interoperabilidade de serviços de pagamento. A conformidade com AML/KYC é contínua e sujeita a inspeções regulares.

“A implementação de open banking em Portugal exige que as fintechs ajustem modelos de negócio a regras de acesso a dados, segurança e concorrência justa”
“O Banco de Portugal reforçou a supervisão de plataformas de pagamento e aplicação de medidas AML/KYC de forma a reduzir riscos sistémicos”

Leis e regulamentos por nome (com notas de aplicação recente)

  • PSD2 - Diretiva Europeia sobre serviços de pagamento - Institui regras de autorização, acesso a contas e inovação em pagamentos; transposta para o direito português entre 2018 e 2019 com alterações subsequentes para melhorar o open banking e a segurança transaccionável.
  • Regime Jurídico das Instituições de Pagamento - Estrutura regulatória que cobre instituições de pagamento, emissões de cartões e compatibilidade com a AML; atualizado para refletir exigências de segurança e governança.
  • Regime jurídico do Crowdfunding - Regras específicas para plataformas que angariam capital junto de investidores; imposto em conformidade com normas de divulgação, limites de investimento e proteção do investidor.

Notas de contexto: alterações recentes em Portugal incorporaram princípios de open banking, melhoria de KYC e fortalecimento de supervisão. As autoridades portuguesas mantêm atualizações constantes para acompanhar inovações tecnológicas no setor financeiro. Consulte sempre fontes oficiais para confirmar o estado atual da regulamentação.

4. Perguntas frequentes

O que é uma instituição de pagamento e como funciona em Lisboa?

Uma instituição de pagamento oferece serviços de pagamento e gestão de pagamentos para clientes. Em Lisboa, precisa de autorização do Banco de Portugal, cumprir normas de supervisão e manter controles de segurança para operações transfronteiriças e locais.

Como faço para iniciar o pedido de licença de pagamento em Portugal?

O processo envolve reunir documentação que demonstre solvabilidade, governação, políticas AML/KYC e sistemas de segurança de dados. Um advogado de Fintech ajuda a estruturar o dossiê, preparar políticas e acompanhar o envio aos reguladores.

Quando é obrigatório cumprir AML/KYC para fintechs em Lisboa?

Desde o início da atividade, qualquer fintech que trate dados financeiros ou transações deve ter políticas AML/KYC robustas. A conformidade é verificada pelos reguladores e sujeita a inspeções periódicas.

Onde encontrei orientação regulatória específica para crowdfunding?

Existem regras específicas para plataformas de crowdfunding, com requisitos de divulgação e proteção ao investidor em Portugal. Advogados ajudam a estruturar termos de uso, contratos com utilizadores e comunicação aos investidores.

Por que preciso de um consultor jurídico para contratos com clientes portugueses?

Contratos exigem cláusulas de proteção de dados, limitação de responsabilidade e termos de pagamento compatíveis com a legislação portuguesa. Um jurista ajuda a adaptar termos ao regime aplicável e a evitar cláusulas abusivas.

Pode uma fintech em Lisboa ser supervisionada pela CMVM?

Depende da natureza da atividade. Se a fintech negocia valores mobiliários ou instrumentos financeiros, a CMVM pode estar envolvida; caso contrário, o Banco de Portugal pode ser o regulador relevante. Um advogado facilita a identificação do órgão competente.

Devo registar dados de clientes sob o RGPD em Portugal?

Sim, o RGPD aplica-se a operações com dados de cidadãos europeus. Em Portugal, as empresas devem cumprir regras de consentimento, direito de acesso, minimização de dados e transferências internacionais.

Quais são os custos legais comuns ao lançar uma fintech em Lisboa?

Custos típicos incluem honorários de consultoria, custos de licenciamento, auditorias de compliance e despesas com consultoria técnica de proteção de dados. O montante varia conforme a complexidade e o tipo de autorização.

Qual é o tempo médio para concluir uma licença de pagamento?

O tempo depende do tipo de licença e da qualidade da documentação. Em Lisboa, o processo pode durar entre 4 e 9 meses, dependendo da resposta rápida da entidade reguladora e da completude do pedido.

Preciso de qualificação específica para cumprir requisitos de tecnologia financeira?

Não existe apenas uma qualificação única, mas sim uma combinação de governança, gestão de riscos, proteção de dados e experiência tecnológica. Advogados ajudam a mapear competências internas e a criar uma equipa de conformidade robusta.

Qual a diferença entre uma instituição de pagamento e uma instituição de moeda eletrónica?

Uma instituição de pagamento foca-se em serviços de pagamento, enquanto uma instituição de moeda eletrónica emite moeda eletrónica armazenável. Ambas são reguladas, mas com requisitos específicos de autorização e conformidade.

Como comparar serviços jurídicos para fintech em Lisboa?

Compare especialização em direito financeiro, experiência em startups, disponibilidade para projetos regulatórios e custos. Peça casos práticos semelhantes, cronogramas de entrega e referências de clientes para tomada de decisão.

5. Recursos adicionais

  • Open Banking Portugal (iniciativas de open banking e padrões de integração) - referência a práticas do setor.
  • Associações de fintech e inovação financeira - redes de apoio a startups em Portugal.
  • Publicações técnicas de conformidade e segurança da informação - guias de AML/KYC, proteção de dados e governança de dados.

6. Próximos passos

  1. Defina claramente o tipo de licença ou registo necessário com base na atividade pretendida e na cidade de Lisboa. Determine se a autorização é de instituição de pagamento, instituição de moeda eletrónica ou outra figura regulatória. 1-2 dias.
  2. Constitua uma equipa interna ou externamente com foco em compliance, TI e proteção de dados. Prepare um mapa de riscos e um plano de conformidade inicial. 1-2 semanas.
  3. Reúna a documentação necessária para o pedido de autorização junto do regulador competente. Leve em conta governança, solidez financeira, políticas AML/KYC e controles de segurança. 2-6 semanas.
  4. Selecione um consultor jurídico de Fintech com experiência prática em Lisboa e com histórico em licenças regulatórias. Agende uma reunião inicial para alinhamento de expectativas. 1-2 semanas.
  5. Desenvolva políticas internas de KYC/AML, RGPD, proteção de dados e termos de serviço. Obtenha revisão jurídica final antes de submissão. 3-6 semanas.
  6. Submeta o pedido de autorização ao regulador competente e prepare-se para respostas rápidas a solicitações de informação. O acompanhamento pode durar meses conforme a complexidade. 4-12 meses.
  7. Estabeleça revisões trimestrais de conformidade, auditorias de dados e atualizações regulatórias. Mantenha contacto periódico com o advogado para ajustes regulatórios. Contínuo.

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