Melhores Advogados de Reestruturação e Insolvência em Ponta Delgada

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RMC - Advogados/Lawyers
Ponta Delgada, Portugal

Fundado em 2020
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RMC - Rui Melo Cordeiro - Advogados, constituído em 2020, atua em toda a Região Autónoma dos Açores, com escritórios em Ponta Delgada e São Roque do Pico. O escritório mantém uma vasta rede de contactos privilegiados com comunidades emigrantes na América do Norte, incluindo EUA, Canadá e...

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A NBR | Nuno Bettencourt Raposo - Advogados é um escritório de advocacia distinto sediado em Ponta Delgada, São Miguel, Açores. Fundado por Nuno Bettencourt Raposo, o escritório oferece uma gama abrangente de serviços jurídicos, incluindo direito empresarial e comercial, construção,...
ACD Advogados
Ponta Delgada, Portugal

Fundado em 1995
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ACD Advogados é um escritório de advocacia com sede em Lisboa, especializado em direito empresarial e de família, oferecendo alta especialização em áreas específicas e inovadoras do direito.O escritório proporciona um serviço verdadeiramente abrangente ao organizar o trabalho em equipas...
Rute Machado - Advogada/Lawyer
Ponta Delgada, Portugal

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Rute Machado - Advogada/Lawyer é um escritório de advocacia sediado em Ponta Delgada, São Miguel, Açores, Portugal, que se dedica a prestar serviços jurídicos de elevada qualidade em múltiplas áreas. O escritório representa clientes em Direito Administrativo e Contratação Pública,...
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1. Sobre o direito de Reestruturação e Insolvência em Ponta Delgada, Portugal

Em Portugal, a reestruturação e a insolvência são reguladas por um regime nacional, aplicável a empresas com presença em Ponta Delgada e nos Açores. O objetivo é permitir que empresas em dificuldade possam manter atividade económica viável através de planos de recuperação ou, quando necessário, de uma solução ordenada de encerramento.

Os instrumentos principais incluem vias de recuperação extrajudial, acordos com credores e processos de insolvência, com supervisão de tribunais competentes na comarca de Ponta Delgada. A escolha da via depende da situação financeira, da viabilidade do negócio e das possibilidades de acordo com credores e entidades públicas.

Para residentes e empresários locais, é fundamental compreender que as opções de reestruturação envolvem prazos, custos e condições de proteção de ativos. A atuação de um consultor jurídico experiente facilita a avaliação de viabilidade, a negociação com credores e a defesa de interesses de empresários familiares, PME e negócios locais da região.

2. Por que pode precisar de um advogado

Um advogado especializado pode orientar em cenários específicos de Ponta Delgada, evitando erros que comprometam toda a recuperação. Por exemplo, um empresário do turismo pode precisar de assistência para estruturar um plano de recuperação que envolva fornecedores, arrendatários e bancos locais.

Um pequeno empresário da pesca ou da agricultura pode beneficiar de aconselhamento para reestruturar dívidas, renegociar prazos de pagamentos e explorar linhas de crédito em condições favoráveis para retomar a atividade sazonal.

Se houver risco de execução de garantias, é essencial contar com apoio jurídico para avaliar medidas de proteção patrimonial, acordos de pagamento e suspensão de ações até a aprovação de um plano de recuperação.

Famílias empresárias com imóveis hipotecados em dívida elevada podem necessitar de um plano de reorganização para evitar a insolvência total, mantendo ativos-chave e empregos locais.

Empresas com regimes de crédito público ou subsídios regionais precisam de alguém que interprete regras aplicáveis aos Açores e que negocie com entidades regionais para apoiar a reestruturação.

Quando surgem dúvidas sobre custos processuais, prazos de prazos de tribunais ou qual procedimento 선택, um advogado pode oferecer estimativas realistas e estratégias para minimizar o impacto financeiro.

3. Visão geral das leis locais

  • Código da Insolvência e da Recuperação de Empresas (CIRE) - o regime principal aplicado a concursos de credores, planos de recuperação e vias de resolução de insolvência em Portugal. Entrou em vigor com fundamentação no início do regime e tem sido alvo de alterações ao longo dos anos para simplificar processos e incentivar a recuperação de empresas. Em Ponta Delgada, como em todo o país, este código rege as ações de tribunais e credores no âmbito da insolvência.
  • Regime de Recuperação Extrajudial de Empresas - previsto para facilitar acordos entre devedores e credores sem recurso imediato a tribunal. Em contexto regional, pode envolver contactos com entidades regionais e bancos para viabilizar planos de reestruturação com custos mais baixos e com prazos de implementação mais curtos.
  • Regulamentos sobre procedimentos processuais e custas - regras que definem prazos, custos judiciais e etapas processuais associadas aos concursos de credores e aos planos de recuperação. Em Ponta Delgada, estes regulamentos orientam as ações dos advogados e dos tribunais competentes da comarca.

Notas práticas: as mudanças recentes no CIRE visam simplificar etapas de aprovação de planos, facilitar a negociação entre credores e devedores e promover a atividade económica local. Recomenda-se consulta regular a fontes oficiais para entender alterações anuais específicas e impactos na prática em Ponta Delgada.

“O Código da Insolvência e da Recuperação de Empresas estabelece as vias de recuperação apropriadas para negócios em dificuldade, com prioridade para manter emprego e viabilidade económica.” Diário da República
“O regime de recuperação extrajudial pretende facilitar acordos entre devedores e credores sem recorrer a processos longos no tribunal, com foco na continuidade da atividade.” Portal de Justiça - Regime de Recuperação Extrajudial

4. Perguntas frequentes

O que é o Código da Insolvência e da Recuperação de Empresas (CIRE) em Portugal?

O CIRE é o conjunto de regras que regula concursos de credores, planos de recuperação e insolvência. Em termos práticos, define quem pode pedir a insolvência, como se elabora um plano de recuperação e como são tratadas as dívidas. A aplicação é nacional, incluindo Ponta Delgada.

Como posso iniciar um processo de recuperação de empresa em Ponta Delgada?

Primeiro, obtenha uma avaliação de viabilidade com um consultor jurídico. Em seguida, reúna demonstrações financeiras e um plano de recuperação para apresentar aos credores. Um advogado pode orientar a posição do devedor e a comunicação com o tribunal.

Quando é que devo considerar uma solução extrajudial em vez de insolvência judicial?

A recuperação extrajudial é indicada quando há viabilidade econômica e interesse de credores em aceitar termos acordados. Pode reduzir custos e prazos, mantendo a operação sob supervisão de um consultor jurídico.

Onde posso obter informações oficiais sobre falências e planos de recuperação em Açores?

Fontes oficiais incluem atos publicados no Diário da República e informações de tribunais locais da comarca de Ponta Delgada. Consulte a jurisprudência local para entender precedentes na região.

Por que a negociação com credores é crucial na reestruturação?

Um acordo com credores pode suspender execuções, renegociar prazos e condições de pagamento. Sem acordo, o processo pode evoluir para insolvência, com menor controle sobre ativos.

Pode o meu caso envolver benefícios fiscais ou apoio regional?

Alguns planos de recuperação podem incluir incentivos regionais ou medidas fiscais para facilitar a reestruturação. Um consultor jurídico pode indicar caminhos específicos para Açores.

Devo apresentar um plano de recuperação formal ou apenas conciliar com credores?

Depende da viabilidade do negócio e da aceitação de credores. Planos formais costumam exigir aprovação judicial, enquanto conciliações podem ocorrer fora do tribunal mediante acordo.

Qual a diferença entre recuperação judicial e recuperação extrajudicial?

A recuperação judicial envolve ordem judicial para aprovação de um plano. A recuperação extrajudial ocorre por acordo com credores sem sentença judicial, com supervisão de um consultor jurídico.

Como é calculado o tempo típico de um processo de insolvência?

Concurso de credores pode levar de 6 a 18 meses, dependendo da complexidade. Planos de recuperação costumam exigir prazos adicionais para implementação, definindo metas trimestrais.

Preciso de um advogado para iniciar o processo de insolvência?

Não é obrigatório, mas fortemente recomendado. Um jurista especializado evita erros de documentação, prazos perdidos e negociações desfavoráveis com credores.

Qual a diferença entre dívida garantida e dívida não garantida no concurso?

A dívida garantida tem garantias reais ou pessoais. Durante o concurso, o aspeto de prioritização determina quais créditos são recuperados primeiro, segundo o plano aprovado.

Pode uma empresa de pequeno porte acessar recursos regionais de apoio?

Sim, existem programas regionais em Açores voltados a pequenas e médias empresas. Um advogado pode orientar sobre elegibilidade e procedimentos de candidatura.

5. Recursos adicionais

  • Ordem dos Advogados - organização profissional que pode indicar advogados especializados em insolvência e recuperação empresarial. Site: https://www.oa.pt
  • Associação Portuguesa de Insolvência (APIR) - formada para apoiar gestores, profissionais e entidades ligadas a reestruturação. Site: https://www.apir.pt
  • Diário da República - publicação oficial de leis, decretos e regulamentos relacionados com insolvência. Site: https://dre.pt
“A acesso a informações oficiais sobre insolvência facilita a tomada de decisões com base em regras atuais.” APIR - Insolvência e Recuperação
“Advogados com prática certificada em reestruturação ajudam a proteger empregos e ativos locais.” Ordem dos Advogados

6. Próximos passos

  1. Defina claramente o objetivo da reestruturação (recuperar o negócio, vender ativos, reduzir passivos).
  2. Faça um levantamento financeiro básico com demonstrações de resultados, dívidas e ativos disponíveis.
  3. Identifique advogados com experiência em insolvência na região de Ponta Delgada e Açores.
  4. Agende consultas iniciais para apresentar o caso, orçamento e estratégias de recuperação.
  5. Solicite propostas formais de honorários, prazos e planos de ação com base no seu cenário específico.
  6. Forneça à equipa jurídica toda a documentação relevante, incluindo demonstrações e acordos com credores.
  7. Decida pela via mais adequada (extrajudial ou judicial) e assine o acordo de honorários com o consultor jurídico escolhido.

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