Melhores Advogados de Direito Espacial em Brasil

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Fundado em 1995
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Maziero e Morais Advogados Associados é um escritório de advocacia brasileiro que oferece Assessoria Jurídica Empresarial a empresas em matérias cíveis, trabalhistas, societárias, consumeristas e de tecnologia. O escritório enfatiza a prevenção, a gestão de riscos e soluções...
Segati Advogados
Goiânia, Brasil

Fundado em 2017
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Segati Advogados é um escritório de advocacia multidisciplinar com sede em Goiânia e atuação em todo o Brasil, atendendo clientes em todo o país. O escritório é especializado em questões civis, educacionais e administrativas, com foco relevante em direitos relacionados ao autismo,...

3 pessoas na equipa
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Afonso & Miranda Sociedade de Advogados é um escritório de advocacia com sede em Pompéu, Minas Gerais e filial em Martinho Campos. A firma presta serviços jurídicos em todo o Brasil e apresenta uma equipe de profissionais qualificados que enfatizam zelo, prática ética e competência técnica...
Ribeiro e Ribeiro Advogados Associados
Jaraguá do Sul, Brasil

Fundado em 2003
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Ribeiro & Ribeiro Advogados Associados é um escritório boutique fundado em 2003 em Jaraguá do Sul, Santa Catarina, Brasil. A atuação atende tanto pessoas físicas quanto empresas com uma abordagem multidisciplinar, combinando padrões técnicos rigorosos com soluções práticas e orientadas...
MPX Advogados
Brasília, Brasil

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MPX Advogados é um escritório de advocacia brasileiro com sede em Santos, São Paulo, voltado ao direito digital, propriedade intelectual e questões societárias para criadores, negócios digitais e usuários de plataformas. A atuação é liderada pela Dra. Mariana Paixão, advogada com...
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1. Sobre o direito de Direito Espacial em Brasil

O Direito Espacial brasileiro regula atividades envolvendo pesquisa, desenvolvimento, lançamento e operação de sistemas espaciais. Ele envolve normas administrativas, contratuais, de propriedade intelectual e de proteção de dados, além de questões ligadas a uso de frequências e responsabilidade civil. A atuação é centrada na coordenação entre o Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovações (MCTI), a Agência Espacial Brasileira (AEB) e o Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE).

O arcabouço é complexo e se apoia em políticas públicas, leis nacionais sobre inovação, controle de exportação de tecnologia de defesa e proteção de dados. O Brasil tem histórico de parcerias com instituições internacionais para projetos como observação da Terra e lançamento de satélites. Por isso, advogados especializados ajudam a navegar requisitos regulatórios, contratos e compliance técnico‑jurídico.

Para residentes do Brasil, compreender o papel de cada órgão e a natureza fragmentada do quadro regulatório é essencial. A orientação jurídica evita atrasos, multas e litígios caros, especialmente em assuntos sensíveis como exportação de tecnologia dual-use e dados de observação espacial.

2. Por que pode precisar de um advogado

  • Licenciamento de lançamento ou operação com parceiros estrangeiros - Projetos como Amazônia‑1 exigem atendimento a controles de exportação de tecnologia de defesa e acordos entre empresas nacionais e estrangeiras, com tratamento de transferência de tecnologia e dados sensíveis.
  • Contratos de cooperação com universidades e empresas - Contratos de pesquisa, licenciamento de software e aquisição de hardware espacial precisam de termos claros de confidencialidade, propriedade intelectual e responsabilidade civil.
  • Conformidade com uso de dados de observação da Terra - Dados fornecidos por satélites podem envolver dados pessoais ou sensíveis; a LGPD impõe obrigações de tratamento, finalidade e transparência.
  • Gestão de uso de frequências e radiocomunicações - Acesso a bandas de rádio para satélite é regulado por agências regulatórias e requer documentação técnica, licenças e дипломação de equipamentos.
  • Acordos de responsabilidade e indenização - Em caso de danos a terceiros por falha de satélite ou lançamento, é preciso contrato bem estruturado e possíveis ações judiciais ou extrajudiais.
  • Propriedade intelectual de software e algoritmos de processamento de imagens - Patentes, copyrights e acordos de licença precisam de proteção adequada para aplicações espaciais.

3. Visão geral das leis locais

Entre as leis que impactam o Direito Espacial no Brasil, destacam-se:

  • Lei nº 13.709/2018 - Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD). Regula o tratamento de dados pessoais, incluindo dados gerados por satélites e ground segments, com regras de finalidade, minimização e consentimento. Vigência amplamente vigente desde 2020 com fases de implementação até 2022-2024.
  • Lei nº 13.243/2016 - Marco Legal da Ciência, Tecnologia e Inovação. Incentiva a participação da iniciativa privada em pesquisa e desenvolvimento, com impactos em parcerias público‑privadas e modelos de financiamento para projetos espaciais.
  • Lei nº 12.813/2013 - Lei de Controle de Exportação de Materiais de Defesa e Uso Dual. Regula exportação, aquisição, importação e transferência de tecnologia sensível, incluindo componentes de sistemas espaciais.

Além dessas normas, a atuação espacial no Brasil também é orientada pela Política Nacional do Espaço, estabelecida por decretos e portarias sob a coordenação do MCTI e da AEB, com foco em cooperação internacional, soberania tecnológica e uso pacífico do espaço. A conformidade com a legislação de dados, tecnologia e defesa é essencial para evitar sanções administrativas e penais.

"A atuação espacial brasileira depende de uma política de espaço integrada, com coordenação entre MCTI, AEB e INPE." Fonte: Agência Espacial Brasileira (AEB) - https://www.gov.br/aeb
"O tratamento de dados pessoais deve observar os princípios da LGPD, incluindo finalidade, necessidade e transparência." Fonte: Portal Gov.br - Lei Geral de Proteção de Dados (Lei 13.709/2018) - https://www.gov.br
"Projetos como Amazônia-1 demonstram a importância de reforçar a governança espacial brasileira com parcerias multinacionais." Fonte: INPE - https://www.inpe.br

4. Perguntas frequentes

O que é o direito espacial brasileiro e quais áreas ele abrange?

O direito espacial envolve normas sobre pesquisa, desenvolvimento, lançamentos, operações, uso de frequências e proteção de dados. Também trata de contratos, responsabilidade civil e propriedade intelectual no contexto espacial. Advogados especializados ajudam a interpretar regras do MCTI, AEB e agências regulatórias.

Como começo a consultar um advogado espacial para meu projeto?

Defina o escopo do projeto, reúna documentos técnicos e contratos; agende uma consulta com jurista que tenha experiência em espaço, tecnologia e direito internacional. Solicite um plano de atuação e orçamento inicial. Em 1-2 semanas é comum ter um diagnóstico inicial.

Quando meu projeto de satélite precisa de licenças específicas?

Quando envolve lançamento, uso de frequências, transferência de tecnologia ou coleta de dados sensíveis, geralmente são exigidas licenças e autorizações de órgãos regulatórios. Em projetos com participação internacional, a conformidade com regras de exportação é crítica.

Onde encontro orientações regulatórias sobre uso de rádios e satélites?

As orientações oficiais estão em sites do governo e de agências reguladoras como ANATEL e AEB. Consulte também o portal Planalto e o INPE para diretrizes técnicas. A consulta a um jurista evita atrasos por dúvidas administrativas.

Por que a LGPD é relevante para dados de satélite?

Satélites coletam imagens que podem conter dados pessoais ou sensíveis. A LGPD impõe bases legais para o tratamento, obriga minimização de dados e exige transparência aos titulares. O incumprimento pode gerar sanções administrativas e rescisão de contratos.

Pode um contrato de cooperação espacial conter cláusulas de confidencialidade?

Sim, cláusulas de confidencialidade são comuns para proteger know-how, algoritmos e dados proprietários. Além disso, contratos devem definir propriedade intelectual, responsabilidade e condições de rescisão. Advogado revisa para evitar ambiguidade.

Deve contratar um advogado antes de assinar acordos com parceiros estrangeiros?

Sim, principalmente para tratar de transferência de tecnologia, licenças de exportação e compliance com sanções internacionais. Um jurista ajuda a estruturar cláusulas de governança e diligência prévia. O custo pode evitar litígios futuros.

Como funciona o processo de licenciamento de lançamento de um satélite?

O processo envolve preparação de documentação técnica, avaliação de segurança e conformidade com exportação de tecnologia sensível. Normalmente envolve AEB, INPE e, se aplicável, agências de fiscalização de defesa. O tempo varia conforme complexidade do projeto.

Qual a diferença entre direitos de propriedade intelectual de software de processamento de imagens e hardware?

Software costuma ser protegido por direitos autorais e, em alguns casos, por patentes de funcionalidade. Hardware pode exigir patentes de invenção ou modelos de utilidade. Os acordos de licença definem uso, exclusividade e royalties.

Qual o prazo típico para resolução de litígios em Direito Espacial no Brasil?

Litígios complexos costumam levar de 12 a 36 meses, dependendo de provas técnicas, perícias e recursos. A mediação pode reduzir esse tempo se as partes aceitarem. Advogados estratégicos buscam acordos para evitar custos adicionais.

Como comparar honorários entre advogados de Direito Espacial?

Compare honorários fixos para etapas definidas e honorários de sucesso apenas quando justificados. Pergunte sobre prazos, custos de diligências e despesas administrativas. Peça demonstrações de casos semelhantes.

O que é o Marco Legal da Inovação e como ele afeta startups espaciais?

A Lei 13.243/2016 facilita parcerias com universidades e órgãos públicos, oferecendo incentivos para inovação. Startups podem se beneficiar de regimes fiscais, licenças simplificadas e apoio a pesquisa. Avalie elegibilidade e requisitos com um advogado.

5. Recursos adicionais

  • Agência Espacial Brasileira (AEB) - coordena políticas públicas espaciais, cooperação internacional e programas de lançamento e observação. Site oficial: https://www.gov.br/aeb
  • Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE) - conduz pesquisa, desenvolvimento tecnológico e produção de dados de observação da Terra. Site oficial: https://www.inpe.br
  • Autoridade Nacional de Proteção de Dados (ANPD) - regula a aplicação da LGPD e orienta empresas no tratamento de dados. Site oficial: https://www.gov.br/anpd/pt-br
  • Portal LGPD no Planalto - legislação da proteção de dados publicada pelo governo federal. Site oficial: https://www.gov.br/pt-br/servicos/lei-geral-de-protecao-de-dados

6. Próximos passos

  1. Defina claramente o seu projeto espacial e os objetivos jurídicos envolvidos, anotando prazos e entregáveis. Estime 1 a 2 semanas para consolidar este briefing.
  2. Liste advogados ou consultores jurídicos com experiência em Direito Espacial, tecnologia e compliance, buscando referências em AEB, INPE e ANPD.
  3. Solicite propostas com escopo, prazos, honorários e formas de cobrança. Peça equally um cronograma de 2 a 4 páginas para comparação.
  4. Agende consultas iniciais para entender a abordagem de cada profissional e se há fit técnico com o seu caso. Reserve 60 a 90 minutos por sessão.
  5. Prepare a documentação essencial: contratos, termos de cooperação, dependências técnicas, dados de licenças existentes e questionamentos regulatórios.
  6. Peça ao advogado um checklist de conformidade com LGPD, exportação de tecnologia, uso de frequências e propriedade intelectual, específico para o seu projeto.
  7. Escolha o profissional com melhor alinhamento técnico, clareza de custos e disponibilidade para acompanhamento durante o projeto. Assine o contrato com cláusulas de confidencialidade e cronograma de entrega.

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