Melhores Advogados de Transações de Tecnologia em Lisboa

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1. Sobre o direito de Transações de Tecnologia em Lisboa, Portugal

Transações de Tecnologia em Lisboa abrangem contratos de licenciamento de software, desenvolvimento personalizado, outsourcing de TI, serviços em nuvem (SaaS, IaaS), integração de sistemas e transferência de tecnologia com propriedade intelectual envolvida. Em termos práticos, envolve acordos de aquisição, licenciamento, serviços e proteção de dados associados a ativos tecnológicos. Em Lisboa, a prática está apoiada pelo direito contratual geral, pela legislação de comércio eletrónico e pela proteção de dados, bem como por leis de propriedade intelectual aplicáveis aos ativos de TI.

Um advogados com especialização neste campo ajuda a estruturar termos de serviço, cláusulas de IP, acordos de confidencialidade, garantias de desempenho (SLA) e mecanismos de resolução de litígios. A complexidade aumenta com operações transfronteiras, quando há dados pessoais de clientes lisboetas a serem tratados por fornecedores estrangeiros.

2. Por que pode precisar de um advogado

  • Licenciamento de software com fornecedor estrangeiro - uma empresa em Lisboa fecha um contrato de licenciamento com um fornecedor europeu com cláusulas de utilização, upgrades e cessação. Precisa de um jurista para assegurar atribuição de direitos de IP, limitações de uso e condições de renovação.
  • Contrato de SaaS com dados de clientes locais - a empresa lisboeta contrata um serviço em nuvem que envolve dados pessoais. É essencial um acordo de processamento de dados (DPA) conforme GDPR e cláusulas de transferências internacionais de dados.
  • Due diligence em aquisição de ativos tecnológicos - numa aquisição de uma startup de Lisboa, é necessário avaliar contratos de tecnologia, propriedade intelectual, cláusulas de non-compete e responsabilidade por incumprimentos anteriores.
  • Contrato de prestação de serviços de TI com dados sensíveis - um contrato com um fornecedor de segurança ou de desenvolvimento exige garantias de confidencialidade, criptografia e resposta a incidentes.
  • Transição de dados ao terminar um serviço de TI - rescisão de contrato com retorno de dados, portabilidade e assistência na migração para outra solução sem perda de dados.
  • Conformidade com proteção de dados em operações transfronteiras - transferência de dados para fora da UE exigindo mecanismos legais adequados para cumprir GDPR.

3. Visão geral das leis locais

Lei n.º 7/2004, de 7 de janeiro - regula o comércio eletrónico em Portugal, impondo obrigações de informação e transparência para prestadores de serviços em linha. Em termos práticos, afeta contratos de venda e fornecimento de serviços tecnológicos via canais digitais em todo o território, incluindo Lisboa. Esta legislação já passou por várias atualizações para se manter alinhada com diretivas da União Europeia.

Regulação geral de proteção de dados - o Regulamento Geral de Proteção de Dados (GDPR) aplica-se diretamente em Portugal. A Lei n.º 58/2019, de 8 de agosto, procede à transposição nacional do GDPR e detalha regras de tratamento de dados pessoais, direitos dos titulares e obrigações dos diferentes operadores de dados. Em Lisboa, isso impacta contratos de TI que envolvem dados de clientes ou funcionários.

“O RGPD exige que as organizações assegurem a proteção de dados pessoais no tratamento de dados por fornecedores terceiros.”

Conselhos práticos - para transações de TI em Lisboa, combine o direito contratual com a legislação de proteção de dados, assegurando que contratos de licenciamento, serviços e DPA estejam alinhados com o GDPR e com as obrigações de titularidade de dados. Adicionalmente, utilize os mecanismos legais de resolução de litígios contratuais para questões de prestação de serviços de TI.

Alterações recentes e tendências relevantes - há foco crescente em assegurar a proteção de dados em cenários de nuvem e outsourcing, com exigência de cláusulas de transferência de dados, avaliações de impacto e medidas de segurança técnicas. Em Lisboa, estas práticas são cada vez mais padrão nos contratos com fornecedores de TI internacionais.

4. Perguntas frequentes

O que é necessário incluir num contrato de licenciamento de software?

Um contrato típico deve conter a definição do objeto, licenças concedidas, limitações de uso, direitos de propriedade intelectual, termos de suporte, garantias de desempenho, responsabilidade, confidencialidade e cláusulas de rescisão. Em Lisboa, é comum incluir cláusulas de auditoria e de conformidade com GDPR quando houver dados pessoais.

Como se protege a confidencialidade em contratos de TI?

Inclua acordos de confidencialidade específicos, delimite informações sensíveis, define o tratamento de dados e imponha medidas técnicas de proteção. Em Portugal, a confidencialidade é um componente essencial de contratos de desenvolvimento e outsourcing de TI.

Quando devo usar um DPA (Data Processing Agreement) em Portugal?

Use sempre que terceiros processarem dados pessoais em seu nome. O DPA deve definir o tipo de dados, as finalidades, as operações de tratamento, medidas de segurança e responsabilidades entre controlador e processador.

Onde encontro regras legais básicas para contratos de tecnologia em Portugal?

As regras principais estão no Código Civil para contratos, na Lei n.º 7/2004 para comércio eletrónico e na Lei n.º 58/2019 para proteção de dados. A documentação oficial pode ser consultada no Diário da República.

Por que é importante incluir cláusulas de rescisão bem definidas?

Cláusulas claras evitam conflitos na cessação do contrato, especificando prazos, obrigações de devolução de dados, migração de dados e suporte durante o desligamento. Em Lisboa, a clareza reduz disputas e custos de litígio.

Pode um contrato de TI exigir aprovação de fornecedor local?

Sim, em alguns casos é necessário cumprir requisitos de conformidade com leis portuguesas e regulamentos setoriais. Um advogado pode ajudar a estabelecer critérios de aprovação e governança contratual.

Devo solicitar garantias de desempenho para soluções de TI?

Sim, garantias de desempenho, disponibilidade de serviço, tempos de resposta e planos de recuperação de desastres ajudam a mitigar riscos. Em contratos com fornecedores externos, estas cláusulas são comuns e recomendadas.

Como funciona a transferência de dados entre a UE e fora dela?

Transferências para fora da UE exigem mecanismos legais adequados, como cláusulas contratuais padrão ou decisões de adequação. Em Portugal, siga as regras de GDPR para transferências transfronteiriças.

Qual é a diferença entre licenciamento perpétuo e SaaS?

Licenciamento perpétuo concede uso definitivo com pagamento único ou anual, já SaaS envolve uso baseado em serviço com pagamento recorrente. Em Lisboa, cada modelo tem implicações em propriedade intelectual e proteção de dados.

Como avaliar custos de contratos de tecnologia em Lisboa?

Avalie licenças, salários de suporte, honorários de consultoria jurídica, custos de migração e eventuais multas por incumprimento. Em contratos locais, a transparência de serviços e custos evita surpresas.

Devo consultar um advogado antes de assinar contratos de TI?

Sim, especialmente para acordos com cláusulas de propriedade intelectual, dados pessoais e rescisão. Um jurista pode identificar riscos ocultos e sugerir melhorias específicas para Lisboa.

5. Recursos adicionais

  • Comissão Nacional de Proteção de Dados (CNPD) - autoridade nacional de proteção de dados, orienta práticas de tratamento, auditorias e conformidade com GDPR. Site: https://www.cnpd.pt
  • Ordem dos Advogados - instituição jurídica que regula a prática da advocacia em Portugal e fornece recursos e guias de prática. Site: https://www.oa.pt
  • Diário da República - publicação oficial de leis, decretos e regulamentos em Portugal, incluindo leis aplicáveis a transações de tecnologia. Site: https://dre.pt

6. Próximos passos

  1. Defina claramente o objeto da sua transação de tecnologia e o risco principal a mitigar. Duração estimada: 1 dia.
  2. Reúna os documentos relevantes: contratos atuais, high level de dados processados, SOWs e termos de serviço. Duração estimada: 2-3 dias.
  3. Consulte um advogado de Transações de Tecnologia com experiência em Lisboa para uma avaliação inicial. Duração estimada: 1 semana para agendamento.
  4. Solicite uma revisão de contrato com foco em IP, dados pessoais e cláusulas de rescisão. Duração estimada: 1-2 semanas conforme complexidade.
  5. Solicite ajustes contratuais e um DPA, caso haja dados pessoais envolvidos. Duração estimada: 1 semana.
  6. Peça uma checklist de conformidade GDPR e medidas de segurança ao fornecedor. Duração estimada: 3-5 dias.
  7. Finalize com a assinatura de contrato com termos claros de governança e resolução de litígios. Duração estimada: 1-2 dias após negociação.

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