Melhores Advogados de Morte Indevida em São Paulo

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P&B Advogados Associados
São Paulo, Brasil

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P&B Advogados Associados é um escritório de advocacia com sede em São Paulo coordenado pela Dra. Patrícia Braga, Vice-Presidente da comissão da OAB Tatuapé. Sob sua liderança, o escritório conta com mais de dez anos de experiência profissional e uma pós-graduação internacional pela...
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1. Sobre o direito de Morte Indevida em São Paulo, Brasil

O termo morte indevida descreve situações em que alguém morre por causa de falha ou negligência de terceiros, incluindo serviços de saúde, instituições ou autoridades públicas. Em São Paulo, os familiares costumam buscar indenização por danos materiais e morais decorrentes dessas perdas.

O direito de buscar reparação envolve principalmente responsabilidade civil e, quando cabível, responsabilidade objetiva do Estado nos casos envolvendo agentes públicos. A jurisdição paulista segue as regras do direito civil federal, com adaptações locais no âmbito processual. O foco é apurar nexo causal entre a conduta supostamente ILÍCITA e o falecimento, bem como quantificar danos aos dependentes.

2. Por que pode precisar de um advogado

  • Erro médico grave que resultou em morte com falha de diagnóstico ou atraso de tratamento. Um jurista pode avaliar nexo causal, culpa e danos suportáveis na ação de indenização.

    É comum pedir perícia médica independente para demonstrar a ligação entre a conduta e a morte, essencial para fundamentar a ação.

  • Morte decorrente de negligência em hospital público ou privado. Em São Paulo, a ação pode envolver responsabilidade civil de pessoas jurídicas de direito privado ou do Estado, quando couber responsabilidade objetiva.

    Um advogado especializado ajuda a delinear quem deve responder e quais danos podem ser pleiteados.

  • Agravamento de danos pela falha de atendimento ou atraso no suporte de urgência. A atuação jurídica pode envolver danos morais, materiais e, às vezes, danos estéticos, conforme o caso.

    A assessoria profissional facilita a coleta de documentos, laudos e registros que comprovem a prática lesiva.

  • Caso envolva morte de menor ou dependente com guarda legal. O advogado orienta sobre legitimidade das partes, guarda de representações e cálculo de indenizações adequadas.

    O conjunto de provas deve refletir a extensão do dano para fundamentar a indenização de forma proporcional.

  • Necessidade de orientação sobre prazos de prescrição e tramitação processual. Sem orientação, é fácil perder prazos cruciais e perder a oportunidade de pleitear compensação.

    Um jurista pode mapear o cronograma processual e organizar a documentação necessária de forma eficiente.

  • Dificuldades em entender custos e honorários de um litígio de Morte Indevida. O advogado pode esclarecer contratos de honorários e opções de cobrança, como contingência ou honorários mediante êxito.

    A presença de um profissional facilita a negociação com a parte adversa e o planejamento financeiro do processo.

3. Visão geral das leis locais

Código Civil (Lei nº 10.406/2002) regula a responsabilidade civil por atos ilícitos e danos decorrentes. Em especial, os artigos que tratam da obrigação de indenizar quando há dano causado por ato ilícito são fundamentais para casos de morte indevida.

Constituição Federal (1988) garante direitos fundamentais e a possibilidade de indenização por danos morais e materiais, além de estabelecer a responsabilidade civil do Estado nos casos em que agentes públicos atuam com irregularidade.

Código de Processo Civil (Lei nº 13.105/2015) estabelece as regras processuais aplicáveis às ações de indenização, incluindo prazos, procedimentos e organização da tramitação, com vigência efetiva a partir de 18 de março de 2016.

“A responsabilidade civil do Estado por danos causados por seus agentes é, em muitos casos, objetiva, assegurando indenização aos lesados.”
“O Código Civil define a obrigação de indenizar danos decorrentes de ato ilícito, incluindo danos morais e materiais.”
“O novo CPC regula a tramitação de ações de indenização, com diretrizes de prazos, prazos de prescrição e recursos cabíveis.”

Notas úteis sobre as leis acima

Entradas em vigor e alterações recentes: - Código Civil (Lei nº 10.406/2002) entrou em vigor em 11 de janeiro de 2003, com alterações contribuindo para consolidar a responsabilidade civil no Brasil.

- Código de Processo Civil (Lei nº 13.105/2015) entrou em vigor em 18 de março de 2016, substituindo o CPC anterior e atualizando os trâmites processuais de indenização.

- Constituição Federal permanece vigente desde 5 de outubro de 1988, com alterações constitucionais ao longo dos anos, mantendo a base para responsabilidade civil do Estado e proteção de direitos individuais.

4. Perguntas frequentes

O que é morte indevida e como ela se aplica no Brasil?

A morte indevida envolve óbito causado por falha ou culpa de terceiros, como médicos, hospitais ou autoridades públicas. O objetivo é obter indenização por danos morais e materiais aos dependentes. A aplicação ocorre por meio de ações de indenização perante o Judiciário.

Como iniciar uma ação de indenização por morte indevida em São Paulo?

Primeiro, reúna documentos médicos, registros, laudos e comprovantes de danos. Em seguida, procure um advogado especializado em responsabilidade civil para avaliar nexo causal e medidas cabíveis. O profissional deve ingressar com a ação no foro competente de São Paulo.

Quando o prazo de prescrição começa para ações de morte indevida em SP?

O prazo costuma depender da natureza do dano e do conhecimento do dano pela vítima ou seus dependentes. A contagem geralmente se inicia a partir do conhecimento do dano e da autoria, com prazos prescricionais que variam conforme o tipo de dano. Consulte um jurista para mapear prazos específicos do seu caso.

Onde protocolar a ação de morte indevida em São Paulo?

As ações costumam ser protocoladas no Foro da comarca onde ocorreu o fato ou onde reside o autor da ação. Em São Paulo, a tramitação ocorre na Justiça estadual, com suporte de perícias técnicas quando necessário.

Por que é importante ter um advogado especializado em Morte Indevida?

Um profissional qualificado entende os elementos de nexo causal, responsabilidade civil, danos e prazos. Além disso, orienta sobre a perícia médica, produção de provas e estratégias processuais adequadas ao caso.

Pode envolver a morte de menor de idade e como proceder?

Sim, casos envolvendo menor podem exigir tutela de interesse superior da criança ou adolescente. O advogado assegura a proteção dos direitos da família e orienta sobre procedimentos específicos de representação legal.

Deve-se fazer perícia médica independente no caso de morte indevida?

A perícia é geralmente crucial para demonstrar nexo causal e qualidade de tratamento. O advogado coordena a contratação de peritos independentes para fundamentar a indenização.

Como são calculados danos morais e materiais em casos de morte indevida?

Os danos materiais abrangem custos médicos e consequentes perdas econômicas. Os danos morais refletem o abalo emocional aos dependentes. Cada caso exige avaliação específica por profissionais qualificados.

Qual a diferença entre responsabilidade civil do Estado e de particulares em morte indevida?

A responsabilidade do Estado costuma ser objetiva em certos contextos envolvendo agentes públicos. A responsabilidade de privados depende de culpa comprovada ou ato ilícito, conforme o tipo de relação contratual ou extracontratual.

Qual o custo típico de contratar um advogado para morte indevida em SP?

Honorários variam conforme a complexidade, experiência do profissional e modelo de cobrança (percentual, hora técnica ou honorários fixos). Alguns advogados trabalham com acordo de êxito, outros com cobrança mensal até a conclusão do caso.

Como funciona o andamento processual em ações de morte indevida no Judiciário de SP?

O processo costuma seguir fases de protocolo, instrução, perícias, alegações finais e sentença. Em São Paulo, o ritmo pode depender da vara, do volume de casos e da disponibilidade de perícias técnicas.

Onde encontrar órgãos oficiais que orientam casos de morte indevida?

Use fontes do governo estadual e federal, bem como organizações jurídicas reconhecidas. A Secretaria de Saúde de SP fornece informações de saúde pública, enquanto a Defensoria Pública orienta sobre assistência jurídica gratuita. A OAB-SP oferece orientação para advogados e cidadãos.

5. Recursos adicionais

  • Portal Governo do Estado de São Paulo - informações oficiais sobre políticas de saúde, direitos dos cidadãos e serviços públicos; site: https://www.saopaulo.sp.gov.br
  • Defensoria Pública do Estado de São Paulo (DPE-SP) - orientação jurídica gratuita e atuação em ações de defesa de direitos; site: https://www.dpe.sp.gov.br
  • Ordem dos Advogados do Brasil - Seção de São Paulo (OAB SP) - orientação jurídica e atuação profissional para advogados; site: https://www.oabsp.org.br
  • Constituição Federal (1988) - Planalto - fundamentos de direitos e responsabilidade civil; site: https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/Constituicao.htm
  • Código Civil (Lei nº 10.406/2002) - Planalto - regras de responsabilidade civil; site: https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/2002/L10406.htm
  • Código de Processo Civil (Lei nº 13.105/2015) - Planalto - regras processuais; site: https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2015-2018/2015/Lei/L13105.htm

6. Próximos passos

  1. Faça uma avaliação inicial de viabilidade com um advogado especializado em Morte Indevida. Marque uma consulta para discutir antecedentes, documentos e possíveis causas. Reserve de 1 a 2 semanas para essa avaliação inicial.

  2. Reúna documentação essencial. Inclua atestados de óbito, laudos médicos, prontuários, recibos, registros de atendimento e comprovantes de danos. Organize tudo por tipo de dano (material, moral, financeiro).

  3. Pesquise profissionais com experiência em casos semelhantes. Analise histórico de êxito, reputação e formas de cobrança. Reserve 1 a 2 semanas para avaliações de diferentes opções.

  4. Solicite uma consulta inicial com 2 a 3 advogados para comparar estratégias, prazos e estimativas de custos. Escolha quem ofereça transparência e comunicação clara. Aguarde 1 a 3 semanas para agendar e realizar as reuniões.

  5. Defina o modelo de contratação e assine o contrato de honorários. Negocie condições, como contingência de êxito ou honorários fixos. Esse passo pode ocorrer rapidamente, após a decisão entre as opções.

  6. Inicie o protocolo da ação no foro competente de São Paulo. O advogado deverá preparar a petição inicial, anexar provas e requerer perícias, se necessário. O ensaio inicial pode levar de 2 a 6 semanas dependendo da disponibilidade do cartório.

  7. Acompanhe o andamento processual com o profissional escolhido. Mantenha contato periódico para entender etapas, perícias e prazos. O acompanhamento regular ajuda a evitar surpresas e manter o cronograma.

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