Melhores Advogados de Litígio Antitruste em Portugal

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GFDL Advogados
Santarém, Portugal

Fundado em 2018
15 pessoas na equipa
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Litígios e disputas Litígio Antitruste Litígios Gerais +4 mais
GFDL Advogados é um escritório de advocacia independente de serviço completo sediado em Lisboa. Nossa equipa é composta por consultores e advogados altamente qualificados com experiência internacional em assuntos jurídicos e empresariais.As nossas equipas dedicadas tratam de todos os aspetos...

Fundado em 2006
65 pessoas na equipa
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Litígios e disputas Litígio Antitruste Mediação e Arbitragem ADR +8 mais
Com um escritório localizado no Centro da Cidade do Porto (Boavista), em Portugal, presta serviços especializados em CONSULTORIA JURÍDICA, onde o seu valor primordial é a QUALIDADE DOS SERVIÇOS PRESTADOS, por meio de FERRAMENTAS TECNOLÓGICAS INOVADORAS, CRIATIVAS E GERADORAS DE VALOR,...
Global Lawyers
Lisboa, Portugal

Fundado em 1998
50 pessoas na equipa
Portuguese
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Litígios e disputas Litígio Antitruste Ação coletiva +6 mais
Advogados GlobaisAdvogados Globais possui uma equipa multidisciplinar com experiência comprovada e conhecimento aprofundado em todas as áreas do direito: contencioso, público e privado, societário, imobiliário e investimento estrangeiro, resolução extrajudicial de litígios e arbitragem,...

Fundado em 2018
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Litígio Antitruste Litígio Comercial Reestruturação e Insolvência
F+AS - Ferraz e Aguiar Soares, Sociedade de Advogados, SP, RL, é um distinto escritório de advocacia português com escritórios em Lisboa e no Porto. A equipa da sociedade é constituída por advogados experientes, cada um com uma média de 18 anos de prática jurídica, garantindo que os...
Porto, Portugal

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Litígios e disputas Litígio Antitruste Mediação e Arbitragem ADR +6 mais
A M-Star View Law Office, com sede em Portugal e escritórios no Porto e em Lisboa, oferece serviços jurídicos abrangentes tanto a entidades corporativas quanto a particulares em diversas áreas do direito. As áreas de atuação do escritório incluem direito societário, direito comercial,...

Fundado em 2022
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Litígios e disputas Litígio Antitruste Mediação e Arbitragem ADR +6 mais
D'Lawyers - Sociedade de Advogados is a brand of Avelar Bandeira & Mesquita Dinis, Sociedade de Advogados, SP, RL, founded in 2022. The firm operates on a national scale from its Algarve base, delivering strategic legal support to the business sector.Its practice areas include Lawsuits & Disputes,...
Porto, Portugal

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Luiz Bandeira - Escritório de Advocacia, atuando sob o nome de Bandeira Advisory, especializa-se em facilitar a expansão internacional de negócios, obtenção de vistos e pedidos de dupla cidadania. O escritório oferece suporte abrangente para a constituição de empresas em Portugal, Espanha e...
J. Pereira de Melo ADVOGADOS
Estarreja, Portugal

Fundado em 2010
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Fundado em janeiro de 2010, o escritório J. Pereira de Melo ADVOGADOS cresceu desde a sua criação em Estarreja, tornando-se numa firma jurídica conceituada ao serviço de clientes portugueses e internacionais. Fundado por José Alexander Pessanha Pereira de Melo, cidadão com dupla...
QUOR Advogados
Porto, Portugal

Fundado em 2021
9 pessoas na equipa
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A QUOR Advogados é um escritório de advogados com sede em Braga, Porto e Esposende, com foco em Direito da Família, Direito do Trabalho, Direito Imobiliário e Direito Penal. Valorizamos a prestação de serviços jurídicos personalizados, adaptados às necessidades específicas de cada...

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A NBR | Nuno Bettencourt Raposo - Advogados é um escritório de advocacia distinto sediado em Ponta Delgada, São Miguel, Açores. Fundado por Nuno Bettencourt Raposo, o escritório oferece uma gama abrangente de serviços jurídicos, incluindo direito empresarial e comercial, construção,...
VISTO EM

1. Sobre o direito de Litígio Antitruste em Portugal

O litígio antitruste em Portugal combina ações privadas de indemnização com a fiscalização administrativa e aplicação de regras da União Europeia. O objetivo é salvaguardar a concorrência leal entre empresas e proteger consumidores de práticas restritivas. Além das sanções administrativas, os particulares podem procurar reparação civil pelos danos decorrentes de infrações de concorrência. O enquadramento legal combina normas nacionais com princípios comunitários aplicáveis em Portugal.

A proteção jurídica pode abranger cartéis, abusos de posição dominante e fusões suscetíveis de restringir a concorrência. Em Portugal, o controlo de praticas restritivas e a supervisão de mercados são partilhados pela Autoridade da Concorrência (AdC) e pelos tribunais civis, sob a perspetiva dos artigos relevantes do TFUE. A jurisprudência tem vindo a consolidar regras sobre responsabilidade civil por violações da concorrência a nível nacional e europeu.

“A cooperação entre autoridades nacionais e a União Europeia fortalece a eficácia da luta contra cartéis e abusos de posição dominante.”

Fonte: European Commission - Competition

“As ações privadas por danos ajudam a assegurar reparação aos prejudicados por violação das regras de concorrência.”

Fonte: OECD - Competition

2. Por que pode precisar de um advogado

  • Cartéis ou práticas restritivas que prejudicam a sua atividade - Se suspeitar que fornecedores ou concorrentes formaram um cartel que elevou custos, um consultor jurídico pode orientar sobre eventual indemnização e como obter provas. Este cenário é comum em cadeias de abastecimento e setores industriais em Portugal.
  • Indemnização por danos decorrentes de violação de concorrência - Empresas que sofreram perdas de lucros ou maiores custos operacionais podem explorar ações de indemnização com apoio de peritos económicos. O objetivo é quantificar danos e responsabilidade.
  • Acompanhar uma fusão ou aquisição que possa reduzir a concorrência - Em Portugal, fusões com potencial de impactar mercados relevantes requerem avaliação regulatória. Advogados ajudam a apresentar preocupações e a negociar remédios necessários.
  • Defesa em processos iniciados pela AdC ou por reclamações administrativas - Caso a AdC emita decisões ou medidas coercitivas, é essencial ter representação para contestar ou negociar condições de sanção.
  • Ações estratégicas de acesso a evidência e perícia técnica - Litígios de concorrência costumam exigir provas complexas e pareceres económicos; um jurista pode coordenar peritos e a análise de dados.
  • Definição de custos e próximos passos em litígios complexos - Advogados ajudam a estruturar honorários, prazos processuais e expectativas de resultado, evitando surpresas financeiras.

3. Visão geral das leis locais

  • Lei da Concorrência (Lei n.º 19/2012, de 8 de Maio) - estrutura o regime nacional de concorrência com regras sobre práticas restritivas, abusos de posição dominante e controles de fusões. Esta lei foi criada para consolidar a aplicação nacional de princípios comunitários e foi sujeita a alterações para refletir evoluções da jurisprudência europeia. Consulte o texto atualizado no Diário da República para verificar alterações recentes.
  • Decreto-Lei n.º 265/86, de 30 de Setembro - estabelece o regime preliminar e as bases para repressão de infrações à concorrência, incluindo cartéis e práticas anticoncorrenciais. Permite ações administrativas coordenadas com autoridades judiciais.
  • Artigos 101 e 102 do TFUE - regula a proibição de acordos restritivos e do abuso de posição dominante no âmbito europeu. Em Portugal, estes artigos guiam a aplicação nacional através da Lei da Concorrência e da jurisprudência do Tribunal de Justiça da União Europeia.

Alterações recentes podem incluir a transposição de diretivas europeias sobre danos por violação de concorrência para o direito interno português, visando facilitar ações privadas de indemnização. Para confirmação de datas específicas de entrada em vigor, consulte o Diário da República e relatórios oficiais da AdC.

“A aplicação eficaz do direito da concorrência depende da harmonização entre normas nacionais e a jurisprudência comunitária.”

Fonte: European Commission - Competition

“A cooperação internacional entre autoridades de concorrência reforça a deteção, prevenção e reparação de infrações.”

Fonte: OECD - Competition

4. Perguntas frequentes

O que é litígio antitruste em Portugal?

O litígio antitruste envolve ações para cessar condutas proibidas e, se aplicável, indemnizar danos. Pode incluir ações administrativas e ações privadas em tribunais civis. O objetivo é proteger a concorrência e compensar prejuízos causados por infrações.

Como iniciar uma ação de danos por concorrência em Portugal?

Reúna documentação de perdas, contratos, faturas e comunicações relevantes. Consulte um advogado especializado para avaliar a viabilidade da indemnização e preparar a missão de ação. A ação é enviada ao tribunal competente e pode envolver peritos económicos.

Quando o prazo de prescrição para ações de concorrência começa?

Normalmente o prazo começa a contar desde o momento em que o dano é descoberto ou poderia ter sido descoberto. Em casos complexos, o prazo pode ser discutido com o seu advogado para evitar a extinção do direito de ação. A contagem exata depende da natureza do dano e da jurisdição.

Onde posso apresentar uma reclamação de violação de concorrência?

A reclamação pode ser apresentada em tribunal civil competente ou, em alguns casos, via autoridade administrativa com possibilidade de encaminhamento ao judiciário. Um consultor jurídico pode indicar o caminho mais eficiente de acordo com o caso. Em Portugal, a AdC supervisiona a aplicação administrativa dos mecanismos de concorrência.

Por que devo contratar um advogado especialista em concorrência?

Porque a matéria envolve provas técnicas, dados econômicos e jurisprudência europeia. Um especialista facilita a identificação de provas, gestão de custos e negociação de remédios eficazes. Além disso, reduz o risco de nulidades processuais ou prazos perdidos.

Pode a AdC tomar medidas cautelares durante a investigação?

Sim, em determinadas situações a AdC pode requerer medidas cautelares para evitar danos adicionais. Estas medidas visam preservar a concorrência e as evidências relevantes. Um advogado pode orientar sobre a melhor forma de pedir ou contestar tais medidas.

Devo considerar custos e honorários desde o início?

Sim, obtenha uma estimativa de honorários fixos ou por hora e um plano de gestão de custos. Discuta cenários de custos adicionais com o seu jurista e peça relatórios periódicos de despesas. Custos podem incluir peritos económicos e despesas processuais.

Como funcionam os custos de uma ação de danos por concorrência?

Os custos variam conforme complexidade, duração e necessidade de peritos. Normalmente incluem honorários do advogado, custos de peritagens econômicas e taxas judiciais. O seu advogado pode propor opções de custos, como resultados sucesso ou honorários condicionados.

Qual a diferença entre ação de indemnização e ação de cessação?

A indemnização foca-se em reparar danos já ocorridos e exigir compensação financeira. A ação de cessação visa interromper a prática já existente. Em alguns casos, pode ser necessária uma combinação de ambos para proteger o seu negócio.

Posso exigir indemnização mesmo que a infração tenha ocorrido no mercado comum da UE?

Sim, ações privadas podem visar danos por infrações que afetem o seu negócio no território nacional ou europeu. Em Portugal, a aplicação de normas da UE é coordenada com a Lei da Concorrência. Consulte um jurista para a melhor estratégia.

A litigância por concorrência se aplica a pequenas empresas?

Sim, pequenas empresas podem recorrer a ações de indemnização e a mecanismos de proteção da concorrência. A complexidade técnica pode exigir apoio especializado de peritos. Um advogado com experiência em concorrência pode adaptar o caso ao seu orçamento.

Como se compara o litígio de concorrência nacional com ações baseadas em TFUE?

O litígio nacional aplica regras de concorrência específicas, enquanto as ações baseadas no TFUE recorrem a princípios europeus. Em Portugal, ambas as vias complementam-se com base na legislação local e no direito comunitário. Um advogado pode guiar a escolha mais eficaz.

O que esperar do cronograma típico de um caso de concorrência?

Um processo pode demorar entre 12 e 36 meses, dependendo da complexidade e da disponibilidade de peritos. O cronograma inclui fases de preparação de prova, defesa, audiência e decisão final. A monitorização de prazos é crítica para evitar arquivamentos por decurso.

5. Recursos adicionais

  • OECD - Competition - informações de políticas de concorrência, relatórios e orientações internacionais. https://www.oecd.org/competition
  • ICN - International Competition Network - rede internacional de autoridades de concorrência e boas práticas processuais. https://www.icn.org
  • European Commission - Competition - orientação sobre regras da UE aplicáveis em Portugal, decisões e remédios. https://ec.europa.eu/competition

6. Próximos passos

  1. Defina o objetivo da ação - Determine se pretende indemnização, cessação da prática ou ambas. (2-5 dias úteis)
  2. Reúna documentos-chave - Contratos, faturas, comunicações, e-mails, atas de reuniões, decisões da AdC. (1-2 semanas)
  3. Faça triagem de advogados especializados - Procure juristas com historial em concorrência, viu casos semelhantes e disponibilidade. (1-3 semanas)
  4. Solicite consultas iniciais - Marque encontros para discutir viabilidade, custo e estratégia. (1-2 semanas)
  5. Solicite propostas de honorários - Compare opções de honorários fixos, por tempo ou contingentes. (1 semana)
  6. Escolha o advogado e defina o plano - Concorde com o plano de ações, prazos e marcos processuais. (1-2 semanas)
  7. Inicie o processo formal - Recolha provas, protocole a ação e organize perícias técnicas. (variável, 2-6 semanas até apoio inicial)

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