Melhores Advogados de Direito Colaborativo em São Paulo

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Guia Gratuito para Contratar um Advogado de Família

Alessandra Prado Advocacia
São Paulo, Brasil

Fundado em 2017
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Alessandra Prado Advocacia é um escritório de advocacia de destaque sediado em Brasília, Brasil, que oferece serviços jurídicos abrangentes em diversas áreas de atuação. O escritório é especializado em direito civil, justiça criminal, direito do idoso, direito de família, relações...

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ROSSI ADVOCACIA - Escritório de Advocacia em São Paulo é um renomado escritório reconhecido por seus serviços jurídicos abrangentes em diversas áreas de atuação. Os advogados experientes do escritório oferecem representação especializada em questões de direito de família, incluindo...

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Rodrigues Pereira Advogados Associados, estabelecido em São Paulo em 2017 pelo advogado Marcos Rodrigues Pereira, conquistou reconhecimento por sua expertise especializada em direito penal, militar, trabalhista, societário e imobiliário. O escritório é particularmente destacado pela defesa...
P&B Advogados Associados
São Paulo, Brasil

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P&B Advogados Associados é um escritório de advocacia com sede em São Paulo coordenado pela Dra. Patrícia Braga, Vice-Presidente da comissão da OAB Tatuapé. Sob sua liderança, o escritório conta com mais de dez anos de experiência profissional e uma pós-graduação internacional pela...
São Paulo, Brasil

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Rafa Contabilidade e Advocacia é um escritório brasileiro distinto que oferece um conjunto abrangente de serviços nas áreas contábil e jurídica. Sua expertise abrange direito civil, processos de divórcio, consultoria em recursos humanos, elaboração de declarações fiscais e serviços...
Caique Silva Advogado
São Paulo, Brasil

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Caique Silva Advogado é um escritório de advocacia de destaque com sede em São Paulo, Brasil, oferecendo serviços jurídicos abrangentes em diversas áreas de atuação. O escritório é especializado em direito de família, tratando de questões como pedidos de pensão alimentícia, divórcios...

Fundado em 2018
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Cabral & Valentim Advocacia e Consultoria destaca-se por sua expertise abrangente nas principais áreas do direito, incluindo direito civil, direito de família, relações trabalhistas e direito médico. O escritório oferece serviços jurídicos de alto nível, com uma equipe que inclui advogados...
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1. Sobre o direito de Direito Colaborativo em São Paulo, Brasil

O Direito Colaborativo é um método de resolução de conflitos que privilegia a cooperação entre as partes com a participação de advogados especializados e, quando necessário, profissionais multidisciplinares como consultores financeiros e psicólogos. Em São Paulo, essa prática tem sido cada vez mais adotada em casos de família, como divórcio, guarda de filhos e partilha de bens, bem como em disputas societárias entre empresas familiares. A confidencialidade e o compromisso das partes não litigar caso o acordo falhe são pilares fundamentais deste approach.

Os profissionais atuam em equipes com regras claras de conduta e ética, buscando soluções que reduzam desgaste emocional e créditos de imagem entre as partes. Em SP, advogados credenciados em Direito Colaborativo costumam trabalhar com mecanismos de planejamento financeiro e de guarda que preservem vínculos familiares.

“A mediação colaborativa busca soluções duradouras por meio de acordo extrajudicial, com foco na preservação de relações.”
Fonte: Planalto.gov.br - Lei de Mediação, Lei 13.140/2015

2. Por que pode precisar de um advogado

  • Divórcio com guarda compartilhada de crianças - uma casal em São Paulo busca manter rotina estável para os filhos e minimizar conflitos; um jurista colaborativo coordena as negociações com apoio de psicólogo escolar e consultor financeiro para acordos de pensão e educação.
  • Disputa de partilha de bens de uma empresa familiar - sócios resolvem divisão de participações e avaliação de ativos sem abrir mão da continuidade da empresa; o consultor jurídico ajuda a estruturar o acordo societário.
  • Pensão alimentícia e custos educacionais - as partes desejam regras claras de contribuição, sem litígio prolongado, com documentação financeira transparente oferecida por um time multidisciplinar.
  • Conflito entre ex-cônjuges com imóveis adquiridos na planta - a negociação envolve avaliação de imóveis, financiamentos e regras de uso, com assistência de especialista em patrimônio.
  • Controvérsias de regimes de bens em casamento com empresas - o acordo colaborativo embasa a proteção de ativos empresariais e a reorganização societária necessária.
  • Acordos de convivência para uniões estáveis - clientes buscam soluções rápidas sobre moradia, contribuições e direitos de filhos sem litígio judicial.

3. Visão geral das leis locais

  • Lei nº 13.140/2015 - Lei de Mediação - regula a mediação civil, extrajudicial e institucional, com foco em confidencialidade e dever de cooperação entre as partes.Entrada em vigor: 26 de junho de 2015. Fonte: Planalto
  • Lei nº 13.105/2015 - Código de Processo Civil (CPC) - prevê a realização de audiência de conciliação ou mediação antes da instrução do processo e incentiva soluções consensuais. Entrada em vigor: 18 de março de 2016 (com efeitos a partir de datas de vigência previstas na norma). Fonte: Planalto
  • Lei de Arbitragem - Lei nº 9.307/1999 - estabelece os fundamentos para a arbitragem como meio de resolução de conflitos privados, usado por alguns casos de colaboração que não se resolvem por acordo. Entrada em vigor: 23 de setembro de 1999. Fonte: Planalto

Notas sobre tendências: o uso de métodos de solução de conflitos tem sido estimulado pelo Judiciário brasileiro, com diretrizes para ampliar a mediação e a conciliação no âmbito do TJSP e em órgãos federais. A prática do Direito Colaborativo cresce como alternativa ao litígio, especialmente em famílias com instituições empresariais e estruturas de ativos complexos. Para informações oficiais, consulte as leis citadas acima no Planalto e as diretrizes nacionais de mediação difundidas por órgãos jurídicos reconhecidos.

4. Perguntas frequentes

O que é Direito Colaborativo e como funciona no Brasil?

É um método de resolução de conflitos em que as partes trabalham com advogados e um time multidisciplinar para chegar a um acordo fora do litígio. O processo é voluntário, confidencial e orientado pela cooperação, sem recorrer imediatamente ao Judiciário. O objetivo é preservar vínculos e evitar custos elevados de processos longos.

Como funciona a etapa inicial de uma negociação colaborativa em SP?

Na primeira reunião, as partes definem metas, confidencialidade e regras de conduta. Em seguida, o time multidisciplinar elabora propostas de acordo em várias áreas, como guarda, finanças e bens. As propostas são refinadas em sessões subsequentes até chegar a um acordo conjunto.

Quando devo optar pelo Direito Colaborativo em vez de litígio?

Opte pelo colaborativo quando houver interesse em manter relacionamento entre as partes, especialmente com filhos ou negócios familiares. Caso haja necessidade de confidencialidade total ou preservação de ativos empresariais, o colaborativo costuma ser mais eficiente. Em SP, advogados especializados ajudam a avaliar a melhor opção para cada caso.

Onde é feito o acordo de confidencialidade na prática?

O acordo de confidencialidade é incluído no protocolo inicial do processo colaborativo. Todas as sessões são conduzidas sob esse compromisso. O reflorestamento de informações permanece restrito às partes envolvidas, com salvaguardas legais específicas.

Por que é necessário um time multidisciplinar no Direito Colaborativo?

Advogados, consultores financeiros e psicólogos ajudam a mapear impactos emocionais e financeiros da negociação. Esse grupo facilita soluções que funcionem na prática, não apenas na teoria. Em SP, esse time está presente nos casos com maior complexidade patrimonial ou emocional.

Pode exigir que o acordo seja homologado judicialmente?

Em muitos casos, o acordo é homologado pelo Poder Judiciário para ter força executável. A homologação confere segurança jurídica adicional e facilita o cumprimento. Em SP, a viabilidade jurídica da homologação depende do conteúdo do acordo e da conformidade com a lei.

Quanto custa, em média, um processo de Direito Colaborativo em SP?

Os custos variam com a complexidade e o número de profissionais no time. Em geral, há honorários dos advogados, honorários do consultor financeiro e, às vezes, despesas administrativas. Um orçamento detalhado deve ser apresentado antes da contratação.

Como encontrar advogados credenciados em Direito Colaborativo em São Paulo?

Procure profissionais com formação específica em Direito Colaborativo e participação em redes profissionais. Verifique credenciamentos da OAB SP e avaliações de casos anteriores. Peça propostas com detalhamento de etapas, custos e prazos.

Qual é a diferença entre Direito Colaborativo e mediação tradicional?

Na mediação tradicional, um mediador ajuda as partes a negociar o acordo sem advogados presentes. No Direito Colaborativo, cada parte é representada por um advogado que orienta a negociação, mantendo o processo confidencial e estruturado. O colaborativo costuma envolver um time multidisciplinar.

Pode o casal manter o processo de forma confidencial no Brasil?

Sim, a confidencialidade é um pilar do Direito Colaborativo. As informações compartilhadas no âmbito do acordo não devem ser usadas de forma externa, a menos que haja consentimento expresso. A confidencialidade é reforçada por contratos específicos entre as partes.

O que faço se a outra parte não concordar com o acordo colaborativo?

Se a outra parte não cumprir o acordo, é possível buscar vias judiciais, inclusive com a possibilidade de interromper o processo colaborativo. O advogado pode orientar sobre os próximos passos legais e sobre a proteção de direitos essenciais.

Preciso de um consultor financeiro ou assistente técnico no meu caso?

Não é obrigatório, mas é comum em casos envolvendo bens, empresas ou pensões. O consultor financeiro ajuda a estruturar propostas realistas de partilha e de fluxo de caixa futuro. Em São Paulo, é comum incluir esse profissional no time para maior segurança jurídica.

5. Recursos adicionais

  • OAB SP - Ordem dos Advogados do Brasil, Seção de São Paulo - organização profissional que oferece orientação, cursos e diretrizes sobre Direito Colaborativo e ética profissional. Site oficial
  • IBDFAM - Instituto Brasileiro de Direito de Família - instituição jurídica que atua na promoção de estudos sobre direito de família, incluindo práticas colaborativas e resoluções consensuais. Site oficial
  • IACP - International Academy of Collaborative Professionals - rede internacional de profissionais que praticam o Direito Colaborativo, com recursos, treinamento e diretório de membros. Site oficial

6. Próximos passos

  1. Defina o objetivo principal da solução colaborativa (divórcio, guarda, partilha etc.) e o nível de confidencialidade desejado. prazo: 1-2 dias.
  2. Pesquise advogados com formação em Direito Colaborativo em SP e peça indicações a colegas ou à OAB SP. prazo: 1-2 semanas.
  3. Solicite 3 propostas formais com: equipe envolvida, etapas, tempo estimado e orçamento total. prazo: 1 semana após contatos.
  4. Converse com os candidatos em reuniões preliminares para entender a abordagem de cada um e o encaixe com o seu caso. prazo: 1-2 semanas.
  5. Escolha o time, assine o protocolo de confidencialidade e o contrato de honorários. prazo: 1-2 semanas.
  6. Inicie as sessões colaborativas com a participação de advogados, consultor financeiro e, se necessário, psicólogo. prazo: 2-6 semanas para a primeira rodada de propostas.
  7. Documente acordos preliminares e avalie a necessidade de homologação judicial. prazo: 1-3 meses conforme complexidade.

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