Melhores Advogados de Incapacidade em Funchal

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Fundado em 2009
10 pessoas na equipa
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À frente do escritório está Marlene S. Fernandes, Advogada, licenciada em Direito a 11 de junho de 2005, pela Faculdade de Direito da Universidade de Coimbra, atualmente inscrita na Ordem dos Advogados Portugueses. À frente do escritório está Marlene S. Fernandes, Advogada, licenciada em...
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1. Sobre o direito de Incapacidade em Funchal, Portugal

Em Portugal, a incapacidade jurídica diz respeito à falta de capacidade para praticar, sozinho, atos jurídicos relevantes. Em Funchal, os casos de incapacidade costumam envolver tutela, curatela ou interdição, decididas pelo Tribunal Judicial da Madeira. O objetivo é proteger a pessoa incapaz e assegurar que os seus bens sejam geridos com responsabilidade.

Quando há dúvidas sobre a capacidade de uma pessoa, é comum recorrer a avaliação médica independente, a fins de decidir se é necessária uma medida de proteção. A atuação de um jurista especializado ajuda a entender o processo, reunir documentos e apresentar pedidos formais ao tribunal. O resultado pode incluir a nomeação de um curador, tutor ou a interdição total ou parcial, conforme o caso.

2. Por que pode precisar de um advogado

  • Abertura de um processo de interdição ou curatela para familiares que não conseguem gerir bens ou tomar decisões em nome de alguém próximo. Um consultor jurídico facilita a parte técnica e o acompanhamento processual.
  • Defesa de interesses em disputas de bens ou heranças de uma pessoa com incapacidade, incluindo contestações ou acordos extrajudiciais que envolvam bens móveis ou imóveis.
  • Apoio na obtenção de apoios sociais, pensões de invalidez ou benefícios da Segurança Social para pessoas reconhecidamente incapazes, com preparação de documentação necessária.
  • Representação em audiência de julgamento, incluindo perguntas a peritos médicos, apresentação de provas e defesa de direitos da pessoa sob proteção.
  • Assistência na gestão de contratos de habitação, prestação de contas e registos de imóveis para evitar irregularidades administrativas que afetem a pessoa protegida.
  • Orientação sobre prazos processuais e custos, incluindo eventuais taxas judiciais, honorários de advogados e custos de perícias médicas.

3. Visão geral das leis locais

Código Civil Português - regula o regime de incapacidade, incluindo interdição, curatela e tutela. Em termos práticos, define quem pode agir em nome de uma pessoa incapaz e sob que condições. Este código continua a ser a base legal principal para decisões sobre proteção de pessoas em situação de incapacidade na Madeira.

Lei de Promoção da Autonomia das Pessoas com Deficiência - estabelece princípios para facilitar a participação plena na vida social e económica, com implicações para medidas de proteção que mantenham a autonomia sempre que possível. O alterações e atualizações são publicadas no Diário da República.

Regime de proteção de pessoas com incapacidade na Região Autónoma da Madeira - prevê disposições regionais aplicáveis a decisões tomadas no arquipélago da Madeira, incluindo ajustes administrativos que podem facilitar a tramitação em Funchal. Consulte os textos regionais para saber se existem particularidades locais.

“A interdição tem por objetivo proteger a pessoa incapaz e os seus bens, assegurando que os atos relevantes são conduzidos com supervisão adequada.”
“A curatela envolve a proteção de alguém que necessita de assistência para a prática de atos civis cotidianos, sem retirar por completo a autonomia pessoa.”

Fontes recomendadas: DGSi - Direção-Geral da Justiça, Diário da República e Portal do Cidadão para normas legais aplicáveis

4. Perguntas frequentes

O que é interdição e quais pessoas podem requerê-la?

A interdição é uma medida de proteção judicial para quem não consegue gerir a sua vida ou bens de forma autónoma. Normalmente, um familiar, representante legal ou o Ministério Público pode requerê-la junto do Tribunal da Madeira. O tribunal analisa relatórios médicos e ouve partes interessadas antes de decidir.

Como iniciar um processo de Interdição em Funchal?

Para iniciar, deve apresentar uma petição no tribunal competente acompanhado de relatórios médicos e documentos de identificação. Um advogado pode orientar na preparação de provas, certidões e notificação de familiares. O processo envolve diligências, perícias e uma audiência.

Quando pode ser pedido um regime de curatela?

A curatela pode ser pedida quando a pessoa precisa de assistência na prática de atos civis, mas não está completamente incapacitada. O objetivo é manter o máximo de autonomia possível, com supervisão de um curador. O processo é similar ao da interdição, com foco numa proteção menos restritiva.

Onde são tratadas as ações de incapacidade em Madeira?

As ações são tratadas no Tribunal Judicial da Madeira, que abrange a comarca de Funchal. O tribunal pode solicitar avaliações médicas, perícias e audiência de partes para fundamentar a decisão final. O acompanhamento por um consultor jurídico facilita a tramitação local.

Por que pode exigir assistência de advogado no processo?

Um advogado ajuda a reunir a documentação correta, prepara a petição, identifica testemunhas e gerencia prazos. A proteção de direitos da pessoa incapaz depende de uma argumentação jurídica sólida e de provas médicas adequadas. Sem apoio, podem ocorrer atrasos ou decisões desfavoráveis.

Pode haver custos adicionais no pedido de incapacidade?

Sim, além das taxas judiciais, podem existir custos com perícias médicas, honorários de advogados e despesas administrativas. Em alguns casos, existem apoios sociais que ajudam a cobrir parte desses custos. Um advogado pode orientar sobre possibilidades de comparticipação.

Devo apresentar provas médicas para o pedido?

Sim, relatos clínicos, laudos de médicos especialistas e relatórios de psicologia costumam ser determinantes. Esses documentos ajudam o tribunal a compreender a gravidade da incapacidade e a necessidade de proteção. O seu advogado pode indicar quais peritáveis são mais pertinentes.

Quanto tempo costuma levar um caso de incapacidade?

O tempo varia conforme a complexidade, a disponibilidade de perícias e a carga do tribunal. Em geral, os processos podem prolongar-se por vários meses. Um consultor jurídico ajuda a gerir expectativas e a acompanhar cada fase.

Qual é a diferença entre interdição, curatela e tutela?

A interdição limita drasticamente a capacidade de agir sem proteção adicional. A curatela protege com supervisão, mantendo parte da autonomia. A tutela é uma forma de representação para menores ou pessoas incapazes, com responsabilidades delegadas.

Preciso de um advogado para iniciar este processo?

Não é obrigatório, mas é altamente recomendado. Um jurista especializado facilita a identificação de documentos, a articulação com o tribunal e a defesa dos direitos da pessoa protegida. Sem apoio, o processo pode ser mais lento e burocrático.

Qual a diferença de custos entre interdição e curatela?

Geralmente o custo está relacionado com as taxas judiciais, honorários de advogados e perícias. Como regra, a interdição pode implicar encargos maiores se envolver avaliação clínica extensa. Um advogado pode gerir alternativas mais económicas quando possível.

5. Recursos adicionais

  • Direção-Geral da Justiça (DGSi) - órgão responsável pela gestão de processos judiciais, incluindo interdição e tutela. https://www.dgsi.mj.gov.pt
  • Diário da República (DRE) - publicação oficial de leis, regulamentos e alterações relevantes. https://dre.pt
  • Portal do Cidadão - informações práticas sobre incapacidade, proteção de pessoas e serviços públicos. https://www.portaldocidadao.gov.pt

6. Próximos passos

  1. Faça uma avaliação médica inicial para entender se há necessidade de proteção legal e quais são os fundamentos clínicos. Reserve 1 a 2 semanas para obter relatórios.
  2. Junte documentos pessoais do potencial protegido, documentos de identificação, comprovativos de residência e qualquer relatório médico existente. Reserve 1 a 2 semanas para compilar tudo.
  3. Consulte 2 a 3 advogados especializados em incapacidade na Madeira para avaliações iniciais. Marque consultas de 30 a 60 minutos cada uma.
  4. Escolha o consultor jurídico que melhor compreenda o seu caso, assinando um contrato claro com honorários, prazos e responsabilidades. Realize isto dentro de 1 a 2 semanas após as consultas.
  5. Prepare a petição inicial de interdição ou curatela com o apoio do advogado, juntando laudos, certidões e relatórios médicos. Submeta ao Tribunal da Madeira conforme orientação do seu jurista.
  6. Acompanhe os prazos processuais e mantenha o advogado informado sobre alterações no estado de saúde ou na situação familiar. Este acompanhamento pode durar vários meses, dependendo do caso.
  7. Verifique durante o processo a possibilidade de medidas provisórias ou de proteção menos restritivas, quando adequado, para preservar autonomia da pessoa protegida.

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