Melhores Advogados de Medicamentos e Dispositivos Médicos em São Paulo

Partilhe as suas necessidades connosco, será contactado por escritórios de advocacia.

Grátis. Demora 2 min.

P&B Advogados Associados
São Paulo, Brasil

English
P&B Advogados Associados é um escritório de advocacia com sede em São Paulo coordenado pela Dra. Patrícia Braga, Vice-Presidente da comissão da OAB Tatuapé. Sob sua liderança, o escritório conta com mais de dez anos de experiência profissional e uma pós-graduação internacional pela...
VISTO EM

1. Sobre o direito de Medicamentos e Dispositivos Médicos em São Paulo, Brasil

O direito de Medicamentos e Dispositivos Médicos no Brasil é regulado principalmente em nível federal, com a ANVISA atuando como autoridade reguladora. Em São Paulo, há complementos de fiscalização e atuação de órgãos estaduais e municipais que impactam hospitais, laboratórios, distribuidores e consumidores. Este conjunto de regras abrange registro, fabricação, importação, publicidade, distribuição, uso e recalls de produtos médicos e farmacêuticos.

Para moradores de São Paulo, entender essas regras ajuda a planejar compras, importações, recalls e ações de responsabilidade civil. O conhecimento sobre como funcionam os processos regulatórios facilita a cobrança de direitos e a defesa em disputas com fornecedores ou planos de saúde. Este guia oferece caminhos práticos para quem busca orientação jurídica especializada na área.

2. Por que pode precisar de um advogado

  • Importação de medicamentos ou dispositivos médicos - uma empresa com sede em São Paulo precisa lidar com exigências da ANVISA para registro, certificação de importação e desembaraço aduaneiro; falhas podem atrasar entregas a hospitais locais.
  • Avaliação de recalls ou notificações de segurança - quando a ANVISA emite alerta sobre um dispositivo médico usado em hospitais de SP, é essencial agir rapidamente para proteger pacientes e cumprir obrigações legais.
  • Disputas com operadoras de planos de saúde - pacientes ou instituições podem contestar negativas de cobertura para medicamentos ou dispositivos de uso hospitalar em SP, exigindo orientação processual e administrativa.
  • Litígios por danos ou responsabilização civil - casos envolvendo falhas de dispositivos médicos ou reações a medicamentos costumam exigir perícias técnicas e embasamento regulatório específico.
  • Conformidade regulatória e auditorias - empresas precisam de suporte para adequar rotinas de fabricação, distribuição e rotulagem às normas da ANVISA e do CDC.
  • Procedimentos administrativos com vigilância sanitária - inspeções, autos de infração e exigências de regularização em estabelecimentos de saúde de SP exigem defesa técnica especializada.

3. Visão geral das leis locais

Lei nº 6.360, de 23 de setembro de 1976 - regula o controle sanitário de medicamentos, saneantes, cosméticos e outros produtos, estabelecendo bases para registro, importação, fabricação e fiscalização. A lei permanece em vigor com inúmeras alterações ao longo dos anos e serve de alicerce para normas seguintes da ANVISA.

Lei nº 9.782, de 26 de janeiro de 1999 - dispõe sobre o regime jurídico, organização e funcionamento da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (ANVISA). A lei define competências regulatórias, atribuições de registro e supervisão de produtos autorizados para venda no Brasil.

Código de Defesa do Consumidor (Lei nº 8.078, de 11 de setembro de 1990) - garante direitos básicos do consumidor em relação a produtos de saúde, incluindo medicamentos e dispositivos médicos. Em São Paulo, o CDC se aplica a relações entre pacientes, fornecedores e planos de saúde, com possibilidade de ações judiciais e administrativas.

“A ANVISA regula medicamentos, dispositivos médicos, saneantes e demais produtos sob vigilância sanitária no Brasil.”

Fonte: ANVISA

“O CDC assegura direitos básicos aos consumidores, incluindo reclamações contra fabricantes e prestadores de serviços de saúde.”

Fonte: Planalto

“A vigilância sanitária estadual atua na fiscalização de serviços de saúde no Estado de São Paulo.”

Fonte: SES-SP

4. Perguntas frequentes

O que é necessário para registrar um dispositivo médico no Brasil?

O registro exige documentação técnica, dados de segurança, eficácia e qualidade. A ANVISA analisa classificações do dispositivo e requisitos de conformidade antes da comercialização. A conformidade com normas de qualidade e rotulagem é essencial para aprovação final.

Como funciona o processo de importação de medicamentos para uso humano?

O processo envolve autorização de importação, registro ou concentração de fabricante, inspeção de qualidade e despacho aduaneiro. A ANVISA e a Receita Federal coordinam etapas que exigem documentação técnica robusta e faturas comerciais completas.

Quando a ANVISA pode negar registro de um medicamento?

A negativa ocorre quando não há evidência suficiente de qualidade, segurança ou eficácia. Falhas na documentação, dados inconsistentes ou riscos não comprovados costumam levar a recusa. Em SP, a negativa pode exigir defesa técnica para reavaliação.

Onde encontrar orientações oficiais sobre recalls de dispositivos médicos no SP?

As orientações oficiais aparecem nos comunicados da ANVISA e em alertas estaduais. Consulte também o portal da SES-SP para ações de recall em serviços de saúde no estado.

Por que o Código de Defesa do Consumidor é aplicável a planos de saúde?

O CDC protege o consumidor e facilita ações por negativas injustificadas de cobertura e falhas na prestação de serviços de saúde. Planos de saúde devem cumprir obrigações contratuais, com possibilidade de indenização por danos.

Pode um consumidor acionar a via judicial por danos causados por um dispositivo médico?

Sim. Questões de responsabilização costumam envolver responsabilidade objetiva do fabricante e falhas na cadeia de distribuição. A via judicial costuma exigir perícia técnica e provas de nexo causal.

Deve o fabricante manter Boas Práticas de Fabricação para medicamentos?

Sim. Boas Práticas de Fabricação são requisitos regulatórios obrigatórios para garantir qualidade e segurança. A falta de BPF pode levar a sanções administrativas e ações judiciais.

Pode um hospital de São Paulo contestar uma exigência de inspeção sanitária?

Pode, desde que demonstre cumprimento das normas e adote defesa técnica embasada. As inspeções são regidas por regulamentos da ANVISA e controles estaduais. Ressalve que propostas de regularização devem ser rápidas.

Como funciona a indenização por danos causados por falha de dispositivo médico?

A indenização ocorre quando há falha comprovada e nexo causal com dano à pessoa. O processo costuma exigir perícia técnica, avaliação de responsabilidade do fabricante e danos materiais e morais.

Qual a diferença entre registro de dispositivos médicos e autorização de funcionamento de distribuidores?

Registro de dispositivos médicos é para o produto em si; autorização de funcionamento regula a atuação de distribuidoras e fabricantes. Cada etapa envolve documentos diferentes e supervisão distinta pela ANVISA.

Como compliant com regulações locais pode reduzir risco de recalls?

Manter registros atualizados, controles de qualidade e auditorias internas ajudam a evitar falhas. Além disso, monitorar atualizações da ANVISA reduz exposições a recalls por obsolescência regulatória.

O que esperar durante uma ação de fiscalização de ANVISA em SP?

A fiscalização pode envolver verificação de documentação, inspeção de instalações e entrevistas com funcionários. Prepare-se com relatórios de qualidade, registros de produção e prontuários de conformidade.

5. Recursos adicionais

  • ANVISA - Agência Nacional de Vigilância Sanitária. Função: regular, registrar e fiscalizar medicamentos, dispositivos médicos e saneantes. https://www.gov.br/anvisa/pt-br
  • Procon SP - órgão de defesa do consumidor do Estado de São Paulo. Função: orientar e mediar reclamações sobre produtos de saúde, planos de saúde e serviços. https://www.procon.sp.gov.br
  • Secretaria de Estado da Saúde de São Paulo (SES-SP) - fiscalização, vigilância sanitária estadual e ações de saúde pública no estado. https://www.saude.sp.gov.br

6. Próximos passos

  1. Defina seu objetivo jurídico com clareza, registrando fatos, documentos e prazos relevantes. Reserve 1 a 2 dias para mapear a situação.
  2. Faça uma lista de advogados ou consultores jurídicos especializados em ANVISA, saúde e farmacovigilância. Priorize quem tenha atuação em SP e casos semelhantes.
  3. Verifique credenciais na OAB SP e peça referências de clientes. Reserve 1 semana para reunir informações de contato e reputação.
  4. Solicite uma consulta inicial para discutir o caso, custos e estratégias. Planeje 1-2 semanas para agendar e obter propostas.
  5. Peça propostas detalhadas de honorários, cronograma de despesas e estimativas de tempo. Compare opções em 1 semana após a consulta inicial.
  6. Reúna documentos relevantes: registros de dispositivos, laudos médicos, comunicações com a ANVISA e notas fiscais. Organize em pastas digitais para envio rápido.
  7. Assine o contrato com o consultor escolhido e estabeleça um canal de comunicação regular. Estime início de atuação em 1 a 3 semanas após a decisão.

A Lawzana ajuda-o a encontrar os melhores advogados e escritórios em São Paulo através de uma lista selecionada e pré-verificada de profissionais jurídicos qualificados. A nossa plataforma oferece rankings e perfis detalhados de advogados e escritórios, permitindo comparar por áreas de prática, incluindo Medicamentos e Dispositivos Médicos, experiência e feedback de clientes.

Cada perfil inclui uma descrição das áreas de prática do escritório, avaliações de clientes, membros da equipa e sócios, ano de fundação, idiomas falados, localizações, informações de contacto, presença nas redes sociais e artigos ou recursos publicados. A maioria dos escritórios na nossa plataforma fala português e tem experiência em questões jurídicas locais e internacionais.

Obtenha um orçamento dos melhores escritórios em São Paulo, Brasil — de forma rápida, segura e sem complicações desnecessárias.

Aviso Legal:

As informações fornecidas nesta página são apenas para fins informativos gerais e não constituem aconselhamento jurídico. Embora nos esforcemos para garantir a precisão e relevância do conteúdo, as informações jurídicas podem mudar ao longo do tempo, e as interpretações da lei podem variar. Deve sempre consultar um profissional jurídico qualificado para aconselhamento específico à sua situação.

Renunciamos a qualquer responsabilidade por ações tomadas ou não tomadas com base no conteúdo desta página. Se acredita que alguma informação está incorreta ou desatualizada, por favor contact us, e iremos rever e atualizar conforme apropriado.