Melhores Advogados de Extradição em São Paulo

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Marcello Benevides Legal Advice
São Paulo, Brasil

Fundado em 2005
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Quem é Marcello Benevides?Especialista em holding familiar e proteção patrimonial.Marcello Benevides é o CEO da empresa, advogado especializado em holdings familiares e proteção patrimonial, com mais de 17 anos de experiência. Sua carreira no Direito tem sido guiada pelo desejo de proteger o...
Demarest Lawyers
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Blanco Advocacia
São Paulo, Brasil

Fundado em 2012
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Enderson Blanco é advogado criminalista especializado em direito penal econômico com quase três décadas de experiência. Graduado pela Universidade de Guarulhos (UNG). Pós-graduado em direito processual penal pelo Centro Universitário das Faculdades Metropolitanas Unidas (FMU), em Direito...
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1. Sobre o direito de Extradição em São Paulo, Brasil

Em São Paulo, a extradição é tratada em nível federal, não por leis estaduais. O país aplica o regime previsto na Constituição Federal e nas leis federais para pedidos de extradição de estrangeiros. O processo envolve cooperação entre o governo, o Poder Judiciário e autoridades estrangeiras, com apoio de diplomacia e defesa técnica especializada.

As etapas costumam começar com um pedido formal vindo de um Estado estrangeiro ou de uma organização internacional, seguido de avaliação jurídica no Brasil. Sempre há garantias processuais para o extraditando, incluindo a possibilidade de defesa e recurso, conforme a ordem jurídica brasileira. Não há normas extradição específicas do estado de São Paulo; todas as regras aplicam-se de forma uniforme em todo o território nacional.

“A extradição no Brasil depende de tratado internacional ou de lei federal em vigor e da apreciação do Supremo Tribunal Federal.”
https://www.stf.jus.br
“Tratados de extradição celebrados pelo Brasil requerem ratificação e observância de princípios constitucionais, incluindo garantias processuais.”
https://www.itamaraty.gov.br

Para residentes de São Paulo que enfrentam ou anteveem um pedido de extradição, é crucial entender que o caminho legal envolve procedimentos federais, não apenas questões locais. Este guia visa esclarecer o cenário, suas leis aplicáveis e como agir com um jurista especializado. Em caso de dúvida, procure orientação de um advogado com experiência em extradição e direito internacional.

2. Por que pode precisar de um advogado

Um advogado especializado em extradição pode orientar desde o recebimento do pedido estrangeiro até a defesa final. Em São Paulo, situações concretas envolvem dúvidas sobre direitos de defesa, prazos e recursos cabíveis. A assistência jurídica adequada reduz riscos de decisões desfavoráveis ou de falhas processuais.

Caso 1: você é estrangeiro residente em São Paulo acusado por um governo estrangeiro e enfrenta um pedido de extradição. O consultor jurídico avalia a legalidade do pedido, a admissibilidade do processo e a proteção de garantias processuais. O advogado também atua na comunicação com autoridades brasileiras e diplomáticas.

Caso 2: uma empresa paulista é envolvida em cooperação com autoridades internacionais para investigar crimes transnacionais e precisa entender como proceder com pedidos de extradição de executivos ou funcionários. O jurista pode mapear riscos, prazos e estratégias de defesa.

Caso 3: um brasileiro com residência em São Paulo é extraditado para responder a processo no exterior e requer assistência para assegurar direitos fundamentais durante a fase de defesa. Um jurista pode contestar, por meio de recursos, eventual violação de garantias legais.

Caso 4: há dúvidas sobre a possibilidade de recusa de extradição com base em tratados ou em circunstâncias excepcionais, como questões humanitárias ou de cidadania. O advogado analisa precedentes e a aplicação de normas constitucionais.

Caso 5: a extradição pode envolver processos paralelos no Brasil, como solicitações de expulsão de estrangeiro ou de residência com base em leis de migração. Um consultor jurídico ajuda a separar questões de imigração de extradição penal e a coordenar defesa adequada.

Caso 6: você precisa negociar termos de cooperação com autoridades estrangeiras, incluindo garantias de audiência, prazos e condições de detenção. O profissional jurídico facilita a comunicação entre partes e recomenda estratégias de acordo com o direito brasileiro.

3. Visão geral das leis locais

A extradição no Brasil é regulada por normas federais e tratados internacionais, não por leis estaduais. Entre as bases legais, destacam-se a Constituição Federal, a Lei de Extradição e tratados firmados pelo Brasil com outros países. Além disso, leis de imigração influenciam como estrangeiros são tratados no país durante o processo.

Constituição Federal de 1988: estabelece princípios gerais sobre extradição, proteção de direitos e competências do Judiciário. A matéria envolve o Supremo Tribunal Federal para avaliação de legalidade de pedidos. A decisão final pode depender de pareceres do Ministério da Justiça e do Itamaraty.

Lei nº 6.815, de 19 de agosto de 1980: dispõe sobre a entrada, a saída, a naturalização e a extradição de estrangeiros no Brasil. Esta norma é central para a tramitação de pedidos de extradição. O texto integra a estrutura jurídica que orienta a cooperação com autoridades estrangeiras.

Lei nº 13.445, de 24 de julho de 2017 (Lei de Migração): regula a entrada, a permanência, a saída e o tratamento de estrangeiros no Brasil. Embora focada em migração, a lei impacta procedimentos de expulsão e coordenação com extradição em alguns casos.

“A extradição depende de tratado internacional ou de lei federal em vigor e da apreciação do Supremo Tribunal Federal.”
https://www.stf.jus.br
“Tratados de extradição celebrados pelo Brasil requerem ratificação e observância de princípios constitucionais, incluindo garantias processuais.”
https://www.itamaraty.gov.br

Além dessas bases, o Itamaraty elabora a política de cooperação internacional para extradição e trata da assinatura e ratificação de tratados com outros Estados. A presença de jurisprudência do STF também orienta como os casos são avaliados no Brasil. Em São Paulo, os tribunais federais acompanham o cumprimento dessas regras.

Alterações recentes no cenário jurídico enfatizam maior clareza sobre garantias processuais e cooperação internacional. O Brasil tem reforçado o uso de tratados para facilitar procedimentos entre estados. Essas tendências impactam diretamente casos iniciados ou concluídos em São Paulo.

4. Perguntas frequentes

O que é extradição e como funciona este processo no Brasil?

A extradição é a entrega de um indivíduo a outro país para responder a acusações. O pedido inicial é analisado pelo STF, com parecer do Ministério da Justiça e do Itamaraty. A defesa pode ser apresentada durante o trâmite, com possibilidade de recursos.

Como faço para saber se meu caso de extradição é elegível para análise no STF?

O advogado avalia se o pedido cumpre requisitos constitucionais e legais. Fatos como tratados vigentes, nacionalidade, e a natureza do crime são centrais. A consulta inicial ajuda a definir estratégia e prazos.

Quando posso contestar a extradição com base em garantias constitucionais?

A defesa pode contestar a legalidade do pedido, a existência de tratados relevantes, ou falhas processuais. Contestações cabem no estágio adequado segundo o CPP e normas de migração aplicáveis. O tempo de resposta pode variar conforme o caso.

Onde ocorrem as etapas administrativas e judiciais de extradição no Brasil?

As fases administrativas costumam ocorrer entre o Ministério da Justiça e o Itamaraty, com instruções diplomáticas. A fase judicial é conduzida pelo STF, que decide sobre a legalidade da extradição. Em seguida, a presidência pode formalizar a decisão final, conforme o protocolo legal.

Por que é essencial contratar um advogado especialista em extradição?

Um jurista sabe mapear tratados relevantes e precedentes do STF. Ele orienta sobre prazos, recursos e garantias de defesa. Além disso, facilita a comunicação com autoridades federais e diplomáticas.

Pode um brasileiro em São Paulo resistir a uma extradição com base em garantias constitucionais?

Sim, desde que haja fundamentos legais sólidos. A defesa pode invocar direitos de devido processo, nacionalidade ou tratados que possam restringir a extradição. A análise depende do caso concreto e das leis aplicáveis.

Deve o solicitante de extradição apresentar defesa antes da decisão final?

Sim, a defesa deve ser apresentada oportunamente para proteger direitos. O prazo e o formato dependem do estágio processual. A omissão pode prejudicar a posição do extraditando.

Qual é a diferença entre extradição e expulsão conforme a legislação brasileira?

A extradição envolve a entrega para responder a acusações penais internacionais. A expulsão é uma medida administrativa de remoção de estrangeiro por motivos de ordem pública ou imigração. As bases legais e procedimentos são distintos.

Quanto custa contratar um advogado para um caso de extradição em São Paulo?

Os honorários variam conforme a complexidade e a experiência do profissional. Em São Paulo, a consulta inicial costuma ser cobrada, com propostas padrões de honorários por etapa processual. Peça estimativas por escrito.

Qual é o cronograma típico de um processo de extradição no Brasil?

O cronograma é imprevisível e depende da complexidade do pedido e de recursos. Em geral, há avaliação inicial, resposta da defesa, pareceres e decisão do STF, seguida de cumprimento diplomático. Prazos formais só existem quando previstos pelo tratado ou pela lei.

Preciso de um consultor jurídico para tratar de extradição de menores ou pessoas vulneráveis?

Sim, casos envolvendo menores ou pessoas vulneráveis requerem proteção adicional. O advogado deve garantir direitos de proteção, assistência jurídica e de defesa durante todo o processo. A avaliação inicial é essencial para planejar a estratégia.

Qual a diferença entre tratado de extradição e acordo de cooperação entre estados?

Tratados de extradição criam obrigação de entregar indivíduos para responder a crimes. Acordos de cooperação podem tratar de assistência mútua em investigações e troca de informações sem necessariamente levar à extradição. A escolha depende do objetivo diplomático e da base legal.

5. Recursos adicionais

  • Itamaraty - Ministério das Relações Exteriores - trata de tratados de extradição, cooperação internacional e normas diplomáticas aplicáveis a casos no Brasil. Link oficial: itamaraty.gov.br
  • Supremo Tribunal Federal (STF) - órgão responsável pela análise constitucional de pedidos de extradição e pela decisão final em muitos casos. Link oficial: stf.jus.br
  • Polícia Federal - órgão federal envolvido na operação de cooperação internacional, recebimento de pedidos diplomáticos e apoio logístico. Link oficial: pf.gov.br

6. Próximos passos

  1. Defina seu objetivo e confirme se o caso envolve um pedido de extradição ou apenas cooperação internacional, anotando fatos relevantes e datas-chave. Prazo: 1-3 dias após perceber o problema.
  2. Reúna documentos básicos (passaporte, certidões, decisões judiciais locais, qualquer comunicação oficial) e organize-os por ordem cronológica. Prazo: 1-2 semanas.
  3. Pesquise advogados especializados em extradição com histórico em casos no STF e no Itamaraty, priorizando profissionais com atuação em São Paulo. Prazo: 1-2 semanas.
  4. Entre em contato com pelo menos 2-3 juristas para consultas iniciais, descrevendo o caso com clareza e pedindo exemplos de estratégias viáveis. Prazo: 1-2 semanas.
  5. Solicite propostas formais de honorários, cronograma de atuação e estimativa de duração do estágio inicial. Prazo: 2-3 semanas.
  6. Escolha o consultor jurídico com portfólio relevante, afinidade com a sua necessidade e disponibilidade para atuar rapidamente. Prazo: 1 semana.
  7. Formalize o contrato, com cláusulas de confidencialidade, etapas processuais e custos, e agende a primeira reunião de alinhamento. Prazo: 1-2 semanas.

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