Melhores Advogados de Extradição em São Paulo

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Alessandra Prado Advocacia
São Paulo, Brasil

Fundado em 2017
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Alessandra Prado Advocacia é um escritório de advocacia de destaque sediado em Brasília, Brasil, que oferece serviços jurídicos abrangentes em diversas áreas de atuação. O escritório é especializado em direito civil, justiça criminal, direito do idoso, direito de família, relações...

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Rodrigues Pereira Advogados Associados, estabelecido em São Paulo em 2017 pelo advogado Marcos Rodrigues Pereira, conquistou reconhecimento por sua expertise especializada em direito penal, militar, trabalhista, societário e imobiliário. O escritório é particularmente destacado pela defesa...
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1. Sobre o direito de Extradição em São Paulo, Brasil

A extradição é um procedimento federal que envolve a entrega de uma pessoa a outro país para ser julgado ou cumprir pena por crimes. Em São Paulo, assim como no restante do Brasil, não há norma estadual específica sobre extradição; o tema segue a legislação federal e as decisões do Supremo Tribunal Federal (STF).

O processo costuma passar pelo STF, que precisa autorizar ou negar a extradição com base na lei brasileira e em tratados internacionais. O papel de advogados especializados é impedir abusos, exigir fundamentação adequada e resguardar direitos do investigado ou da pessoa solicitada. Em casos complexos, também entram em cena acordos entre governos e regras de direito internacional.

“A extradição no Brasil depende de autorização do Supremo Tribunal Federal, conforme a Constituição Federal.” (Constituição Federal de 1988, art. 102, I) Constituição Federal - Planalto
“A Lei de Estrangeiros regula entrada, permanência e extradição de estrangeiros no Brasil.” (Lei nº 6.815, de 1980) Lei nº 6.815/1980
“A Lei de Migração atualiza o tratamento de estrangeiros no Brasil, incluindo aspectos que podem influenciar procedimentos de saída.” (Lei nº 13.445, de 2017) Lei nº 13.445/2017

2. Por que pode precisar de um advogado

  • Receber um pedido de extradição internacional pode dar início a uma série de procedimentos legais. Um jurista experiente ajuda a identificar se houve violação de direitos básicos, como contraditório e ampla defesa, já nos estágios iniciais.

  • Se houver risco de pena cruamente desproporcional, violência de direitos ou violação de garantias, o consultor jurídico avalia recursos cabíveis para suspender a tramitação enquanto se analisam tratados. Em São Paulo, isso costuma ocorrer com casos envolvendo justiça de outros países.

  • Casos envolvendo brasileiros ou residentes de São Paulo que enfrentam extradição de outro país exigem avaliação de nacionalidade, dupla cidadania e possibilidade de impugnações legais. Um advogado pode orientar sobre a melhor estratégia processual.

  • Quando há atraso ou falhas formais no pedido, um consultor jurídico pode requerer diligências, apresentação de documentos suplementares e impugnação de prazos. Em São Paulo, procedimentos podem se estender por meses sem uma defesa bem estruturada.

  • Em situações com tratados ou acordos bilaterais, é essencial que um jurista analise o alinhamento entre o pedido e as obrigações internacionais. A defesa deve considerar limites e salvaguardas previstas nesses instrumentos.

  • Se você recebeu ordem de detenção ou iniciou medidas legais, um advogado especializado pode orientar sobre prazos, recursos e oportunidades de audiência. Em SP, o consultor jurídico atua junto ao STF e aos tribunais federais conforme o caso.

3. Visão geral das leis locais

A extradição no Brasil se baseia em normas federais, incluindo a Constituição e leis específicas. Embora não haja lei estadual de extradição, entender as regras federais é essencial para quem reside em São Paulo. A seguir, as leis de maior relevância para o tema.

  • Constituição Federal de 1988 - art. 102 define a competência do STF para processar e julgar pedidos de extradição. Em Brasília e em São Paulo, o STF atua como órgão central para a decisão final. Vigência desde 5 de outubro de 1988.

  • Lei nº 6.815, de 19 de agosto de 1980 - Lei de Estrangeiros, regula a entrada, permanência e extradição de estrangeiros. A lei é a base para entendimentos sobre requisitos, garantias e procedimentos. Vigência desde 1980, com alterações ao longo dos anos.

  • Lei nº 13.445, de 24 de maio de 2017 - Lei de Migração, atualiza a disciplina de estrangeiros, procedimentos de saída e controles migratórios e a proteção de direitos destes no Brasil. Vigência desde 2017, com regulamentações infra-legais em desenvolvimento.

4. Perguntas frequentes

O que é extradição e como funciona no Brasil?

A extradição é um procedimento pelo qual o Brasil entrega uma pessoa a outro país para julgamento ou cumprimento de pena. O STF analisa pedidos com base na Constituição, legislação de estrangeiros e tratados internacionais. O processo envolve documentos, audiências e decisão final do tribunal.

Como faço para iniciar um pedido de extradição no STF?

O pedido é apresentado pelo governo estrangeiro por meio de processos oficiais. O STF analisa a conformidade com a CF e tratados, além de ouvir defesa e parte interessada. Em casos complexos, a atuação de um advogado especializado é essencial para preparação de memoriais e recursos.

Quando a extradição pode ser negada pelo STF?

A extradição pode ser negada se violar a CF, se não houver crime equivalente no Brasil, se houver risco de violação de direitos humanos ou se não houver tratado aplicável. O STF também pode exigir salvaguardas processuais antes de decidir.

Onde são apresentados recursos contra a decisão de extradição?

Recursos costumam ser encaminhados no âmbito do próprio STF ou do sistema judiciário federal, conforme a natureza da decisão. Um advogado pode indicar os prazos e a estratégia correta para cada recurso cabível.

Por que o tempo do processo pode variar tanto?

O tempo depende da complexidade do caso, da existência de tratados, da cooperação internacional e de eventuais recursos. Em São Paulo, prazos podem oscilar entre semanas e meses, com possibilidade de prorrogações judiciais.

Pode alguém contestar a extradição de forma administrativa?

Contestações administrativas são incomuns; a via usual envolve recursos judiciais. A defesa precisa demonstrar vícios processuais, violação de direitos ou inadequação do atendimento a tratados internacionais.

Deve contratar um advogado especializado em extradição antes de qualquer decisão?

Sim. Um advogado com experiência em direito internacional e extradição em SP evita erros de procedimento, assessora sobre prazos e prepara defesas fundamentadas. A atuação prévia aumenta as chances de uma decisão favorável.

Qual é a diferença entre extradição ativa e passiva?

A extradição ativa é quando o Brasil solicita a entrega de um brasileiro ou estrangeiro por outro país. A extradição passiva é quando o Brasil recebe um pedido de outro país para entregar alguém. Cada cenário envolve procedimentos e salvaguardas diferentes.

Quanto custa contratar um consultor jurídico para extradição?

Os honorários variam conforme a complexidade, a região e a reputação do profissional. Em São Paulo, a primeira avaliação costuma exigir entre 1 e 3 sessões, com custos adicionais para diligências e defesas em tribunais.

Como são tratados os casos de nacionais que são extraditados?

Nacionais podem ter proteções constitucionais, especialmente contra extradição de crimes políticos ou de punições desproporcionais. O STF analisa esses aspectos com base na CF e em tratados, identificando salvaguardas aplicáveis.

Pode haver acordos ou tratados que influenciam uma extradição?

Sim. A existência de tratados bilateral com o país solicitante pode facilitar ou restringir a extradição. A defesa deve verificar a aplicabilidade de tais acordos para fundamentar a decisão.

O que acontece se a extradição for para um crime não existente no Brasil?

Nesse caso, o pedido pode ser negado. O STF exige que o crime seja reconhecido pela lei brasileira para justificar a extradição. A defesa pode sustentar que não há correspondência adequada.

5. Recursos adicionais

  • Supremo Tribunal Federal (STF) - Órgão responsável por julgar pedidos de extradição, com decisões definitivas em última instância. Site oficial

  • Constituição Federal - Regras fundamentais que definem a competência do STF para extradição e garantias processuais. Texto no Planalto

  • Lei nº 6.815, de 1980 - Lei de Estrangeiros, base legal para extradição e assuntos migratórios. Texto da Lei

6. Próximos passos

  1. Defina se a extradição envolve você como parte solicitada ou como parte requerente, e identifique o tipo de pedido. Reserve 1-3 dias para levantar informações básicas sobre o caso em SP.

  2. Reúna documentos relevantes como passaportes, antecedentes criminais, certidões, autorização de residência, e eventual envio de notificações oficiais. Esse material costuma exigir 1-2 semanas para coleta organizada.

  3. Pesquise advogados especializados em extradição com atuação em São Paulo. Leia casos anteriores, histórico de atuação e disponibilidade para reuniões. Este passo costuma levar 1-3 semanas.

  4. Agende consultas iniciais com 2-3 juristas para comparar estratégias, prazos e honorários. Reserve 1-2 semanas para reuniões e envio de propostas.

  5. Escolha o consultor jurídico, assine o contrato e declare expectativas de comunicação. Definam o plano de ação e o calendário de atividades judiciais. Espere 1-2 semanas para alinhamento final.

  6. Inicie a defesa ou a resposta ao pedido de extradição com o suporte do advogado, preparando recursos, memoriais e requerimentos de diligências. O andamento depende do STF e de autoridades estrangeiras, geralmente meses.

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