Melhores Advogados de Divórcio militar em Governador Celso Ramos

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Faber Advocacia
Governador Celso Ramos, Brasil

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Faber Advocacia atua em Governador Celso Ramos e na região da Grande Florianópolis, em Santa Catarina. O escritório é liderado pelo fundador Dr. Lucas Tadeu Faber, especialista em regularização imobiliária e inventários. Com mais de oito anos de atuação, a banca consolidou reputação por...
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1. Sobre o direito de Divórcio militar em Governador Celso Ramos, Brasil

O divórcio em Governador Celso Ramos envolve processos civis que podem ser movidos contra ou contra o cônjuge militar, conforme as regras do Código Civil (Lei nº 10.406/2002) e do Código de Processo Civil (Lei nº 13.105/2015). Não existe um “divórcio militar” autônomo; as regras aplicáveis são as mesmas para civis e membros das forças armadas, com particularidades em questões de pensão, regime de bens e guarda de filhos. Em geral, o local competente é a vara de família da comarca onde residem as partes, incluindo a região da Grande Florianópolis, que abrange Governador Celso Ramos, Santa Catarina.

Observação prática: a partilha de bens, a guarda de filhos e a pensão alimentícia obedecem aos mesmos critérios aplicáveis a qualquer divórcio, embora haja normas específicas sobre pensão militar e vantagens, quando cabíveis.

“O divórcio extrajudicial pode ser celebrado por escritura pública quando não há filhos menores ou incapazes e quando há acordo entre as partes”

Fonte: Conselho Nacional de Justiça (CNJ) - https://www.cnj.jus.br/

Contexto local: em Santa Catarina, a tramitação costuma ocorrer na comarca correspondente à residência dos conviventes; em Governador Celso Ramos, é comum ingressar com ações na Justiça Estadual da região, com apoio de advogados ou consultores jurídicos especializados em direito de família.

2. Por que pode precisar de um advogado

Casos concretos e reais que costumam exigir assistência jurídica na área de divórcio envolvendo militar em Governador Celso Ramos:

  • Divórcio envolvendo guarda compartilhada de filhos menores com pai ou mãe que é militar e tem horários de serviço irregulares.
  • Disputa sobre pensão alimentícia com base no soldo, adicionais e proventos de reforma de militar, incluindo reajustes futuros.
  • Partilha de bens adquiridos durante o casamento em imóveis de litoral, com regras específicas de uso da casa ou da moradia funcional.
  • Adoção de regime de bens diferente do regime original, como mudança de comunhão parcial para separação total, com necessidade de autorização judicial.
  • Regularização de documentos de família quando o militar está lotado ou transferido para outra unidade.
  • Questões de alienação de bem militar ou de direito à pensão militar, que demandam avaliação de valores e encargos específicos.

Para Governador Celso Ramos, é comum que advogados especializados realizem planejamento de guarda com base na proximidade escolar, serviços médicos locais e custos de vida na cidade costeira, ajudando a evitar litígios prolongados.

3. Visão geral das leis locais

Em termos gerais, o divórcio é regido pelo Código Civil (Lei nº 10.406/2002) e pelo Código de Processo Civil (Lei nº 13.105/2015). O Estatuto dos Militares (Lei nº 6.880/1980) regula direitos, deveres e benefícios dos militares, incluindo questões que envolvem pensão e regime de reformas quando houver desdobramentos legais após a separação.

Lei 10.406/2002 - Código Civil - trata do casamento, da dissolução do vínculo e da partilha de bens. Acesse: Código Civil, Lei nº 10.406/2002.

Lei 13.105/2015 - Código de Processo Civil - regula procedimentos judiciais, incluindo ações de divórcio contencioso ou consensual. Acesse: Código de Processo Civil, Lei nº 13.105/2015.

Lei 11.441/2007 - Divórcio e inventário extrajudiciais - permite divórcio em cartório quando não há filhos menores ou incapazes e há acordo entre as partes. Acesse: Lei nº 11.441/2007.

Lei 6.880/1980 - Estatuto dos Militares - dispõe sobre a organização das forças armadas, direitos, garantias e pensões. Acesse: Lei nº 6.880/1980.

“A escolha do regime de bens, a guarda de filhos, e a pensão devem observar o Código Civil e as regras de família, com particularidades para militares conforme o Estatuto dos Militares e legislações correlatas”

Fonte: CNJ e Planalto

Observação prática: as leis acima descrevem regras gerais aplicáveis ao divórcio no Brasil. Em Governador Celso Ramos, Santa Catarina, as varas de família da região são responsáveis pela tramitação, com base no domicílio das partes e dos filhos.

4. Perguntas frequentes

Como iniciar um processo de divórcio envolvendo militar em Governador Celso Ramos?

O primeiro passo é consultar um advogado de família com experiência em casos envolvendo militares. Ele irá orientar sobre a jurisdição, reunir documentos e avaliar se o divórcio pode ser consensual ou contencioso. Em geral, o processo começa com petição inicial na vara de família competente.

O que é necessário para comprovar residência em Governador Celso Ramos?

É preciso apresentar comprovantes recentes de residência, como contas de água, luz ou contrato de aluguel. Em alguns casos, pode ser exigido comprovante de vínculo com a região da Grande Florianópolis. A avaliação fica a cargo do cartório ou juiz da vara.

Quando pode ocorrer divórcio extrajudicial entre cônjuges de militar?

Odivórcio extrajudicial é possível quando não há filhos menores ou incapazes e quando há acordo sobre a partilha de bens. O cartório pode lavrar a escritura pública, acelerando o processo. Se houver disputa, o caminho é judicial.

Onde ficam as varas competentes para divórcio de militares em SC?

As varas de família competentes estão na comarca da residência dos cônjuges ou do filho menor. Em Governador Celso Ramos, muitas ações são distribuídas na comarca da região metropolitana de Florianópolis. O seu advogado poderá indicar o órgão exato a depender do seu caso.

Por que a pensão alimentícia de militar pode ter regras específicas?

Os militares possuem proventos, reformas e adicionais que compõem a renda. Em casos de divórcio, é comum que a pensão considere a capacidade financeira do militar e as necessidades do dependente, respeitando o teto legal. A legislação aplica-se de maneira igual, com eventuais particularidades para estabilidade de renda.

Pode o militar permanecer residindo com a família durante o processo?

Sim, se não houver decisão judicial que determine moradia separada. Em divórcios com filhos, a guarda e o uso do lar devem ser debatidos em audiência. Em casos de emergência, a moradia pode ser discutida como parte da sentença.

Deve o cônjuge requerer partilha de bens no divórcio militar?

Sim, o cônjuge tem direito à partilha de bens adquiridos na constância do casamento, conforme regime de bens adotado. A partilha pode ser consensual ou contenciosa, dependendo da relação dos bens entre as partes.

Quanto custa contratar advogado de divórcio militar na região?

O custo varia conforme a complexidade do caso e a experiência do profissional. Em Governador Celso Ramos, consultas iniciais podem ficar entre R$ 200,00 e R$ 600,00, com honorários por atuação em etapas processuais. Peça orçamentos detalhados ao firmar o contrato.

Qual a diferença entre divórcio contencioso e consensual para militares?

Divórcio consensual ocorre quando há acordo sobre guarda, pensão e partilha; pode ser feito extrajudicialmente, se não houver filhos. O contencioso envolve litígio e tramita na vara de família com decisão judicial. A escolha depende do grau de acordo entre as partes.

Preciso de documentos especiais por ser funcionário militar?

Sim, documentos como comprovante de serviço, contracheques, comprovante de residência, certidão de casamento e de nascimento dos filhos costumam ser requeridos. O seu advogado pode orientar sobre itens adicionais, como comprovantes de pensão ou aposentadoria militar.

Qual é o tempo típico de tramitação de divórcio em Governador Celso Ramos?

Divórcios consensuais geralmente duram de 1 a 3 meses quando extrajudiciais, desde que haja acordo completo. Divórcios contenciosos costumam levar de 6 a 12 meses, dependendo de julgamentos de guarda e partilha de bens. Casos complexos podem exigir mais tempo.

Como funciona a guarda compartilhada quando envolve militar?

A guarda compartilhada pode ser estabelecida para manter a participação de ambos os pais na vida dos filhos. O fator militar pode influenciar a organização de horários de visitas e acordos de custódia, levando em conta deslocamentos e turnos de serviço.

5. Recursos adicionais

  • Tribunal de Justiça de Santa Catarina (TJSC) - órgão responsável pela jurisdição civil em Santa Catarina, incluindo ações de família em Governador Celso Ramos. Site: tjsc.jus.br
  • Conselho Nacional de Justiça (CNJ) - órgão de controle do poder judiciário, com guias sobre divórcio, guarda e procedimentos de família. Site: cnj.jus.br
  • Portal Planalto - textos legais oficiais - disponibiliza as leis citadas, como o Código Civil, o CPC e o Estatuto dos Militares. Site: planalto.gov.br

6. Próximos passos

  1. Faça uma lista de objetivos da partilha, guarda e pensão, inclusive prazos desejados. Reserve 1-2 dias para consolidar as informações.
  2. Consulte advogados de família com experiência em casos envolvendo militares na região de Governador Celso Ramos. Reserve 1-2 semanas para entrevistar opções.
  3. Reúna documentos básicos: certidão de casamento, nascimento dos filhos, comprovantes de residência, contracheques e documentos militares. Defina a ordem de prioridades em 1 semana.
  4. Determine o regime de bens adotado durante o casamento e reúna comprovantes de aquisição de bens para a partilha. Planeje 2-3 semanas para consolidar.
  5. Defina se o divórcio poderá ser consensual (extrajudicial) ou se será litigioso (judicial). Leve isso à consulta com o advogado escolhido.
  6. Se houver filhos menores, discuta com o advogado sobre guarda, visitas e pensão antes de assinar qualquer acordo. Espere até 2-4 semanas para uma proposta formal.
  7. Solicite orçamento detalhado dos serviços jurídicos, incluindo honorários, custos processuais e possíveis atrasos. Em 1 semana, compare opções e escolha a melhor relação custo-benefício.

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