Melhores Advogados de Reestruturação e Insolvência em Mogi das Cruzes

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Mogi das Cruzes, Brasil

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Vidal Costa Advogados é um renomado escritório de advocacia com sede em Mogi das Cruzes, São Paulo, oferecendo serviços jurídicos abrangentes nas áreas cível, criminal, trabalhista e tributária. O escritório atua tanto consultivamente quanto contenciosamente em todas as instâncias...
Bruna Aguiar Advocacia
Mogi das Cruzes, Brasil

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Bruna Aguiar Advocacia é um escritório de advocacia de destaque no Brasil, especializado em Direito de Família, Direito Previdenciário, Direito Trabalhista e Direito Civil. Liderado pela Dra. Bruna Aguiar, advogada com expertise em Direito Civil e Processo Civil, o escritório oferece serviços...
Bezerra & Gastão Advogados
Mogi das Cruzes, Brasil

Fundado em 1991
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Bezerra & Gastão Advogados, com mais de 34 anos de tradição, firmou-se como um escritório de advocacia de destaque no Brasil, atuando em mais de 3.000 casos complexos. O escritório é especializado em direito civil, direito penal e direito trabalhista, oferecendo serviços jurídicos...
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1. Sobre o direito de Reestruturação e Insolvência em Mogi das Cruzes, Brasil

Em Mogi das Cruzes, o direito de Reestruturação e Insolvência segue as normas federais do Brasil. Não há legislação municipal específica para falência ou recuperação; os processos são estruturados pela justiça estadual e federal conforme a Lei 11.101/2005. A atuação local envolve a comarca de Mogi das Cruzes e o Tribunal de Justiça de São Paulo para decisões judiciais e homologação de planos.

Os tipos principais são recuperação judicial, recuperação extrajudicial e falência. A recuperação judicial busca a viabilidade da empresa face a dificuldades financeiras, com um plano de recuperação aprovado pelos credores. A recuperação extrajudicial depende de acordo com credores, com homologação judicial para ter efeito vinculante.

Para residentes e empresas de Mogi das Cruzes, é comum que advogados de direito empresarial lidem com credores locais e com a fiscalização de planos, prazos e exigências de transparência previstas na legislação. A escolha de representante jurídico adequado é fundamental para navegar prazos, pedidos de conciliação e etapas de aprovação do plano.

A Lei 11.101/2005 regula a recuperação judicial, a recuperação extrajudicial e a falência, dispondo as regras e os prazos para cada etapa.
A Lei 14.112/2020 introduziu mudanças relevantes na recuperação judicial, na recuperação extrajudicial e na falência, buscando maior previsibilidade para empresas em dificuldade.
O Código de Processo Civil, Lei 13.105/2015, estabelece as regras processuais aplicáveis às ações de recuperação, falência e seus incidentes no Judiciário.

2. Por que pode precisar de um advogado: 4-6 cenários específicos em Reestruturação e Insolvência - Mogi das Cruzes

  • Você administra uma empresa em Mogi das Cruzes com pendências de pagamento a fornecedores locais e solicita proteção temporária. Um jurista especializado pode orientar sobre a recuperação judicial e o plano de recuperação para manter a operação aberta.

  • Você recebeu notificações de credores em atraso e precisa entender os prazos e opções legais. Um consultor jurídico pode explicar o que pode ser feito para evitar a falência imediata e quais medidas mitigatórias aplicar.

  • Você é credor e quer participar de um processo de recuperação para proteger seu crédito. Um advogado ajuda a apresentar objeções, classificar créditos e acompanhar a homologação do plano.

  • Sua empresa está envolvida em contratos com fornecedores locais e precisa renegociar condições de pagamento. Um jurista pode propor acordo extrajudicial com credores, com supervisão judicial quando necessário.

  • Você considera uma venda de ativos para manter a operação durante a recuperação. Um especialista em insolvência orienta sobre venda de ativos e impactos no plano de recuperação.

  • Você pretende apresentar um plano de recuperação com metas, cronograma de caixa e projeções financeiras. Um advogado pode estruturar o plano conforme a Lei 11.101/2005 e as exigências judiciais locais.

3. Visão geral das leis locais

As políticas de Reestruturação e Insolvência em Mogi das Cruzes são reguladas por normas federais, aplicáveis em todo o Brasil. As leis nacionais operam com a fiscalização do Judiciário local para a comarca de Mogi das Cruzes, em sintonia com o Tribunal de Justiça de São Paulo. Seguir as regras nacionais é essencial para que planos de recuperação sejam aceitos e homologados na região.

  • Lei 11.101/2005 - Recuperação Judicial, Recuperação Extrajudicial e Falência. Este é o arcabouço principal para empresas em dificuldade financeira no Brasil, inclusive em Mogi das Cruzes.

  • Lei 14.112/2020 - Altera a Lei 11.101/2005, com mudanças relevantes para prazos, condições de convivência entre credores e regras de negociação. A vigência plena ocorreu em 2021, com efeitos sobre planos de recuperação e falência.

  • Código de Processo Civil - Lei 13.105/2015 - Regras processuais aplicáveis às recuperações judiciais, falências e incidentes processuais. Complementa a lei de falência com diretrizes sobre tempestividade, recursos e tramitação.

“A Lei 11.101/2005 regula a recuperação judicial, a recuperação extrajudicial e a falência, disponibilizando caminhos para manter empresas em funcionamento.”
“A Lei 14.112/2020 introduziu mudanças relevantes na recuperação judicial, na recuperação extrajudicial e na falência para criar maior previsibilidade.”
“O CPC aplica-se às ações de recuperação e falência, orientando prazos, procedimentos e recursos no Judiciário.”

4. Perguntas frequentes

O que é recuperação judicial e como funciona em Mogi das Cruzes?

A recuperação judicial é um instrumento para revitalizar empresas em dificuldade, com suspensão de cobranças enquanto se apresenta um plano de recuperação. Em Mogi das Cruzes, o processo tramita pela vara competente do TJSP, seguindo prazos legais e homologação de planos pelos credores e pelo juiz. O objetivo é manter a atividade, preservar empregos e preservar o valor da empresa.

Como faço para iniciar uma recuperação judicial em Mogi das Cruzes?

Primeiro, reúna demonstrações financeiras, listas de credores e um plano de recuperação preliminar. Depois, procure um consultor jurídico com experiência em Lei 11.101/2005, que encaminhará o protocolo no Judiciário local. A partir daí, o juiz analisa a documentação e abre o processo para negociação com credores.

Quando uma empresa de Mogi das Cruzes deve considerar a recuperação judicial?

Quando o fluxo de caixa não cobre as dívidas com fornecedores, impostos e salários, e não existem soluções simples de renegociação. A recuperação judicial pode oferecer um regime de proteção temporária para reorganizar o negócio. A decisão envolve avaliação do saldo de caixa, ativos e perspectivas de recuperação.

Onde ocorrem os juízos de recuperação judicial em Mogi das Cruzes?

Os procedimentos ocorrem no Fórum da Comarca de Mogi das Cruzes, vinculado ao Tribunal de Justiça de São Paulo. O endereço e a disponibilidade de serviços podem variar, por isso é recomendado consultar o site do TJSP para informações atualizadas. Um advogado pode orientar sobre a vara competente e os prazos locais.

Por que devo contratar um advogado especializado em reestruturação?

Um jurista com atuação em insolvência entende os trâmites, prazos, custos e documentos necessários. Ele orienta a construção de um plano de recuperação realista e a negociação com credores. Em Mogi das Cruzes, a experiência local com tribunais e credores regionais facilita a defesa dos seus interesses.

Pode uma microempresa de Mogi das Cruzes entrar com recuperação judicial?

Sim, desde que cumpra os requisitos legais de inadimplência e de elegibilidade. Pequenas empresas podem optar pela recuperação judicial ou por um acordo extrajudicial com credores. O consultor jurídico ajuda a avaliar a melhor opção conforme o caso.

Devo apresentar um plano de recuperação com metas claras?

Sim, o plano deve conter metas, prazos e fluxos de caixa que demonstrem viabilidade. O plano precisa ser apresentado dentro do pedido de recuperação e apresentado para aprovação pelos credores. Metas bem definidas ajudam a obter a aprovação do juiz e dos credores.

Qual a diferença entre recuperação judicial e extrajudicial?

A recuperação judicial tramita no Judiciário com homologação por juiz, mantendo a empresa em funcionamento. A recuperação extrajudicial ocorre entre devedor e credores, com homologação judicial apenas para validar o acordo. Em Mogi das Cruzes, ambas seguem a Lei 11.101/2005.

Quanto custa um processo de recuperação judicial em Mogi das Cruzes?

Os custos variam conforme complexidade, honorários do escritório e taxas judiciais. Em geral, há despesas com advogados, peritos e eventuais custas de cartório. Um orçamento prévio pode ajudar a planejar a viabilidade financeira do processo.

Como se qualifica para este tipo de processo?

A qualificação envolve comprovar a regularidade da empresa, existência de crédito e a demonstração de dificuldades financeiras. O advogado ajuda a verificar se a empresa atende aos requisitos legais e a organizar a documentação necessária. A avaliação prévia reduz surpresas durante o protocolo.

Qual a diferença entre credores qui tomam parte no plano?

Credores podem participar como classes distintas, com direitos e garantias diferentes. O plano de recuperação define o tratamento de cada classe de credores e a ordem de pagamento. A participação exige transparência e verificação documental para evitar conflitos.

Como comparar propostas de advogados em Mogi das Cruzes?

Compare experiência específica em Lei 11.101/2005, número de casos concluídos e tempo de resposta. Avalie também a abordagem de gestão de credores, comunicação e disponibilidade. Peça referências de clientes anteriores para validar resultados.

O que acontece se o plano de recuperação não é aprovado?

Se o plano falha, o juiz pode converter o processo para falência ou propor nova rodada de negociação. A falência encerra operações com liquidação de ativos. A decisão depende do relatório do administrador judicial e da situação financeira da empresa.

Devo recorrer à falência se o plano falhar?

A falência é uma alternativa quando não há viabilidade de recuperação. Ela estabelece a liquidação de ativos para pagamento de credores. Em alguns casos, pode ser mais eficiente reorganizar ativos e encerrar operações com responsabilidade.

5. Recursos adicionais

  • Tribunal de Justiça de São Paulo (TJSP) - órgão estadual responsável pelo processamento de ações de recuperação, falência e execução de títulos, inclusive na comarca de Mogi das Cruzes. https://www.tjsp.jus.br
  • Conselho Nacional de Justiça (CNJ) - autoridade de supervisão do Judiciário com diretrizes para procedimentos eletrônicos e gestão de processos de insolvência. https://www.cnj.jus.br
  • Planoalto - Presidência da República (leis federais) - textos oficiais das leis que regem recuperação e falência, incluindo Lei 11.101/2005 e Lei 14.112/2020. https://www.planalto.gov.br

6. Próximos passos

  1. Defina claramente o objetivo da reestruturação e reúna 12 meses de demonstrativos financeiros, contratos relevantes e listas de credores. Tempo estimado: 1-2 semanas para organização inicial.
  2. Pesquise advogados ou consultores jurídicos especializados em reestruturação e insolvência em Mogi das Cruzes. Considere experiência com casos locais e credores regionais. Tempo estimado: 1-2 semanas.
  3. Solicite propostas de 3-4 escritórios, peça histórico de casos semelhantes e referências de clientes. Tempo estimado: 1 semana para recebimento e avaliação.
  4. Agende consultas presenciais ou virtuais para discutir estratégia, custos e cronograma. Tempo estimado: 1-2 semanas para agendamento.
  5. Decida pela opção de recuperação judicial, extrajudicial ou falência com base na viabilidade econômica apresentada. Tempo estimado: 1-3 semanas após as consultas.
  6. Assine o contrato com o escritório escolhido e forneça a documentação solicitada para protocolo inicial. Tempo estimado: 1 semana para coleta final.
  7. Inicie o protocolo no Judiciário conforme orientação jurídica, acompanhando prazos, audiências e negociações com credores. Tempo estimado: 2-6 semanas para início efetivo, com desdobramentos ao longo de meses.

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