Melhores Advogados de Reestruturação e Insolvência em Santos
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Lista dos melhores advogados em Santos, Brasil
1. Sobre o direito de Reestruturação e Insolvência em Santos, Brasil
Reestruturação e insolvência abrangem caminhos legais para empresas em dificuldade financeira, visando manter a continuidade dos negócios, proteger empregos e cumprir pagamentos de credores. Em Santos, esses procedimentos seguem a legislação federal aplicável e são conduzidos pela Justiça estadual na comarca local, com base na lei brasileira de recuperação de empresas. A atuação de um advogado especializado ajuda a planejar a estratégia, reunir documentação e negociar com credores dentro do arcabouço processual nacional.
Os mecanismos típicos incluem recuperação judicial, recuperação extrajudicial e falência. A recuperação judicial busca um plano para salvar a empresa, com suspensão de dívidas e prazos para ajustes. Caso não haja viabilidade, pode-se recorrer à falência ou à recuperação extrajudicial, conforme o caso e a negociação com credores. Em Santos, a atuação jurídica local envolve o acompanhamento de prazos, audiências e a apuração de ativos e passivos da empresa.
2. Por que pode precisar de um advogado
- Uma empresa turística de Santos enfrenta fluxo de caixa irregular, com dívidas a fornecedores locais e contratos com agências de viagem; precisa reestruturar para manter operações e empregos.
- Uma rede de hotéis na orla de Santos tem dívidas com bancos, aluguel de imóveis e tributos atrasados; requer um plano de recuperação para renegociar com credores.
- Uma empresa de logística ligada ao Porto de Santos recebe pedidos com atraso de pagamento de clientes e precisa evitar falência mediante um plano de recuperação.
- Uma indústria de alimentos com operações em Santos acumula créditos tributários e dívidas trabalhistas; necessita de orientação para proteção de empregos e continuidade produtiva.
- Uma pequena concessionária de veículos em Santos sofre com inadimplência de clientes e precisa planejar uma recuperação para sustentar a operação e manter empregos locais.
3. Visão geral das leis locais
- Lei n° 11.101/2005 - Recuperação Judicial, Extrajudicial e Falência. Regula os procedimentos para recuperação de empresas e falência, buscando a viabilidade econômica da empresa e a preservação de empregos. Vigência desde 2005. Em Santos, aplica-se via atuação da Justiça Estadual na comarca com base nessa lei.
- Lei n° 14.112/2020 - Alterações à Lei n° 11.101/2005 para facilitar a recuperação de micro e pequenas empresas e ajustar regras de proteção aos empregos. Publicada em 16 de dezembro de 2020; altera prazos, critérios de credores e procedimentos para recuperação judicial.
- Código de Processo Civil - Lei n° 13.105/2015 - Regula as regras processuais para ações civis, incluindo procedimentos de recuperação judicial e falências em tramitação pela Justiça. Entrou em vigor em 2016, com adaptações ao longo do tempo.
“A recuperação judicial tem por objetivo viabilizar a continuidade da empresa, a preservação da função social e o enfrentamento das dificuldades financeiras por meio de um plano de recuperação.”
“As alterações promovidas pela Lei 14.112/2020 visam facilitar a recuperação de micro e pequenas empresas, protegendo empregos e promovendo renegociação com credores.”
Fontes oficiais: Planalto - Lei n° 11.101/2005 e Lei n° 14.112/2020. Conteúdos atualizados no Portal do Governo Federal.
4. Perguntas frequentes
O que é recuperação judicial e como funciona no contexto de Santos?
A recuperação judicial é um instrumento para salvar a empresa em dificuldade. Ela suspende dívidas por um período e permite apresentar um plano aos credores. Em Santos, o processo tramita na Justiça Estadual e envolve a nomeação de um administrador judicial para acompanhar o plano.
Como faço para iniciar uma recuperação judicial em Santos, SP?
Reúna documentos contábeis, demonstrações financeiras, relações de credores e contratos relevantes. Consulte um jurista especializado em insolvência para preparar a petição inicial e enviar ao juízo competente da comarca de Santos.
Quando devo consultar um consultor jurídico especializado em insolvência?
Consulte assim que surgirem sinais de inadimplência severa, queda de receita ou dificuldade de cumprir prazos com credores. Um advogado pode avaliar se há viabilidade de recuperação, evitar falência e estruturar o plano adequado.
Onde encontro informações oficiais sobre falência e recuperação?
Consulte fontes oficiais do governo federal e de órgãos reguladores. O Portal do Planalto disponibiliza textos das leis 11.101/2005 e 14.112/2020; o CPC também orienta os procedimentos processuais.
Por que o custo de um processo de recuperação pode variar bastante?
Custos variam conforme complexidade do caso, número de credores, duração prevista e honorários do escritório. Em Santos, despesas com administração judicial e auditorias também influem no orçamento total.
Pode a empresa manter operações durante a recuperação judicial em Santos?
Sim, o objetivo é manter a atividade econômica e os empregos. Enquanto o plano não é aprovado, há suspensão de algumas execuções e condições para renegociar dívidas com credores.
Devo entrar com falência se a recuperação parece improvável?
Não necessariamente. Um advogado pode avaliar alternativas, incluindo readequação do plano de recuperação, venda de ativos ou falência parcelada, se cabível.
Qual o tempo médio de tramitação de recuperação judicial na comarca de Santos?
Depende da complexidade e do número de credores. Processos simples podem durar meses, enquanto casos complexos podem levar mais de um ano para conclusão de aprovação de plano.
Preciso de quais documentos para apresentar a recuperação judicial?
Consolida-se relatórios contábeis, demonstrações financeiras, fluxo de caixa projetado, relação de credores, contratos relevantes e demonstração de ativos. A documentação completa facilita a avaliação pelo juízo e credores.
Qual a diferença entre recuperação judicial e extrajudicial na prática?
A recuperação judicial ocorre via tramitação judicial com tutela do juízo e supervisão de um administrador. A recuperação extrajudicial é acordo direto com credores, sem intervenção judicial, com homologação judicial posterior.
Como preparar a assembleia de credores e qual o papel do advogado?
O advogado assessora na organização da pauta, comunicação com credores e apresentação do plano. Durante a assembleia, o jurista explica pontos do plano, responde dúvidas e garante o cumprimento de requisitos legais.
Quais são as consequências legais de descumprir o plano de recuperação?
Descumprimentos podem levar à rejeição do plano, encerramento da recuperação ou aplicação de medidas legais, como falência, conforme decisão do juízo e condições previstas no contrato.
5. Recursos adicionais
- OAB SP - Ordem dos Advogados do Brasil Seção de São Paulo - oferece informações sobre prática jurídica em insolvência, avaliações de advogados e ética profissional. oabsp.org.br
- Portal Planalto - textos legais oficiais - legislação consolidada como Lei n° 11.101/2005 e Lei n° 14.112/2020, com textos completos. planalto.gov.br
- Justiça Federal e Portal Justiça - Brasil - informações oficiais sobre procedimentos judiciais, incluindo recuperação de empresas. justica.gov.br
6. Próximos passos
- Defina com clareza o objetivo da reestruturação: salvar a operação, preservar empregos e pagar credores. Reserve 1-2 dias para reunir informações básicas.
- Solicite uma consulta com advogado(a) especializado(a) em insolvência, preferencialmente com atuação na comarca de Santos. Planeje 1 a 2 semanas para agendamento.
- Prepare um dossiê financeiro com demonstrações, fluxo de caixa, contratos-chave e relação de credores. Leve de 2 a 4 semanas para organizar tudo.
- Peça ao advogado que avalie a viabilidade de recuperação judicial e prepare a petição inicial e o plano de recuperação. Aguarde a avaliação em 1 a 3 semanas após a reunião inicial.
- Solicite orçamentos de honorários e discutir prazos com o escritório escolhido. Em geral, estabeleça um cronograma de 4 a 8 semanas para a primeira proposta.
- Protocole a recuperação judicial junto ao juízo da comarca de Santos e intimar credores conforme orientação do advogado. O procedimento inicial costuma ocorrer nas primeiras semanas após protocolo.
- Acompanhe o andamento com atualizações periódicas do administrador judicial e mantenha comunicação com credores para ajustes no plano. Planeje revisões trimestrais durante o processo.
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