Melhores Advogados de Reestruturação e Insolvência em São Paulo
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Lista dos melhores advogados em São Paulo, Brasil
1. Sobre o direito de Reestruturação e Insolvência em São Paulo, Brasil
No Brasil, a recuperação judicial, a recuperação extrajudicial e a falência são reguladas principalmente pela Lei nº 11.101/2005, a chamada Lei de Falências e Recuperação de Empresas. Em São Paulo, a atuação ocorre principalmente nas Varas de Falências e Recuperação Judicial da Capital e de outras comarcas, com apoio de administradores judiciais e peritos independentes. O objetivo central é preservar a atividade empresarial, proteger empregos e maximizar a recuperação de créditos, antes de optar pela falência.
Na prática paulista, o processo costuma envolver notificações, pedidos formais, plano de recuperação e supervisão do juiz titular da vara correspondente. A cidade de São Paulo concentra grande parte das ações, com varas específicas para Falência e Recuperação Judicial, além de tribunais especializados que tratam de créditos tributários e trabalhistas. Um consultor jurídico pode orientar desde a identificação de uma solução adequada até a implantação do plano aprovado pelo juízo.
É comum que empresas locais enfrentem pressões de credores, necessidade de renegociação de contratos e ajustes operacionais. A legislação atual busca equilibrar a possibilidade de recuperação da empresa com a proteção dos interesses dos credores, mantendo a atividade econômica e o valor de mercado da empresa. A escolha entre recuperação judicial, extrajudicial ou falência depende de demonstrações econômico-financeiras e do relacionamento com credores e fornecedores.
“A recuperação judicial tem por finalidade preservar a empresa, sua função social e estimular a atividade econômica.”
“As alterações promovidas pela Lei 14.112/2020 visam aumentar a eficiência das recuperações judiciais.”
2. Por que pode precisar de um advogado
- Quando a empresa enfrenta fluxo de caixa negativo e risco de não cumprir prazos com fornecedores e funcionários, um consultor jurídico pode avaliar opções de recuperação e minimização de danos.
- Se credores acionam judicialmente a empresa, é fundamental obter orientação especializada para impedir medidas de falência ou para negociar garantias e prazos.
- Ao considerar a recuperação judicial, é essencial ter um plano de recuperação viável, com cronograma de pagamentos e fontes de financiamento, aprovado pelo juiz e por credores.
- Para empresas com dívidas tributárias relevantes, um advogado pode orientar sobre acordos com a Procuradoria da Fazenda e a Procuradoria-Geral da União, evitando execução desproporcional.
- Quando há necessidade de negociação com grandes bancos ou fundos, um jurista experiente ajuda a estruturar garantias, garantias reais e medidas de preservação de ativos.
- Para pequenos empresários paulistas, a orientação sobre abrir ou preservar uma empresa em recuperação pode evitar a falência e preservar empregos locais.
3. Visão geral das leis locais
Lei nº 11.101/2005 - Lei de Falências e Recuperação de Empresas. Estabelece os instrumentos de recuperação judicial, extrajudicial e falência, bem como as regras de atuação do administrador e dos credores. Esta norma é a base para procedimentos em todas as comarcas do país, inclusive em São Paulo.
Lei nº 14.112/2020 - alterações relevantes à Lei 11.101/2005, com foco na eficiência processual, facilitação de acordos entre credores e de transparência na gestão da empresa em recuperação. As mudanças promovem ajustes no cronograma, na forma de apresentação de plano e na supervisão judicial.
Código de Processo Civil (Lei nº 13.105/2015) - normas processuais aplicáveis aos procedimentos de recuperação judicial e falência, incluindo prazos, recursos e procedimentos de audiência. Em São Paulo, as varas de falência seguem este regime processual, com adaptações locais.
Na prática em São Paulo, as decisões sobre recuperação judicial costumam ser proferidas pelas varas de falência da capital ou da comarca onde a empresa está sediada. A jurisdição paulista mantém padrões nacionais, com especial atenção a fornecedores, créditos trabalhistas e tributários. A atuação de consultores jurídicos locais facilita o acompanhamento de prazos e a documentação exigida pelo tribunal.
“A recuperação judicial visa permitir a superação da crise econômico-financeira da empresa com preservação de empregos e da função social.”
4. Perguntas frequentes
O que é recuperação judicial e como funciona no Brasil?
A recuperação judicial é um procedimento preventivo que busca evitar a falência ao permitir um plano de recuperação aprovado por credores e pelo juiz. O processo envolve um administrador judicial, apresentação de um plano de recuperação e prazos para credores apresentarem objeções. Em São Paulo, o trâmite segue regras federais com ajustes locais na vara competente.
Como faço para iniciar um pedido de recuperação judicial em São Paulo?
Para iniciar, é preciso reunir demonstrações de viabilidade econômica e documentos financeiros. O pedido deve ser protocolado na vara de falência competente, com tradução de balanços, relação de créditos e plano inicial. Um advogado pode orientar sobre a documentação necessária e o cronograma de etapas processuais.
Quando é recomendável tentar uma recuperação extrajudicial antes da judicial?
A recuperação extrajudicial é indicada quando a empresa enfrenta crise, mas tem relação estável com credores e fluxo de caixa suficiente para cumprir acordos. Sem intervenção judicial, a negociação pode acelerar a conclusão de acordos com credores relevantes. Em São Paulo, a extrajudicial é comum entre grandes empresas com rede de fornecedores extensa.
Onde ocorre o processo de falência ou recuperação em São Paulo?
Os processos costumam tramitar nas Varas de Falências e Recuperação Judicial da Capital ou na comarca onde a empresa está sediada. A Justiça de São Paulo disponibiliza informações e intimações por meio do site do TJSP. Em muitos casos, o fluxo envolve audiência, apresentação de planos e supervisão do juiz competente.
Por que os custos de recuperação podem variar tanto?
Custos variam conforme o tamanho da empresa, complexidade do conjunto de créditos e necessidade de perícias contábeis. Despesas com honorários de advogados, atuação de peritos e administrativos são componentes comuns. Em São Paulo, empresas maiores costumam ter custos menores por crédito consolidado, mas requerem maior gestão de informações.
Pode um consultor jurídico orientar na montagem do plano de recuperação?
Sim, um advogado especializado assessora na construção de um plano de recuperação viável, com cronograma de pagamentos, projeções financeiras e fontes de capital. A orientação inclui avaliação de impacto nos empregados, fornecedores e credores. Em São Paulo, a experiência local facilita a alinhavagem com as exigências do juiz e dos credores.
Deve a empresa apresentar garantias aos credores na recuperação?
A depender do plano aprovado, podem ser exigidas garantias reais, subordinações ou participação de terceiros. A avaliação envolve o tipo de crédito, garantia existente e impacto na continuidade operacional. Em São Paulo, negociadores costumam buscar garantias proporcionais à recuperação prevista no plano.
Qual a diferença entre recuperação judicial e falência?
A recuperação judicial busca salvar a empresa, mantendo a atividade econômica, enquanto a falência encerra as atividades e visa a liquidação de ativos. Na recuperação, credores podem renegociar débitos; na falência, direitos creditórios são pagos conforme a ordem de prioridade. Em SP, a escolha depende da viabilidade apresentável no plano.
Como funciona o prazo para apresentação de credores?
Credores têm prazo para apresentar seus créditos e objeções após a publicação da recuperação. Os prazos variam conforme o despacho judicial, mas costumam ser fixados em edital e requerem comprovação de títulos. Em São Paulo, a contagem segue o CPC e orientações do juiz responsável.
O que é o plano de recuperação e como ele é aprovado?
O plano de recuperação descreve como a empresa pretende superar a crise, com metas de pagamento, prazos e condições de recuperação de crédito. A aprovação ocorre por maioria de credores presentes ou representados em assembleia, com homologação do juiz. Em SP, a assembleia é mediada pelo administrador judicial designado.
Como comparar advogados especializados em insolvência em São Paulo?
Compare especialização, experiência com casos semelhantes, tempo médio de conclusão de recuperações e custos. Verifique histórico de resultados, indicação de clientes e atuação em varas de Falência e Recuperação Judicial. Em SP, buscar profissionais com atuação recente em empresas da sua indústria facilita a avaliação.
Quanto tempo leva um processo de recuperação judicial típico em São Paulo?
Processos podem levar de 12 a 36 meses para aprovação do plano e implementação, dependendo da complexidade e disputas entre credores. Alguns casos se estendem além desse intervalo se houver entraves processuais. Em SP, a duração média é influenciada pela eficiência da vara e pela qualidade da documentação apresentada.
5. Recursos adicionais
- Ordem dos Advogados do Brasil - Seção de São Paulo (OAB/SP) - orientação profissional, serviços de carreira e normas éticas. https://www.oabsp.org.br
- Junta Comercial do Estado de São Paulo (JUCESP) - registros de empresas, informações sobre procedimentos de falência e recuperação, e guias oficiais. https://www.jucesp.sp.gov.br
- Tribunal de Justiça de São Paulo (TJSP) - portais de falência e recuperação, guias processuais e contatos das varas. https://www.tjsp.jus.br
6. Próximos passos
- Identifique a necessidade: avalie se a recuperação judicial ou extrajudicial é viável para a sua empresa em São Paulo. 1-2 dias
- Coleta de documentação: reúna demonstrações financeiras, balanços, relação de créditos e contratos relevantes. 1-2 semanas
- Escolha um advogado especialista em insolvência: peça indicações a OAB/SP, avalie histórico de casos semelhantes. 1 semana
- Consulta inicial: discuta opções, custos estimados e cronogramas; pergunte sobre a estratégia para credores. 1 hora ou mais
- Elabore o plano de recuperação ou o pedido de recuperação judicial com o administrador: inclua projeções, fontes de financiamento e medidas operacionais. 2-4 semanas
- Protocolo oficial junto à vara competente: o advogado submete a documentação, solicita a designação de administrador judicial e marcações de audiência. 1-3 semanas
- Acompanhamento contínuo: revise o plano com credores, ajuste prazos e prepare-se para audiências e decisões judiciais. longo prazo
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