Melhores Advogados de Direito Espacial em Portugal

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1. Sobre o direito de Direito Espacial em Portugal

O Direito Espacial regula atividades no espaço, incluindo lançamento, operação de satélites, uso de dados e responsabilidade por danos. Em Portugal, o enquadramento é sobretudo criado pela legislação europeia aplicada no país e por tratados internacionais de que o país é parte. A prática envolve contratos, licenças, proteção de dados, propriedade intelectual e conformidade com controles de exportação.

Os impactos práticos incluem a necessidade de licenciar missões, cumprir regras de radiocomunicações e garantir a salvaguarda de dados obtidos por satélite. Além disso, empresas portuguesas que operam no setor espacial precisam de assessoria jurídica para acordos transnacionais e conformidade regulatória. A especialização em Direito Espacial combina direito público, direito contratual, propriedade intelectual e regimes de dados.

2. Por que pode precisar de um advogado

  • Exemplo de lançamento com parceiro estrangeiro: um consórcio envolve contrato de cooperação, licenciamento de tecnologia dual-use e responsabilidade por falhas técnicas.
  • Dados de satélite comercializados: empresa portuguesa compra dados de observação da Terra e precisa de contratos de uso, licenças e cumprimento de RGPD.
  • Disputa sobre atribuição de banda de radiocomunicações: uma empresa disputa uma licença de transmissão com o regulador ou com concorrentes.
  • Proteção de propriedade intelectual de software de processamento de dados espaciais: patentes, direitos de uso de algoritmos e open data vs. exclusividade.
  • Conformidade com regras de exportação de tecnologia espacial: contratos com fornecedores estrangeiros podem exigir controles de exportação e auditorias.
  • Disputas contratuais com prestadores de serviço espacial: falha de serviço, incumprimento de SLAs, responsabilidade por danos operacionais.

3. Visão geral das leis locais

O enquadramento jurídico em Portugal baseia-se amplamente na ordem jurídica europeia e em tratados internacionais. Em termos práticos, as leis nacionais refletem obrigações europeias e internacionais aplicáveis a atividades espaciais. A atuação direta de cidadãos ou empresas em espaço depende de regimes de licenciamento, proteção de dados e questões de responsabilidade civil internacional.

Tratados e normas relevantes para Portugal incluem o seguinte conjunto de referências legais internacionais, que Portugal adota através de transposição e aplicação nacionais:

  • Tratado do Espaço Exterior (Outer Space Treaty) - criado pela ONU em 1967, estabelece princípios para exploração pacífica, soberania limitada e responsabilidade estatal.
    O Outer Space Treaty estabelece que o espaço é livre para exploração pacífica e que os Estados são responsáveis pelas atividades de seus representantes no espaço.
  • Convenção sobre Responsabilidade Internacional por Danos Causados por Objetos Espaciais (Liability Convention) - adotada em 1972, fixa a responsabilidade entre Estados por danos causados por objetos espaciais.
    A Liability Convention descreve as regras de responsabilidade por danos causados por objetos espaciais em território terrestre ou no espaço.
  • Convenção sobre o Registro de Objetos Lançados ao Espaço (Registration Convention) - 1976, estabelece a obrigação de registar objetos espaciais em órbita com autoridades competentes.
    A Registration Convention facilita a identificação de responsáveis e de controlo de atividades espaciais.
  • Regulamento Geral de Proteção de Dados (RGPD) - Regulamento (UE) 2016/679 - aplica-se a dados pessoais processados por satélites e operações associadas, com entrada em vigor a 25 de maio de 2018. Em contextos espaciais, a gestão de dados de observação da Terra está sujeita a estas regras.

4. Perguntas frequentes

O que é o Direito Espacial e qual o seu âmbito em Portugal?

O Direito Espacial abrange normas sobre lançamento, registo, operação de satélites, uso de dados e responsabilidade por danos. Em Portugal, o enquadramento principal é europeu com aplicação de tratados internacionais. Além disso, envolve contratos, proteção de dados e regulação de radiocomunicações.

Como faço para obter licenças para lançar um satélite a partir de Portugal?

Inicia com a definição de autoridade reguladora afetada pela atividade. Em Portugal, o processo envolve consultas com autoridades de espaço da UE e licenças de radiocomunicações, bem como acordos de cooperação com parceiros. Um advogado especializado pode coordenar documentação técnica e jurídica.

Quando entra em vigor o RGPD para dados coletados por satélite em operações portuguesas?

O RGPD entrou em vigor a 25 de maio de 2018 e aplica-se aos dados pessoais recolhidos por satélites. Em Portugal, a Autoridade Nacional de Proteção de Dados orienta a conformidade, principalmente para dados sensíveis ou geolocalizados. A conformidade reduz o risco de sanções.

Onde posso consultar o regime de licenças de frequências para comunicações por satélite em Portugal?

A atribuição de frequências é gerida por entidades regulatórias e pela UE. Empresas devem apresentar pedidos formais de licenciamento e cumprir regras de coordenação internacional. Um consultor jurídico pode orientar toda a documentação técnica e regulatória.

Por que é importante ter um acordo de cooperação internacional em projetos espaciais?

Contratos de cooperação definem responsabilidades, propriedade intelectual e partilha de custos. Sem acordos claros, surgem riscos de incumprimento, disputas de propriedade e falhas de comunicação entre parceiros. Um jurista evita ambiguidades legais.

Pode um contrato de fornecimento de satélite exigir cláusulas de exportação de tecnologia?

Sim, especialmente quando envolvem tecnologia dual-use. Contratos devem prever conformidade com controles de exportação, licenças de transferência tecnológica e salvaguardas de confidencialidade. Advogados ajudam na redação e aprovação dessas cláusulas.

Deve Portugal cumprir tratados internacionais ao planejar missões espaciais?

Sim, os tratados da ONU vinculam o Estado português às obrigações de exploração pacífica, responsabilidade e registo. O cumprimento destes tratados evita responsabilidades internacionais e facilita cooperação global. A conformidade pode exigir pareceres jurídicos especializados.

Qual a diferença entre licenças de lançamento e de operação de satélite em Portugal?

Licenças de lançamento autorizam o transporte inicial do objeto para o espaço; licenças de operação autorizam o funcionamento contínuo do satélite. Ambas envolvem avaliações técnicas, normas de radiocomunicações e conformidade de dados. O processo pode exigir prazos de meses a anos, dependendo da complexidade.

Como funciona o suporte processual para disputas sobre uso de órbitas?

Disputas sobre órbitas costumam exigir mediação, negociação de acordos ou litígios envolvendo leis internacionais e nacionais. A prática recomendada é documentação robusta, perícia técnica e estratégia de resolução adaptada ao domínio espacial. Um advogado especializado facilita a solução.

Como é tratada a responsabilidade por danos causados por objetos espaciais na jurisdição portuguesa?

A responsabilidade é regida por convenções internacionais e pela doutrina nacional que as aplica. Em caso de danos, o Estado pode exigir reparação conforme o regime internacional e acordos bilaterais. Juristas ajudam a determinar quem responde e em que termos.

Quanto tempo, em média, pode demorar um processo de licenciamento espacial em Portugal?

O tempo varia consoante a complexidade e a coordenação entre autoridades nacionais e europeias. Processos simples podem demorar meses; casos complexos podem levar mais de um ano. Um advogado pode estimar prazos com base no seu caso específico.

O que devo verificar ao contratar um consultor jurídico de Direito Espacial em Portugal?

Verifique especialização comprovada, casos semelhantes e disponibilidade para coordenação com parceiros internacionais. Peça exemplos de contratos e resultados anteriores. Confirme honorários e plano de comunicação durante o projeto.

5. Recursos adicionais

  • UNOOSA.org - Organização das Nações Unidas para Assuntos do Espaço Exterior. Função: promover uso pacífico do espaço, registrar tratados e fornecer diretrizes legais de direito espacial.
    Treaties such as the Outer Space Treaty and the Liability Convention shape international space law.
  • NASA.gov - Administração Nacional da Aeronáutica e Espaço dos EUA. Função: documentação de políticas espaciais, cooperação internacional e referências jurídicas aplicáveis a operações no espaço.
    NASA's legal counsel and policy pages provide context on space law and governance.
  • ESPI.org - European Space Policy Institute. Função: análise de políticas espaciais europeias, oferece estudos e sínteses para tomada de decisão pública.
    ESPI reports provide insights into EU space governance and regulatory trends.

6. Próximos passos

  1. Defina claramente o objetivo da assessoria - por exemplo, lançamento, operação de satélite, uso de dados ou cooperação internacional. Estime um prazo de decisão de 2 a 6 semanas para a primeira consulta.
  2. Reúna documentação essencial - descrições do projeto, parcerias internacionais, contratos propostos, licenças já obtidas e dados de conformidade já realizados.
  3. Identifique juristas especializados - procure advogados com experiência específica em Direito Espacial, contratos internacionais e regulação de radiocomunicações. Prepare uma lista de perguntas para a primeira reunião.
  4. Solicite uma consulta inicial - pergunte sobre experiência, estratégias legais, prazos estimados e honorários. Peça exemplos de casos semelhantes resolvidos.
  5. Solicite propostas formais e escolha com base em competência, custos e disponibilidade - compare pelo menos 2 a 3 propostas por escrito. Planeie um cronograma de trabalho com marcos e entregáveis.
  6. Inicie o acordo de honorários e o retainer - defina o escopo, condições de cobrança e comunicação. Confirme a duração do contrato e políticas de confidencialidade.
  7. Durante o acompanhamento - mantenha contato regular, compartilhe documentos, e ajuste o plano conforme necessidades de projeto ou mudanças regulatórias. Defina revisões de prazo após cada etapa-chave.

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