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GFDL Advogados
Santarém, Portugal

Fundado em 2018
15 pessoas na equipa
Portuguese
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Corporativo e Comercial Capital de risco Registro de Empresa +11 mais
GFDL Advogados é um escritório de advocacia independente de serviço completo sediado em Lisboa. Nossa equipa é composta por consultores e advogados altamente qualificados com experiência internacional em assuntos jurídicos e empresariais.As nossas equipas dedicadas tratam de todos os aspetos...

Fundado em 2022
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Corporativo e Comercial Capital de risco Administrativo +20 mais
D'Lawyers - Sociedade de Advogados is a brand of Avelar Bandeira & Mesquita Dinis, Sociedade de Advogados, SP, RL, founded in 2022. The firm operates on a national scale from its Algarve base, delivering strategic legal support to the business sector.Its practice areas include Lawsuits & Disputes,...

Fundado em 2018
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Corporativo e Comercial Capital de risco Sanções e Controles de Exportação +20 mais
F+AS - Ferraz e Aguiar Soares, Sociedade de Advogados, SP, RL, é um distinto escritório de advocacia português com escritórios em Lisboa e no Porto. A equipa da sociedade é constituída por advogados experientes, cada um com uma média de 18 anos de prática jurídica, garantindo que os...

Fundado em 2019
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PLASA - Pimenta Lourenço & Associados é um escritório de advocacia português sediado no Porto que oferece consultoria especializada em assuntos de Direito Societário e Comercial e Direito da Família. O escritório combina profundo conhecimento técnico com uma abordagem pragmática focada no...

Fundado em 1936
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Fundada em 1936, a TELLES - Sociedade de Advogados é uma prestigiada sociedade de advogados portuguesa reconhecida pelos seus serviços jurídicos abrangentes em diversos setores. Com escritórios em Lisboa e Porto, a firma construiu uma reputação de excelência, rigor técnico e soluções...
Nery Contabilidade
São Paulo, Brasil

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A Nery Contabilidade é uma empresa de destaque no Brasil, reconhecida por oferecer soluções abrangentes em vários setores profissionais. A empresa utiliza seu profundo conhecimento setorial para apoiar escritórios de advocacia, arquitetos, associações e organizações, bem como uma ampla...
Marques da Silveira - Advogados
Cachoeira do Sul, Brasil

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Marques da Silveira - Advogados é um escritório brasileiro que atua em direito empresarial e societário, assessorando empresas de diversos setores em questões complexas que vão desde governança e contratos até conformidade regulatória. A atuação combina profundo conhecimento setorial com...

Fundado em 2009
8 pessoas na equipa
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Advogados em Guarulhos - Wilton Moura Advogados Associados é um escritório de advocacia sediado em Guarulhos, liderado pelo fundador Dr. Wilton Moura. O escritório destaca especializações em direito de família e imobiliário, mantendo uma atuação mais ampla que inclui questões...

Fundado em 2018
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Andressa Thomé Advocacia e Assessoria Jurídica operates as Thomé Advogados Associados, a boutique firm in Barreiras, Brazil, focusing on civil, corporate and tax matters with rigorous technical standards and strategic intelligence. The firm positions itself as a strategic partner that integrates...

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LBM ADVOGADOS Seixal Office is a Portugal based law firm with a multi location footprint including Seixal and Almada on the Margem Sul, as well as Portimão and Amadora. The practice spans Insolvency and Recovery of Companies, Real Estate and Condominiums, Civil and Commercial Law, Family Law and...
VISTO EM

1. Sobre o direito de Capital de risco

O direito de Capital de risco envolve o conjunto de regras que estruturam fundos, contratos e governança de investimentos em startups e empresas em estágio de crescimento. Ele abrange a criação de veículos de investimento, a captação de recursos e a proteção de direitos dos investidores e das empresas investidas. O objetivo é equilibrar atração de capital com salvaguardas legais, tributárias e societárias.

Em muitos regimes, o veículo principal é o Fundo de Investimento em Participações (FIP) ou estruturas equivalentes, que permitem investimento em participações societárias não listadas. A regulação costuma impor requisitos de divulgação, governança e transparência, bem como limites para conflitos de interesse. A prática comum envolve a due diligence, negociação de termos de investimento e condições de saída (exit).

Neste guia, destacamos os aspectos práticos que ajudam pessoas físicas e jurídicas a compreender o papel de um advogado na área de Capital de risco. A ideia é facilitar a identificação de necessidades legais, a compreensão de prazos e a negociação de acordos com clareza e segurança jurídica.

2. Por que pode precisar de um advogado

  • Estruturar fundos de investimento em participações (FIP) - uma startup pode requerer financiamento por meio de um FIP para captar recursos de investidores qualificados, exigindo documentação complexa, regras de governança e conformidade regulatória. Em um caso real, uma gestora precisou alinhar o regulamento do FIP com as regras da CVM e com o contrato de gestão.
  • Revisar term sheet e acordos de investimento - ao fechar uma rodada, é comum negociar valorização, participação acionária, anti-diluição e condições de fechamento. Um consultor jurídico ajuda a prevenir cláusulas ambíguas que gerem litígios futuros. Exemplo: ajuste de preço, mecanismos de ratchet e condições precedentes.
  • Due diligence de investidor e de empresa investida - a due diligence técnica, financeira, tributária e regulatória é essencial para evitar contingências. Um jurista experiente coordena a coleta de informações, avalia riscos contratuais e esclarece passivos ocultos.
  • Contratos de governança e proteção de direitos - acordos de acionistas, contratos de investimento e cláusulas de veto ou drag-along alteram o equilíbrio de controle. Um advogado ajuda a equilibrar incentivos entre fundadores e investidores com base na prática de mercado.
  • Licenças, conformidade e regimes fiscais - startups podem enfrentar exigências regulatórias específicas por setor e estágio. A assessoria jurídica orienta sobre enquadramentos fiscais, tributação de lucros e benefícios aplicáveis ao ecossistema de inovação.
  • Saídas e liquidação de investimentos - planos de saída, venda de participações ou IPO exigem estruturas contratuais para minimizar riscos. Advogados ajudam a planejar cenários de saída e a distribuir ganhos entre investidores e founders.

3. Visão geral das leis locais

Em muitos países lusófonos o arcabouço regulatório para capital de risco está centrado na supervisão de fundos, governança societária e oferta de participações. Abaixo seguem referências típicas que costumam aparecer na prática brasileira, com ênfase em nomes de leis e regulamentos relevantes.

Lei das Sociedades por Ações (Lei nº 6.404/1976) - regula a constituição, governança, direitos dos acionistas e mecanismos de controle de empresas de capital aberto e fechado. A lei é fundamental para estruturar acordos entre fundadores, investidores e gestores de fundos, especialmente em cenários de participação societária não listada.

Instrução CVM 409/2004 - regula fundos de investimento em participações (FIPs) e estabelece regras para captação, estrutura de governança e distribuição de recursos entre cotistas. A norma entrou em vigor na década de 2000 e passou por atualizações para acompanhar práticas de mercado. Consulte a CVM para as alterações mais recentes.

Lei Complementar 123/2006 - trata do regime tributário simplificado para micro e pequenas empresas e facilita o acesso a crédito e investimentos por meio de estruturas simplificadas. Impacta o planejamento tributário de startups e a elegibilidade de determinadas operações de investimento.

“FIPs são veículos de investimento regulados pela CVM para financiar empresas não listadas.” - Comissão de Valores Mobiliários (cvm.gov.br)
“O mercado de private equity e venture capital no Brasil tem mostrado crescimento consistente, com aumento de operações de aquisição e financiamento de startups.” - ABVCAP, associação brasileira de private equity e venture capital (abvcap.org.br)

Observação prática: as regras podem mudar conforme alterações regulatórias e decisões judiciais. Sempre verifique as versões oficiais atualizadas no site da CVM e de autoridades competentes. Use fontes oficiais para confirmar o status atual de cada norma.

4. Perguntas frequentes

O que é um Fundo de Investimento em Participações (FIP) e para que serve?

Um FIP é um veículo de investimento que aplica recursos em participações societárias de empresas não listadas. Ele funciona com captação de cotas de investidores qualificados e gestão especializada. Os recursos costumam financiar o crescimento, fusões ou aquisições e a saída futura é negociada entre as partes.

Como funciona a due diligence antes de investir em uma startup?

A due diligence verifica aspectos legais, financeiros e regulatórios da empresa. Ela identifica passivos, contratos relevantes e conformidade com leis setoriais. O resultado orienta a negociação de termos e a avaliação de riscos do investimento.

O que é um term sheet e quais cláusulas costumam trazer impacto?

O term sheet resume condições essenciais do investimento, como valor, participação acionária, avaliação e direitos de preferência. Cláusulas de anti-diluição e de governança costumam impactar o equilíbrio entre founders e investidores. Uma redação clara evita disputas futuras.

Quando é o momento certo de contratar um advogado para captação de fundos?

Idealmente antes da formalização da proposta aos investidores, para estruturar o regulamento do FIP, o Acordo de Gestão e o Regulamento de Cotização. A qualquer momento da captação, a consultoria ajuda a evitar falhas legais e contratuais.

Devo pagar honorários fixos ou com base em resultados?

A prática comum é combinar honorários fixos para fases iniciais (due diligence, elaboração de documentos) com honorários contingentes ou de sucesso para a rodada de investimento. O modelo deve ser definido por meio de contrato claro.

Pode um investidor exigir cláusulas de preferência ou drag-along?

Sim, cláusulas de preferência protegem direitos de alguns investidores, enquanto drag-along facilita a venda de controle. Elas devem ser equilibradas para não sufocar o crescimento da empresa. A redação precisa ser cuidadosamente revista.

Como funciona a governança entre investidor e founders em um FIP?

O regulamento do FIP define poderes de voto, comitês e direitos de participação. Normalmente há conselheiros indicados pelos cotistas majoritários, mas a governança precisa manter a viabilidade operacional da empresa. O objetivo é alinhar incentivos a longo prazo.

O que significa anti-diluição em termos simples?

Anti-diluição protege o investidor se a empresa emitir novas ações com valor inferior ao preço pago. Existem mecanismos de ajuste que reduzem o impacto da diluição no investidor original. A redação deve ser precisa para evitar conflitos.

Como devo estruturar a saída do investimento no prazo de 5 anos?

A estratégia de exit pode envolver venda a terceiros, fusão, buy-out ou abertura de capital. O contrato deve prever prazos, condições de venda e distribuição de ganhos entre as partes. Planejar com antecedência reduz incertezas.

Qual a diferença entre um contrato de investimento e um acordo de acionistas?

Contrato de investimento define termos financeiros e de participação, enquanto acordo de acionistas regula governança, direitos de voto, transferência de ações e resolução de conflitos. Ambos são complementares para evitar ambiguidades.

Preciso de experiência setorial específica para atuar com biotech ou fintech?

Experiência setorial ajuda, especialmente em due diligence regulatória e questões de compliance. Em capital de risco, é comum buscar advogados com histórico na indústria, mas a capacidade de estruturar fundos e contratos permanece essencial para qualquer setor.

5. Recursos adicionais

  • Comissão de Valores Mobiliários (CVM) - cvm.gov.br - órgão regulador dos mercados de capitais no Brasil. Função: supervisionar fundos de investimento, oferta pública e governança societária.
  • ABVCAP - abvcap.org.br - Associação brasileira de private equity e venture capital. Função: pesquisa de mercado, dados setoriais e defesa de boas práticas.
  • Banco Central do Brasil (BCB) - bcb.gov.br - instituição responsável pela política monetária e pela supervisão de instituições financeiras. Função: avaliação de impactos regulatórios em operações de financiamento de longo prazo.

6. Próximos passos

  1. Defina o objetivo do seu investimento ou captação e o estágio da empresa. Reserve 2 a 5 dias para esse planejamento inicial.
  2. Faça uma lista de advogados especializados em Capital de risco com atuação em FIP e startups. Priorize experiências com casos semelhantes ao seu setor.
  3. Solicite propostas e orçamentos de 3 a 5 escritórios ou consultores jurídicos, incluindo escopo, prazos e formas de cobrança. Aguarde 1 a 2 semanas.
  4. Conduza consultas iniciais para avaliar entendimento técnico, clareza de comunicação e alinhamento de valores. Reserve 60 a 90 minutos por reunião.
  5. Peça referências de clientes anteriores e peça exemplos de documentos já redigidos, como regulamentos de FIP e acordos de acionistas. Analise com cautela dentro de 1 semana.
  6. Negocie termos contratuais, incluindo honorários, prazos, entregáveis e garantias de confidencialidade. Formalize tudo em um contrato de honorários dentro de 5 a 10 dias.
  7. Feche a contratação e implemente um cronograma de atuação com marcos claros, comunicação regular e revisões periódicas. Inicie a partir de 2 a 4 semanas após a assinatura.

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