Melhores Advogados de Guarda dos filhos em Funchal

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Rubina Faria - Advogada
Funchal, Portugal

Fundado em 2007
50 pessoas na equipa
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Rubina FariaAdvogada com vasta experiência em diversas áreas do direito, presta aos seus clientes um serviço de qualidade, sempre orientado pelo máximo rigor, privilegiando as relações pessoais e a satisfação dos clientes.FDUPLicenciatura em Direito pela Faculdade de Direito da Universidade...
Lima Gonçalves & Associados
Funchal, Portugal

Fundado em 1989
50 pessoas na equipa
Portuguese
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LIMA, GONÇALVES & ASSOCIADOS, RI  surgiu em 1989, destacando-se por ser a primeira sociedade de advogados constituída na Região Autónoma da Madeira.Fundada por iniciativa do Distinguidíssimo Advogado Dr. Rui Lima, nome de referência, atualmente a LGA conta com diversos associados e...

Fundado em 2009
10 pessoas na equipa
Portuguese
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À frente do escritório está Marlene S. Fernandes, Advogada, licenciada em Direito a 11 de junho de 2005, pela Faculdade de Direito da Universidade de Coimbra, atualmente inscrita na Ordem dos Advogados Portugueses. À frente do escritório está Marlene S. Fernandes, Advogada, licenciada em...
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1. Sobre o direito de Guarda dos filhos em Funchal, Portugal

Em Portugal, a guarda de menores é regulada pelo Direito de Família no Código Civil e pelas leis de proteção de crianças. O objetivo central é assegurar o bem-estar, a educação e o desenvolvimento saudável da criança, privilegiando o seu superior interesse. Em Funchal, os casos são decididos pelos tribunais da Madeira, com aplicação prática das regras nacionais adaptadas ao contexto regional. A guarda pode ser partilhada ou exclusiva, dependendo das circunstâncias de cada família.

Os tribunais consideram fatores como a relação da criança com cada progenitor, a estabilidade emocional, a rede de apoio, a escola, a saúde e a educação. A residência habitual da criança, as rotinas diárias e a possibilidade de manter vínculos com familiares extensos também influenciam as decisões. Em geral, a guarda partilhada tem vindo a ser o regime preferido, salvo situações em que não é no melhor interesse da criança.

Para residentes de Funchal, é comum que se utilize o conceito de “residência habitual” da criança e um regime de visitas que garanta contacto regular com ambos os progenitores. A mediação e acordos entre famílias são frequentemente explorados antes de avançar para uma decisão judicial. As plataformas oficiais de justiça disponibilizam informações e orientações sobre os passos iniciais.

Em Portugal, a guarda partilhada é o regime preferencial, salvo circunstâncias que ponham em causa o superior interesse da criança.

Fonte: Portal da Justiça - https://portal.justica.gov.pt

As decisões de guarda devem considerar o superior interesse da criança, incluindo a residência habitual, a qualidade de vida e o apoio familiar.

Fonte: Diário da República - https://dre.pt

Na Madeira, os tribunais da comarca da Madeira lidam com processos de família e de guarda de menores com base no interesse superior da criança.

Fonte: INE/Estatísticas oficiais sobre justiça regional - https://www.ine.pt

2. Por que pode precisar de um advogado

  • Separação com disputa de guarda em Funchal: se os pais não chegam a acordo, um consultor jurídico pode estruturar uma estratégia de guarda partilhada ou exclusiva e preparar o pedido inicial com fundamentação detalhada.
  • Um caso típico envolve a definição da guarda da menor, a residência habitual, o regime de visitas e as despesas associadas à criança. O advogado ajuda a reunir provas, como registos escolares, médicos e de atividades extracurriculares.

  • Vincolo de violência doméstica ou proteção da criança: quando existem situações de risco, é essencial contabilizar medidas de proteção, solicitar afastamento do agressor e assegurar um plano de vida estável para a criança.
  • Um jurista experiente pode requerer medidas cautelares, como afastamento, restrições de contacto ou supervisão de visitas, até que a situação seja avaliada pelo tribunal.

  • Progenitor residente no estrangeiro ou em outra região: situações de mobilidade internacional exigem coordenação entre sistemas jurídicos e regras de visitação acordadas.
  • Neste cenário, o consultor jurídico planeia uma estrategia que preserve o contato contínuo da criança com ambos os progenitores, respeitando as leis de circulação e residência.

  • Alterações de emprego ou deslocações frequentes: mudanças na vida profissional podem exigir alterações à guarda para manter a estabilidade escolar e emocional da criança.
  • Um advogado pode propor ajustes contratuais, pareceres sobre a viabilidade de ajustes e redigir modificações ao acordo original de guarda.

  • Disputa sobre a escola, saúde ou atividades da criança: quando surgem necessidades especiais, é necessário adaptar o plano de guarda para incluir a gestão de horários médicos, educação especial ou transportes.
  • Ao apresentar o caso, o jurista pode demonstrar a viabilidade prática dessas alterações e salvaguardar o melhor interesse da criança.

3. Visão geral das leis locais

As regras que regem a guarda de menores em Funchal derivam do Código Civil Português, com foco no direito de família e no superior interesse da criança. Em termos de legislação específica de proteção, destaca-se a Lei de Proteção de Crianças e Jovens em Perigo, que orienta medidas de proteção quando há risco para a criança. Além disso, o Código de Processo Civil regula os procedimentos, prazos e atuação de advogados no âmbito de processos de família.

  • Código Civil Português - Guarda de Menores - base legal do regime de guarda, residência habitual, visitas e responsabilidades parentais. Vigente com várias alterações ao longo dos anos para favorecer a guarda partilhada em situações adequadas.
  • Lei n.º 147/99, de 1 de setembro - Lei de Proteção de Crianças e Jovens em Perigo - estabelece medidas de proteção e intervenção quando há risco para a criança, incluindo passagem de responsabilidade a entidades de proteção. Entrada em vigor em 1999 com alterações subsequentes.
  • Código de Processo Civil - regula o processamento de ações de família, prazos, provas, audiência e decisões judiciais relacionadas com guarda de menores. Mantém-se em vigor com reformas que afetam prazos e procedimentos de família.

Na Madeira, o registo e a prática judicial de casos de família são administrados pelo sistema judicial regional, com decisões fundamentadas no interesse superior da criança e na proteção de direitos mínimos de progenitores. A adaptação regional considera a logística local, como escolas, redes de apoio e serviços sociais disponíveis em Funchal.

O regime de guarda partilhada privilegia o contacto contínuo com ambos os progenitores e a participação de cada um na vida da criança, salvo situações de risco.

Fonte: Portal da Justiça - https://portal.justica.gov.pt

As decisões relativas a guarda devem refletir a residência habitual da criança, o acesso a saúde, educação e bem-estar emocional.

Fonte: Diário da República - https://dre.pt

4. Perguntas frequentes

O que é guarda de menores em Portugal e qual o seu objetivo?

A guarda de menores envolve quem toma decisões sobre o cuidado, educação e bem-estar da criança. O objetivo é assegurar estabilidade, proteção e desenvolvimento adequado. O tribunal lê o caso à luz do interesse superior da criança.

Como funciona a guarda partilhada no Funchal e quais são as condições?

A guarda partilhada determina que ambos os progenitores participem ativamente na vida da criança. Funciona com residência habitual da criança em paralelo ou alternada e com um plano de visitas acordado ou decidido pelo tribunal.

Quando é necessária a intervenção de um advogado em casos de guarda?

É útil quando não há acordo, surgem questões de proteção ou há disputas significativas sobre residência, ensino ou saúde. Um jurista ajuda a estruturar a petição, reunir provas e negociar acordos.

Onde processar uma ação de guarda em Funchal?

Os processos de família são apresentados no Tribunal Judicial da Madeira, na secção de Família e Sucessões. Pode também iniciar com mediação familiar antes de avançar para a ação judicial.

Por que vale a pena considerar mediação antes de ir para tribunal?

A mediação pode reduzir custos, acelerar acordos e manter o foco no melhor interesse da criança. Em muitos casos, resulta em planos mais estáveis e menos conflitantes.

Pode o tribunal alterar a guarda com o tempo e com que frequência?

Sim, o tribunal pode rever a guarda conforme mudanças relevantes na vida da criança ou dos progenitores. Mudanças profundas no ambiente escolar, saúde ou residência podem motivar nova decisão.

Deve considerar o custo total do processo de guarda ao decidir avançar?

Sim. Os custos incluem honorários de consultoria jurídica, taxas do tribunal e possíveis despesas com perícias. Estes valores variam conforme a complexidade do caso e a região.

Como se avalia o superior interesse da criança na Madeira?

O tribunal analisa a estabilidade emocional, vínculos com familiares, educação, saúde e bem-estar. Também considera qualidade de vida, rede de apoio e continuidade escolar.

Qual é a diferença entre guarda e residência habitual?

A guarda é o conjunto de responsabilidades parentais. A residência habitual refere-se a onde a criança passa a maior parte do tempo. Pode haver guarda conjunta com uma residência principal e visitas definidas.

Pode um progenitor não residente em Portugal ter direito de guarda?

Sim, desde que a decisão vise o interesse da criança e haja capacidade de cumprir as responsabilidades parentais. O caso pode exigir cooperação entre jurisdições e regras de circulação.

Quando entram em vigor alterações de guarda após um divórcio?

Alterações podem ser solicitadas a qualquer momento se surgirem mudanças relevantes. O tribunal avalia se as alterações servem o melhor interesse da criança e a viabilidade prática.

O que acontece se a guarda não for cumprida pelo outro progenitor?

Podem ser aplicadas medidas de fiscalização, proteção ou conversão de acordos. Em casos graves, podem ser impostas sanções legais ou medidas cautelares.

5. Recursos adicionais

  • Portal da Justiça - portal oficial com guias, serviços online, informações sobre processos de família e guarda de menores. https://portal.justica.gov.pt/
  • Diário da República Eletrónico - publicação oficial de leis, decretos e alterações relacionadas com família e guarda. https://dre.pt/
  • Ordem dos Advogados - lista de advogados especializados em direito da família, orientação sobre como selecionar um consultor jurídico. https://www.oa.pt/

6. Próximos passos

  1. Defina com clareza o objetivo de guarda e o que pretende para a criança, anotando prioridades e limites. Estime prazos realistas com base na sua situação.
  2. Faça uma lista de advogados de família em Funchal e agende consultas iniciais de forma presencial ou online nas próximas 1-2 semanas.
  3. Prepare os documentos essenciais: certidões de nascimento dos filhos, certidão de casamento ou separação, registos médicos, registos escolares e qualquer acordo prévio.
  4. Solicite uma estimativa de custos e honorários por escrito, incluindo honorários por hora, ações de mediação e eventuais perícias.
  5. Considere a mediação familiar como primeira opção e peça ao advogado orientações sobre os passos para iniciar esse processo.
  6. Se necessário, inicie o processo judicial de guarda no Tribunal Judicial da Madeira, com acompanhamento de um jurista especializado.
  7. Monitore prazos, prepare-se para audiências e mantenha comunicação documentada com o seu consultor jurídico para decisões rápidas e fundamentadas.

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