Melhores Advogados de Direito Colaborativo em Portugal

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Fundado em 2006
65 pessoas na equipa
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Família Direito Colaborativo Guarda dos filhos +9 mais
Com um escritório localizado no Centro da Cidade do Porto (Boavista), em Portugal, presta serviços especializados em CONSULTORIA JURÍDICA, onde o seu valor primordial é a QUALIDADE DOS SERVIÇOS PRESTADOS, por meio de FERRAMENTAS TECNOLÓGICAS INOVADORAS, CRIATIVAS E GERADORAS DE VALOR,...

Fundado em 2018
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Família Direito Colaborativo Adoção +11 mais
F+AS - Ferraz e Aguiar Soares, Sociedade de Advogados, SP, RL, é um distinto escritório de advocacia português com escritórios em Lisboa e no Porto. A equipa da sociedade é constituída por advogados experientes, cada um com uma média de 18 anos de prática jurídica, garantindo que os...
Eunice Amorim - Advogados
Amadora, Portugal

Fundado em 1995
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Eunice Amorim Advogados is a Lisbon based law practice with more than 30 years of experience, recognized for its deep expertise across criminal defense, family matters, corporate and commercial law, insolvency, labor, immigration and real estate. The firm is led by its founder Eunice Amorim and...

1 pessoa na equipa
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Conceição Lopes - Advogada é um escritório de advocacia sediado em Portugal e liderado por Conceição Lopes, situado em Nelas, no coração da região do Dão. O escritório concentra-se em direito comercial, direito da família, defesa criminal, emprego e trabalho, e questões de...

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Porto Advogado is a Porto based directory that curates a network of specialized lawyers across multiple areas of law, enabling clients to locate qualified counsel and access prompt legal support in the Porto region. The platform emphasizes transparency and speed by facilitating direct contact with...
Advogada Mónica F. Baptista
Ribeira Brava, Portugal

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A Advogada Mónica F. Baptista oferece serviços jurídicos abrangentes em Portugal, especializando-se em áreas como falências, direito civil, divórcio, trabalho, seguros, patentes, imobiliário, fiscal e contencioso. Com mais de 20 anos de prática jurídica, a firma proporciona aos clientes...
QUOR Advogados
Porto, Portugal

Fundado em 2021
9 pessoas na equipa
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A QUOR Advogados é um escritório de advogados com sede em Braga, Porto e Esposende, com foco em Direito da Família, Direito do Trabalho, Direito Imobiliário e Direito Penal. Valorizamos a prestação de serviços jurídicos personalizados, adaptados às necessidades específicas de cada...

Fundado em 2024
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Angelina Teixeira e Associados - Sociedade de Advogados, SP, RL, é um prestigiado escritório de advocacia português conhecido pelos seus serviços jurídicos abrangentes em diversas áreas de prática. A especialização do escritório abrange Direito Administrativo e Contratações Públicas,...

Fundado em 2016
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Solicitadoras Inés Nascimento & Cláudia Charnock são uma sociedade de advogadas com sede em Portugal, especializada em matérias cíveis e comerciais, com ênfase central em Direito Imobiliário, Imigração, Família, Trabalho e Emprego e Direito Empresarial e Comercial. Com operações em...

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Medina & Associados - Sociedade de Advogados, RL, é um conceituado escritório de advocacia localizado no Porto, Portugal, na Avenida da Boavista, 2881, 1.º Sala 7, 4100-136 Porto. O escritório oferece serviços jurídicos abrangentes em diversas áreas de atuação, incluindo prática geral,...
VISTO EM

1. Sobre o direito de Direito Colaborativo em Portugal

O Direito Colaborativo em Portugal é uma prática de resolução de litígios que privilegia o diálogo e a cooperação entre as partes, com o apoio de advogados e, quando necessário, consultores especializados. O objetivo é chegar a acordos fora do tribunal, preservando relações e confidencialidade. Em Portugal, esta abordagem tem ganho adesão principalmente em matéria de direito de família, disputas patrimoniais e negócios familiares.

Os profissionais que atuam neste modelo costumam trabalhar em equipas multidisciplinares, incluindo advogados, mediadores, mediadores de família e, por vezes, peritos financeiros. O processo tende a ser mais previsível, com foco na solução prática dos problemas e na redução de custos e de tempo de litígio. A prática colaborativa também envolve compromissos formais para não iniciar litígios enquanto as negociações estiverem em curso.

É relevante notar que o Direito Colaborativo em Portugal se apoia em princípios legais já existentes, como a mediação de conflitos e a boa-fé processual. A confidencialidade do processo e a cooperação entre as partes são valores centrais deste modelo. As fontes oficiais destacam a mediação como instrumento eficaz para resolver conflitos sem confronto judicial prolongado.

A mediação de conflitos em Portugal tem vindo a tornar-se uma alternativa relevante ao litígio, especialmente em direito de família e em disputas patrimoniais.

Fontes oficiais indicam que o enquadramento regulatório da mediação e das práticas associadas sustenta o direito colaborativo, sem exigir um diploma autónomo específico para a prática em cada caso.

2. Por que pode precisar de um advogado

  • Divórcio ou separação com filhos menores e disputas de guarda - a presença de advogados em equipa colaborativa ajuda a estruturar regimes de visitas, guarda partilhada e educação dos filhos semlikitação judicial, com foco no melhor interesse das crianças. Em Portugal, acordos bem estruturados reduzem prazos e tensões entre as partes.
  • Partilha de bens imóveis e outros ativos complexos - quando há bens imobiliários, negócios familiares ou património financeiro, um jurista especializado em Direito Colaborativo pode coordenar avaliações, impostos e prazos de partilha para evitar conflitos longos.
  • Alteração ou definição de regime de bens no casamento - o uso de uma equipa colaborativa facilita a transição entre regimes de bens, com acordos claros sobre créditos, dívidas e bens presentes e futuros.
  • Pensão de alimentos para filhos ou cônjuges - advogados ajudam a desenhar acordos justos que atendam às necessidades dos menores e às possibilidades financeiras de cada parte, evitando litígios futuros.
  • Dissolução de empresa familiar ou negócio partilhado - questões de governança, avaliação de ativos e continuidade do negócio podem ser resolvidas com cláusulas de cooperação e planos de contingência sem recorrer ao litígio.
  • Acordos de convivência ou de facto consolidado - mesmo fora do casamento, a mediação colaborativa pode reger acordos sobre partilha de bens, regulação de responsabilidades e responsabilidades parentais, com apoio de advogados especializados.

Estes cenários beneficiam de uma equipa que assegura confidencialidade, previsibilidade de custos e uma timeline mais estável, evitando o desgaste emocional típico de litígios prolongados. Um consultor jurídico pode ajudar a preparar a documentação inicial, esclarecer direitos e deveres, e orientar sobre a melhor forma de avançar.

3. Visão geral das leis locais

  • Lei da Mediação de Conflitos (Lei n.º 29/2013, de 19 de março) - regime de mediação. Este diploma regula a mediação em matéria civil, comercial e de família e estabelece as condições de credenciação de mediadores e de confidencialidade. Encontra-se em vigor desde 2013 com várias alterações ao longo dos anos.
  • Código Civil - rege regimes de bens entre cônjuges, responsabilidade parental, regulação de responsabilidades e aquisição de bens. Em contexto de Direito Colaborativo, permite adaptar acordos de partilha com base no interesse das partes e das eventuais progenias.
  • Código de Processo Civil - regula as fases procedimentais e a possibilidade de homologação de acordos alcançados por via de resolução extrajudicial ou de mediação. Este código apoia a transição de acordos para ordem judicial quando necessário.

Observação prática: o Direito Colaborativo em Portugal não tem um diploma autónomo específico, mas opera dentro do enquadramento de mediação e das regras de direito de família, com adesão voluntária das partes a um processo colaborativo. Para informações atualizadas e textos legais, consulte fontes oficiais do Governo e entidades reguladoras.

"A mediação é um método estruturado de resolução de conflitos que preserva a relação entre as partes e facilita acordos mutuamente aceitáveis."

Fontes oficiais enfatizam o papel da confidencialidade e da cooperação como fundamentos do processo, bem como a possibilidade de homologar acordos colaborativos em sede judicial quando conveniente.

4. Perguntas frequentes

O que é Direito Colaborativo e como funciona em Portugal?

O Direito Colaborativo é uma prática em que as partes, com advogados especializados, trabalham para chegar a um acordo sem recorrer ao litígio. Reúne-se uma equipa, incluindo peritos se necessário, para negociar de boa fé e em confidencialidade. O objetivo é um acordo final, com menos custos e desgaste emocional.

Como começo um processo de Direito Colaborativo em Portugal?

Primeiro, identifique um advogado com experiência nesta abordagem. Em seguida, reúna documentos relevantes e proponha uma sessão inicial para alinhar objetivos, confidencialidade e próximos passos. Se ambas as partes concordarem, assinam um protocolo de participação.

O que é necessário para custos numa abordagem colaborativa?

Os custos variam conforme a complexidade do caso e o número de especialidades envolvidas. Em geral, espere honorários de consultoria, reuniões de equipa e peritos, com transparência quanto a honorários por hora ou por projeto. Evita-se, na maioria dos casos, custos judiciais elevados.

Quando é indicado recorrer ao Direito Colaborativo?

É indicado quando as partes desejam manter o controlo sobre a solução, preservar relações familiares ou comerciais e reduzir o risco de litígio. Casos de família, divórcios com filhos e partilhas patrimoniais costumam beneficiar deste formato.

Onde posso encontrar advogados especializados em Direito Colaborativo?

Procure advogados com experiência comprovada em Direito Colaborativo; várias carreiras reúnem equipas multidisciplinares. Consulte a lists de profissionais na Ordem dos Advogados e procure referências de clientes anteriores. Prefira profissionais que expliquem o plano de ação desde a primeira reunião.

Pode este método ser usado em casos de união de facto?

Sim, desde que as partes concordem em resolver a disputa por via colaborativa, com acordos sobre partilha de bens, responsabilidades e eventuais contas conjuntas. A prática pode adaptar-se a uniões de facto mediante acordo entre as partes e assistência jurídica apropriada.

Devo assinar um acordo de confidencialidade?

Sim, o acordo de confidencialidade é comum neste método para proteger informações sensíveis. Este acordo impede a divulgação de dados a terceiros e ajuda a manter o foco na solução. Um jurista pode personalizar o texto às suas circunstâncias.

Qual é o papel do mediador numa equipa colaborativa?

O mediador facilita a comunicação entre as partes, ajuda a estruturar propostas e mantém o processo em caminho para acordo. Em Portugal, o mediador atua de forma neutra, com foco na solução de conflitos em conjunto com a equipa jurídica.

Qual a diferença entre Direito Colaborativo e mediação tradicional?

No Direito Colaborativo, advogados assumem um papel ativo durante as negociações, com a obrigação de não litigar se o acordo falhar. A mediação tradicional pode envolver apenas um mediador, com menor participação de advogados na condução do diálogo.

Quanto tempo leva, tipicamente, um processo colaborativo?

O tempo varia conforme a complexidade, mas muitos casos são concluídos em 3 a 6 meses, com várias sessões de negociação. Processos mais complexos podem exigir mais reuniões e peritagens, sem a necessidade de uma sentença judicial.

Preciso de um consultor jurídico ou apenas um advogado licenciado?

Para Direito Colaborativo, é essencial contar com advogados licenciados com formação específica na abordagem colaborativa. Em muitos casos, equipas incluem consultores especializados (peritos financeiros, mediadores) para suportar o acordo final.

Qual a diferença entre custos entre litígio tradicional e o Método Colaborativo?

O colaborativo tende a ter custos mais previsíveis e menores custos totais, frutos de menos audiências, menos deslocações e menos tempo de advogado. Contudo, envolve honorários de equipa e peritos que devem ser comunicados previamente.

5. Recursos adicionais

  • Portal da Justiça - Mediação e resolução de conflitos - site oficial do governo que explica o regime de mediação, credenciação de mediadores e práticas recomendadas. justica.gov.pt
  • Portal do Governo - Serviços ao cidadão - informações gerais sobre serviços de apoio à família e resolução de conflitos. portugal.gov.pt
  • Conselho Superior da Magistratura - organismo público que regula a magistratura e supervisão de procedimentos judiciais relevantes para acordos homologados. csm.gov.pt

6. Próximos passos

  1. Defina os objetivos do acordo e as áreas onde pretende manter cooperação, incluindo guarda, bens e responsabilidades.
  2. Reúna documentos relevantes (identificação, registos de bens, encargos, demonstrações financeiras, acordos prévios).
  3. Pesquise advogados com experiência comprovada em Direito Colaborativo e peça referências a clientes anteriores.
  4. Marque consultas iniciais com pelo menos dois ou três profissionais para comparar abordagens, prazos e custos.
  5. Durante a primeira reunião, clarifique o compromisso de confidencialidade e a ausência de litígio durante o processo.
  6. Constitua a equipa colaborativa, com advogados e consultores periciais, conforme necessário, para avaliação de ativos e regulação patrimonial.
  7. Elabore o protocolo de participação e um cronograma com marcos, datas de reuniões e metas de acordo.

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