Melhores Advogados de Direitos do Consumidor em São Paulo

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Demarest Lawyers
São Paulo, Brasil

Fundado em 1948
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Souza Carvalheiro Advogados

Souza Carvalheiro Advogados

30 minutes Consulta Gratuita
São Paulo, Brasil

Fundado em 2025
2 pessoas na equipa
Portuguese
Especialistas em Direito do Consumidor e Direito Digital, com atuação estratégica na defesa de consumidores em ambientes digitais, e-commerce, marketplaces e redes sociais, oferecendo orientação jurídica clara, atualizada e focada na proteção de direitos no meio online.
VISTO EM

1. Sobre o direito de Direitos do Consumidor em São Paulo, Brasil

O direito do consumidor no Brasil é fundamentado principalmente pelo Código de Defesa do Consumidor (Lei nº 8.078/1990). Em São Paulo, a aplicação prática é assegurada tanto por órgãos de defesa do consumidor do estado quanto pela via judicial, com destaque para o Procon-SP e para o Tribunal de Justiça de São Paulo (TJSP).

Os direitos básicos incluem proteção contra práticas comerciais abusivas, garantia de qualidade, direito à reparação de vícios e possibilidade de devolução ou substituição de produtos com defeito. Em situações complexas, a atuação de um consultor jurídico especializado em Direitos do Consumidor facilita a defesa de interesses individuais ou coletivos no âmbito estadual.

2. Por que pode precisar de um advogado

  • Cobrança indevida ou serviço não contratado - em São Paulo, muitos casos envolvem cobranças de serviços que o consumidor não solicitou, como planos adicionais de empresas de telecomunicações. Um advogado pode revisar faturas, contestar cobranças e buscar restituição de valores cobrados indevidamente com base no CDC.
  • Defeito ou vício oculto em produto adquirido - quando o fabricante ou a loja se recusam a consertar, substituir ou restituir o valor dentro do prazo de garantia, é comum buscar solução judicial ou acordo extrajudicial com defesa de direitos do consumidor.
  • Compra online com atraso de entrega ou não entrega - no comércio eletrônico, o fornecedor deve cumprir o prazo ou oferecer reembolso; ações são usadas para restabelecer direitos de cancelamento, devolução e ressarcimento de custos adicionais.
  • Cláusulas abusivas em contratos de fidelização ou assinatura - contratos com multas desproporcionais, fidelidade obrigatória ou cláusulas que limitam o arrependimento podem ser contestados com orientação jurídica.
  • Tratamento de dados pessoais sem consentimento (LGPD) - o uso indevido de dados para marketing ou venda sem consentimento pode gerar responsabilização do fornecedor; um consultor jurídico ajuda a preservar direitos de privacidade e buscar reparações.

3. Visão geral das leis locais

  • Código de Defesa do Consumidor (Lei nº 8.078/1990) - define direitos básicos do consumidor, regras de fornecedores e responsabilidade por vícios. >Entrada em vigor: 1990.> Fonte: Planalto (Lei 8.078/1990)
  • Lei Geral de Proteção de Dados Pessoais (LGPD, Lei nº 13.709/2018) - regula o tratamento de dados pessoais em relações de consumo, com consentimento e finalidade definida. >Entrada em vigor para a aplicação de sanções: 2021; vigência plena desde 2020.> Fonte: Planalto (Lei 13.709/2018)
  • Marco Civil da Internet (Lei nº 12.965/2014) - estabelece princípios de uso da internet, privacidade e neutralidade de rede, com impacto direto nas relações de consumo digitais. >Entrada em vigor: 2014.> Fonte: Planalto (Lei 12.965/2014)

Alterações recentes relevantes para o SP incluem a aplicação mais rigorosa da LGPD em atividades de comércio eletrônico, com foco na transparência de uso de dados e consentimento.

O tratamento de dados pessoais somente pode ocorrer mediante consentimento do titular, conforme a LGPD.

Os direitos básicos do consumidor são assegurados pelo CDC, incluindo proteção contra práticas abusivas.

O Marco Civil da Internet reforça a proteção da privacidade e a responsabilidade de provedores em relação a dados de usuários.

Para orientar-se sobre normas específicas, consulte fontes oficiais como o Procon-SP e o site do Planalto.

4. Perguntas frequentes

O que é o Código de Defesa do Consumidor e como se aplica em São Paulo?

O CDC estabelece direitos básicos do consumidor e regras para fornecedores. Em SP, o Procon-SP atua na prática para orientar, mediar e, se necessário, encaminhar ações judiciais. Casos mais complexos costumam exigir a atuação de um jurista especializado em proteção ao consumidor.

Como faço para registrar uma reclamação formal no Procon-SP sobre um produto com defeito?

Você pode usar o site do Procon-SP para abrir um protocolo ou comparecer a uma unidade. Reúna comprovantes de compra, notas fiscais e fotos do defeito. O órgão pode mediar um acordo ou orientar sobre medidas legais cabíveis.

Quando posso requerer ressarcimento por vício de produto ou serviço?

O prazo de garantia depende do tipo de bem: 30 dias para bens não duráveis e 90 dias para bens duráveis. Você pode exigir reparo, substituição ou restituição do valor conforme o caso. Se o defeito aparecer fora do prazo, ainda é possível discutir responsabilidade pelo vício.

Onde encontro o prazo de arrependimento de compras online?

O arrependimento está previsto no Artigo 49 do CDC, com prazo de 7 dias para desistência de compras realizadas fora do estabelecimento. O fornecedor deve devolver o valor pago, inclusive frete, sem necessidade de justificar. Em SP, o Procon pode orientar sobre o procedimento.

Por que pode ser necessário um advogado para contratos com cláusulas abusivas?

Um profissional ajuda a interpretar cláusulas potencialmente abusivas, requerer a revisão contratual e buscar a anulação de dispositivos lesivos. A atuação pode evitar prejuízos financeiros e preservar direitos básicos do consumidor. A mediação também pode ser explorada antes de ações judiciais.

Pode cobrar taxa de adesão ou fidelização por serviços cancelados sem consentimento?

Cláusulas de fidelidade podem ser consideradas abusivas se restringirem direitos do consumidor sem justificativa. Um jurista pode contestar tais cláusulas e orientar sobre rescisão contratual e devolução de valores. Em SP, o Procon costuma orientar sobre práticas de cobrança indevida.

Devo pagar honorários adiantados ao advogado ao iniciar uma ação de consumo?

Advogados costumam cobrar honorários contratuais, com condições previstas em contrato. Evite pagar valores sem acordo claro. Discuta formas de pagamento, margem de responsabilidade e possíveis reembolsos de custas processuais.

Como funciona a mediação ou conciliação antes de ingressar com uma ação?

A mediação pode ocorrer por meio de órgãos como o Procon-SP ou de câmaras privadas de conciliação. O objetivo é chegar a um acordo rápido sem litígio, reduzindo custos e tempo. Se não houver acordo, o processo judicial pode ser iniciado.

Qual é a diferença entre ação civil pública e ação individual de direitos do consumidor?

A ação civil pública defende interesses coletivos, com participação do Ministério Público ou de entidades representativas. A ação individual protege direitos de um consumidor específico. Em São Paulo, ambas podem tramitar no foro competente conforme o objeto da demanda.

Quanto tempo costuma levar um processo de indenização por danos morais em São Paulo?

O tempo varia conforme complexidade, provas e região, mas muitos casos se arrastam entre 12 e 36 meses. Processos simples podem encerrar mais rapidamente, enquanto questões complexas com laudos e perícias demoram mais. A conciliação pode reduzir significativamente esse tempo.

Preciso de documentos específicos para ajuizar uma reclamação de consumo?

Sim, guarde notas fiscais, comprovantes de pagamento, contratos, mensagens e fotos do defeito. RG, CPF e comprovante de endereço ajudam na identificação. A organização dos documentos facilita etapas de mediação e eventual ação judicial.

Qual a diferença entre Procon-SP e o Ministério Público na defesa do consumidor?

Procon-SP atua na orientação, mediação e fiscalização de práticas comerciais abusivas. O Ministério Público atua em ações civis públicas e defesa de direitos difusos, tratando de casos de maior impacto social ou quando há omissão de autoridades públicas. Em São Paulo, ambas as vias podem complementar a proteção do consumidor.

5. Recursos adicionais

  • Procon-SP - Fundação de Proteção e Defesa do Consumidor do Estado de São Paulo. Atua na orientação, fiscalização e mediação de conflitos entre consumidores e fornecedores. https://www.procon.sp.gov.br
  • Senacon - Secretaria Nacional do Consumidor, órgão do governo federal responsável pela política de proteção ao consumidor e pela coordenação de ações de defesa do consumidor em todo o país. https://www.gov.br/justica/pt-br/assuntos/participacao-social/consumidor
  • IDEC - Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor, organização não governamental que atua na defesa de direitos do consumidor com foco em educação e ações judiciais. https://idec.org.br

6. Próximos passos

  1. Defina com clareza o problema de consumo que você enfrenta e colete todos os documentos relevantes (notas fiscais, contratos, mensagens, comprovantes de pagamento) -Tempo estimado: 1-2 dias.
  2. Consulte um advogado ou consultor jurídico especializado em Direitos do Consumidor para avaliação inicial da sua situação -Tempo estimado: 1-3 dias para agendar a reunião.
  3. Solicite orientação sobre opções extrajudiciais (mediação, conciliação) e as chances de acordo com base no seu caso específico -Tempo estimado: 1-2 semanas.
  4. Se houver necessidade de ação judicial, peça ao profissional um orçamento claro com custos, prazos e honorários contratuais -Tempo estimado: 1-2 semanas para fechar contrato.
  5. Abra protocolo no Procon-SP se ainda não houver solução amigável e acompanhe os prazos de resposta -Tempo estimado: 30-60 dias para resposta inicial.
  6. Inicie o processo judicial caso não haja acordo, com acompanhamento contínuo do advogado e cumprimento de prazos processuais -Tempo estimado: 6-36 meses, dependendo da complexidade.
  7. Acompanhe a evolução do caso, peça atualizações periódicas e avalanche de documentos adicionais quando necessário -Tempo estimado: conforme andamento do processo.

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