Melhores Advogados de Negligência profissional em São Paulo

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Demarest Lawyers
São Paulo, Brasil

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Souza Carvalheiro Advogados

Souza Carvalheiro Advogados

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São Paulo, Brasil

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1. Sobre o direito de Negligência profissional em São Paulo, Brasil

Negligência profissional envolve falha do prestador de serviço qualificado que, por culpa, causa dano a um cliente ou paciente. No Brasil, a base para indenização é a responsabilidade civil por ato ilícito ou por falha na prestação de serviço. Em São Paulo, as ações costumam tramitar na Justiça Estadual, com possibilidade de perícias técnicas para confirmar o nexo causal e a extensão do dano.

As regras gerais aplicáveis a todo o país também se refletem aqui, incluindo a obrigação de reparar danos materiais e morais. A jurisprudência paulista tende a exigir comprovação de culpa, nexo de causalidade e dano efetivo, especialmente em áreas sensíveis como saúde, engenharia e contabilidade. O contexto local pode influenciar prazos, custos e prioridades processuais.

Para residentes de São Paulo, entender a dinâmica do foro, os prazos de prescrição e as etapas de uma ação ajuda a planejar a defesa e a orientação jurídica desde o início. Este guia traz caminhos práticos, referências legais e perguntas frequentes para apoiar decisões informadas.

“Aquele que, por ato ilícito, causar dano a outrem, fica obrigado a repará-lo.”

Fonte: Código Civil - Artigo 927 (Lei nº 10.406/2002). Link oficial: https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/2002/l10406.htm

“O consumidor tem direito à proteção eficaz contra riscos causados por produtos ou serviços e à reparação de danos.”

Fonte: Código de Defesa do Consumidor - Lei nº 8.078/1990. Link oficial: https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/l8078.htm

“O médico deve agir com responsabilidade, respeitando a dignidade do paciente e a confiança nele depositada.”

Fonte: Código de Ética Médica (CFM). Link oficial: https://portal.cfm.org.br

2. Por que pode precisar de um advogado

Em São Paulo, problemas de negligência profissional criam situações com danos reais e custos expressivos. Abaixo estão cenários concretos que costumam exigir orientação jurídica especializada.

  • Erro médico durante cirurgia em hospital privado na região metropolitana de SP que resulta em sequelas permanentes ou agravamento do quadro do paciente.
  • Diagnóstico tardio ou erro de diagnóstico em clínica de atendimento privado, levando a atraso significativo no tratamento e piora do prognóstico.
  • Projeto de engenharia ou arquitetura mal executado em construção residencial ou comercial em SP, causando dano estrutural ou atraso na entrega.
  • Falha de atuação de contador ou escritório de contabilidade que gera prejuízo financeiro significativo para empresa com fiscais ou multas.
  • Negligência de profissionais de enfermagem ou de saúde em unidades de saúde públicas ou privadas, com danos a pacientes ou residentes.
  • Prestação de serviço jurídico com falha na diligência, causando prescrição de prazo ou perda de oportunidade processual para o cliente.

Esses cenários exigem reconhecimento claro de culpa, avaliação do nexo causal e estimativa de danos. A atuação de um jurista com experiência na área aumenta as chances de recuperação de indenização e de evitar prejuízos adicionais durante o processo.

3. Visão geral das leis locais

São Paulo segue as leis nacionais, com aplicação prática da responsabilidade civil em casos de negligência profissional. Abaixo estão 3 referenciais legais relevantes, com nomes e aspectos-chave.

  • Código Civil - Lei n° 10.406/2002, artigos 186 e 927, que tratam da responsabilidade por ato ilícito e da obrigação de indenizar danos causados por culpa. Entrada em vigor em 11 de janeiro de 2003, com atualizações legislativas ao longo dos anos.
  • Código de Defesa do Consumidor - Lei n° 8.078/1990, art. 6º e dispositivos correlatos, que protegem o consumidor na relação de prestação de serviços e impõem responsabilidade objetiva em algumas hipóteses. Vigência desde 1990, com alterações regulatorias posteriores que afetam o âmbito de atuação de profissionais liberais.
  • Código de Processo Civil - Lei n° 13.105/2015, que reorganizou os procedimentos judiciais civis, incluindo prazos, perícias e instrução de ações de indenização. Entrada em vigor em 18 de março de 2016, com ajustes posteriores por meio de emendas.

Além dessas normas, os profissionais costumam se submeter a códigos de ética e regulamentações específicas de suas áreas, como o Código de Ética Médica. Essas diretrizes orientam a conduta profissional e servem de referência em investigações e ações judiciais.

4. Perguntas frequentes

O que caracteriza negligência profissional no direito brasileiro em termos práticos?

Negligência envolve falha no dever de cuidado esperado de um profissional qualificado. É preciso demonstrar dano, nexo causal e culpa objetiva ou subjetiva, conforme o caso. A relação de confiança entre profissional e cliente sustenta a responsabilização.

Como identificar se um caso envolve negligência médica ou apenas um mau resultado?

Negligência médica implica falha evitável ou de conduta incompatível com o padrão esperado. Mau resultado pode ocorrer mesmo com tratamento adequado. A avaliação de perícia médica ajuda a distinguir culpa de risco inerente ao procedimento.

Quando é apropriado iniciar uma ação de indenização por negligência profissional em SP?

É recomendado buscar orientação assim que houver danos comprovados. O prazo de prescrição para danos decorrentes de atos de médicos e serviços profissionais pode variar conforme o tipo de dano, por isso é crucial consultar um advogado rapidamente.

Onde apresentar a inicial em São Paulo, se o dano ocorreu na capital?

A ação costuma ser movida no foro competente da comarca onde ocorreu o dano. Em SP, isso geralmente é na justiça estadual, com possibilidade de ajuste para ações envolvendo grandes instituições ou planos de saúde.

Por que custos processuais podem variar em casos de negligência profissional?

Custos variam com a complexidade, necessidade de perícias, deslocamentos e honorários de advogados. Processos com perícia técnica costumam ter despesas maiores, mas podem ser revertidos em parte no decorrer da ação.

Pode um advogado atuar em mais de uma área para um caso de negligência?

Sim, muitos advogados atuam em áreas correlatas, como civil, consumerista e de saúde. Contudo, é essencial que a equipe jurídica tenha experiência específica no tipo de negligência envolvida.

Deve a vítima tentar acordo extrajudicial antes de litigar?

Sim, acordos extrajudiciais podem poupar tempo e custos. Um advogado pode negociar compensação razoável antes de ingressar com ação, preservando direitos e tentando resolver rapidamente.

Quanto tempo costuma levar o processo de indenização por negligência em SP?

Os prazos variam conforme complexidade e recursos. Em média, ações civis podem levar de 2 a 5 anos, com fases de instrução, perícias e julgamentos finais.

Qual a diferença entre responsabilidade objetiva e subjetiva no contexto profissional?

Na responsabilidade objetiva, a vítima não precisa provar culpa, apenas dano e nexo causal, em certos setores. Na subjetiva, é preciso demonstrar culpa, dolo ou negligência por parte do profissional.

Qual a diferença entre danos materiais e morais em negligência profissional?

Danos materiais correspondem a prejuízos econômicos comprováveis, como despesas médicas ou perda de renda. Danos morais envolvem abalo à honra, imagem ou bem-estar psicológico, sem necessidade de prejuízo econômico direto.

Preciso de perícia técnica para provar a negligência? Quais profissionais?

Em muitos casos, a perícia é essencial. Profissionais como médicos peritos, engenheiros civis ou contadores peritos ajudam a esclarecer o nexo, a extensão do dano e o uso de padrões técnicos.

Como comparar propostas de advogados em termos de experiência específica?

Compare histórico de casos semelhantes, resultados, tempo de resposta e transparência de custos. Peça exemplos de processos concluídos e peça um orçamento detalhado por escrito.

5. Recursos adicionais

  • Ordem dos Advogados do Brasil - Seção de São Paulo (OAB SP) - órgão regulador da profissão, oferece orientação, cadastro de especialistas e informações sobre honorários. Site: https://www.oabsp.org.br
  • Conselho Regional de Medicina do Estado de São Paulo (CRM-SP) - órgão regulador da prática médica, com normas éticas, fiscalizações e recebimento de denúncias. Site: https://www.crm-sp.org.br
  • Procon-SP - Fundação de proteção e defesa do consumidor - órgão público estadual que orienta sobre direitos do consumidor e relação com serviços profissionais. Site: https://www.procon.sp.gov.br

6. Próximos passos

  1. Defina o tipo de negligência - identifique se envolve medicina, engenharia, contabilidade ou advocacia. Reúna documentos básicos e cronologia do caso. (1-2 dias)
  2. Faça uma triagem com um advogado especializado - procure uma consultoria inicial com profissional que atenda SP e tenha experiência em negligência profissional. (1 semana)
  3. Reúna documentação essencial - prontuários, laudos, contratos, notas fiscais, correspondência e testemunhos. Organize tudo por data. (2-3 semanas)
  4. Solicite uma avaliação de viabilidade jurídica - peça ao advogado uma análise de culpa, nexo e danos, com estimativa de prazo e custo. (1-2 semanas)
  5. Solicite orçamentos formais - peça propostas detalhadas de honorários, custos de perícia e contingências. Compare de forma objetiva. (1 semana)
  6. Defina a estratégia processual - decida entre ação, mediação ou acordo extrajudicial, considerando risco e custo. (1 semana)
  7. Assine o contrato de prestação de serviços - registre honorários, prazo, responsabilidade e condições de confidencialidade. (1 dia)

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