Melhores Advogados de Credor em São Paulo

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Edson Farias e Advogados Associados, fundado em 31 de agosto de 2007, é um escritório de advocacia de destaque com sede em São Paulo, Brasil. O escritório é especializado em direito imobiliário, direito civil, cobrança de dívidas e serviços jurídicos abrangentes. Com uma equipe dedicada...
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1. Sobre o direito de Credor em São Paulo, Brasil

O direito de credor em São Paulo envolve a cobrança de dívidas entre pessoas físicas e jurídicas, com instrumentos extrajudiciais e judiciais. Em SP, o credor pode recorrer a protestos de títulos, ações de cobrança e, quando necessário, à execução de títulos executivos. A atuação efetiva depende de documentos que comprovem a dívida e do cumprimento de regras processuais específicas da jurisdição paulista.

É comum que o credor utilize tanto meios extrajudiciais quanto judiciais para recuperar créditos. Em São Paulo, a prática envolve procedimentos no âmbito do Foro Local, além de mecanismos como penhora online via BacenJud e possíveis medidas cautelares. O acompanhamento de um jurista especializado ajuda a alinhar estratégia, tempo e custos.

O credor pode buscar recuperação de créditos por meio de medidas previstas na Lei de Recuperação Judicial e Falência, quando aplicável a devedores que estão em dificuldades financeiras.

Fonte: Planalto - Lei nº 11.101/2005 - Recuperação Judicial e Falência

A Lei do Inquilinato regula despejos e cobranças de aluguéis em contratos de locação, incluindo medidas de cobrança e desocupação de imóveis em São Paulo.

Fonte: Planalto - Lei nº 8.245/1991 - Lei do Inquilinato

2. Por que pode precisar de um advogado

Para cada cenário, um jurista especializado em direito de credor em SP oferece orientação prática e defesa de interesses. Abaixo, veja 4-6 situações concretas com exemplos reais em São Paulo.

  • Recuperação de crédito de fornecedor paulistano: uma empresa de construção em Pinheiros não recebeu pagamentos de serviços prestados a uma concessionária local. Um consultor jurídico avalia se a dívida se enquadra como título executivo e planeja a cobrança com medidas de penhora, se cabível.
  • Execução de sentença com devedor em outra região: um cliente com ativos na capital precisa de cumprimento de sentença em foro de SP para penhora de contas ou bens, inclusive via BacenJud.
  • Despejo por Dívida de aluguel: um proprietário em Itaim Paulista busca despejo por falta de pagamento. Um advogado orienta sobre prazo de desocupação, aluguel devido e ajuizamento da ação de despejo.
  • Cobrança extrajudicial e prevenção de litígios: antes de iniciar ação, um jurista avalia cláusulas contratuais, juros, mora e possibilidade de acordo com o devedor de uma empresa de comércio varejista.
  • Provas e documentos necessários: o credor solicita auxílio para reunir contratos, notas fiscais, comprovantes de entrega e extratos para instruir ação ou protesto de título.

3. Visão geral das leis locais

Alguns marcos legais são centrais para credores em São Paulo. A seguir, dois a três diplomas relevantes, com nomes, números e datas de vigência ou alterações relevantes.

  • Código de Processo Civil - CPC (Lei n° 13.105/2015) - entrou em vigor em 18 de março de 2016, consolidando o rito das ações de cobrança e a execução de títulos. Em 2020 houve alterações com a Lei n° 14.112/2020, ampliando meios eletrônicos de citação e penhora.
  • Lei de Recuperação Judicial e Falência (Lei n° 11.101/2005) - regula a recuperação de créditos de credores em caso de inadimplência grave, possibilitando planos de recuperação, confirmação de créditos e falência quando cabível. Mantém previsão de garantias a credores em situações de recuperação judicial.
  • Lei do Inquilinato (Lei n° 8.245/1991) - disciplina despejos por falta de pagamento e cobranças em contratos de locação imobiliária no estado, incluindo procedimentos para retomada de imóveis em São Paulo.

Notas importantes sobre a jurisdição paulista: os processos de cobrança costumam seguir o Foro da Comarca onde reside o devedor ou onde se encontra o devedor, com possibilidade de cumprimento de ordem de penhora via BacenJud. A prática de cobrança exige atenção a prazos prescricionais e à necessidade de título executivo. Em SP, a atuação de advogados especializados facilita gestão de recursos, prazos e contenção de custos.

"Conselho Nacional de Justiça orienta a utilização de meios eletrônicos para facilitar a cobrança e o cumprimento de decisões judiciais."

Fonte: CNJ - www.cnj.jus.br

4. Perguntas frequentes

Como funciona a cobrança de dívida de credor em São Paulo?

Inicialmente, o credor reúne documentos que comprovem a dívida, como contrato, notas e extratos. Em seguida, pode optar por cobrança extrajudicial ou ajuizar ação de cobrança, seguida de eventual execução. O procedimento depende do tipo de título e do devedor.

O que é título executivo extrajudicial no contexto de SP?

É um documento que prova a existência de dívida com força executiva, como duplicatas, notas promissórias ou contratos com cláusula de confissão. Com título executivo, o credor pode pedir a execução diretamente, sujeita a requisitos legais.

Quando é necessário iniciar uma ação de cobrança em São Paulo?

Quando a cobrança extrajudicial não obtém resposta ou acordo, é recomendável iniciar ação de cobrança para obter reconhecimento de crédito e eventual penhora. Em SP, esse caminho costuma ser utilizado para créditos descumpridos por empresas ou pessoas com ativos detectáveis.

Onde posso ajuizar cobrança de dívida em São Paulo e qual é a vara competente?

Geralmente, a ação de cobrança é ajuizada no foro da comarca onde reside o devedor ou onde está localizado o bem a ser penhorado. Em casos de pessoa jurídica, o processo pode tramitar na vara cível da comarca correspondente ao endereço do devedor.

Por que preciso de advogado para penhora online em SP?

O advogado orienta sobre quais ativos podem ser penhorados e como requerer o BacenJud. A atuação especializada reduz prazos, evita nulidades processuais e aumenta as chances de satisfação do crédito via penhora de bens digitais ou financeiros.

Pode a penhora recair sobre imóveis no território paulista?

Sim, a penhora de imóveis pode ocorrer mediante decisão judicial e avaliação de crédito. Em SP, é comum que imóveis respondam a penhora em casos de dívidas relevantes, com eventual anúncio e avaliação de bem.

Devo pagar custas processuais em ações de cobrança?

Sim, ações judiciais costumam gerar custas processuais, além de honorários de advogados. Em alguns casos, há possibilidade de gratuidade de justiça, dependendo da renda do requerente.

Qual o prazo de prescrição de dívidas no crédito comercial em SP?

O prazo de prescrição varia conforme o tipo de dívida. Em muitos créditos comerciais, pode haver prescrição de 5 anos, contados a partir do vencimento da obrigação, salvo regras específicas em contratos e lei aplicável.

Como se calcula juros e mora em cobranças em São Paulo?

Juros moratórios costumam seguir a taxa prevista no contrato ou a prevista pelo código civil, com atualização monetária conforme índices oficiais. Advogados ajudam a calcular corretamente para evitar abusos na cobrança.

Qual a diferença entre cobrança extrajudicial e judicial?

A cobrança extrajudicial ocorre fora do processo e visa acordo direto, com menor custo. A cobrança judicial envolve cobrança judicial, com ordem de pagamento, eventual penhora e execução de dívidas.

Como funciona a recuperação de crédito em SP pela recuperação judicial?

A recuperação judicial pode suspender cobranças e permitir plano de pagamento autorizado pelo juiz. Credores participam da assembleia e precisam registrar créditos para receber conforme o plano aprovado.

O que fazer se o devedor contestar a cobrança?

Solicite orientação de um advogado para avaliar a contestação, reunir provas e decidir sobre a continuidade da cobrança ou a abertura de nova fase processual. A defesa pode envolver esclarecimentos sobre titularidade da dívida e de bens.

5. Recursos adicionais

Para informações oficiais e orientação prática, consulte as seguintes instituições e recursos:

  • Tribunal de Justiça de São Paulo (TJSP) - órgão responsável pela Justiça estadual e manejo de ações cíveis e de cobrança no estado. https://www.tjsp.jus.br/
  • Procon-SP - órgão de proteção ao consumidor que orienta sobre práticas de cobrança e abusos. https://www.procon.sp.gov.br/
  • Ordem dos Advogados do Brasil - Seção de São Paulo (OAB SP) - orientação ética, defesa de direitos de advogados e cidadãos. https://www.oabsp.org.br/

6. Próximos passos

  1. Defina o objetivo da cobrança - determine se deseja apenas receber a dívida, evitar fraudes ou obter uma penhora de ativos. Tempo estimado: 1-3 dias.
  2. Reúna toda a documentação relevante - contratos, notas, comprovantes de entrega, faturas, comprovantes de inadimplência. Tempo estimado: 1-2 semanas.
  3. Consulte um advogado com atuação em credor em SP - peça avaliação de título executivo, possibilidade de cobrança extrajudicial ou ação judicial. Tempo estimado: 1-7 dias para primeira reunião.
  4. Escolha a estratégia adequada - extrajudicial, protesto, ou cobrança judicial com penhora. O profissional apresentará um plano com prazos. Tempo estimado: 1-2 semanas.
  5. Solicite orçamentos e honorários - peça propostas claras de custos, incluindo eventual êxito, custas e honorários. Tempo estimado: 3-10 dias.
  6. Inicie o procedimento escolhido - protocole a ação ou inicie a cobrança extrajudicial conforme orientação do jurista. Tempo estimado: 2-6 semanas para início.
  7. Acompanhe o andamento e ajuste a estratégia - mantenha contato com o advogado, revise prazos, responda a contestações e atualize documentos. Tempo estimado: contínuo durante o processo.

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