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1. Sobre o direito de Direitos do Pai
Os direitos do pai no Brasil envolvem a guarda, a responsabilidade parental, as visitas e a obrigação de sustento. A prioridade é o melhor interesse da criança. A legislação recente foca em participação igualitária dos pais na criação dos filhos.
A guarda compartilhada tornou-se a regra principal pela Lei nº 13.058/2014, quando houver menor envolvido, mesmo que haja conflitos entre os pais. Nessa modalidade, pai e mãe compartilham decisões importantes sobre educação, saúde e bem-estar. Em casos de risco ou incapacidade, pode ser aplicada guarda unilateral com supervisão judicial.
O Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA) reforça o direito de convivência com ambos os genitores e estabelece princípios de proteção, atendimento e prioridade absoluta à criança. A convivência familiar é vista como fator essencial para o desenvolvimento saudável. A atuação de um consultor jurídico de Direitos do Pai ajuda a interpretar como estes direitos se aplicam no caso concreto.
Guarda compartilhada é o regime prioritário em muitos casos, buscando manter a participação de ambos os pais.
Fonte: Lei 13.058/2014 - guarda compartilhada
2. Por que pode precisar de um advogado
Quando há disputa de guarda, a participação de um jurista especializado evita decisões que não atendam ao melhor interesse da criança. Um advogado pode orientar sobre prazos, documentação e estratégias de mediação. Sem assistência jurídica, a complexidade processual pode atrasar o desfecho e aumentar custos.
- Disputa de guarda entre pais separados: o pai quer guarda compartilhada, a outra parte prefere guarda unilateral, levando o Judiciário a decidir com base em visualização do bem-estar infantil. Exemplo real: pais que moram em cidades diferentes e precisam definir onde a criança irá morar nos fins de semana.
- Mudança de residência ou mudança de cidade: um dos pais pretende mudar de cidade com a criança, o que pode impactar visitas e presença escolar. Um jurista ajuda a ajustar acordos de convivência e, se necessário, solicitar limitação ou modificação de guarda.
- Revisão de pensão alimentícia: alterações de renda ou necessidades da criança podem exigir a reavaliação do valor de alimentos. Um consultor jurídico elabora petições, provas de renda e planilhas para fundamentar a revisão.
- Alienação parental: situações em que um pai ou mãe tenta isolar a criança do outro genitor, afetando o vínculo familiar. Advogado especializado pode apresentar medidas protetivas, comorbidades e planos de convivência adequados.
- Acordos extrajudiciais não homologados: famílias que chegam a acordo fora do tribunal precisam de assessoria para garantir validade legal e eventual homologação judicial.
Em geral, um advogado de Direitos do Pai atua como consultor jurídico, facilitador de acordos e representante em audiências, sempre com foco no melhor interesse da criança. A presença de um jurista reduz riscos de erros processuais e aumenta a chance de acordo justo. A orientação de um especialista também ajuda na comunicação entre os pais durante o processo.
3. Visão geral das leis locais
A guarda compartilhada, prevista pela legislação brasileira, é regulada de forma central pela Lei nº 13.058/2014. Esta norma estabelece que a guarda compartilhada é o regime preferencial, salvo situações em que haja risco para a criança. A lei entrou em vigor em 22 de dezembro de 2014.
O Estatuto da Criança e do Adolescente, Lei nº 8.069/1990, define direitos fundamentais das crianças e obriga a proteção, convivência familiar e cuidado com o desenvolvimento saudável. O ECA foi sancionado em 1990 e permanece como base da proteção a menores no Brasil. Combine estes dispositivos para fundamentar decisões judiciais relevantes a paternidade.
O Código Civil também contempla questões de guarda, tutela e deveres de sustento entre pais e filhos. A alteração de regras de convivência costuma exigir comprovação de mudanças de circunstâncias, com avaliação do melhor interesse da criança. A jurisprudência brasileira tem evoluído para favorecer acordos mais equilibrados entre pais, sempre com foco no bem-estar infantil.
“A guarda compartilhada deverá ser adotada como regime preferencial de guarda, salvo situações de risco para a criança.”
Fonte: Lei 13.058/2014 - Planalto
“É dever da família, da sociedade e do Estado assegurar à criança o direito à convivência familiar.”
Fonte: Estatuto da Criança e do Adolescente - Planalto
Para consulta formal, utilize fontes oficiais como o Planalto para o texto integral das leis.
- Lei 8.069/1990 - Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA) - texto oficial
- Lei 13.058/2014 - Guarda Compartilhada - texto oficial
- Código Civil - artigos relevantes sobre guarda e deveres parentais - texto oficial
4. Perguntas frequentes
O que é guarda compartilhada e como a lei brasileira a aplica?
A guarda compartilhada é o regime de convivência em que ambos os pais participam das decisões importantes. Ela não exige que os pais morem juntos, mas sim que o cuidado com a criança permaneça equilibrado. Em caso de impasse, o Judiciário decide com base no melhor interesse infantil.
Como solicitar guarda provisória durante o processo de divórcio?
Para solicitar guarda provisória, peça ao juiz medidas de proteção e convivência que garantam a rotina da criança. Normalmente, o pedido é apresentado junto com a petição inicial e pode incluir regimens de visita aproximados. O objetivo é evitar mudanças radicais na vida da criança enquanto a decisão final é tomada.
Quando a guarda exclusiva pode ser concedida e quais critérios costumam ser considerados?
A guarda exclusiva pode ser concedida quando há risco, conflito grave ou incapacidade de um dos genitores cuidar da criança. O juiz avalia histórico de cuidador, ambiente doméstico, estabilidade financeira e relação da criança com cada genitor. O melhor interesse da criança é o norte da decisão.
Onde entram as visitas e como são definidas as regras de convivência?
As visitas são definidas com base na rotina escolar, distância e disponibilidade de cada genitor. O acordo pode ser homologado judicialmente para garantir cumprimento. Alterações futuras exigem nova avaliação pelo juízo ou acordo entre as partes.
Por que a pensão alimentícia é obrigatória e como é calculada?
A pensão garante as necessidades básicas da criança, como alimento, educação e saúde. O valor é calculado com base na renda dos pais, necessidades da criança e capacidade econômica de quem paga. O objetivo é manter padrões de vida compatíveis com o que a criança tinha antes da separação.
Pode um pai mudar de cidade e manter visitas regulares?
Pode, desde que haja acordo ou decisão judicial que preserve o direito de convivência. Mudanças significativas costumam exigir ajustes na duração e nos horários das visitas. Em alguns casos, visitas virtuais ou finais de semana estendidos são previstos para reduzir impactos.
Deve-se considerar a alienação parental em decisões judiciais?
Sim. A alienação parental pode ser um fator relevante para decisões de guarda e visitas. O juiz pode aplicar medidas para afastar a influência negativa e manter o vínculo com o outro genitor. A efetividade depende de evidências e do contexto familiar.
Como funciona o cálculo de pensão alimentícia segundo a lei brasileira?
O cálculo envolve renda dos genitores, necessidades da criança e horas de convivência. Planilhas e provas de renda ajudam a fundamentar o pedido. Em muitos casos, a variação de renda ou de despesas da criança requer revisão periódica.
O que diferencia guarda, tutela e curatela no direito de pai?
A guarda está relacionada ao cuidado da criança e decisões diárias. Tutela envolve responsabilidade legal de administrar patrimônio do menor. Curatela é mais rara e envolve incapacitação permanente; cada figura tem regras próprias legais.
Pode um acordo extrajudicial ter validade legal sem homologação?
Sim, desde que respeite direitos da criança e normas obrigatórias. A homologação judicial confere força executiva e evita questões futuras. Sem homologação, pode haver contestações que atrasem o cumprimento.
Como alterar uma ordem de custódia já existente?
Para alterar, é necessário demonstrar mudança relevante nas circunstâncias ou no bem-estar da criança. O processo envolve petição, provas atualizadas e audiência. Decisões costumam levar meses, dependendo da complexidade.
Quando devo buscar mediação familiar antes de acionar a Justiça?
A mediação facilita acordos mais rápidos e menos adversariais. É recomendada quando as partes desejam cooperação contínua. Em muitos estados, é obrigatória antes de ajuizar ações judiciais de guarda ou pensão.
5. Recursos adicionais
- Lei 8.069/1990 - Estatuto da Criança e do Adolescente - texto integral disponível no Planalto para consulta de direitos de crianças e adolescentes. planalto.gov.br.
- Lei 13.058/2014 - Guarda Compartilhada - definição de regime de guarda e diretrizes de convivência. planalto.gov.br.
- Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) - Guia de Direito de Família - recursos e orientações para advogados e famílias. oab.org.br.
6. Próximos passos
- Defina claramente o seu objetivo principal (ex.: guarda compartilhada com visita regular, ou guarda exclusiva com um plano de visitas). Reserve 1 dia para refletir sobre prioridades.
- Reúna documentos relevantes (certidões de nascimento, comprovantes de renda, comprovantes de residência, histórico de visitas, mensagens entre os pais). Planeje entregar tudo em 1-2 dias úteis ao advogado.
- Pesquise advogados especializados em Direito de Família com foco em paternidade. Leia avaliações, verifique experiência com casos parecidos e pergunte sobre honorários.
- Solicite ao menos 3 orçamentos e defina expectativas de comunicação (respostas em 24-48 horas, atualizações quinzenais, etc.). Use 1-2 dias para comparar propostas.
- Agende consultas iniciais com 2-3 juristas para discutir estratégia, custos e prazos. Reserve 1-2 semanas para marcar as reuniões e conversar sobre o caso.
- Prepare perguntas para as consultas (ex.: experiência com guarda compartilhada, histórico de acordos homologados, tempo estimado para o seu tipo de ação). Leve os documentos previamente.
- Selecione o profissional mais adequado, assine o contrato de honorários e peça um plano de atuação com etapas e custos. Estime um prazo de 1-2 semanas para fechar o contrato.
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