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Fundado em 2018
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Família Direitos do Pai Adoção +11 mais
F+AS - Ferraz e Aguiar Soares, Sociedade de Advogados, SP, RL, é um distinto escritório de advocacia português com escritórios em Lisboa e no Porto. A equipa da sociedade é constituída por advogados experientes, cada um com uma média de 18 anos de prática jurídica, garantindo que os...

Fundado em 2006
65 pessoas na equipa
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Família Direitos do Pai Guarda dos filhos +9 mais
Com um escritório localizado no Centro da Cidade do Porto (Boavista), em Portugal, presta serviços especializados em CONSULTORIA JURÍDICA, onde o seu valor primordial é a QUALIDADE DOS SERVIÇOS PRESTADOS, por meio de FERRAMENTAS TECNOLÓGICAS INOVADORAS, CRIATIVAS E GERADORAS DE VALOR,...

Fundado em 2023
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Eliana Meneses Advocacia | Advogada em Praia Grande é um escritório de advocacia distinto, dedicado à prestação de soluções jurídicas excepcionais nas áreas de direito de família e direito imobiliário. Com ampla experiência e profundo entendimento do complexo cenário jurídico no...
Fernandes & Saraiva Advogados
Vila Nova de Gaia, Portugal

Fundado em 2008
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Fundado em 2008, o Fernandes & Saraiva Advogados é um escritório de advocacia distinto localizado no coração de Vila Nova de Gaia, Portugal. Os sócios fundadores, Ana Fernandes e Manuel Saraiva, trazem cada um mais de 25 anos de experiência jurídica em tempo integral, tendo ambos concluído...
Figueiredo Sens Advogados

Figueiredo Sens Advogados

30 minutes Consulta Gratuita
São Paulo, Brasil

Fundado em 2021
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Figueiredo Sens Advogados – Serviços Jurídicos Empresariais e Inovadores no BrasilFigueiredo Sens Advogados é um escritório de advocacia brasileiro visionário que oferece soluções jurídicas de alto impacto para empreendedores, corporações e famílias em todo o Brasil e exterior. Com...

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O Escritório de Advocacia Leandro Cunha é especializado em direito de família, migrações, nacionalidade portuguesa e questões imobiliárias, oferecendo orientação personalizada a indivíduos e famílias que enfrentam cenários jurídicos complexos. Sob a liderança de Leandro Cunha, o...
Melo Lawyers
Lagoa Santa, Brasil

Fundado em 2015
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Melo Lawyers, oficialmente conhecido como J. Melo Advogados Associados, é um escritório de advocacia conceituado com sede em Lagoa Santa, Minas Gerais, com atuação adicional em Belo Horizonte e regiões circunvizinhas. Fundado em 2015 sob a liderança do Dr. Jonatas I. R. Melo, o escritório...
LIVI MACHADO ADVOCACIA OAB/SC 9504
São João Batista, Brasil

2 pessoas na equipa
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Livi Machado Advocacia é um escritório boutique de advocacia sediado em São João Batista, Santa Catarina, Brasil. Liderado por Gilcimara Machado Livi, OAB/SC 44.299, o escritório é especializado em matérias previdenciárias, incluindo benefícios do BPC LOAS, benefícios por incapacidade e...
Eurico Branca
Elvas, Portugal

1 pessoa na equipa
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Eurico Branca é um escritório de advocacia independente sediado em Elvas, Portugal, atendendo pessoas físicas e empresas em todo o país, com forte foco transfronteiriço com Espanha. Liderado por um licenciado em Direito pela Universidade de Lisboa, o escritório oferece representação em...
Borges & Munhoz Advogados
Santo André, Brasil

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Borges & Munhoz Advogados é um escritório de advocacia de destaque no Brasil, oferecendo serviços jurídicos especializados em direito penal, direito de família, direito trabalhista e direito da saúde. O escritório é liderado pelo Dr. Fernando Munhoz, sócio fundador renomado por sua ampla...
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1. Sobre o direito de Direitos do Pai

Os direitos do pai no Brasil envolvem a guarda, a responsabilidade parental, as visitas e a obrigação de sustento. A prioridade é o melhor interesse da criança. A legislação recente foca em participação igualitária dos pais na criação dos filhos.

A guarda compartilhada tornou-se a regra principal pela Lei nº 13.058/2014, quando houver menor envolvido, mesmo que haja conflitos entre os pais. Nessa modalidade, pai e mãe compartilham decisões importantes sobre educação, saúde e bem-estar. Em casos de risco ou incapacidade, pode ser aplicada guarda unilateral com supervisão judicial.

O Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA) reforça o direito de convivência com ambos os genitores e estabelece princípios de proteção, atendimento e prioridade absoluta à criança. A convivência familiar é vista como fator essencial para o desenvolvimento saudável. A atuação de um consultor jurídico de Direitos do Pai ajuda a interpretar como estes direitos se aplicam no caso concreto.

Guarda compartilhada é o regime prioritário em muitos casos, buscando manter a participação de ambos os pais.

Fonte: Lei 13.058/2014 - guarda compartilhada

2. Por que pode precisar de um advogado

Quando há disputa de guarda, a participação de um jurista especializado evita decisões que não atendam ao melhor interesse da criança. Um advogado pode orientar sobre prazos, documentação e estratégias de mediação. Sem assistência jurídica, a complexidade processual pode atrasar o desfecho e aumentar custos.

  • Disputa de guarda entre pais separados: o pai quer guarda compartilhada, a outra parte prefere guarda unilateral, levando o Judiciário a decidir com base em visualização do bem-estar infantil. Exemplo real: pais que moram em cidades diferentes e precisam definir onde a criança irá morar nos fins de semana.
  • Mudança de residência ou mudança de cidade: um dos pais pretende mudar de cidade com a criança, o que pode impactar visitas e presença escolar. Um jurista ajuda a ajustar acordos de convivência e, se necessário, solicitar limitação ou modificação de guarda.
  • Revisão de pensão alimentícia: alterações de renda ou necessidades da criança podem exigir a reavaliação do valor de alimentos. Um consultor jurídico elabora petições, provas de renda e planilhas para fundamentar a revisão.
  • Alienação parental: situações em que um pai ou mãe tenta isolar a criança do outro genitor, afetando o vínculo familiar. Advogado especializado pode apresentar medidas protetivas, comorbidades e planos de convivência adequados.
  • Acordos extrajudiciais não homologados: famílias que chegam a acordo fora do tribunal precisam de assessoria para garantir validade legal e eventual homologação judicial.

Em geral, um advogado de Direitos do Pai atua como consultor jurídico, facilitador de acordos e representante em audiências, sempre com foco no melhor interesse da criança. A presença de um jurista reduz riscos de erros processuais e aumenta a chance de acordo justo. A orientação de um especialista também ajuda na comunicação entre os pais durante o processo.

3. Visão geral das leis locais

A guarda compartilhada, prevista pela legislação brasileira, é regulada de forma central pela Lei nº 13.058/2014. Esta norma estabelece que a guarda compartilhada é o regime preferencial, salvo situações em que haja risco para a criança. A lei entrou em vigor em 22 de dezembro de 2014.

O Estatuto da Criança e do Adolescente, Lei nº 8.069/1990, define direitos fundamentais das crianças e obriga a proteção, convivência familiar e cuidado com o desenvolvimento saudável. O ECA foi sancionado em 1990 e permanece como base da proteção a menores no Brasil. Combine estes dispositivos para fundamentar decisões judiciais relevantes a paternidade.

O Código Civil também contempla questões de guarda, tutela e deveres de sustento entre pais e filhos. A alteração de regras de convivência costuma exigir comprovação de mudanças de circunstâncias, com avaliação do melhor interesse da criança. A jurisprudência brasileira tem evoluído para favorecer acordos mais equilibrados entre pais, sempre com foco no bem-estar infantil.

“A guarda compartilhada deverá ser adotada como regime preferencial de guarda, salvo situações de risco para a criança.”

Fonte: Lei 13.058/2014 - Planalto

“É dever da família, da sociedade e do Estado assegurar à criança o direito à convivência familiar.”

Fonte: Estatuto da Criança e do Adolescente - Planalto

Para consulta formal, utilize fontes oficiais como o Planalto para o texto integral das leis.

  1. Lei 8.069/1990 - Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA) - texto oficial
  2. Lei 13.058/2014 - Guarda Compartilhada - texto oficial
  3. Código Civil - artigos relevantes sobre guarda e deveres parentais - texto oficial

4. Perguntas frequentes

O que é guarda compartilhada e como a lei brasileira a aplica?

A guarda compartilhada é o regime de convivência em que ambos os pais participam das decisões importantes. Ela não exige que os pais morem juntos, mas sim que o cuidado com a criança permaneça equilibrado. Em caso de impasse, o Judiciário decide com base no melhor interesse infantil.

Como solicitar guarda provisória durante o processo de divórcio?

Para solicitar guarda provisória, peça ao juiz medidas de proteção e convivência que garantam a rotina da criança. Normalmente, o pedido é apresentado junto com a petição inicial e pode incluir regimens de visita aproximados. O objetivo é evitar mudanças radicais na vida da criança enquanto a decisão final é tomada.

Quando a guarda exclusiva pode ser concedida e quais critérios costumam ser considerados?

A guarda exclusiva pode ser concedida quando há risco, conflito grave ou incapacidade de um dos genitores cuidar da criança. O juiz avalia histórico de cuidador, ambiente doméstico, estabilidade financeira e relação da criança com cada genitor. O melhor interesse da criança é o norte da decisão.

Onde entram as visitas e como são definidas as regras de convivência?

As visitas são definidas com base na rotina escolar, distância e disponibilidade de cada genitor. O acordo pode ser homologado judicialmente para garantir cumprimento. Alterações futuras exigem nova avaliação pelo juízo ou acordo entre as partes.

Por que a pensão alimentícia é obrigatória e como é calculada?

A pensão garante as necessidades básicas da criança, como alimento, educação e saúde. O valor é calculado com base na renda dos pais, necessidades da criança e capacidade econômica de quem paga. O objetivo é manter padrões de vida compatíveis com o que a criança tinha antes da separação.

Pode um pai mudar de cidade e manter visitas regulares?

Pode, desde que haja acordo ou decisão judicial que preserve o direito de convivência. Mudanças significativas costumam exigir ajustes na duração e nos horários das visitas. Em alguns casos, visitas virtuais ou finais de semana estendidos são previstos para reduzir impactos.

Deve-se considerar a alienação parental em decisões judiciais?

Sim. A alienação parental pode ser um fator relevante para decisões de guarda e visitas. O juiz pode aplicar medidas para afastar a influência negativa e manter o vínculo com o outro genitor. A efetividade depende de evidências e do contexto familiar.

Como funciona o cálculo de pensão alimentícia segundo a lei brasileira?

O cálculo envolve renda dos genitores, necessidades da criança e horas de convivência. Planilhas e provas de renda ajudam a fundamentar o pedido. Em muitos casos, a variação de renda ou de despesas da criança requer revisão periódica.

O que diferencia guarda, tutela e curatela no direito de pai?

A guarda está relacionada ao cuidado da criança e decisões diárias. Tutela envolve responsabilidade legal de administrar patrimônio do menor. Curatela é mais rara e envolve incapacitação permanente; cada figura tem regras próprias legais.

Pode um acordo extrajudicial ter validade legal sem homologação?

Sim, desde que respeite direitos da criança e normas obrigatórias. A homologação judicial confere força executiva e evita questões futuras. Sem homologação, pode haver contestações que atrasem o cumprimento.

Como alterar uma ordem de custódia já existente?

Para alterar, é necessário demonstrar mudança relevante nas circunstâncias ou no bem-estar da criança. O processo envolve petição, provas atualizadas e audiência. Decisões costumam levar meses, dependendo da complexidade.

Quando devo buscar mediação familiar antes de acionar a Justiça?

A mediação facilita acordos mais rápidos e menos adversariais. É recomendada quando as partes desejam cooperação contínua. Em muitos estados, é obrigatória antes de ajuizar ações judiciais de guarda ou pensão.

5. Recursos adicionais

  • Lei 8.069/1990 - Estatuto da Criança e do Adolescente - texto integral disponível no Planalto para consulta de direitos de crianças e adolescentes. planalto.gov.br.
  • Lei 13.058/2014 - Guarda Compartilhada - definição de regime de guarda e diretrizes de convivência. planalto.gov.br.
  • Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) - Guia de Direito de Família - recursos e orientações para advogados e famílias. oab.org.br.

6. Próximos passos

  1. Defina claramente o seu objetivo principal (ex.: guarda compartilhada com visita regular, ou guarda exclusiva com um plano de visitas). Reserve 1 dia para refletir sobre prioridades.
  2. Reúna documentos relevantes (certidões de nascimento, comprovantes de renda, comprovantes de residência, histórico de visitas, mensagens entre os pais). Planeje entregar tudo em 1-2 dias úteis ao advogado.
  3. Pesquise advogados especializados em Direito de Família com foco em paternidade. Leia avaliações, verifique experiência com casos parecidos e pergunte sobre honorários.
  4. Solicite ao menos 3 orçamentos e defina expectativas de comunicação (respostas em 24-48 horas, atualizações quinzenais, etc.). Use 1-2 dias para comparar propostas.
  5. Agende consultas iniciais com 2-3 juristas para discutir estratégia, custos e prazos. Reserve 1-2 semanas para marcar as reuniões e conversar sobre o caso.
  6. Prepare perguntas para as consultas (ex.: experiência com guarda compartilhada, histórico de acordos homologados, tempo estimado para o seu tipo de ação). Leve os documentos previamente.
  7. Selecione o profissional mais adequado, assine o contrato de honorários e peça um plano de atuação com etapas e custos. Estime um prazo de 1-2 semanas para fechar o contrato.

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