Melhores Advogados de Capital privado em Brasil
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1. Sobre o direito de Capital privado em Brasil
O capital privado no Brasil envolve investimentos diretos em empresas não listadas ou com baixa liquidez de ações. O objetivo é ampliar o crescimento, melhorar governança e preparar a empresa para uma futura saída lucrativa. A legislação brasileira regula estruturas, contratos e obrigações de investidores e empresas investidas para reduzir riscos e manter a conformidade.
No Brasil existem veículos comuns de capital privado, como Fundos de Investimento em Participações (FIPs) e operações de aquisição apoiadas por instituições privadas. Esses instrumentos exigem alinhamento entre investidores, administradores, managing partners e a empresa alvo. A atuação de um jurista especializado facilita a due diligence, a negociação de contratos e a conformidade regulatória.
2. Por que pode precisar de um advogado
Compra de participação em empresa privada por um Fundo de Investimento em Participações exige pactos de acionistas, cláusulas de proteção e condições de fechamento bem definidas.
Due diligence completa de finanças, contabilidade, contratos, passivos trabalhistas e questões regulatórias ajuda a evitar surpresas após o fechamento.
Estruturação de governance com direitos de voto, assentos no conselho e cláusulas de veto para temas relevantes como fusões, dívidas e planos de equity.
Questões tributárias envolvendo ganhos de capital, créditos tributários e regimes aplicáveis ao investidor estrangeiro ou nacional.
Conformidade com LGPD, anti‑corrupção e regras de integridade para operações com terceiros, além de avaliação de compliance da empresa alvo.
Resolução de disputas contratuais, renegociação de contratos-chave e elaboração de mecanismos de saída (exit) com prazos realistas.
3. Visão geral das leis locais
O direito de capital privado no Brasil é estruturado principalmente pela legislação societária, pela regulação da Comissão de Valores Mobiliários e por normas de tributação. Abaixo seguem referências essenciais para entender o arcabouço atual.
Lei nº 6.404/1976 - Lei das S.A.
É a base para governança, responsabilidade de administradores e funcionamento de sociedades por ações no Brasil. Ela estabelece princípios de administração, assembleias, distribuição de lucros e proteção de acionistas. A lei passou por diversas alterações ao longo das décadas, mantendo-se como referência central para empresas privadas que buscam captação de recursos e governança robusta.
Regulação de fundos de investimento em participações (FIP) - conjunto de normas da CVM
As regras da CVM para FIPs definem como esses fundos são estruturados, quem pode investir, e quais são as responsabilidades do administrador e do gestor. As normas abrangem governança, requisitos de due diligence, limites de atuação e formas de desinvestimento. Essas regras estão em constante atualização para acompanhar práticas de mercado e novas formas de financiamento.
Regulação de ofertas com distribuição restrita e fundos fechados - diretrizes da CVM
Essa regulamentação orienta como estruturas privadas podem emitir e distribuir valores mobiliários sem registro público amplo. Ela abrange procedimentos de divulgação, governança de fundos e critérios para investidores qualificados. A conformidade ajuda a evitar vícios de mercado e fornece maior segurança jurídica aos envolvidos.
“FIPs são fundos fechados cuja gestão busca participação em empresas com potencial de crescimento.”
Fonte: CVM - Guia de Fundos de Investimento, seção FIPs
“A Lei das S.A. estabelece as regras básicas para governança, responsabilidade dos administradores e funcionamento de sociedades por ações.”
Fonte: Planalto - Lei nº 6.404/1976 (texto disponível no site oficial)
“O regime tributário de private equity envolve ganhos de capital e incidência de IRPJ e CSLL conforme regras específicas.”
Fonte: Receita Federal - Regimes tributários aplicáveis a ganhos de capital em operações de investimento
4. Perguntas frequentes
O que é Private Equity e como funciona no Brasil?
Private equity envolve compra de participação em empresas com potencial de crescimento. O investidor busca retorno via melhoria de gestão e eventual venda da participação. No Brasil, isso ocorre principalmente por meio de FIPs estruturados para investidores qualificados.
Como funciona a due diligence em uma aquisição via FIP?
A due diligence analisa demonstrações financeiras, contratos, passivos e riscos regulatórios. O objetivo é confirmar valor, identificar contingências e determinar condições de fechamento. Em muitos casos, há um período de exclusividade para concluir a avaliação.
Quando devo envolver um advogado no processo de private equity?
Desde a fase de planejamento do investimento até a assinatura do acordo final. Advogados auxiliam na estruturação societária, negociação de contratos, compliance regulatório e condições de saída. A participação de um jurista experiente reduz riscos legais e fiscais.
Onde encontro consultoria jurídica especializada em capital privado no Brasil?
Procure escritórios com experiência em M&A, governança e fundos de investimento. Avalie casos anteriores, equipe dedicada e capacidade de gerir due diligence complexa. Verifique avaliações de clientes e transparência de honorários.
Por que a due diligence contábil é crucial para uma aquisição?
Ela identifica práticas contábeis inadequadas e passivos ocultos. Sem dúvida, pode impactar o preço de compra e o plano de saída. Uma due diligence contábil bem realizada evita surpresas que prejudiquem o investimento.
Pode um FIP investir em empresa com passivos trabalhistas relevantes?
Sim, mas requer avaliação de contingências e garantias. O acordo costuma prever cláusulas de proteção para o investidor e um plano de regularização. A estrutura de governança também pode exigir monitoramento de compliance trabalhista.
Devo considerar cláusulas de earn-out e tag along no acordo?
Sim. Earn-out ajudará a alinhar expectativas entre vendedor e comprador. Tag along protege minoritários em caso de venda futura. Esses dispositivos são comuns em operações de private equity brasileiras.
Como funciona a governança em uma empresa alvo financiada por FIP?
O FIP costuma ter controle de gestão por meio de um administrador e de mandato de um board ou comitês de investimento. Existem cláusulas de veto para decisões estratégicas. A periodicidade de reuniões e relatórios é definida no regulamento do fundo.
Quanto custa, em média, contratar um advogado para esse tipo de operação?
Os honorários variam conforme a complexidade e o tamanho da operação. Em projetos médios, o custo pode ficar entre 1 a 3% do valor do negócio, além de eventuais honorários fixos. Peça propostas detalhadas com escopo, prazos e faturamento.
Qual o cronograma típico de uma aquisição via private equity no Brasil?
Geralmente começa com due diligence e negociação de termos em 4 a 8 semanas. Em seguida vem a assinatura do contrato, aprovações regulatórias e fechamento em 2 a 4 semanas. O total costuma ficar entre 6 a 12 semanas, dependendo da complexidade.
Preciso ser investidor qualificado para participar de FIP?
Sim, para investir em muitos FIPs, é exigido qualificação de investidor conforme normas da CVM. Existem exceções apenas para fundos de aplicação restrita com regras específicas. Verifique os critérios de elegibilidade no regulamento do fundo.
Qual a diferença entre FIP e venture capital tradicional?
O FIP foca em participações em empresas não abertas e costuma exigir maior participação de governança. Venture capital atua também com startups, mas pode ter estruturas diferentes de liquidez e governança. O objetivo de ambos é retorno via valorização da empresa investida.
5. Recursos adicionais
- Comissão de Valores Mobiliários (CVM) - Reguladora do mercado de capitais brasileiro, com guias, normas e publicações sobre FIPs e fundos de investimento. https://www.cvm.gov.br
- ABVCAP - Associação Brasileira de Private Equity e Venture Capital, com pesquisas, diretrizes de mercado e conteúdos educacionais. https://www.abvcap.com.br
- Instituto Brasileiro de Governança Corporativa (IBGC) - Oferece guias de governança e boas práticas para empresas investidas e gestores de fundos. https://www.ibgc.org.br
6. Próximos passos
Defina o objetivo do investimento e o perfil do fundo ou do investidor que você representa. Determine se será aquisição de participaçãototal ou minoritária, com governança específica. Tempo estimado: 1 a 2 dias.
Levante a documentação básica da empresa alvo, incluindo demonstrações financeiras, contratos relevantes e passivos trabalhistas. Tempo estimado: 3 a 7 dias.
Selecione advogados com experiência em private equity, M&A e regulamentação de FIPs. Solicite portfolio, casos semelhantes e propostas de honorários. Tempo estimado: 7 a 14 dias.
Solicite uma proposta formal com escopo, prazos, custos e cronograma de due diligence. Compare, faça perguntas e peça referências. Tempo estimado: 3 a 7 dias.
Conclua a due diligence e negocie termos-chave, incluindo cláusulas de proteção, earn-out e governance. Tempo estimado: 4 a 8 semanas.
Elabore e refine o acordo de investimento, acordos de acionistas e regulamentos do fundo com o suporte jurídico. Tempo estimado: 2 a 4 semanas.
Realize as tomadas de decisão finais, obtenha aprovações regulatórias e execute o fechamento. Tempo estimado: 1 a 4 semanas.
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