Melhores Advogados de Capital privado em Rio de Janeiro

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Licks Attorneys
Rio de Janeiro, Brasil

Fundado em 2011
500 pessoas na equipa
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A Licks Attorneys é um dos escritórios de advocacia mais respeitados do Brasil em contencioso. Nosso compromisso com os clientes é sem precedentes no país. Focamos em litígios complexos, frequentemente envolvendo disputas impulsionadas pela tecnologia. Nossos advogados possuem um histórico...
Garrastazu Advogados
Rio de Janeiro, Brasil

Fundado em 1999
200 pessoas na equipa
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M&G Law Firm
Rio de Janeiro, Brasil

Fundado em 2000
50 pessoas na equipa
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Nossa HistóriaUm escritório confiável, seguro e profissionalO escritório de advocacia especializado em direito processual penal (juízo de execução penal), direito penal, direito trabalhista, direito empresarial, direito societário, direito civil e direito de família (sucessões) tem...
Castro Magalhães Law Offices
Rio de Janeiro, Brasil

Fundado em 1994
3 pessoas na equipa
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Prática geral em direito. Desde 1994 trabalhando para pessoas, sindicatos, empresas, igrejas e famílias. Somos especialistas em direito trabalhista, social e do consumidor, com ampla experiência também em direito de família e penal. Nosso escritório é próximo de nossos clientes e ouvimos...
GTLawyers
Rio de Janeiro, Brasil

Fundado em 2017
50 pessoas na equipa
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GTLawyers - Seu Parceiro Jurídico Estratégico no BrasilNa GTLawyers, orgulhamo-nos de ser um escritório boutique de serviço completo com sede em São Paulo, com mais de uma década de experiência na prestação de serviços jurídicos excepcionais. Nossa equipe é composta por advogados...
ALDO ROCHA Advogados
Rio de Janeiro, Brasil

Fundado em 1996
50 pessoas na equipa
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Advocacia estratégicaUm escritório de advocacia que busca ser único e diferenciado nas soluções dos problemas apresentados por nossos clientes.Com uma equipe técnica qualificada, somos capazes de atender você e sua empresa nas mais diversas atividades desenvolvidas.Estamos localizados no...
Saboia e Silva Advogados
Rio de Janeiro, Brasil

Fundado em 2000
50 pessoas na equipa
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https://saboiaesilva.com.br/ Precisão. Estratégia. Discrição.Na Saboia e Silva Advogados, nós não apenas exercemos o direito — criamos soluções jurídicas sob medida.Nossa equipe é parceira confiável de líderes empresariais, investidores e indivíduos que valorizam a...
VISTO EM

1. Sobre o direito de Capital privado em Rio de Janeiro, Brasil

O direito de Capital privado no Rio de Janeiro envolve regras federais que regulam fundos de investimento, aquisições e governança corporativa. No Brasil, a estruturação típica envolve fundos de investimento em participação (FIP) e sociedades de capital, com operações que podem ter sede no RJ ou atuação regional. A prática jurídica no RJ está alinhada às normas da Comissão de Valores Mobiliários (CVM) e à Lei das Sociedades por Ações. Assim, advogados especializados ajudam a estruturar, compliance e a conduzir negociações com segurança jurídica.

No dia a dia, profissionais atuam na configuração de vehicles de investimento, due diligence de empresas com operações no estado, elaboração de contratos de compra e venda, acordos de cotistas e governança corporativa. A proximidade geográfica com hubs econômicos do RJ facilita a gestão de questões locais como licenças, contratos com fornecedores do estado e relações com autoridades locais. É comum que as operações envolvam governance, cláusulas de earn-out, e mecanismos de saída para cotistas. A prática jurídica RJ também acompanha mudanças regulatórias federais que afetam private equity no Brasil.

Embora o RJ não possua uma legislação própria de capital privado, as regras federais são aplicáveis localmente e as rotinas regulatórias da CVM são centrais. A atuação local exige conhecimento de tributos, direito trabalhista e ambiental aplicáveis a empresas com operações no estado. Advogados no RJ, portanto, combinam experiência em direito societário, regulação de mercado de capitais e compliance para entregar soluções robustas. Fontes oficiais sobre o tema ajudam a entender o marco regulatório aplicável.

“A CVM regula o mercado de capitais brasileiro com o objetivo de proteger os investidores e promover o funcionamento adequado do mercado.”

“Lei nº 6.404, de 1976, Lei das Sociedades Anônimas, estabelece normas de governança, divulgação de informações e responsabilidades dos administradores.”

“A Lei Geral de Proteção de Dados tem como objetivo proteger os direitos de privacidade e o tratamento de dados pessoais.”

2. Por que pode precisar de um advogado

  • Aquisição de participação em empresa com sede no Rio de Janeiro - é comum precisar de due diligence completa, negociação de termos de compra, estruturação de cláusulas de earn-out e ajustes de preço com base em passivos locais. A assessoria jurídica ajuda a evitar surpresas fiscais e regulatórias. Em operações no RJ, o advogado avalia contratos de arrendamento, licenças e obrigações trabalhistas locais para evitar passivos ocultos.
  • Estruturação de FIP com foco em empresas do RJ - envolve a criação de um veículo de investimento, pactos entre cotistas e regras de governança. O jurista elabora regulamento do FIP, contratos de cotistas e políticas de conflitos de interesse para atender normas da CVM. Também cuida de diligências de clientes e de terceiros com atuação no estado.
  • Reorganização societária de empresa com operações no RJ - pode exigir fusões, cisões ou reorganizações societárias para facilitar saída de cotistas estrangeiros. O consultor jurídico prepara acordos de quotistas, revisões de contrato social e alterações de natureza societária. Tudo é alinhado com a Lei das S/A e com as regras regulatórias federais aplicáveis.
  • Disputas entre cotistas de FIP sediado no RJ - conflitos de governança, distribuição de lucros e direitos de voto costumam exigir mediação ou litígio societário. O advogado atua na construção de acordos de saída e cláusulas de resolução de controvérsias. É essencial para evitar rupturas de parceria que comprometam o investimento.
  • Compliance com LGPD em operações de private equity no RJ - dados de clientes, fornecedores e funcionários precisam ser tratados de forma responsável. O profissional orienta contratos, políticas de privacidade e diligência em proteção de dados. Em operações no RJ, a conformidade com a LGPD reduz riscos regulatórios e multas.
  • Conformidade regulatória com a CVM durante captação e divulgação - a captação de recursos de private equity exige divulgação de informações relevantes e cumprimento de normas de oferta. O advogado monta materiais de divulgação, termos de confidencialidade e políticas de disclosure. No RJ, o cumprimento facilita fechamentos mais rápidos e menos contencioso.

3. Visão geral das leis locais

Lei nº 6.385, de 7 de dezembro de 1976 criou a Comissão de Valores Mobiliários (CVM) e regula o mercado de capitais no Brasil. A norma estabelece a atuação da autarquia e as regras para oferta pública, investimentos e governança. Este marco sustenta a regulação de fundos de private equity com atuação no RJ. Em vigor desde a promulgação, continua sendo base para estruturas de investimento.

Lei nº 6.404, de 15 de dezembro de 1976 - Lei das Sociedades Anônimas. Regula a organização societária, a governança de administradores e a divulgação de informações relevantes aos acionistas. Em operações de aquisição e controle no RJ, a lei orienta como devem ser conduzidos os votos, o tag along e as obrigações de divulgação. Vigência desde a data de promulgação, com atualizações ao longo dos anos.

Lei Geral de Proteção de Dados (Lei nº 13.709/2018) - regula o tratamento de dados pessoais por pessoas físicas ou jurídicas. Regra a segurança, consentimento e finalidade do uso de dados em operações de private equity, inclusive em due diligences e contratos. A LGPD entrou em vigor de forma ampla em 2020, com sanções aplicáveis pela Autoridade Nacional de Proteção de Dados a partir de 2021. Em operações no RJ, a conformidade reduz riscos regulatórios e de reputação.

“A CVM regula o mercado de capitais brasileiro com o objetivo de proteger os investidores e promover o funcionamento adequado do mercado.”

“Lei nº 6.404, de 1976, Lei das Sociedades Anônimas, estabelece normas de governança, divulgação de informações e responsabilidades dos administradores.”

“A Lei Geral de Proteção de Dados tem como finalidade proteger os dados pessoais e garantir direitos de privacidade.”

4. Perguntas frequentes

O que é um FIP e como funciona no RJ?

Um Fundo de Investimento em Participações é um veículo para investir em participação societária. No RJ, o FIP realiza aportes em empresas com operações locais ou regionais, sob regras da CVM. O regulamento do fundo define cotistas, governança e mecanismos de saída.

Como faço due diligence de uma empresa sediada no Rio de Janeiro?

Inicie com análise de demonstrações financeiras, contratos-chave e passivos trabalhistas, tributários e ambientais. Verifique licenças, alvarás e relações com fornecedores locais. Documentos-clave devem incluir contratos de aluguel, propriedade intelectual e questões regulatórias específicas do RJ.

Quando devo contratar um advogado para uma operação no RJ?

Considere contratar antes da assinatura de termos de exclusividade ou carta de intenção. O ideal é ter consultoria desde a fase de estruturação do FIP ou aquisição. Assim, você antecipa riscos regulatórios, trabalhistas e societários.

Onde posso registrar contratos de aquisição envolvendo empresas no RJ?

Os contratos de aquisição e acordos de cotistas podem ser registrados em cartórios de títulos e documentos ou na Junta Comercial do estado. Em operações com participação societária, é comum registrar alterações contratuais na Junta Comercial do Rio. Além disso, cláusulas de confidencialidade devem respeitar a LGPD.

Por que a governança corporativa é crucial em FIPs no RJ?

A governança adequada protege cotistas e facilita a tomada de decisões. Em RJ, cláusulas de veto, quorum, e práticas de disclosure ajudam a mitigar conflitos. Boa governança reduz litígios e facilita saídas de investimentos.

Pode um investidor estrangeiro participar de fundos no RJ?

Sim, desde que haja estrutura compatível com a legislação brasileira e regras da CVM. Normalmente envolve SPVs, compliance com KYC e políticas de transferência de recursos. Advogados ajudam a estruturar a conformidade com regras locais e federais.

Devo considerar LGPD em contratos de private equity no RJ?

Sim. Planos de due diligence devem incluir avaliação de tratamento de dados e cláusulas de proteção. Contratos devem especificar finalidades, bases legais e medidas de segurança. A conformidade com LGPD reduz riscos de sanções administrativas.

Como é calculado o custo de assessoria jurídica em uma operação de private equity no RJ?

Os honorários variam conforme a complexidade, tempo estimado e experiência do jurista. Em geral, há horário ou valor fixo por etapa (due diligence, negociação, due de contratos). Peça estimativas detalhadas e limites de despesas antes de iniciar.

Quanto tempo costuma levar uma due diligence para uma aquisição no RJ?

Uma due diligence completa pode levar de 3 a 8 semanas, dependendo da complexidade da empresa adquirida. Empresas com operações multifacetadas no RJ costumam exigir etapas adicionais de verificação trabalhista e ambiental. Planeje margens para negociação de ajustes de preço.

Qual é a diferença entre FIP e SPV no contexto do RJ?

Um FIP é um fundo que investe participações em empresas, com cotistas e regras de governança. Um SPV é uma entidade de finalidade específica criada para facilitar uma operação isolada. No RJ, ambos são usados para estruturar investimentos com efeitos de responsabilidade limitada.

Como funciona a aprovação regulatória pela CVM para fundos sediados no RJ?

A CVM exige registro, divulgação de informações relevantes e políticas de compliance para FIPs e fundos de participação. As operações com investidores institucionais costumam demandar documentação detalhada e auditorias. A aprovação acelera processos de captação e fechamento de negócios.

Pode a lei de proteção de dados afetar contratos de private equity no RJ?

Sim. A LGPD impõe regras para coleta, tratamento e compartilhamento de dados. Contratos devem prever base legal, finalidade e medidas de segurança. O não cumprimento pode levar a sanções administrativas e danos à reputação.

5. Recursos adicionais

  • Comissão de Valores Mobiliários (CVM) - órgão regulador do mercado de capitais no Brasil, com normas sobre fundos, ofertas e governança. Site oficial: https://www.cvm.gov.br
  • ABVCAP - Associação Brasileira de Private Equity e Venture Capital - promove o mercado de private equity e venture capital no Brasil com estudos, eventos e orientações para investidores. Site oficial: https://www.abvcap.com.br
  • BNDES - Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social - atua como agente financiador para projetos de private equity, infraestrutura e investimento estratégico. Site oficial: https://www.bndes.gov.br

6. Próximos passos

  1. Defina claramente o objetivo do investimento e o orçamento disponível para honorários de assessoria jurídica. Estime um prazo de 4 a 8 semanas para a primeira fase do projeto.
  2. Liste advogados ou consultores jurídicos com atuação comprovada em private equity no RJ. Priorize quem tenha histórico em FIPs, aquisições ou governança corporativa.
  3. Solicite propostas formais com escopo, prazos, custos e condições de retenção. Peça exemplos de operações semelhantes no RJ para avaliar adequação.
  4. Convoque consultas iniciais para entender a abordagem de cada profissional e alinhar expectativas. Reserve 60 a 90 minutos por reunião.
  5. Solicite checklists de due diligence e rascunhos de contratos típicos. Compare abordagem, experiência local e disponibilidade de equipe.
  6. Defina o modelo de cobrança e as margens de despesas. Confirme se há cobrança por tempo, por etapa ou pacote fechado.
  7. Finalize a contratação com a assinatura de contrato de prestação de serviços e início imediato da due diligence, com cronograma compartilhado. Estime início do trabalho em até 1 a 2 semanas após a escolha do profissional.

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