Melhores Advogados de Capital de risco em São Paulo

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Rodrigues Pereira Advogados Associados, estabelecido em São Paulo em 2017 pelo advogado Marcos Rodrigues Pereira, conquistou reconhecimento por sua expertise especializada em direito penal, militar, trabalhista, societário e imobiliário. O escritório é particularmente destacado pela defesa...
Nery Contabilidade
São Paulo, Brasil

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A Nery Contabilidade é uma empresa de destaque no Brasil, reconhecida por oferecer soluções abrangentes em vários setores profissionais. A empresa utiliza seu profundo conhecimento setorial para apoiar escritórios de advocacia, arquitetos, associações e organizações, bem como uma ampla...
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1. Sobre o direito de Capital de risco em São Paulo, Brasil

O direito de Capital de risco no Brasil envolve estruturação de fundos de investimento em participação (FIP) e acordos com startups privadas. Em São Paulo, o ecossistema é o mais robusto do país, com a maior concentração de fundos, aceleradoras e escritórios de advocacia especializados. A atuação prática envolve governança corporativa, compliance regulatório e planejamento de saída para investidores.

Os atores locais costumam coordenar captação de recursos, due diligence de empresas investidas e negociações de termos com foco em proteção de cotistas e governança efetiva. A proximidade com a Bolsa (B3) e ambientes de inovação em SP influenciam a dinâmica de pitches, negociações e regulações aplicáveis. Advogados e consultores jurídicos ajudam a alinhar estratégia de investimento com regras da CVM e do fisco.

2. Por que pode precisar de um advogado

  • Estruturação de contratos de investimento e LPA - a montagem de Limited Partnership Agreement para um FIP em SP exige cláusulas de governança, regras de saída, direitos de tag along e drag along, bem como condições precedentes específicas. Sem isso, pode haver disputas futuras entre cotistas.
  • Conformidade regulatória com a CVM - fundos em participação devem atender às regras da CVM para captação, registro e divulgação de informações. Advogados ajudam a preparar o regulamento do fundo e os documentos de oferta privada.
  • Due diligence de startups paulistas - verificar aspectos societários, trabalhistas, tributários e de proteção de dados antes do investimento, para reduzir riscos de litígios e passivos ocultos.
  • Estruturação de governança da empresa investida - contratos de cap table, acordos de acionistas, conselhos de administração e acordos de investimento que protegem o investidor local.
  • Planejamento tributário de FIP e investidores - otimizar regimes de tributação aplicáveis a ganhos de capital, distribuições e impactos de investidores estrangeiros em SP.
  • Captação de recursos junto a investidores qualificados - orientação sobre regras de publicidade, qualificação de cotistas e envio de informações para a CVM, evitando incorreções que possam levar a sanções.

3. Visão geral das leis locais

Lei das Sociedades por Ações - Lei nº 6.404/1976 - regula governança corporativa, emissão de ações, responsabilidade de administradores e direitos de acionistas. Em operações de VC, essa lei norteia como as participações são estruturadas em empresas investidas e como decisões societárias são tomadas.

Lei que organiza o Mercado de Valores Mobiliários - Lei nº 6.385/1976 - cria a base regulatória para a CVM e para o funcionamento do mercado de capitais. Ela estabelece competência regulatória para registros, ofertas e fiscalização de fundos e emissores, incluindo FIPs e FIDC quando aplicável. A lei permanece em vigor com alterações ao longo dos anos.

As instruções da CVM para fundos de investimento em participações (FIP) ditam regras específicas de registro, captação, prestação de informações e governança desses veículos. Essas normas são atualizadas com frequência para acompanhar o mercado de startup em SP. Em função disso, é essencial consultar a CVM periodicamente para saber sobre alterações recentes.

Segundo a CVM, os Fundos de Investimento em Participações são veículos com foco em participações acionárias em empresas privadas, buscando valorização a médio prazo.
Fonte: CVM - Fundos de Investimento em Participações (FIP) - cvm.gov.br

As leis de funcionamento do mercado de capitais, como a Lei 6.385/1976, estabelecem princípios de conduta, registro e supervisão de fundos e emissores no Brasil.
Fonte: CVM e Ministério da Economia - economia.gov.br

4. Perguntas frequentes

O que é um Fundo de Investimento em Participações (FIP) e como funciona no Brasil?

Um FIP é um veículo de investimento que aplica recursos diretamente em empresas privadas, com participação acionária. No Brasil, costuma alocar capital para empresas em fases de crescimento, buscando retorno por meio de valorização e venda de ações. Em São Paulo, a estruturação ocorre com suporte de advogados especializados para atender às normas da CVM.

Como posso iniciar a captação de recursos para um FIP em São Paulo?

Iniciar captação exige planejamento detalhado de governança, regulamento do fundo e prospectos para investidores. Em SP, os advogados costumam preparar um LPA, regulamentos e contratos de cotistas, além de cumprir as exigências da CVM para ofertas privadas. O processo costuma levar 6 a 12 meses, dependendo da complexidade.

Quando a aprovação da CVM é necessária para investimentos em SP?

A aprovação é necessária quando o fundo busca registro ou está oferecendo cotas a investidores qualificados sob regras regulatórias. Em operações privadas dentro de SP, a conformidade com a CVM é essencial para evitar sanções e atrasos. O tempo varia conforme a diligência e a documentação apresentada.

Onde encontro orientações oficiais sobre regulação de FIP em São Paulo?

As orientações oficiais estão no site da CVM e, para questões de políticas públicas, no site do Ministério da Economia. Em São Paulo, advogados locais costumam monitorar atualizações de ambas as fontes para ajustar contratos. Consulte os links oficiais para informações atualizadas.

Por que a due diligence regulatória é essencial antes de investir em uma empresa de SP?

Ela identifica riscos legais, regulatórios e contratuais que podem impactar o retorno. Em SP, os aspectos de LGPD, propriedade intelectual e governança corporativa são cruciais. A due diligence reduz a probabilidade de surpresas que prejudiquem o investidor.

Pode um advogado ajudar na estruturação de LPA e regulamentos internos do FIP?

Sim, um jurista com atuação em capital de risco pode redigir o LPA, regulamentos do fundo e acordos de cotistas com cláusulas de governança. O suporte evita ambiguidades e facilita resolução de conflitos. Em SP, a especialização local é particularmente valiosa.

Deve o investidor considerar a tributação de ganhos de capital em FIP?

Sim, a tributação de ganhos de capital pode variar conforme o regime adotado pelo fundo e o tipo de investidor. Em SP, é comum avaliar regimes de tributação específicos para FIPs e investidores qualificados. Um contador/advogado tributário pode conduzir o planejamento.

Como funcionam as cláusulas de tag along e drag along em contratos com empresas de SP?

Tag along garante aos cotistas minority o direito de vender suas ações nas mesmas condições do acionista controlador. Drag along permite que o controlador force a venda de todas as ações sob certas condições. Em SP, tais cláusulas são ajustadas para o foco de governança do fundo.

Qual a diferença entre um FIP e um SAFI ou outro veículo de investimento no Brasil?

FIPs investem em participação acionária de empresas privadas, com foco em gestão e valorização. SAFIs são fundos de investimento em ações de startups listadas, com regras diferentes de governança. Em São Paulo, a escolha depende do estágio da empresa e da estratégia de saída.

Como se avalia a saída de um investimento em SP, por IPO ou venda?

A avaliação depende do mercado, da liquidez desejada e das condições regulatórias. Em SP, saídas podem ocorrer via venda para comprador estratégico, transferência para outro fundo ou IPO. Advogados ajudam a estruturar as condições de saída no LPA.

Quais são os principais riscos de não cumprir regras da CVM em SP?

Riscos incluem sanções administrativas, devolução de recursos captados indevidamente e invalidação de cláusulas contratuais. Em SP, o cumprimento pontual reduz custos legais e mantém a credibilidade com investidores. A consultoria jurídica ajuda a mitigar esses riscos.

5. Recursos adicionais

  • CVM - Comissão de Valores Mobiliários - regulação, registro e supervisão de fundos de investimento e emissores; referência oficial para fundos de participação. cvm.gov.br
  • BNDES - Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social - programas de financiamento e apoio a investimentos em inovação e startups; oportunidades de linha de crédito para SP. bndes.gov.br
  • Receita Federal - orientação tributária para investimentos, ganhos de capital e regimes aplicáveis a fundos; informações oficiais de tributação de investimentos. gov.br

6. Próximos passos

  1. Defina o objetivo do seu fundo ou investimento - determine se o foco é crescimento, inovação tecnológica ou reestruturação; documente metas de retorno e prazo estimado. Tempo estimado: 1-2 semanas.
  2. Monte a equipe de estudo de viabilidade jurídica - priorize profissionais com experiência em SP em capital de risco e direito societário. Contate 2-3 escritórios para briefing inicial. Tempo estimado: 1-3 semanas.
  3. Solicite propostas de honorários e escopo de serviços - peça detalhamento de LPA, regulamento do fundo e due diligence inicial. Compare custo-benefício e disponibilidade local. Tempo estimado: 1-2 semanas.
  4. Inicie due diligence inicial com a assessoria jurídica - colete informações sobre governança, documentos societários, contratos-chave e Compliance LGPD. Tempo estimado: 3-6 semanas.
  5. Elabore ou revise o LPA e regulamentos do fundo - inclua cláusulas de governança, saída, distribuição de cotas e critérios de qualificação de cotistas. Tempo estimado: 2-4 semanas.
  6. Prepare a documentação de captação para investidores qualificados - assemble informações financeiras, de governança e de risco, conforme CVM. Tempo estimado: 2-6 semanas.
  7. Programe a reunião de alinhamento e assinatura de contratos - organize a assinatura de pactos, contratos de cotistas e demais instrumentos. Tempo total estimado: 6-12 meses, dependendo da complexidade.

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