Melhores Advogados de Recurso em Portugal
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1. Sobre o direito de Recurso em Portugal
O recurso é um instrumento processual que permite questionar uma decisão que julgamos incorreta ou injusta. Em Portugal, o objetivo é obter a reapreciação da decisão por uma instituição superior dentro do sistema judicial. O direito de recurso está fundamentado na Constituição e na legislação processual aplicável a cada tipo de processo.
Existem diferentes tipos de recursos consoante o tipo de processo (civil, penal, administrativo, laboral) e o tribunal competente. A escolha do tipo de recurso depende do objeto da decisão e do momento processual. Em qualquer caso, cumprir prazos e apresentar fundamentação sólida é essencial para o sucesso.
Para assegurar uma estratégia adequada, muitos casos exigem análise de jurisprudência e requisitos formais específicos. Consulte um jurista ou consultor jurídico que opere com recursos para receber orientação personalizada. Consulte fontes oficiais para confirmar requisitos e prazos atualizados.
Fonte: Constituição da República Portuguesa - direito a uma tutela jurisdicional efetiva e a vias de recurso (dre.pt).
Fonte: Portal do Governo - informações sobre processos e recursos judiciais (portugal.gov.pt).
2. Por que pode precisar de um advogado
Pode ser decisivo contratar um jurista especializado em recursos para evitar erros processuais que comprometam a suo defesa. Abaixo ficam cenários concretos que costumam exigir aconselhamento jurídico específico.
- Apelar de uma sentença civil em matéria contratual ou de consumo, onde a matéria de direito e de facto é complexa e envolve prova documental extensa.
- Interpor recurso de revista ou apelação em matéria criminal após condenação, para questionar erros de facto ou de direito no acórdão.
- Contestar uma decisão administrativa que afete tributação, segurança social ou licenciamento, através de recurso contencioso administrativo perante o tribunal competente.
- Questionar uma decisão de trabalho ou de regimes de emprego que afete salários, desemprego ou legitimidade de uma sanção disciplinar, recorrendo para instâncias superiores.
- Reivindicar revisão de sentença por facto novo ou erro de facto, quando a decisão se baseia em dados equivocados que podem alterar o resultado.
- Gerir prazos processuais complexos, como contestações em sequência de recursos, que exigem monitorização rigorosa para evitar a perda do direito de recorrer.
Um advogado pode também ajudar a avaliar custos, preparar a petição de recurso e defender a estratégia jurídica junto do tribunal. Evita-se, assim, decisões desproporcionais ou fundamentação insuficiente, especialmente em casos de alto valor económico ou impacto patrimonial.
3. Visão geral das leis locais
Algumas regras centrais regulam o Recurso em Portugal, em especial no âmbito civil, penal e administrativo. A CRP estabelece o direito a uma tutela jurisdicional efetiva e a vias de recurso adequadas para a proteção de direitos fundamentais. As normas processuais específicas determinam os tipos de recurso, prazos e procedimentos aplicáveis.
O Código de Processo Civil regula os recursos civis, incluindo apelação e recursos de revista em matéria cível. Este corpo legal define os prazos, requisitos de fundamentação e as instâncias competentes para a reapreciação de decisões. A sua aplicação varia consoante o tipo de processo e a matéria emlitigiosa.
O Código do Processo Penal regula os recursos em matéria criminal, designadamente a apelação de sentenças e resoluções relacionadas com a acusação e defesa. Em termos administrativos, existem recursos contenciosos administrativos contra decisões de entidades públicas, com tramitação nos tribunais administrativos e fiscais competentes. Consulte o Diário da República para o texto consolidado e as alterações mais recentes.
Fonte: Constituição da República Portuguesa e textos de CPC e CPP disponíveis no dre.pt (Diário da República).
Conforme a natureza do recurso, podem existir instâncias específicas como o Tribunal da Relação, o Supremo Tribunal de Justiça, o Supremo Tribunal Administrativo e Fiscal, ou os Tribunais Administrativos. A prática mostra que a escolha da via correta evita nulidades processuais e atrasos desnecessários.
4. Perguntas frequentes
O que é recurso no contexto jurídico em Portugal?
O recurso é uma forma de pedir a reavaliação de uma decisão judicial ou administrativa. Servem para corrigir erros de direito, de facto ou de aplicação da norma. O objetivo é obter uma decisão mais favorável ou adequada aos seus interesses.
Como faço para interpor um recurso civil após uma sentença?
Primeiro confirme o tipo de recurso adequado, geralmente apelação ou recurso de revista. Depois prepare a petição escrita com fundamentação jurídica e prova documental, e apresente-a no prazo legal junto do tribunal competente. O apoio de um advogado facilita cumprir requisitos formais e prazos.
Quando prescreve o direito de recorrer em processos civis?
Os prazos variam conforme o tipo de recurso e tribunal. Em termos gerais, a apelação costuma ter prazos curtos após a notificação da sentença. Verifique no acórdão e no portal Dre.pt para os prazos aplicáveis ao seu caso.
Onde devo apresentar um recurso contencioso administrativo?
O recurso contencioso administrativo é apresentado no tribunal competente para a matéria e região, normalmente um Tribunal Administrativo e Fiscal. A depender da matéria, pode ser necessário recorrer para instâncias superiores, como o Tribunal Central Administrativo. Consulte o portal Dre.pt para localizar o tribunal correto.
Por que deve contratar um advogado para os recursos judiciais?
Um consultor jurídico avalia a fundamentação, identifica nulidades e gere a prática processual necessária. Eles ajudam a estruturar argumentos de direito e de facto, a reunir provas, e a cumprir prazos. Isso reduz o risco de rejeições simples por falhas formais.
Pode apresentar um recurso sem advogado em Portugal?
Alguns tribunais aceitam petições formuladas pela parte sem advogado, especialmente em fases iniciais. No entanto, recorrer sem apoio pode comprometer a qualidade da fundamentação e a observância de formalidades. Para casos complexos, a presença de um jurista é fortemente recomendada.
Deve cumprir prazos rigorosos para recursos e como saber o prazo?
Sim, o prazo é crítico e varia conforme o tipo de recurso e o tribunal. Em muitos casos o prazo é de 15 a 30 dias a partir da notificação, mas pode haver exceções. Consulte a decisão e o site Dre.pt para confirmar o prazo aplicável ao seu caso.
Qual é a diferença entre apelação e recurso de revista?
A apelação reexamina a decisão de primeira instância por um tribunal superior. O recurso de revista ocorre quando há questões relevantes de direito para que seja revisto o julgamento. Em alguns sistemas, o recurso de revista é mais restrito e exige violação de norma jurídica específica.
O que é recurso de revisão e quando pode ser usado?
O recurso de revisão permite reavaliar uma decisão com base em factos novos ou em erro de facto. Normalmente aplica-se quando surgem provas novas ou circunstâncias que não poderiam ter sido conhecidas anteriormente. Existem condições estritas para evitar abusos processuais.
Como são calculados custos, taxas e honorários num recurso?
Custos judiciais variam por tribunal e tipo de recurso. Normalmente existem taxas de justiça, custos administrativos e honorários de advogados. Em muitos casos, pode haver apoio judiciário para quem comprove necessidade econômica.
Como funciona o cronograma de um recurso desde a interposição até a decisão?
Depois de interposto, o tribunal fixa prazos para respostas da parte contrária e diligências. O tempo até a decisão depende da complexidade, da carga do tribunal e da existência de recursos subsequentes. Em média, decisões em tribunais de Relação podem demorar meses.
Qual a diferença entre custo judicial direto e honorários do advogado?
Custos judiciais diretos são taxas públicas pagas ao Estado. Honorários do advogado são o pagamento ao consultor jurídico pelo serviço profissional. Em alguns casos, existem apoios ou custos subsidiados para quem comprove necessidade financeira.
5. Recursos adicionais
- Ordem dos Advogados (OA) - órgão regulador da profissão de advogada e consultor jurídico em Portugal. Site oficial: https://www.oa.pt
- Diário da República (DRE) - publicação oficial de leis, decretos e decisões administrativas. Site oficial: https://dre.pt
- Portal do Governo - informações públicas sobre justiça, tribunais e procedimentos legais. Site oficial: https://www.portugal.gov.pt
Notas: para textos legais atualizados, utilize Dre.pt. A OA fornece contactos e informações sobre como escolher consultoria jurídica qualificada. O Portal do Governo reúne recursos oficiais sobre legislação e serviços associados à justiça.
6. Próximos passos
- Defina qual é o tipo de recurso e o tribunal competente para o seu caso. Identifique se é civil, penal, administrativo ou laboral. Este passo orienta toda a estratégia.
- Reúna a documentação relevante: cópia da decisão, notificações, provas, recibos e correspondência. Organize por ordem cronológica para facilitar a leitura do seu advogado.
- Consulte um jurista com experiência em recursos para uma avaliação inicial. Pergunte sobre casos semelhantes, prazos e estratégia provável. Peça estimativas de custos e honorários.
- Contacte a Ordem dos Advogados para confirmar a elegibilidade do profissional e solicitar referências. Verifique registo profissional e área de prática.
- Solicite uma avaliação formal do caso e a viabilidade do recurso dentro do prazo. Peça ao advogado para indicar o tipo de recurso recomendado e os seus fundamentos jurídicos.
- Prepare a petição com o apoio do advogado e submeta-a dentro do prazo. Peça confirmação de recebimento e pontos de interposição para acompanhamento.
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