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Direito Colaborativo Perguntas e Respostas Jurídicas
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Resposta do advogado por SORASAK LAWFIRM
Dear Sir, Subject: Family, Divorce & Separation, Contract and Collaborative Law Thanks you for your email received today. Incase of foreigner husband and Thai wife under Thai law, the marriage property will be forced by hasband's country law accept that...
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1. About Direito Colaborativo Law
O Direito Colaborativo é uma abordagem de resolução de conflitos que privilegia a cooperação entre as partes, evitando litígios longos. Os envolvidos trabalham com advogados treinados, profissionais financeiros e outros especialistas de forma colaborativa para chegar a um acordo mutuamente aceitável. O objetivo central é preservar relacionamentos, controlar custos e manter a tomada de decisão sob controle das próprias partes.
Nesta prática, cada parte Contrata um advogado específico para o processo colaborativo e assina um acordo de participação antes de iniciar as conversas. Caso o diálogo falhe, as equipes se desfazem e não podem representar as partes no mesmo assunto em litígios futuros, o que incentiva compromissos reais. O Direito Colaborativo vem ganhando adesão em disputas de família, propriedade e negócios, com foco em soluções sustentáveis.
2. Why You May Need a Lawyer
- Divórcio com guarda de filhos - Em um caso recente, um casal em São Paulo optou pela via colaborativa para definir guarda, visitas e o regime de convivência sem emocionais disputas judiciais, preservando o bem-estar das crianças.
- Partilha de bens complexos - Em uma divisão de ativos empresariais e imóveis, advogados colaborativos ajudam a mapear valuation, créditos, dívidas e acordos de convivência para evitar litígios contenciosos.
- Conflitos entre pais e responsabilidade financeira - Em casos de alimentos e manutenção, o uso de equipes multidisciplinares facilita acordos transparentes com prazos e metas claras.
- Disputas familiares após falecimento - Em heranças com múltiplos herdeiros, a metodologia colaborativa pode evitar disputas prolongadas e manter confidencialidade de dados sensíveis.
- Relacionamentos comerciais familiares - Em empresas familiares, acordos de governança e distribuição de cotas podem ser negociados de forma menos conflituosa, protegendo a continuidade do negócio.
- Relocação de crianças entre estados ou países - A negociação orientada por advogados colaborativos facilita acordos de custódia que consideram mudanças geográficas e necessidades da criança.
Se você está enfrentando um conflito que envolve questões sensíveis, o Direito Colaborativo oferece um caminho com foco em soluções criativas, realistas e duradouras. Em muitos casos, o processo é mais rápido e menos oneroso do que a via judicial tradicional.
3. Local Laws Overview
O arcabouço legal brasileiro que sustenta o Direito Colaborativo está fortemente ligado a regras de mediação, conciliação e procedimentos de resolução alternativa de disputas (ADR). A adoção prática de metodologia colaborativa depende de leis que incentivam acordos fora do litígio e de códigos processuais que orientam a condução das negociações.
Ley de Mediação (Lei n° 13.140/2015) regula a mediação e o uso de métodos de resolução consensual de disputas no Brasil, incluindo disposições que favorecem acordos fora do Judiciário. Esta lei estabelece princípios de confidencialidade, voluntariedade e participação responsável das partes. Data de promulgação: 26 de junho de 2015.
“A mediação e a conciliação devem ser instrumentos eficazes para a resolução de conflitos, com foco na autonomia das partes e na confidencialidade do processo.”
Fonte: Lei n° 13.140/2015 - Planalto
Código de Processo Civil (Lei n° 13.105/2015) incorpora, no âmbito processual, diretrizes para conciliação e mediação antes ou durante o curso de uma ação. Isto facilita soluções consensuais em disputas de família, sucessões e questões patrimoniais, reduzindo a necessidade de solução judicial contenciosa.
Data de promulgação: 15 de março de 2015. Observação: alterações posteriores podem regulamentar etapas específicas de ADR, conforme o estado e o tribunal competente.
Lei dos Juizados Especiais Cíveis (Lei n° 9.099/1995) estabelece procedimentos simplificados para causas de menor complexidade, com estímulo a soluções conciliatórias e mediação pré-judicial. Em muitos casos, esta legislação permite resolver conflitos rapidamente sem a formalidade de um processo longo.
Data de promulgação: 26 de setembro de 1995. Recomenda-se consultar a legislação atualizada para compreender as implicações em cada estado.
Para fontes oficiais sobre esses dispositivos legais, consulte:
Fonte: Plano Legislativo - Planalto, Portal Justiça - Governo Federal
4. Frequently Asked Questions
What is collaborative law in the Brazilian context?
O Direito Colaborativo é um método de negociação assistida por advogados para chegar a acordos sem litígio. As equipes incluem advogados de cada parte e, eventualmente, especialistas como contadores. O objetivo é resolver de forma cooperativa e confidencial.
How do I start a collaborative law process?
Primeiro, encontre um advogado treinado em advocacia colaborativa. Em seguida, assine um acordo de participação e marque uma reunião inicial com as equipes de ambas as partes. Definam objetivos, regras de confidencialidade e um cronograma básico.
What documents are typically needed for initial assessment?
Documentos comuns incluem certidões de casamento, escritura de bens, extratos de contas, comprovantes de renda, contratos empresariais e informações sobre filhos. Reúna também acordos prévios, se houver, para orientar as discussões.
How much does a collaborative case cost on average?
Os custos variam conforme a complexidade, a duração e o número de especialistas envolvidos. Em geral, o modelo colaborativo tende a oferecer custo menor do que litígios prolongados, mas requer um orçamento para honorários de advogados e profissionais de apoio.
How long does the collaborative process usually take?
A duração depende da complexidade do caso. Trabalhados simples podem se resolver em semanas, casos médios em meses, e disputas mais complexas podem levar vários meses. O objetivo é chegar a acordo com menos atraso do que num processo judicial.
Do I need to be a lawyer to use collaboration?
Não. Embora a participação de advogados seja central, a colaboração pode envolver outros profissionais. Contudo, cada parte precisa de assessoria jurídica para proteger seus direitos e interesses.
Is collaborative law suitable for inheritance disputes?
Sim, em muitos cenários. Questões de herança com múltiplos herdeiros, avaliação de bens e políticas de partilha podem ser tratadas de forma colaborativa para evitar disputas judiciais públicas.
What is the difference between collaborative law and mediation?
A mediação é um processo facilitado por um mediador sem representar as partes, enquanto a advocacia colaborativa envolve advogados, especialistas e um compromisso contratual de resolver sem litígio. A colaboração é mais estruturada e orientada a acordos formais.
Can collaborative law be used if negotiations fail?
Se as negociações colaborativas falharem, as regras costumam impedir que as mesmas equipes atuem no mesmo litígio. O caso pode seguir para litígio, porém com a experiência anterior, a transição pode ser mais suave e menos agressiva.
Should I involve financial and accounting experts?
Incluir especialistas financeiros costuma ser útil, especialmente em partilha de bens complexos. Eles ajudam a criar cenários realistas de valor de ativos, impostos e fluxos de caixa.
Do I qualify to use a collaborative approach?
A elegibilidade depende da vontade das partes de negociar de boa-fé, reconhecer a confidencialidade e seguir o acordo de participação. Um advogado experiente pode orientar sobre a possibilidade de adoção do método.
Is there formal certification for collaborative lawyers?
Sim, existem programas de formação e certificação para advogados que desejam atuar com advocacia colaborativa. Em muitos locais, a participação exige treinamento específico e adesão aos princípios éticos da prática.
5. Additional Resources
- Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) - Organização de classe que regula a atuação dos advogados no Brasil e oferece diretrizes éticas e de prática profissional. Site: oab.org.br.
- American Bar Association - Section of Family Law - Publica diretrizes sobre advocacia colaborativa e resolução alternativa de disputas, com foco em procedimentos de familia. Site: americanbar.org.
- International Academy of Collaborative Professionals (IACP) - Organização internacional que promove a prática da advocacia colaborativa e oferece recursos de treinamento. Site: collaborativepractice.org.
Estudos e relatos de organizações de direito colaborativo indicam que procedimentos colaborativos podem reduzir o tempo de resolução e preservar relações familiares e comerciais.
Fontes: American Bar Association, International Academy of Collaborative Professionals
6. Next Steps
- Defina o tipo de disputa e seus objetivos, especialmente em questões de guarda, partilha de bens ou negócios familiares.
- Pesquise advogados com formação em advocacia colaborativa e experiência em seu tipo de disputa. Priorize profissionais com referências comprováveis.
- Entre em contato para uma primeira consulta e confirme disponibilidade de reuniões iniciais com sua equipe e a do outro lado.
- Solicite um acordo de participação e revise as regras de confidencialidade, custos e critérios de término do processo.
- Reúna documentos essenciais, como certidões, contratos, demonstrativos financeiros e informações sobre filhos, para a avaliação inicial.
- Discutam orçamentos, formas de pagamento e possíveis honorários de consultores externos; obtenha uma estimativa de custo total.
- Iniciem as sessões colaborativas; ajustem o cronograma, metas e expectativas com todos os profissionais envolvidos.
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