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Resposta do advogado por SORASAK LAWFIRM
Dear Sir, Subject: Family, Divorce & Separation, Contract and Collaborative Law Thanks you for your email received today. Incase of foreigner husband and Thai wife under Thai law, the marriage property will be forced by hasband's country law accept that...
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1. Sobre o direito de Direito Colaborativo
O Direito Colaborativo é um método de resolução de conflitos que privilegia a cooperação entre as partes, com a ajuda de profissionais treinados que se comprometem a chegar a um acordo sem litigar. O objetivo é preservar relacionamentos, controlar custos e reduzir o tempo gasto em disputas judiciais, especialmente em questões de família, divórcio, guarda de filhos e partilha de bens. Em muitos países, o processo envolve acordos de participação que impedem a litigação futura entre as partes enquanto durar a solução negociada.
Na prática jurídica, o advogado atua como facilitador pró-ativo, ajudando as partes a identificar interesses reais, opções criativas e soluções mutuamente benéficas. O foco está no acordo final e não na vitória de um lado, o que pode reduzir conflitos emocionais e financeiros. Embora o Direito Colaborativo não substitua a lei, ele usa princípios legais para estruturar acordos estáveis e duradouros.
Em termos pragmáticos, o processo costuma incluir sessões de trabalho conjunto, participação de consultores quando necessários (como especialistas em finanças ou educação) e um compromisso por escrito de não litigância entre as partes durante as negociações. Vale notar que, se o acordo colaborativo falhar, as partes devem, na maioria dos sistemas, buscar novas estratégias fora do formato colaborativo ou, em alguns casos, avançar para litígio com novos advogados.
“A mediação e o Direito Colaborativo são ferramentas para resolver conflitos sem recorrer à batalha judicial.”CNJ - Portal da Mediação, https://www.cnj.jus.br
“O CPC de 2015 prevê instrumentos para conciliação e mediação visando evitar litígios desnecessários.”Planalto - Lei nº 13.105/2015, https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2015-2018/2015/lei/l13105.htm
2. Por que pode precisar de um advogado
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Divórcio com filhos menores: o casal decide guarda compartilhada, pensão e a partilha do imóvel de 1,2 milhão de reais. Um consultor jurídico ajuda a estruturar o acordo mantendo o melhor interesse das crianças. Sem um advogado, as partes podem perder detalhes importantes de custódia e renda futura.
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Disputa de empresa familiar: dois sócios desejam dissolver a sociedade mantendo a continuidade do negócio. Um jurista colaborativo avalia ativos, passivos, contratos e cláusulas de não competição para evitar litígios caros. O objetivo é preservar a operação e valorizar o que é de cada um.
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Unão estável com grande patrimônio: o casal precisa dividir bens entre imóveis, investimentos e empresa conjunta. Um consultor em Direito Colaborativo ajuda a redigir um acordo que respeite investimentos prévios e planos futuros, reduzindo disputas futuras.
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Acordo pré-nupcial para casais com patrimônios elevados: o acordo define regras de partilha e de proteção de ativos em caso de término. Advogados colaborativos ajudam a traduzir desejos em termos legais estáveis, evitando ambiguidades.
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Ajuste de pensão alimentícia após mudança de renda: mudanças na renda mensal exigem revisão de valores para evitar recorrer ao judiciário. O profissional orienta sobre critérios de necessidade, capacidade contributiva e duração da obrigação.
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Dissolução de acordo de convivência com filhos dependentes de apoio especial: requer acompanhamento financeiro e logístico que precisa de especialistas. Um consultor jurídico facilita opções de custódia, visitas e suporte contínuo, com foco no bem-estar da criança.
3. Visão geral das leis locais
O Direito Colaborativo, embora não seja um regime único em todos os estados, é apoiado por leis de mediação, bem como por dispositivos do Código de Processo Civil que encorajam métodos alternativos de resolução de conflitos. Em muitos lugares, a prática depende de regras de confidencialidade, participação voluntária e acordos de cooperação entre as partes e seus advogados.
- Lei de Mediação (Lei nº 13.140/2015) - estabelece regras para mediação institucional e extrajudicial, incentivando a resolução de conflitos sem depender exclusivamente do litígio. Data de vigência: 2015. Em note-se que a lei institucionaliza a mediação como caminho válido para soluções rápidas e confiáveis.
- Código de Processo Civil (Lei nº 13.105/2015) - prevê procedimentos de conciliação e mediação no âmbito do processo judicial, buscando a resolução de controvérsias antes do julgamento. Data de vigência: afirmou-se na prática desde 2015, com implementação gradual ao longo de 2016.
- Resolução CNJ 125/2010 - estabelece a Política Nacional de Resolução de Conflitos e Cidadania, promovendo a mediação e a conciliação no funcionamento do judiciário. Publicada em 2010 e revista ao longo dos anos para ampliar o acesso a métodos alternativos.
Essas normas moldam a prática do Direito Colaborativo ao criar estruturas para negociações abertas, confidenciais e controladas. É comum que advogados especializados orientem sobre como preencher acordos de participação, confidencialidade e limites de atuação. Alterações recentes apontam para maior integração entre profissionais, contabilidade, educação financeira e planejamento patrimonial no âmbito colaborativo.
Fontes oficiais que detalham o marco regulatório incluem:
“A mediação é um método voluntário de resolução de conflitos previsto na legislação brasileira.”CNJ - Portal da Mediação, https://www.cnj.jus.br
“O CPC de 2015 prevê procedimentos de conciliação e mediação para evitar litígios desnecessários.”Planalto - Lei nº 13.105/2015, https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2015-2018/2015/lei/l13105.htm
4. Perguntas frequentes
O que é Direito Colaborativo e como funciona na prática?
O Direito Colaborativo envolve advogados que trabalham com as partes para chegar a um acordo sem litígio. As partes assinam um Acordo de Participação que estabelece regras de comunicação, confidencialidade e cooperação. O processo foca em interesses, não em posições, com várias sessões conjuntas e apoio de especialistas quando necessário.
Como funciona o processo colaborativo desde a primeira reunião?
Na primeira reunião, as partes definem objetivos, expectativas e limites. Em seguida, elaboram um plano de negociação com prazos, custo estimado e papéis de cada profissional. Se surgir resistência, a equipe revisa opções até encontrar soluções aceitáveis para todos.
Quando devo escolher Direito Colaborativo em vez de litígio tradicional?
Escolha quando houver interesse em manter relacionamento, preservar acordos de longo prazo e reduzir custos. O colaborativo é especialmente útil em família, partilha de bens complexa ou negócios familiares. Em casos de violência ou risco à segurança, o litígio pode ser necessário.
Onde posso encontrar um advogado certificado em Direito Colaborativo?
Procure por associações locais de Direito Colaborativo, universidades com programas de prática jurídica e ordens profissionais. Verifique credenciais, treinamentos específicos e experiência em casos semelhantes ao seu. Pergunte sobre o histórico de acordos bem-sucedidos e a disponibilidade de consultores especializados.
Por que o acordo colaborativo costuma ser mais rápido que um litígio?
Porque negociações são conduzidas de forma direta entre as partes com apoio de especialistas, reduzindo a necessidade de procedimentos judiciais. Em média, casos simples podem avançar em 3-9 meses, enquanto disputas complexas podem levar mais tempo dependendo da cooperação. A confidencialidade também evita escaladas públicas demoradas.
Pode um acordo colaborativo incluir cláusulas de confidencialidade?
Sim, cláusulas de confidencialidade são comuns e ajudam a manter negociações abertas sem exposição pública. Normalmente, as partes concordam em não compartilhar detalhes sensíveis fora do escopo do acordo. Em situações específicas, pode haver exceções legais obrigatórias.
Deve minha família usar Direito Colaborativo para acordos de guarda de filhos?
Depende do objetivo e da relação entre as partes. O colaborativo é particularmente adequado quando há interesse em manter controle conjunto sobre decisões de guarda e bem-estar. Se houver risco de violência ou urgência, outras opções rápidas podem ser prioritárias.
Como são calculados os custos no Processo Colaborativo e quem paga?
Os custos costumam incluir honorários de advogados das duas partes, consultores financeiros e, às vezes, especialistas em educação ou saúde. Normalmente cada parte paga seu próprio advogado, com custos adicionais compartilhados por consenso conforme a complexidade do caso. Alguns tabelamentos são oferecidos por fóruns locais de prática colaborativa.
Qual a diferença entre acordo colaborativo e mediação tradicional?
A mediação envolve um mediador neutro sem poder para impor soluções, já o colaborativo envolve advogados que ajudam a construir um acordo vinculante para as partes. No colaborativo, as regras são mais formais, com compromissos por escrito e, se necessário, troca de advogados. A confidencialidade é comum em ambos, mas o foco é encontrar soluções juridicamente estáveis com a participação de advogados.
O que significa assinar um Acordo de Participação no Direito Colaborativo?
Assinar o Acordo de Participação representa o compromisso de trabalhar de forma colaborativa e não litigar durante as negociações. O acordo define regras de comunicação, confidencialidade, duração do processo e conduta dos profissionais. Se as negociações falharem, a equipe pode se retirar do caso e novas candidaturas podem ser consideradas.
Pode o processo colaborativo ser útil em situações de modificação de acordo após o término?
Sim, é comum para renegociação de aspectos como pensão, guarda ou divisão de bens quando mudanças de vida ocorrem. O método ainda enfatiza soluções proporcionais e de consenso, evitando disputas prolongadas. Se uma renegociação não for viável, pode-se recorrer a outros meios juridicamente válidos.
Como posso avaliar se meu caso é adequado para o Direito Colaborativo?
Analise se há disposição para negociar, manter comunicação aberta e evitar litígio. Considere a complexidade patrimonial, o interesse de terceiros e a existência de filhos. Converse com um advogado de Direito Colaborativo para entender cenários, custos e prazos realistas para o seu caso.
5. Recursos adicionais
- Conselho Nacional de Justiça (CNJ) - Portal da Mediação - disponibiliza informações oficiais sobre mediação, conciliação e políticas públicas para resolução de conflitos. https://www.cnj.jus.br
- Lei nº 13.140/2015 - Lei de Mediação - norma que regula a mediação e a prática de acordos extrajudiciais. https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_ato2015-2018/2015/lei/l13140.htm
- Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) - Justiça e prática jurídica - guia de ética, prática profissional e recursos para advogados. https://www.oab.org.br
- Instituto Brasileiro de Direito de Família (IBDFAM) - organização dedicada a pesquisas e prática em direito de família, com foco em métodos colaborativos. https://ibdfam.org.br
6. Próximos passos
- Defina o objetivo principal do seu caso e quais resultados são aceitáveis para ambas as partes. Reserve 1-2 dias para reflexão e coleta de informações básicas.
- Reúna documentação relevante: acordos prévios, itens de patrimônio, comprovantes de renda, contratos empresariais e informações sobre filhos.
- Pesquise advogados de Direito Colaborativo com experiência em casos parecidos ao seu. Solicite 2-3 propostas de “Plano de Processo” com prazos e custos estimados.
- Contato inicial com 2-3 profissionais para uma sessão de avaliação. Pergunte sobre a existência de consultores financeiros e quais custos adicionais costumam aparecer.
- Escolha o profissional mais adequado, assine o Acordo de Participação e defina um cronograma de reuniões conjuntas. Estabeleça expectativas de confidencialidade e cooperação.
- Conduza as sessões colaborativas com a participação de advogados, consultores e especialistas, seguindo o plano de negociação. Registre acordos parciais por escrito.
- Finalize o acordo com a redação do acordo final e, se necessário, providencie a homologação judicial para validade jurídica. Monitore prazos e revise conforme necessário.
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