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Samuel Carvalho Junior Advogado
Especialidade em Família
Campo Grande, Brasil

1 pessoa na equipa
Família Direito Colaborativo Adoção +19 mais
Samuel Carvalho Junior Advogado is a civil law practice based in Campo Grande, Mato Grosso do Sul, serving individuals, families, and small businesses. Samuel Carvalho Junior has practiced law since 1986 and is identified as a specialist in real estate, banking, and family law.The practice handles...
PÉRISSON ANDRADE E MASSARO ADVOGADOS
São Paulo, Brasil
Consulta Gratuita · 15 minutos
Tarifa horária R$ 1,200

Fundado em 2008
10 pessoas na equipa
Portuguese
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Família Direito Colaborativo Adoção +19 mais
Advogados: Perisson Lopes de Andrade
Périsson Andrade e Massaro Advogados é um escritório full service de São Paulo, fundado há 18 anos, que atua em todo o Brasil e no exterior. Assessoramos empresas e pessoas físicas com o mesmo padrão de qualidade, do microempresário à grande corporação. Os sócios Périsson Andrade e...
Borges & Munhoz Advogados
Especialidade em Família
Santo André, Brasil

English
Família Direito Colaborativo Pensão alimentícia conjugal +18 mais
1 resposta a questões jurídicas no Lawzana
Borges & Munhoz Advogados é um escritório de advocacia de destaque no Brasil, oferecendo serviços jurídicos especializados em direito penal, direito de família, direito trabalhista e direito da saúde. O escritório é liderado pelo Dr. Fernando Munhoz, sócio fundador renomado por sua ampla...
Figueiredo Sens Advogados
Curitiba, Brasil
Consulta Gratuita · 30 minutos

Fundado em 2021
13 pessoas na equipa
Portuguese
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Spanish
Italian
Família Direito Colaborativo Adoção +17 mais
Advogados: Diego Sens, Pablo Figueiredo +1 mais
Figueiredo Sens Advogados – Serviços Jurídicos Empresariais e Inovadores no BrasilFigueiredo Sens Advogados é um escritório de advocacia brasileiro visionário que oferece soluções jurídicas de alto impacto para empreendedores, corporações e famílias em todo o Brasil e exterior. Com...

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Família Direito Colaborativo Pensão alimentícia conjugal +18 mais
Schumann Advogados Associados é um escritório de advocacia brasileiro dedicado a fornecer soluções jurídicas eficazes e personalizadas, adaptadas às necessidades únicas de cada cliente. O escritório enfatiza a proteção dos direitos e interesses dos clientes, garantindo um serviço...
Bianca Santos Advocacia
Especialidade em Família
Brasília, Brasil

Fundado em 2023
English
Família Direito Colaborativo Pensão alimentícia conjugal +18 mais
Bianca Santos Advocacia, sediada em Santos, São Paulo, oferece serviços jurídicos especializados em múltiplas áreas, incluindo Direito Civil, Direito Imobiliário, Direito de Família e Sucessões, Direito do Consumidor e Direito da Saúde. O escritório realiza atendimentos presenciais e por...
Especialidade em Família
Boa Vista, Brasil

Família Direito Colaborativo Adoção +19 mais
Escritório de Advocacia Marciane Alves provides legal services in civil law, family matters, succession and marital planning, consumer rights, employment law, agribusiness and social security. The firm describes its services as tailored to clients' needs and includes legal consultation and...
Especialidade em Família
Lagoa Santa, Brasil

English
Família Direito Colaborativo Pensão alimentícia conjugal +18 mais
Thaís Braga Advocacia specializes in Family Law and Succession matters, offering precise guidance for divorce, child custody, alimony, and patrimonial planning. Thaís Braga is a lawyer with a focused practice in family law and succession, delivering clear, empathetic representation designed to...
Advogados em Guarulhos - Wilton Moura Advogados Associados
Especialidade em Família
Guarulhos, Brasil

Fundado em 2009
8 pessoas na equipa
English
Família Direito Colaborativo Pensão alimentícia conjugal +18 mais
Advogados em Guarulhos - Wilton Moura Advogados Associados é um escritório de advocacia sediado em Guarulhos, liderado pelo fundador Dr. Wilton Moura. O escritório destaca especializações em direito de família e imobiliário, mantendo uma atuação mais ampla que inclui questões...
Alves & Alves Advogados
Especialidade em Família
Pedro Leopoldo, Brasil

English
Família Direito Colaborativo Pensão alimentícia conjugal +18 mais
Alves & Alves Advogados é um escritório sediado no Brasil reconhecido pela sua profundidade em direito de família e sucessões, trabalhista e empregatício, matérias cíveis, proteção ao consumidor, seguridade social e áreas correlatas. O escritório atua com uma filosofia de prática ética...

Advogados de Direito Colaborativo em Brasil num relance

O que os 100 escritórios desta lista dizem sobre si. Quando um escritório não nos indicou um dado, contamo-lo como não indicado em vez de o presumir.

escritórios nesta lista
100
com sedes em 45 cidades
ano de fundação mediano
2017
42 de 100 escritórios indicam-na
pessoas: a dimensão de equipa mais comum
1–5
42 de 100 escritórios indicam-na
oferecem uma primeira consulta gratuita
2
de 100 escritórios
apresentam os seus advogados no Lawzana
3
de 100 escritórios

Onde ficam as suas sedes

Idiomas indicados pelos escritórios

  • Portuguese 4 escritórios
  • English 4 escritórios
  • Italian 2 escritórios
  • Spanish 1 escritório
  • Não indicado 96 escritórios

Um idioma só conta quando o escritório o indica no seu perfil.

Quando foram fundados

  • 2010 ou depois 29 escritórios
  • De 1990 a 2009 13 escritórios
  • Não indicado 58 escritórios

O mais antigo data de 1992; a mediana é 2017.

Qual a dimensão das suas equipas

  • De 1 a 5 pessoas 32 escritórios
  • De 6 a 20 pessoas 9 escritórios
  • 51 ou mais pessoas 1 escritório
  • Não indicado 58 escritórios

Dados contabilizados a partir dos perfis dos próprios escritórios. Os escritórios mantêm estas informações atualizadas no seu painel. Atualize o perfil do seu escritório

VISTO EM

1. Sobre o direito de Direito Colaborativo em Brasil

O Direito Colaborativo é uma abordagem de resolução de conflitos que privilegia acordos entre as partes, sem litígio adversarial. No Brasil, esse método vem ganhando adesão entre advogados de família e consultores especializados. O objetivo é reduzir custos, tempo e impacto emocional, mantendo a confidencialidade e o controle sobre o resultado.

Não existe uma lei federal única que regulamente o Direito Colaborativo no Brasil. A prática é orientada por protocolos éticos de associações profissionais e pelo incentivo da mediação, previsto no Código de Processo Civil e na Lei de Mediação. Advogados que atuam nesse modelo trabalham com equipes multidisciplinares para apoiar as partes ao longo do acordo, sem recorrer ao contraditório tradicional do litígio.

O conjunto de princípios do Direito Colaborativo no Brasil inclui respeito, cooperação, transparência, confidencialidade e comunicação aberta entre as partes. Esses valores orientam as reuniões, a partilha de informações e a busca por soluções que atendam aos interesses de todos os envolvidos. Em contextos familiares, empresariais e patrimoniais, o objetivo é chegar a acordos estáveis e menos conflituosos.

“A mediação é uma forma de solução de conflitos que prioriza o acordo entre as partes, com confidencialidade e economia processual.”

Fonte: Lei 13.140/2015 - Lei de Mediação. Link: Planalto - Lei 13.140/2015

“Conciliação, mediação e negociação constituem formas de solução consensual de conflitos, com prioridade ao acordo entre as partes.”

Fonte: Código de Processo Civil (Lei 13.105/2015) - princípios de resolução de conflitos. Link: Planalto - Lei 13.105/2015

2. Por que pode precisar de um advogado

Se você busca evitar litígio e preservar relações, um advogado especializado em Direito Colaborativo pode orientar o caminho. Abaixo estão cenários concretos com situações reais de Brasil que exigem assessoria jurídica nesse modelo.

  • Divórcio com guarda compartilhada de filhos menores e partilha de bens; em São Paulo, um casal deseja um acordo claro sobre residência das crianças, visitas, pensão alimentícia e imóveis, sem ir a juízo.
  • Dissolução de união estável com partilha de patrimônio e reconhecimento de direitos de filhos; a pessoa precisa de um plano de divisão de bens e de responsabilidades sem confronto judicial acelerado.
  • Conflito entre sócios de empresa familiar; há controle societário, direitos de acionistas e reorganização de quotas que devem ser resolvidos com cooperação e sem litígio público.
  • Acordos de convivência para casais que moram em cidades diferentes; envolve cláusulas de visitas, custeio de educação e regras de coabitação futuras.
  • Separação de bens de casais com negócios próprios operando de forma integrada; pode exigir mecanismos de governança e confidencialidade para proteger informações sensíveis.
  • Modificações de acordo de guarda e pensão após mudança de endereço ou mudança de rotina escolar; a adaptabilidade do acordo evita conflitos recorrentes.

3. Visão geral das leis locais

As bases legais para a resolução consensual de conflitos no Brasil enfatizam a mediação e a conciliação como caminhos legítimos antes ou durante o litígio. O CPC de 2015 reforça a necessidade de explorar soluções consensuais e o uso de métodos ADR (Alternative Dispute Resolution).

A Lei 13.140/2015 institui a mediação como forma de solução de conflitos, com regras de confidencialidade, participação voluntária e foco na solução acordada pelas partes. Essa lei também promove o uso de mediação em contextos judiciais e extrajudiciais, incluindo questões familiares e societárias.

Além disso, o Código de Processo Civil incentiva a realização de conciliações e medições no curso do processo, para reduzir contenciosos desnecessários. Em termos constitucionais, o direito de acesso à justiça e a dignidade da pessoa humana apoiam a busca de soluções menos conflituosas e mais justas para as partes envolvidas.

Principais referências legais: - Lei 13.140/2015 - Lei de Mediação, que incentiva a resolução consensual de conflitos e estabelece normas de confidencialidade. Fonte: Planalto - Lei 13.140/2015. - Código de Processo Civil (Lei 13.105/2015) - incentiva conciliação e mediação no curso do processo. Fonte: Planalto - Lei 13.105/2015. - Constituição Federal de 1988 - fundamentos do acesso à justiça e proteção de direitos, que embasam o uso de ADR para evitar litígios prolongados. Fonte: Planalto - Constituição Federal.

Alterações recentes e tendências: observa-se maior adesão de advogados e escritórios ao Direito Colaborativo no Brasil, com criação de protocolos de atuação e maior integração com equipes multidisciplinares. A prática tem se expandido especialmente em direito de família e em disputas societárias familiares.

4. Perguntas frequentes

O que é Direito Colaborativo e como funciona no Brasil?

O Direito Colaborativo é uma forma de resolver conflitos com a participação de advogados que orientam as partes a chegar a um acordo fora do litígio. O processo envolve reuniões entre as partes com propostas de soluções, sem confrontos judiciais. Caso não haja acordo, as partes podem optar por uma nova abordagem ou litígio, sem que haja penalização automática.

Como faço para iniciar um processo colaborativo com advogados no Brasil?

Primeiro, busque advogados com experiência em Direito Colaborativo e leia seus protocolos de atuação. Em seguida, participe de uma reunião inicial para entender o método, custos e confidencialidade. Por fim, assine um protocolo de cooperação que descreve as regras de conduta e as etapas do acordo.

Quando devo escolher o método colaborativo em vez de litígio tradicional?

Escolha o colaborativo quando ambos os lados desejam manter o controle sobre o acordo e evitar o desgaste emocional do litígio. Se houver violência ou risco de dano, o litígio pode ser mais apropriado para proteção de direitos. Em casos complexos envolvendo negócios, o colaborativo pode acelerar a solução com menor custo.

Onde encontro advogados certificados em Direito Colaborativo no Brasil?

Procure escritórios que possuam certificação ou adesão a protocolos de Direito Colaborativo. Pergunte sobre membros de associações locais e sobre a existência de equipes multidisciplinares. Verifique portfólios de casos semelhantes e peça referências de clientes anteriores.

Por que o custo pode ser menor com o método colaborativo?

Os custos costumam ser menores porque as partes evitam horas de tribunal e de disputas públicas. Além disso, o uso de equipes multidisciplinares pode reduzir atrasos e gerar soluções mais estáveis. Contudo, o valor pode variar de acordo com a complexidade e a duração das negociações.

Pode envolver terceiros como psicólogos ou especialistas durante o processo?

Sim, é comum incluir consultores como psicólogos, contadores ou especialistas em fimanças. A integração de equipes ajuda a esclarecer questões técnicas e comportamentais. Esses profissionais atuam apenas com consentimento das partes e em ambiente confidencial.

Devo assinar um protocolo de cooperação antes de começar?

Sim, o protocolo estabelece regras de confidencialidade, comunicação e conduta para todas as fases. Ele também define como serão tratadas as informações sensíveis e quais passos ocorrem em caso de impasse. O protocolo protege as partes e os profissionais envolvidos.

Qual a diferença entre Direito Colaborativo e mediação tradicional?

A mediação é um método facilitado por um mediador externo, sem atuação direta de advogados na negociação de cada ponto. O Direito Colaborativo envolve advogados que acompanham as partes em todo o processo e buscam soluções concordadas com orientação jurídica. Em muitos casos, o colaborativo é mais adequado para questões patrimoniais e familiares complexas.

O que acontece se não houver acordo no processo colaborativo?

Se não houver acordo, as partes podem encerrar o processo colaborativo e buscar o litígio tradicional. Em alguns casos, as informações trocadas durante o processo podem permanecer confidenciais, limitando a utilização de certos dados em ações judiciais subsequentes. O acordo não assinado encerra o caminho colaborativo.

Como é o cronograma típico de um caso colaborativo?

O cronograma varia conforme a complexidade, mas geralmente envolve várias rodadas de reuniões em 2 a 4 meses. Em casos simples, o acordo pode surgir em 6 a 8 semanas; casos mais complexos podem levar 4 a 6 meses. O tempo depende da cooperação entre as partes e da disponibilidade de especialistas.

Preciso ter um advogado específico para cada área envolvida?

Normalmente sim, cada área temática requer uma visão especializada. Em Direito Colaborativo, é comum ter um advogado principal para cada lado, com profissionais adicionais da área de finanças, direito de família e consultoria econômica quando necessário. A presença de especialistas aumenta a precisão do acordo.

Qual a diferença entre custos iniciais e custos totais no método colaborativo?

Custos iniciais costumam incluir honorários dos advogados, consultores e organizadores das sessões. Custos totais dependem da duração das negociações e da necessidade de editar acordos formais. Compare propostas por escrito para entender prazos, métodos de cobrança e eventual reembolsos.

5. Recursos adicionais

Você pode consultar recursos oficiais e organizações que orientam sobre ADR e Direito Colaborativo no Brasil e no mundo.

  • Ministério da Justiça e Segurança Pública - Portal da Mediação - Função: disponibiliza informações e diretrizes sobre mediação e conciliação no Brasil. Link: justica.gov.br
  • Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) - Portal Institucional - Função: atua na ética profissional, formação continuada e orientação sobre práticas de Direito Colaborativo entre advogados brasileiros. Link: oab.org.br
  • International Academy of Collaborative Professionals (IACP) - Collaborative Practice - Função: organização internacional que promove educação, padrões éticos e recursos para a prática colaborativa de forma global. Link: collaborativepractice.org

6. Próximos passos

  1. Defina se o caminho colaborativo é adequado ao seu caso, considerando a necessidade de confidencialidade e cooperação entre as partes. Reserve 1-3 dias para discutir com quem já considerou nesse modelo.
  2. Liste advogados ou escritórios com experiência em Direito Colaborativo e verifique se atuam com equipes multidisciplinares. Reserve duas consultas iniciais para comparar abordagens e valores.
  3. Solicite ao final dessas consultas um protocolo de cooperação e um estimate de custos, incluindo honorários, consultorias e despesas administrativas. Aguarde 1-2 dias para análise.
  4. Verifique se há participação de professionals como psicólogos, contadores ou consultores financeiros, caso haja questões sensíveis de educação dos filhos ou de partilha de patrimônios. Planeje as sessões com todos os profissionais envolvidos.
  5. Conversem sobre o cronograma provável, metas de acordo e critérios de confidencialidade. Defina o que constitui avanço significativo e quando entrarão as revisões do acordo.
  6. Assine o protocolo de cooperação e prepare os documentos necessários para as primeiras reuniões, como demonstrativos de renda, bens e contratos relevantes. Espere iniciar as sessões dentro de 2 a 6 semanas após a escolha.

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