Melhores Advogados de Proteção ao Consumidor em Portugal

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Fundado em 2018
English
Direitos do Consumidor Proteção ao Consumidor Fraude de concessionária de automóveis +3 mais
F+AS - Ferraz e Aguiar Soares, Sociedade de Advogados, SP, RL, é um distinto escritório de advocacia português com escritórios em Lisboa e no Porto. A equipa da sociedade é constituída por advogados experientes, cada um com uma média de 18 anos de prática jurídica, garantindo que os...

Fundado em 2006
65 pessoas na equipa
English
Spanish
Portuguese
Direitos do Consumidor Proteção ao Consumidor Fraude de concessionária de automóveis +3 mais
Com um escritório localizado no Centro da Cidade do Porto (Boavista), em Portugal, presta serviços especializados em CONSULTORIA JURÍDICA, onde o seu valor primordial é a QUALIDADE DOS SERVIÇOS PRESTADOS, por meio de FERRAMENTAS TECNOLÓGICAS INOVADORAS, CRIATIVAS E GERADORAS DE VALOR,...
Ermesinde, Portugal

Fundado em 2020
2 pessoas na equipa
English
Barbosa & Freitas - Advogados é um escritório boutique português sediado em Ermesinde, fundado em 2020 pelas advogadas Catarina Barbosa e Helena Sofia Freitas. O escritório presta serviços jurídicos em português e diversas línguas estrangeiras, possibilitando representação tanto em...

Fundado em 2019
10 pessoas na equipa
Portuguese
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BMFS | Porto Law - Excelência, Especialização e ProximidadeA BMFS | Porto Law é uma sociedade de advogados fundada numa visão comum: serviços jurídicos de excelência com foco na rigorosa precisão técnica, soluções inovadoras e na defesa dos interesses e das preocupações do Cliente.Com...

English
Cristiano Pinheiro - Advogado é um prestigiado escritório de advocacia em Portugal, especializado em Direito da Família, Direito do Arrendamento e Indemnizações/Responsabilidade Civil. Com mais de uma década de experiência, o escritório já tratou com sucesso mais de 500 casos, alcançando...

Fundado em 2017
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Passos & Passos - Escritório de Advogados, R.L., fundado em 2017 e localizado no coração de Espinho, Portugal, oferece serviços jurídicos abrangentes em diversos domínios. As principais áreas de prática do escritório incluem Direito Civil, Direito Penal e Contraordenações, Direito...
Coimbra e Tavares Advogados
Lourosa, Portugal

English
A Coimbra e Tavares Advogados é um escritório de advocacia de destaque em Portugal, oferecendo serviços jurídicos especializados em diversas áreas. O escritório presta orientação especializada em direito do trabalho, auxiliando tanto empresas quanto colaboradores em contratos de trabalho,...

Fundado em 2014
English
António Alves Gomes is a Setúbal based lawyer with a traditional general practice that emphasizes contractual and consumer law. Since 2014 the firm has combined local roots with a national reach, assisting individuals and small businesses across Portugal with clear guidance and pragmatic...
Lisboa, Portugal

Fundado em 2021
English
RNR Advocacia é um escritório de advocacia distinto com mais de 20 anos de experiência, oferecendo serviços especializados de assessoria e contencioso tanto para pessoas físicas quanto jurídicas. As áreas de atuação do escritório abrangem direito internacional, direito civil, proteção...

Fundado em 2019
English
A MOC - Marques & Oliveira Cortez, Sociedade de Advogados, fundada em 2019, é um escritório de advocacia português dedicado a prestar serviços jurídicos que se distinguem das práticas tradicionais. O escritório é composto por uma equipa jovem, proativa e dinâmica com mais de quinze anos de...
VISTO EM

1. Sobre o direito de Proteção ao Consumidor em Portugal

Em Portugal, a proteção ao consumidor regula relações entre pessoas físicas, empresas e o Estado para assegurar que bens e serviços cumpram o prometido. O objetivo é garantir informações claras, qualidade, responsabilidade por defeitos e vias eficazes de reclamação. O consumidor pode recorrer a entidades públicas ou a apoio jurídico para fazer valer os seus direitos. A atuação está alinhada com normas da União Europeia aplicáveis aos contratos de consumo.

Os direitos do consumidor incluem a conformidade dos bens, o direito de arrependimento em compras à distância e a existência de garantias legais. Em situações de prática comercial desleal ou publicidade enganosa, existem mecanismos de fiscalização e sanção. Este guia foca-se em explicações práticas para residentes em Portugal que procuram aconselhamento jurídico na área de Proteção ao Consumidor.

2. Por que pode precisar de um advogado

Caso concreto 1 - Compra online de electrodomésticos com defeito persistente. O fabricante não resolve o problema dentro de 30 dias e recusa a substituição. Um jurista pode orientar sobre o direito a reparação, substituição ou redução do preço, bem como sobre prazos de resposta do fornecedor. A intervenção jurídica pode acelerar a resolução e evitar perdas financeiras.

Caso concreto 2 - Publicidade enganosa de promoções de telecomunicações. Anúncios com preço inicial que não se mantém, levando a custos adicionais injustificados. Um consultor jurídico pode exigir a cessação da prática, a restituição de valores indevidos e garantias de transparência futura. A atuação pode envolver fiscalização administrativa e eventual ação judicial.

Caso concreto 3 - Cláusulas contratuais potencialmente abusivas em contratos de crédito ao consumo. Se existir juros, comissões ou penalidades desequilibradas, um advogado pode analisar a legalidade, negociar alterações ou representar em tribunal. Em Portugal, cláusulas abusivas são combatidas com salvaguardas legais específicas.

Caso concreto 4 - Garantia de conformidade de bens com defeito, incluindo o período de garantia legal. Um jurista pode orientar sobre as opções de reparação, substituição, redução do preço ou resolução do contrato. O apoio profissional ajuda a cumprir prazos processuais e a documentar as evidências adequadas.

Caso concreto 5 - Exercício do direito de arrepender-se de contratos celebrados à distância. Sem custos indevidos, o consumidor pode devolver o bem no prazo de 14 dias, recebendo o reembolso total. Um advogado pode acompanhar o cumprimento do prazo, o cálculo de devoluções e a devolução de custos de envio.

Caso concreto 6 - Litígios com operadores de telecomunicações sobre faturação ou fidelização. Quando o fornecedor não corrige erros de fatura ou violação de condições de fidelização, é útil recorrer a aconselhamento jurídico para exigir correções e, se necessário, recorrer a meios administrativos ou judiciais.

3. Visão geral das leis locais

O enquadramento legal da proteção do consumidor em Portugal assenta em normas históricas e atualizações ao longo dos anos. O Código de Defesa do Consumidor estabelece os direitos-base dos consumidores e a responsabilidade dos fornecedores. A legislação ligada a práticas comerciais desleais e à proteção de dados reforça a proteção em contextos de publicidade e consumo online. Consulte sempre fontes oficiais para confirmar alterações recentes.

Língua de referência - Português de Portugal, com aplicação direta a contratos celebrados no território nacional e com alcance a residentes que adquirem bens e serviços de empresas com estabelecimento no país.

Leis e regulamentos relevantes (nomes) com indicação de vigor ou alterações recentes

  • Código de Defesa do Consumidor - Decreto-Lei n.º 446/85, de 25-10-1985, base legal para direitos do consumidor, com alterações subsequentes para adaptar-se a práticas modernas de consumo.
  • Lei de defesa de cláusulas abusivas e práticas desleais - revisões ao regime de cláusulas contratuais desleais e práticas comerciais desleais, com impactos na orientação de contratos ao consumidor.
  • Lei de proteção de dados e consentimento do consumidor - Lei 58/2019, de 8-08-2019, para implementação do RGPD no ordenamento jurídico português, com enfoque na informação e consentimento em relações de consumo.

“O consumidor tem direito a informações claras, precisas e em linguagem compreensível sobre os bens e serviços.”

ASAE - Autoridade de Segurança Alimentar e Económica

“O direito de desistir de contratos celebrados à distância deve ser exercido no prazo de 14 dias, sem necessidade de justificação.”

Decisão de implementação de direitos do consumidor - BEUC e recursos oficiais da UE

Para informações oficiais específicas, consulte as entidades de fiscalização e os serviços públicos competentes. Recomenda-se verificar fontes como a ASAE e o portal do consumidor para atualizações sobre procedimentos e prazos.

4. Perguntas frequentes

O que é o direito de arrependimento em compras à distância?

O consumidor pode desistir do contrato no prazo de 14 dias sem indicar motivos. O vendedor deve devolver o dinheiro pago, incluindo custos de envio, se aplicável. O bem deve ser devolvido em estado original e sem uso indecente, salvo defeitos prévios.

Como faço para reclamar quando um produto chega com defeito?

Reúna faturas, comprovativos de garantia e registo das comunicações com o vendedor. Apresente a reclamação por escrito e exija a reparação, substituição ou reembolso conforme a garantia legal. Guarde cópias de todos os documentos e datas relevantes.

Quando a garantia legal de conformidade é aplicável?

A garantia legal de conformidade costuma ser de dois anos a partir da entrega. Durante esse período, o vendedor deve reparar, substituir ou reduzir o preço do bem defeituoso. Se o problema for antigo, o consumidor pode ter menos hipóteses de resolução.

Onde posso apresentar uma reclamação formal contra uma prática desleal?

Pode apresentar reclamação junto do fornecedor, da ASAE ou de entidades de defesa do consumidor. Em casos de publicidade enganosa, a ASAE pode atuar e aplicar sanções administrativas. Pode ainda acionar vias judiciais para resolver o litígio.

Por que pode ser necessário um advogado para cláusulas abusivas em contratos?

Cláusulas abusivas podem fragilizar o equilíbrio contratual. Um jurista analisa o contrato, identifica cláusulas problemáticas e orienta sobre resolução, renegociação ou invalidação. A intervenção profissional aumenta as hipóteses de uma solução justa.

Pode o fornecedor cobrar custos de devolução do produto?

Em muitos casos, se o defeito não é imputável ao consumidor, o custo de devolução deve ser suportado pelo fornecedor. Caso contrário, o consumidor pode exigir abatimento ou reembolso. Verifique sempre a política de devoluções do vendedor.

Devo contactar a ASAE para publicidade enganosa?

Sim, a ASAE fiscaliza práticas enganosas e pode instruir o consumidor sobre como proceder. Em caso de violação, pode aplicar sanções administrativas. Dados de contacto e formulários costumam estar disponíveis no site da ASAE.

Qual é a diferença entre garantia legal e garantia contratual?

A garantia legal aplica-se automaticamente pela lei, independentemente de garantias adicionais. A garantia contratual é oferecida pelo vendedor ou fabricante e pode ter termos diferentes. Em caso de incompatibilidade, a garantia legal prevalece para direitos básicos.

Como funciona o processo de reclamação com operadoras de telecomunicações?

Primeiro, relate o problema ao operador por escrito e guarde comprovativos. Se não houver solução, submeta a reclamação à entidade reguladora competente ou ao centro de resolução de litígios. Em alguns casos, pode ser necessária intervenção judicial para forçar a correção.

O que é considerado uma cláusula abusiva em contratos de consumo?

Cláusulas que criam desequilíbrio significativo entre direitos e obrigações, desrespeitando a boa-fé, podem ser abusivas. O consumidor pode pedir a anulação ou renegociação dessas cláusulas. A fiscalização pode ser feita por entidades administrativas e pelo tribunal.

Quando é apropriado iniciar uma ação judicial contra uma loja online?

Depois de esgotados os contactos com o fornecedor, se não houver solução ou se houver dano relevante, pode ser aconselhável iniciar uma ação judicial. Um advogado pode orientar sobre prazos, provas e custos associados. Normalmente, o processo envolve etapas de mediação, conciliação ou julgamento.

Como se mede o tempo de resposta de uma reclamação e o que fazer se for ignorada?

Os prazos variam conforme o tipo de reclamação e o canal utilizado. Se a resposta não chegar, pode pedir uma reavaliação, escalar para entidades reguladoras ou avançar para vias judiciais. Manter registos de envio e de respostas é essencial para eventuais ações futuras.

5. Recursos adicionais

  • ASAE - Autoridade de Segurança Alimentar e Económica - Fiscaliza práticas comerciais, defende o consumidor e oferece canais de reclamação e apoio jurídico. Site: https://www.asae.pt
  • DECO - Associação Portuguesa para a Defesa do Consumidor - Orienta consumidores, fornece informações legais, mediação de conflitos e recursos de apoio. Site: https://www.deco.pt
  • Portal do Consumidor (Portal do Governo) - Central de informações sobre direitos do consumidor e encaminhamentos administrativos. Site: https://portaldocidadao.gov.pt

“A proteção do consumidor envolve o acesso a informações claras, a opções de reparação rápida e vias simples para reclamar quando os direitos são violados.”

ASAE - Comentário institucional

“Os consumidores europeus têm direito a direitos consistentes, incluindo o respeito de prazos de desistência e a proteção contra práticas enganosas.”

BEUC - European Consumer Organisation

6. Próximos passos

  1. Defina claramente o problema e junte toda a documentação relevante (faturas, contratos, comunicações). Duração estimada: 1-2 dias.
  2. Identifique um advogado de Proteção ao Consumidor com experiência em casos semelhantes. Duração estimada: 3-7 dias para pesquisa e contato inicial.
  3. Solicite uma consulta inicial para avaliar opções, custos e prazos. Duração estimada: 30-60 minutos de reunião inicial.
  4. Prepare a reclamação por escrito com evidências e prazos, e envie-a ao fornecedor ou à entidade competente. Duração estimada: 1-2 dias para redigir; envio imediato.
  5. Se necessário, utilize vias administrativas (ASAE, portal do consumidor) para resolução ou inicie uma ação judicial com orientação jurídica. Duração estimada: 4-12 semanas para resolução administrativa; meses para processo judicial.
  6. Acompanhe respostas, mantenha atualizações por escrito e registre prazos de resposta. Duração contínua até resolução final.
  7. Considere acordos ou mediação como opções final para evitar custos legais elevados. Duração estimada: 2-6 semanas dependendo do caso.

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