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1. Sobre o direito de Direito das Sucessões
O Direito das Sucessões regula como os bens e as dívidas de alguém, após o falecimento, são transferidos aos herdeiros e legatários. Ele abrange inventários, partilhas, testamentos e regras de legítima. Além disso, trata de questões como curatela de herdeiros menores e impostos incidentes sobre heranças.
O objetivo é assegurar a transmissão organizada e justa do patrimônio, evitando disputas prolongadas. O foco é combinar aspectos patrimoniais, fiscais e familiares com o mínimo de litígio possível. Em muitos casos, o planejamento sucessório prévio facilita a transição e reduz custos processuais.
Resumo prático: quem deixa bens, quem herda e quais direitos protegem os herdeiros necessários são perguntas centrais neste ramo. Conhecer as etapas básicas ajuda a evitar surpresas legais ou fiscais. A atuação de um jurista especializado evita erros que atrasem a transmissão dos bens.
“O inventário pode ocorrer por via judicial ou extrajudicial, dependendo da situação dos herdeiros e da existência de impedimentos legais” - fonte legislativa oficial.
Fonte oficial para consulta de leis e termos essenciais: Lei 10.406/2002, Código Civil, disponível no Portal da Legislação do Planalto.
2. Por que pode precisar de um advogado
Inventário com bens imóveis, dívida estruturada e partilha complexa: sem acordo entre herdeiros, o processo pode se estender por meses. Um consultor jurídico pode organizar documentos, calcular cotas e estruturar a partilha com segurança jurídica.
Conflito entre cônjuge sobrevivente e herdeiros: disputas sobre meação, uso de bens comuns e redução de doações anteriores exigem atuação técnica para evitar nulidades e recursos desnecessários.
Existência de testamento ou heranças com cláusulas especiais: interpretar disposições testamentárias pode exigir perícia jurídica para validar ou contestar determinados itens.
Herdeiro menor ou interditado: questões de curatela, representação legal e proteção de interesses de incapazes demandam acompanhamento de um jurista.
Inventário com bem no exterior ou em regimes diferentes: requer coordenação entre jurisdições, legislação de propriedades internacionais e eventuais regularizações de registros.
Planejamento sucessório de empresa familiar: reorganizar ativos, ações ou cotas societárias exige avaliação de governança, impostos e continuidade operacional.
Estes cenários refletem situações reais em que a orientação de um advogado ou consultor jurídico é crucial para evitar erros caros ou atrasos indevidos. Em muitos casos, a assistência qualificada reduz custos com litígios e facilita a conclusão do processo.
3. Visão geral das leis locais
Código Civil brasileiro (Lei 10.406/2002) regula as regras de sucessão, ordem de vocação hereditária, legítima e partilha de bens. Entrou em vigor de forma ampla em 11 de janeiro de 2003 e passa por atualizações esparsas. O código define quem herda, em que proporção e sob quais condições pode haver redução de doações para preservar a legítima.
Código de Processo Civil (Lei 13.105/2015) estabelece os procedimentos para inventários judiciais e as regras de tramitação das ações de sucessão. A vigência da reforma processual começou em 18 de março de 2016, trazendo simplificações e maior celeridade em muitos casos.
Lei Complementar 116/2003 (impostos sobre transmissão de bens e doação) regula aspectos de tributação estadual sobre heranças e doações, com alíquotas que variam conforme cada estado e relação entre as partes. Observa-se diferença de cobrança entre regimes de tributação e valores recebidos.
Além disso, a legislação de Registros Públicos orienta a forma de registrar a transferência de imóveis e a comunicação de alterações de titularidade nos cartórios. Esses registros colaboram para a validação da partilha e para a segurança jurídica das titularidades.
Atualização recente: alterações no CPC de 2015 visam conferir maior eficiência aos inventários extrajudiciais, desde que cumpridos os requisitos legais. A prática extrajudicial continua sendo alternativa quando todos os herdeiros são maiores e capazes e não há impasses quanto à partilha.
“A via extrajudicial é permitida quando todos os herdeiros são maiores e capazes, com consentimento unânime quanto à partilha” - prática comum em jurisprudência administrativa.
Observação prática: as regras variam por estado para certos impostos; consulte um jurista local para confirmação de alíquotas e prazos. Consulte também o site oficial do Planalto para textos legais atualizados.
4. Perguntas frequentes
O que é inventário e como funciona na prática?
O inventário formaliza a transferência de bens do falecido para herdeiros. Pode ocorrer judicialmente ou extrajudicialmente, quando permitido. O processo envolve identificação de bens, cobrança de dívidas e partilha das cotas entre herdeiros.
Como iniciar um inventário quando não há testamento?
Reúna documentos de óbito, certidões, documentos de bens e identificação dos herdeiros. Em seguida, consulte um jurista para definir se o caminho é judicial ou extrajudicial. A abertura depende da ausência de impedimentos legais.
Quando é possível fazer inventário extrajudicial?
É possível quando todos os herdeiros são maiores e capazes, há acordo sobre a partilha e não há questões que exijam validação judicial. O cartório cuidará da escritura e da transferência de imóveis.
Onde devo realizar a partilha de bens com cônjuge sobrevivente?
A partilha pode ser judicial ou extrajudicial, conforme o caso. O cônjuge pode manter direitos de meação, especialmente em regimes de comunhão de bens, conforme a lei aplicável.
Por que preciso de advogado para questões de herança?
Um jurista evita erros que gerem nulidades ou atrasos. Profissionais especializados ajudam na organização de documentos, cálculos de cotas e cumprimento de prazos legais.
Pode herdar alguém sem aceitar a herança?
Sim, é possível rejeitar a herança. A rejeição deve ser manifestada formalmente, para que a transmissão seja retroativa e os bens voltem ao estado de não pertencentes.
Devo pagar custos ao abrir o inventário?
Sim, há custas judiciais ou despesas de cartório. O valor varia conforme o estado e o tipo de inventário, e incide sobre o valor dos bens, na via judicial.
Quanto tempo costuma levar o inventário judicial?
O tempo depende da complexidade, da quantidade de bens e da eventual oposição entre partes. Em média, pode variar de 6 meses a 2 anos.
Preciso de qualificação para atuar como herdeiro?
Qualquer herdeiro pode participar do processo, mas a prática exige orientação jurídica para assegurar direitos e evitar prejuízos. Em casos de incapacidade, um representante legal atua em seu nome.
Qual é a diferença entre testamento e herança legítima?
O testamento é uma manifestação de vontade do falecido sobre a destinação de bens. A herança legítima estabelece cotas mínimas para herdeiros necessários, que não podem ser reduzidas por testamento.
Como funciona a partilha de bens com empresas familiares?
A partilha de ativos empresariais exige avaliação de cotas societárias, governança e eventual reestruturação societária. Um advogado ajuda a manter a continuidade do negócio e a proteger os colaboradores.
Quando sai a decisão final do inventário?
A decisão final depende da via escolhida. Em inventários extrajudiciais, a escritura de partilha pode ocorrer em cartório após a conferência de documentos, sem deliberação judicial.
5. Recursos adicionais
Portal da Legislação - Planalto - acesso oficial às leis que regem Direito das Sucessões, incluindo o Código Civil e o CPC segundo cada alteração normativa. planalto.gov.br
Conselho Nacional de Justiça (CNJ) - órgão de supervisão do Judiciário brasileiro, com diretrizes e informações sobre tramitação de inventários e melhoria de serviços judiciais. cnj.jus.br
Superior Tribunal de Justiça (STJ) - jurisprudência consolidada em matéria de Direito das Sucessões, útil para entender precedentes relevantes. stj.jus.br
“A via extrajudicial é permitida quando todos os herdeiros são maiores e capazes, com consentimento unânime quanto à partilha” - consulta oficial de prática processual.
6. Próximos passos
1) Liste seus objetivos e dados básicos do patrimônio. Reserve 1-2 dias para organizar documentos principais como certidões de óbito, imóveis, automóveis, dívidas e testamentos, se existirem.
2) Separe herdeiros e representantes legais. Identifique quem está vigente para assinar ou concordar com a partilha, incluindo menores ou incapazes.
3) Defina o caminho processual. Verifique se há condições para inventário extrajudicial, reduzindo tempo e custos, ou se será preciso ingresso judicial.
4) Consulte 2-3 advogados especializados. Peça propostas de honorários, prazos estimados e plano de ação detalhado para o seu caso.
5) Reúna orçamentos de custas e impostos. Prepare-se para custos com cartório, ITCMD e possíveis emolumentos judiciais.
6) Prepare a documentação para o cartório ou o juízo. Organize escritura de partilha, certidões, - entre outros - para acelerar o andamento.
7) Inicie o processo com o profissional escolhido e acompanhe o andamento. A comunicação regular evita surpresas e reduz prazos.
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