Melhores Advogados de Internacional em Portugal

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Porto, Portugal

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Negócios Internacional Contabilidade e Auditoria +8 mais
A M-Star View Law Office, com sede em Portugal e escritórios no Porto e em Lisboa, oferece serviços jurídicos abrangentes tanto a entidades corporativas quanto a particulares em diversas áreas do direito. As áreas de atuação do escritório incluem direito societário, direito comercial,...

Fundado em 2006
65 pessoas na equipa
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Negócios Internacional Documento Jurídico +3 mais
Com um escritório localizado no Centro da Cidade do Porto (Boavista), em Portugal, presta serviços especializados em CONSULTORIA JURÍDICA, onde o seu valor primordial é a QUALIDADE DOS SERVIÇOS PRESTADOS, por meio de FERRAMENTAS TECNOLÓGICAS INOVADORAS, CRIATIVAS E GERADORAS DE VALOR,...

Fundado em 2018
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Negócios Internacional Contabilidade e Auditoria +8 mais
F+AS - Ferraz e Aguiar Soares, Sociedade de Advogados, SP, RL, é um distinto escritório de advocacia português com escritórios em Lisboa e no Porto. A equipa da sociedade é constituída por advogados experientes, cada um com uma média de 18 anos de prática jurídica, garantindo que os...

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Maria Elisa Vieira - Advogada é um escritório de advocacia de destaque com sede no Porto, Portugal, oferecendo serviços jurídicos abrangentes tanto a particulares quanto a empresas. Com mais de 20 anos de experiência, o escritório compromete-se a prestar serviços com qualidade, seriedade e...
São Domingos de Rana, Portugal

1 pessoa na equipa
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Carla Maria Pereira é uma advogada portuguesa que exerce desde 1999, operando um escritório de advocacia boutique em Abóboda, junto a São Domingos de Rana em Cascais. O escritório construiu uma reputação por uma abordagem generalista, combinando dinamismo, inovação e serviços jurídicos...

Fundado em 2006
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ASQ & Associados - Santos & Associados is a Porto-based law firm constituted in 2006, built on a foundation of experience, cooperation and a commitment to meeting clients' needs.The firm provides a broad practice across Corporate & Commercial, Bankruptcy & Debt, Intellectual Property and Employment...
ACD Advogados
Ponta Delgada, Portugal

Fundado em 1995
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ACD Advogados é um escritório de advocacia com sede em Lisboa, especializado em direito empresarial e de família, oferecendo alta especialização em áreas específicas e inovadoras do direito.O escritório proporciona um serviço verdadeiramente abrangente ao organizar o trabalho em equipas...
Manuel Lobato - Advogado
Cascais, Portugal

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Manoel Lobato - Advogado é especializado em Defesa Criminal, Direitos Civis e Humanos, Imigração e Direito Empresarial, com mais de dez anos de experiência profissional lidando com matérias complexas, incluindo crimes violentos e delitos econômicos, tanto em Portugal quanto no Brasil. Ele...

Fundado em 2008
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Figueiredo & Mendes, Sociedade de Advogados, R.L., fundada em 2008, é uma sociedade de advogados distinta sediada no Porto, Portugal. O escritório dedica-se a proporcionar apoio jurídico abrangente a particulares, empresas e grupos económicos em fases críticas e complexas das suas...
LP Advocacia Internacional
Porto, Portugal

2 pessoas na equipa
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A LP Advocacia Internacional é um escritório boutique com sede no Porto, Portugal, dedicado ao direito internacional e migratório, prestando serviços jurídicos a estrangeiros que desejam viver, estudar, investir ou iniciar negócios em Portugal. O escritório assessora sobre nacionalidade...
VISTO EM

1. Sobre o direito de Internacional em Portugal

O direito internacional em Portugal abrange o Direito Internacional Público e o Direito Internacional Privado. Em termos práticos, o foco atual está na cooperação entre Estados, tratado de tratados e jurisdição entre tribunais estrangeiros e nacionais. A aplicação direta de regulamentos europeus também molda muitos litígios transfronteiriços.

Na prática portuguesa, o estudo do DIP envolve conflitos de leis, reconhecimento de sentenças estrangeiras e regras de jurisdição. A atuação de advogados especializados facilita a navegação entre tribunais portugueses, autoridades estrangeiras e tratados internacionais. A jurisprudência recente tem reforçado a cooperação judiciária em matéria civil e comercial.

“Regulamentos da União Europeia aplicam-se diretamente nos tribunais nacionais, sem necessidade de transposição para a legislação interna.”
“O reconhecimento e a execução de sentenças estrangeiras dependem de regras de cooperação judiciária internacional e de tratados aplicáveis.”
Fontes: EUR-Lex - Reg. (UE) Nº 1215/2012; EUR-Lex - Reg. (CE) Nº 593/2008

2. Por que pode precisar de um advogado

  • Divórcio com elemento internacional: um cônjuge com residência no estrangeiro pode exigir reconhecimento da sentença em Portugal para partilha de bens. Um consultor jurídico ajuda a coordenar documentos, prazos e procedimentos de homologação.
  • Custódia de menores com jurisdição estrangeira: decisões de outro país sobre guarda ou visitação podem precisar de validação em Portugal. Um jurista facilita provas, contatos com autoridades estrangeiras e cumprimento de ordens.
  • Reconhecimento e execução de sentenças estrangeiras: pensões, dívidas ou ordens de pagamento emitidas no exterior requerem processo específico em Portugal. Um consultor jurídico orienta a homologação e o cumprimento efetivo.
  • Contratos internacionais com entidades portuguesas: cláusulas de escolha de lei e de foro, bem como regras de arbitragem, afetam custos e prazos. Um advogado ajuda a redigir e revisar cláusulas com base em Roma I e Bruxelas I Recast.
  • Vistos, residência ou reagrupamento familiar: alterações migratórias exigem coordenação entre autoridades portuguesas e entidades estrangeiras. Um jurista esclarece requisitos e documentação necessária.
  • Cooperação judiciária internacional para obtenção de provas: quando é necessário obter documentos de outro país, a ajuda de um advogado facilita pedidos formais e prazos. A orientação correta evita atrasos processuais.

3. Visão geral das leis locais

O quadro jurídico português para o Direito Internacional inclui a Constituição, o Código Civil e o Código de Processo Civil, sob a influência de instrumentos europeus. A cooperação internacional e a proteção de direitos fundamentais também guiam a atuação dos tribunais portugueses. A legislação permanece sujeita a alterações para melhor refletir a prática transnacional.

Entre os instrumentos relevantes estão os regulamentos europeus que Portugal aplica diretamente. O Brasil, a Espanha e outros países da UE costumam estar ligados por procedimentos de jurisdição e reconhecimento de sentenças. As regras de conflito de leis no âmbito civil, comerciais e de família são interpretations constantes pelos tribunais.

“Regulamento Bruxelas I Recast estabelece regras de competência jurisdicional e de reconhecimento de sentenças entre Estados membros.”
“Regulamento Roma I determina a lei aplicável aos contratos, assegurando previsibilidade nas relações transnacionais.”
Fontes: EUR-Lex - Reg. (UE) Nº 1215/2012; EUR-Lex - Reg. (CE) Nº 593/2008

Constituição da República Portuguesa: garante a soberania, organização do Estado e o acesso à justiça em contextos internacionais. Em termos práticos, a Constituição sustenta a cooperação internacional e a aplicação de tratados ratificados pelo país. Por isso, o direito internacional em Portugal tem lugar central nos litígios e acordos com outros Estados.

Código Civil: regula conflitos de leis no espaço e regras de aplicação de direito estrangeiro em causas privadas. O DIP define qual lei pode governar uma questão específica, como família, imóveis e obrigações contratuais. A prática revela que a cooperação entre jurisprudência nacional e normas internacionais é crucial para decisões justas.

4. Perguntas frequentes

O que é o direito internacional privado em Portugal e para que serve?

O DIP resolve conflitos entre leis nacionais e estrangeiras. Ele também orienta a jurisdição adequada e o reconhecimento de sentenças estrangeiras em Portugal.

Como funciona o reconhecimento de uma sentença estrangeira em tribunais portugueses?

O tribunal analisa a validade da sentença e a compatibilidade com a ordem pública. Depois, procede-se à homologação para execução em território nacional.

Quando entra em vigor o Bruxelas I Recast e quais mudanças traz?

O Bruxelas I Recast aplica-se desde 10-01-2015. Ele define jurisdição e cooperações para o reconhecimento de sentenças na UE.

Onde devo buscar orientação para contratos com partes estrangeiras em Portugal?

Procure um consultor jurídico com experiência em direito contratual internacional. Recomenda-se cláusulas de escolha de foro e de lei aplicável conforme Roma I.

Por que é essencial ter um advogado em casos de divórcio com cônjuge estrangeiro?

Um advogado orienta sobre reconhecimento de divórcio no estrangeiro e regras de custódia. Facilita contactos com autoridades e diligências de provas internacionais.

Pode Portugal reconhecer uma pensão alimentícia decretada no estrangeiro?

Sim. A sentença pode ser homologada sob requisitos legais e cooperação internacional. O processo envolve o tribunal português competente para execução.

Deve considerar Roma I e Roma II na prática de litígios?

Sim. Roma I regula contratos e Roma II obrigações não contratuais. A escolha de foro pode depender do tipo de obrigação e das partes envolvidas.

Como funciona a cooperação judiciária internacional em Portugal?

Portugal utiliza mecanismos de cooperação para obter provas no exterior. Os pedidos passam por autoridades centrais competentes e prazos legais claros.

O que é necessário para iniciar um processo de jurisdição internacional?

É preciso demonstrar ligação com Portugal, como residência ou ativos. Um advogado avalia a jurisdição competente e as regras aplicáveis.

Como estimar custos e honorários em litígios internacionais?

Os custos variam com a complexidade, peritos e deslocações. Solicite um orçamento escrito com estimativa de honorários fixos ou por hora.

Qual a diferença entre litígio relacionado com a jurisdição e arbitragem internacional?

A jurisdição envolve tribunais estatais; a arbitragem é uma via alternativa com tribunais arbitrais. Em Portugal há acordos válidos sob normas nacionais e internacionais.

5. Recursos adicionais

  • Ministério dos Negócios Estrangeiros (MNE) - disponibiliza informações sobre tratados, vistos e cooperação internacional. Site: https://www.mne.gov.pt
  • Portal do Governo de Portugal - portal oficial com links para serviços, legislação e orientações legais. Site: https://www.portugal.gov.pt
  • EUR-Lex - Registros oficiais da União Europeia - acesso a regulamentos Roma I, Roma II e Bruxelas I Recast. Site: https://eur-lex.europa.eu

6. Próximos passos

  1. Defina claramente o objeto do seu caso internacional e reúna todos os documentos relevantes (certidões, acordos, sentenças, contratos). Tempo estimado: 1-2 semanas.
  2. Faça uma lista de 2-4 advogados ou consultores jurídicos especializados em Direito Internacional. Inclua experiência pública em casos semelhantes no Portugal atual. Tempo estimado: 1 semana.
  3. Solicite orçamentos formais por escrito e peça um plano de atuação com prazos previstos. Compare honorários fixos versus hora faturável. Tempo estimado: 1-2 semanas.
  4. Realize consultas iniciais (presenciais ou virtuais) para avaliar abordagem, comunicação e compatibilidade. Tempo estimado: 2-3 semanas.
  5. Verifique credenciais e afiliações profissionais relevantes, incluindo experiência em cooperação judiciária internacional. Tempo estimado: 1 semana.
  6. Escolha o advogado e formalize a relação contratual por escrito, incluindo honorários, prazos e entregáveis. Tempo estimado: 1 semana.
  7. Inicie o caso com um plano de ação detalhado, incluindo marcos processuais, custos previstos e comunicação regular. Tempo estimado: ongoing com marcos mensais.

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