Melhores Advogados de Capital privado em Lisboa

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GFDL Advogados
Lisboa, Portugal

Fundado em 2018
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Corporativo e Comercial Capital privado Registro de Empresa +11 mais
GFDL Advogados é um escritório de advocacia independente de serviço completo sediado em Lisboa. Nossa equipa é composta por consultores e advogados altamente qualificados com experiência internacional em assuntos jurídicos e empresariais.As nossas equipas dedicadas tratam de todos os aspetos...
Global Lawyers
Lisboa, Portugal

Fundado em 1998
50 pessoas na equipa
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Corporativo e Comercial Capital privado Relações Governamentais e Lobby +10 mais
Advogados GlobaisAdvogados Globais possui uma equipa multidisciplinar com experiência comprovada e conhecimento aprofundado em todas as áreas do direito: contencioso, público e privado, societário, imobiliário e investimento estrangeiro, resolução extrajudicial de litígios e arbitragem,...
Teresa Patricio & Associados
Lisboa, Portugal

Fundado em 2005
50 pessoas na equipa
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“Na prestação de serviços jurídicos, a ética e a atenção ao detalhe são pilares fundamentais da justiça.Na TPA, orgulhamo-nos de ter sempre respeitado estes critérios, recorrendo a eles no nosso dia a dia na condução dos assuntos, juntamente com a nossa determinação, dedicação e...
FE Law
Lisboa, Portugal

Fundado em 2012
50 pessoas na equipa
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FE.law é um escritório de Advogados - dedicado aos nossos clientes para auxiliar e aconselhar em diversos campos jurídicos com generalistas e profissionais especializados em diferentes áreas do Direito.FE.law é um escritório de Advogados - dedicado aos nossos clientes para auxiliar e...
LVP Advogados
Lisboa, Portugal

Fundado em 2000
50 pessoas na equipa
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​Nossa AbordagemNosso departamento jurídico apoia indivíduos, famílias, empresas e instituições estrangeiras com investimentos e/ou residência em Portugal, desde a fase de planeamento até às operações do dia a dia.Quando as necessidades do nosso Cliente excedem o âmbito dos nossos...

Fundado em 1976
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Quem SomosCada etapa do negócio é vital. Com base numa vasta experiência e conhecimento, o nosso amplo histórico de inovação permite às nossas equipas prestar serviços jurídicos de excelência em todas as fases. Os nossos profissionais são cuidadosamente escolhidos pelas suas...

Fundado em 2001
200 pessoas na equipa
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FUNDAÇÃO2001PRA - Raposo, Sá Miranda & Associados, Sociedade de Advogados, SP, RL é hoje o resultado de valores, desejos e objetivos comuns que criaram sinergias e valências, numa sociedade de advogados forte, dinâmica, ambiciosa e bem preparada.A PRA - Raposo, Sá Miranda &...

Fundado em 2018
50 pessoas na equipa
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O EscritórioPinto Ribeiro Advogados é um escritório de advocacia de dimensão média sediado em Lisboa, Portugal, que presta serviços legais abrangentes aos seus Clientes, tanto nacionais quanto estrangeiros, em diversas áreas do Direito e nos setores de atividade económica mais relevantes.A...

Fundado em 2015
200 pessoas na equipa
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Nasceu depois de os seus sócios fundadores perceberem a necessidade e a oportunidade de iniciar um projeto único e revolucionário no mercado de escritórios de advocacia em Portugal. O projeto Antas da Cunha & Associados assenta numa perspetiva de crescimento sustentado ajustado às...

Fundado em 2000
200 pessoas na equipa
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JPAB é um escritório de advocacia dedicado a prestar serviços jurídicos personalizados, equilibrando inovação e tradição.Mantendo sua sofisticação e sua postura rigorosa embora discreta, a JPAB acompanha clientes diversificados de diferentes setores econômicos e de diferentes países, em...
VISTO EM

1. Sobre o direito de Capital privado em Lisboa, Portugal

O capital privado em Lisboa envolve investimentos realizados por fundos de private equity e capital de risco em empresas privadas. Em Portugal, estas atividades são supervisionadas pela CMVM e enquadradas por um conjunto de diplomas legais que visam transparência, governance e proteção dos investidores. Lisboa permanece como um polo relevante, com várias gestoras sediadas na cidade e uma rede de advogados especializados a apoiar operações nacionais e transfronteiras.

A atividade em capital privado tipicamente combina estruturas de fundo, aquisição de participações, due diligence, negociação de acordos e estratégias de saída. Investidores institucionais, family offices e empresas portuguesas participam neste ecossistema, que se beneficia de regimes de incentivos fiscais e de financiamento disponíveis no mercado nacional. A complexidade regulatória exige acompanhamento de um jurista com foco em mercados de capitais e investimentos privados.

“Em Portugal, os fundos de investimento são regulados pela CMVM e sujeitam-se a regimes de transparência, divulgação e governança.”
“Lisboa tem crescido como centro de gestão de fundos, com várias operações de private equity envolvendo empresas de software, turismo e indústria.”

2. Por que pode precisar de um advogado

  • Estruturar um fundo de capital privado em Lisboa - Precisa de parecer jurídico sobre a forma jurídica, regras de investimento, políticas de recebimento de aportes e governança para cumprir CMVM e legislação de fundos.
  • Conduzir due diligence de aquisição de empresa sediada em Lisboa - Necessita de revisão contratual, compliance regulatório, propriedade intelectual e responsabilidades contingentes antes de fechar o negócio.
  • Negociar acordos de investimento com alvo português - Requer negociação de termos, liquidez, cláusulas de earn-out, proteção de minority, direito de tag along e drag-along.
  • Garantir conformidade regulatória com CMVM e AML - É essencial para estruturas de fundos, divulgação de informação e prevenção de branqueamento de capitais.
  • Planeamento de saída (exit) de participações - Precisa de estratégia de venda, opções de saída e coordenação com advogados fiscais para otimizar tributação.
  • Resolução de litígios entre sócios ou com empresas investidas - Pode exigir acordos de acionistas, mecanismos de arbitragem e mediação para evitar litígios longos.

3. Visão geral das leis locais

O quadro jurídico aplicável em Lisboa combina normas nacionais com regras europeias para fundos de investimento e mercados de capitais. O Código das Sociedades Comerciais regula a constituição, estrutura de gestão e responsabilidades dos sócios em sociedades investidas ou criadas sob o guarda-chuva de private equity. Este código é a base para acordos de investimento que envolvem participação acionista e governança corporativa.

O Regime Jurídico dos Fundos de Investimento regula a autorização, funcionamento, divulgação e distribuição de fundos de investimento, incluindo fundos de capital de risco e private equity. A CMVM supervisiona o cumprimento de regras de transparência, conflitos de interesse e gestão de riscos. Alterações recentes visam reforçar a divulgação de informação e a proteção de investidores institucionais.

Além disso, o Regime de combate ao branqueamento de capitais e financiamento do terrorismo é relevante para a devida diligência de clientes e transações. A conformidade AML exige procedimentos de identificação, monitorização de transações e relatórios de atividades suspeitas. Diretivas da União Europeia, transpostas para a lei portuguesa, também moldam a atuação de gestores de fundos em Portugal.

Em termos de alterações, Portugal tem vindo a adaptar aspetos de transparência e governança de fundos nos últimos anos, com atenção crescente à proteção de investidores e à supervisão de atividades transfronteiras. As mudanças são comunicadas pela CMVM e pelo Diário da República, que publicam avisos e decretos-lei pertinentes.

4. Perguntas frequentes

O que é capital privado e como funciona em Portugal?

O capital privado envolve fundos que investem em empresas privadas para gerar crescimento e retornos. Em Portugal, estes fundos são geridos por entidades autorizadas pela CMVM e operam sob regras de divulgação, governança e proteção de investidores.

Como funciona o processo de due diligence em Lisboa?

A due diligence examina finanças, contratos, contratos de trabalho, propriedade intelectual e compliance. Em Lisboa, envolve revisão de documentos locais, acordos com fornecedores e eventuais responsabilidades ambientais ou regulatórias.

Quando é obrigatório consultar um advogado em operações de private equity?

É recomendável desde a fase de termo de confidencialidade, ao fechar o acordo de investimento e durante a diligência. Um jurista evita cláusulas abusivas e assegura conformidade com CMVM e lei aplicável.

Onde posso encontrar informações regulatórias atualizadas?

Fontes oficiais incluem a CMVM e o Diário da República. Estas publicações contêm normas de divulgação, requisitos de autorização e atualizações regulatórias relevantes para fundos em Portugal.

Por que devo considerar cláusulas de saída no contrato?

Cláusulas de saída definem quando e como o investidor pode vender a participação. Elas ajudam a equilibrar prioridades de valorização da empresa e de liquidez do investidor.

Pode um fundo estrangeiro operar em Portugal?

Sim, desde que cumpra a regulação portuguesa e obtenha as autorizações necessárias. O gestor estrangeiro deve respeitar regras de gestão de fundos e regimes de divulgação.

Deve cumprir regras de combate ao branqueamento de capitais?

Sim, a conformidade AML é obrigatória para fundos, investidores e operações de aquisição. Isso envolve diligência de cliente, monitorização de transações e reporte adequado.

Como funciona a tributação de ganhos de capital para investidores?

A tributação depende da natureza do investidor e do rendimento. Em Portugal, os ganhos de capital de entidades podem estar sujeitos a imposto sobre o rendimento de pessoas jurídicas ou retenções, conforme a situação.

Qual é o cronograma típico de uma transação de private equity?

Um ciclo típico envolve 4-12 semanas de due diligence, negociação de termos por 2-6 semanas e fechamento em 2-6 semanas adicionais, dependendo da complexidade.

Preciso de qualificação específica para atuar como consultor jurídico em private equity?

É fundamental ter especialização em direito societário, mercados de capitais e fusões e aquisiões. Experiência em projetos com fundos de investimento é altamente valorizada.

Qual a diferença entre private equity e venture capital?

O private equity tende a investir em empresas mais maduras com potencial de crescimento significativo. O venture capital foca em startups e estágios iniciais com maior risco e retorno esperado.

5. Recursos adicionais

  • CMVM - Comissão do Mercado de Valores Mobiliários. Função: supervisionar mercados, autorizar fundos de investimento e monitorizar divulgação de informação. cmvm.pt
  • Banco de Portugal - Supervisão de instituições de crédito, regimes de liquidez e estabilidade financeira. bportugal.pt
  • Autoridade Tributária e Aduaneira - Gestão de impostos sobre rendimentos de capitais e operações de investimento. portaldasfinancas.gov.pt
“O registo de fundos de investimento em Portugal exige autorização prévia da CMVM e divulgação de informação relevante aos investidores.”
“A conformidade com AML é obrigatória para gestores, investidores e operações de private equity em Portugal.”

6. Próximos passos

  1. Defina o objetivo do investimento e o montante disponível, incluindo custos de transação. Duração estimada: 1-2 dias.
  2. Identifique empresas-alvo em Lisboa ou regiões vizinhas que correspondam ao seu perfil de investimento. Duração estimada: 1-2 semanas.
  3. Reúna a documentação básica para consultar advogados especializados em private equity em Lisboa. Duração estimada: 1 semana.
  4. Solicite consultas iniciais com 2-3 juristas ou consultores jurídicos com foco em fundos e M&A. Duração estimada: 1-3 semanas.
  5. Peça propostas de honorários, prazos e planos de diligência aos advogados selecionados. Duração estimada: 1-2 semanas.
  6. Escolha o parceiro jurídico com base em experiência prática em casos semelhantes e alinhamento de comunicação. Duração estimada: 1 semana.
  7. Inicie a diligência detalhada, negociações de termos e assinatura de acordos, com acompanhamento de CMVM, quando aplicável. Duração estimada: 4-12 semanas.

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Cada perfil inclui uma descrição das áreas de prática do escritório, avaliações de clientes, membros da equipa e sócios, ano de fundação, idiomas falados, localizações, informações de contacto, presença nas redes sociais e artigos ou recursos publicados. A maioria dos escritórios na nossa plataforma fala português e tem experiência em questões jurídicas locais e internacionais.

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