Melhores Advogados de Inventário em Portugal

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Jorge Cardoso da Costa Advogado
Vila Nova de Gaia, Portugal

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Jorge Cardoso da Costa Advogado, localizado em Vila Nova de Gaia, Portugal, oferece serviços jurídicos abrangentes em diversas áreas de atuação, incluindo insolvência, direito civil, divórcio, litígios patrimoniais, prática geral, seguros, imobiliário e direito processual. O escritório...

1 pessoa na equipa
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Sérgio Gave Fraga atua a partir de escritórios em Lisboa, Porto e Braga, oferecendo serviços jurídicos especializados em matérias imobiliárias, familiares e societárias. O escritório enfatiza a competência técnica nas transações imobiliárias, sucessões e estruturação societária,...
RC Advogados
Braga, Portugal

Fundado em 2000
50 pessoas na equipa
Portuguese
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A RC - Advogados tem como objetivo principal garantir os direitos de seus clientes, cumprindo princípios legais e éticos, atuando na consultoria jurídica empresarial, advocacia preventiva e contenciosa.Por essa razão, nenhum esforço é poupado na constante atualização e aprimoramento da...
Inês Silvestre - Solicitadora
Estoril, Portugal

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Inês Silvestre Solicitadora presta consultoria jurídica especializada e representação eficaz dos interesses dos clientes, norteada pela integridade, especialização, personalização e máxima transparência.O escritório apoia-se numa vasta experiência e numa equipa multidisciplinar para...

Fundado em 2025
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Ines Wollmann - Rechtsanwältin - Advogada é um escritório de advocacia de destaque que opera entre Portugal e Alemanha, oferecendo serviços jurídicos abrangentes a uma clientela diversificada. Com mais de duas décadas de experiência em Portugal, o escritório desenvolveu um alto nível de...
Santa Maria da Feira, Portugal

1 pessoa na equipa
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PAS - Pedro Almeida e Silva | Advogado é uma sociedade unipessoal de advocacia sediada em Portugal, liderada por Pedro Almeida e Silva. O escritório localiza-se em Santa Maria da Feira e presta serviços jurídicos no âmbito da jurisdição portuguesa. Pedro Almeida e Silva é advogado inscrito...
Amaro da Luz Advogados
Coimbra, Portugal

Fundado em 2000
50 pessoas na equipa
Portuguese
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Acreditamos que a relação entre advogado e cliente se baseia, acima de tudo, na confiança e reflete um vínculo pessoal.Excelamos, portanto, no zelo e rigor no exercício da nossa profissão, pois é nossa convicção que somente o Direito permite a verdadeira salvaguarda da sociedade.Nestes...
JL Advogados Lawyers RL.
Leiria, Portugal

Fundado em 2009
8 pessoas na equipa
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JL Advogados Lawyers RL é um escritório de advocacia com sede em Portugal que presta serviços jurídicos multidisciplinares a particulares e empresas de diversos setores. O escritório opera a partir de escritórios em Leiria, Alcobaça e Lisboa, permitindo uma colaboração próxima com...
Funchal, Portugal

Fundado em 2014
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A MAD.INTAX é uma sociedade de gestão com sede na Madeira que presta serviços independentes de contabilidade, consultoria jurídica e fiscal para estruturas internacionais. O seu foco na IBC da Madeira e a sede em Funchal posicionam a empresa no centro do planeamento transfronteiriço. Com...

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O Escritório de Advocacia Leandro Cunha é especializado em direito de família, migrações, nacionalidade portuguesa e questões imobiliárias, oferecendo orientação personalizada a indivíduos e famílias que enfrentam cenários jurídicos complexos. Sob a liderança de Leandro Cunha, o...
VISTO EM

1. Sobre o direito de Inventário em Portugal

O inventário em Portugal é o processo legal que identifica, avalia e distribui os bens de uma pessoa falecida entre os herdeiros e legitimados. Existem duas vias principais: o inventário judicial, iniciado no âmbito do processo civil, e o inventário extrajudicial, que pode ocorrer por escritura pública quando há acordo entre todos os herdeiros maiores e não existem disputas. Em ambos os caminhos, a identificação de bens, dívidas, direitos e obrigações é essencial para a partilha eficaz.

O objetivo central é assegurar uma partilha justa e cumprir obrigações fiscais e legais associadas à herança. Em Portugal, o enquadramento jurídico está ancorado principalmente no Código Civil e no Código de Processo Civil, com regras adicionais sobre o papel do notário em casos extrajudiciais. A proteção de menores e herdeiros incapazes também é uma preocupação central nestes procedimentos.

“O inventário visa identificar, avaliar e distribuir a herança de forma organizada, assegurando direitos dos herdeiros e cumprimento de obrigações legais.”

Para residentes em Portugal, compreender as diferenças entre vias judiciais e extrajudiciais ajuda a decidir o melhor caminho. A decisão depende da existência de litígios, da existência de acordos entre herdeiros e da natureza dos bens a partilhar. A assessoria jurídica especializada facilita a escolha entre inventário judicial e extrajudicial desde o início.

2. Por que pode precisar de um advogado

Identifiquei cenários concretos em que recorrer a um jurista é essencial para evitar erros graves ou custos desnecessários. Em cada situação, a atuação de um consultor jurídico pode poupar tempo e reduzir riscos financeiros.

  • Herdeiros menores ou incapazes: é necessário definir tutor, pareceres do Ministério Público e salvaguardar direitos do menor durante a partilha.
  • Disputas entre herdeiros: litígios sobre legitimação, quotas de participação ou apresentação de testamentos exigem representação jurídica e estratégia processual.
  • Bens no estrangeiro ou registos complexos: imóveis, contas ou participações detidos fora de Portugal implicam coordenação com autoridades estrangeiras e obtenção de documentação específica.
  • Testamento contestado ou inválido: quando há questões sobre validade de testamento ou legitimidade de cláusulas, é indispensável um advogado para sustentar a defesa.
  • Herdeiros conhecidos com situações especiais (inadimplência, dívidas associadas, bens empresariais): requer orientação para avaliação, proteção de ativos e responsabilidade fiscal.
  • Agrupamento de património familiar com sociedades ou negócios: envolve instrumentos societários, avaliação de ativos e eventuais conflitos de interesses entre herdeiros.

Cada cenário envolve riscos específicos, como prazos legais, custos processuais e implicações fiscais. A atuação de um jurista permite preparar documentação adequada, cumprir requerimentos formais e evitar recusas administrativas ou recursos desnecessários. Em situações com acordo entre todas as partes, a consulta prévia pode facilitar a transição para um inventário extrajudicial quando adequado.

3. Visão geral das leis locais

O enquadramento jurídico do inventário em Portugal baseia-se principalmente no Código Civil e no Código de Processo Civil. Estas normas definem quem pode herdar, como se reconhece a legitimidade, e quais são os passos para a partilha de bens.

  • Código Civil - regula as sucessões, incluindo testamento, aceitação e renúncia de herança, qualidade de herdeiro, colação e regras de partilha. Este corpo normativo é a base para qualquer inventário, seja judicial ou extrajudicial.
  • Código de Processo Civil - regula o processo de inventário judicial, incluindo habilitação de herdeiros, avaliação de bens, liquidação de encargos e prazos processuais. A sua aplicação dita o ritmo e as formalidades da ação.
  • Regime notarial de inventário extrajudicial - quando há acordo entre herdeiros maiores e sem litígios, o inventário pode decorrer por escritura pública perante notário, com regras específicas de documentação e de partilha. Esta via costuma ser mais célere e menos onerosa, desde que existam todos os consentimentos.

Alterações relevantes têm incidido sobre o regime de inventário extrajudicial, visando simplificar procedimentos para casos consensuais. É essencial consultar a edição mais recente do diploma aplicável através de fontes oficiais para confirmar atuais requisitos e passos. A referência a normas atuais deve sempre ser verificada em fontes oficiais como o Diário da República.

“Em Portugal, o processo de inventário extrajudicial veio a consolidar-se como via rápida para a partilha, desde que todos os herdeiros sejam maiores e haja acordo.”

Notas úteis sobre a prática: mantenha-se atualizado sobre reformas de procedimentos, especialmente no que toca a prazos, custos e requisitos de participação de herdeiros menores ou incapazes. Sempre confirme com o seu jurista as regras aplicáveis ao seu caso concreto antes de avançar com qualquer ação.

4. Perguntas frequentes

Como funciona o inventário judicial em Portugal, do início à partilha?

O inventário judicial começa com requerimento apresentado por qualquer herdeiro, ou pelo Ministério Público quando necessário. Segue-se a habilitação de herdeiros, avaliação de bens e dívidas, e a partilha final mediante sentença. O processo pode durar vários meses a alguns anos, dependendo da complexidade e de litígios.

O que é inventário extrajudicial e quando é permitido realizar sem tribunal?

O inventário extrajudicial ocorre por escritura pública perante um notário, quando todos os herdeiros são maiores, estão de acordo com a partilha e não existem litígios. É uma via mais célere e menos dispendiosa que o inventário judicial.

Quando é exigida a habilitação de herdeiros no inventário?

A habilitação de herdeiros é necessária para confirmar quem tem direito à herança. Em caso de dúvidas, a habilitação pode exigir declaração judicial ou notarial, especialmente quando há herdeiros desconhecidos ou impedidos.

Onde posso iniciar o inventário se todos os herdeiros concordam?

Se todos concordam e não há litígios, pode optar pelo inventário extrajudicial por escritura pública junto de notário. Em caso contrário, deverá recorrer ao inventário judicial, iniciado no tribunal competente.

Por que pode ser necessário envolver testamentário ou curadores no inventário?

Se existe testamento, a validade e a interpretação do conteúdo podem exigir avaliação jurídica especializada. No caso de menores ou incapazes, é preciso nomear curador ou tutor para proteger interesses durante a partilha.

Pode o inventário incluir bens no estrangeiro e como é avaliado?

Sim, bens no estrangeiro devem ser identificados, avaliados e, quando necessário, comunicados às autoridades competentes. A coordenação com requisitos fiscais e registos internacionais pode exigir documentação adicional.

Deve um herdeiro aceitar ou renunciar à herança durante o inventário?

O herdeiro pode aceitar ou renunciar a herança conforme as regras legais, devendo considerar dívidas e encargos. A decisão pode ter implicações fiscais e de responsabilidade civil.

Como é calculado o custo total de um inventário em Portugal?

Os custos incluem emolumentos notariais ou de registro, custas judiciais, honorários de advogados, avaliação de bens e possível Imposto do Selo. Em via extrajudicial, os custos costumam ser menores que no caminho judicial.

Qual é o tempo estimado para concluir um inventário judicial típico?

Em média, um inventário judicial simples pode durar entre 6 a 12 meses, mas casos com disputas complexas podem exceder 18 meses. A fluidez depende da cooperação entre herdeiros e da disponibilidade de documentação.

Preciso de advogado para inventário se houver litígio entre herdeiros?

Sim, é recomendável ter um advogado para representar interesses, coordernar com o Ministério Público quando necessário e gerir recursos, prazos e estratégias processuais. A presença de um jurista reduz o risco de decisões desfavoráveis.

Qual a diferença entre inventário e partilha?

O inventário é o conjunto de atos de identifying bens, avaliações e identificação de herdeiros; a partilha é a distribuição efetiva dos bens entre os herdeiros. Em alguns casos, a partilha pode ocorrer já no âmbito de um acordo extrajudicial.

Pode haver consequências fiscais ligadas ao inventário e ao Imposto do Selo?

Sim, o inventário está ligado a obrigações de Imposto do Selo e, dependendo do tipo de bens, pode haver Imposto sobre a transmissão de bens. A orientação de um consultor jurídico ajuda a cumprir regras fiscais e evitar custos excessivos.

5. Recursos adicionais

  • Diário da República Eletrónico (DRE) - publicação oficial de leis, decretos e alterações legislativas, incluindo textos legais sobre Sucessões e Processo Civil. Visite: https://dre.pt
  • Portal do Governo de Portugal - informações oficiais de serviços públicos, incluindo aspetos de Sucessões e Notariado. Visite: https://www.portugal.gov.pt
  • Portal Europeu da Justiça (e-Justice) - informações sobre direito de família, sucessões e cooperação jurídica entre estados membros da União Europeia. Visite: https://e-justice.europa.eu
“A legislação de sucessões em Portugal está sujeita a alterações para simplificar procedimentos extrajudiciais quando possível, mantendo proteção aos herdeiros”

6. Próximos passos

  1. Faça uma triagem inicial da sua situação: confirme se há litígios, se todos os herdeiros são maiores e se existem bens no estrangeiro. Calcule o impacto fiscal estimado e os custos previsíveis.
  2. Reúna a documentação necessária: certidões de óbito, documentos de identidade dos herdeiros, escrituras de imóveis, notas fiscais de dívidas, e eventuais testamentos.
  3. Consulte um advogado especializado em Inventário: peça uma avaliação de custos, prazos e a via mais adequada (judicial ou extrajudicial). Defina um plano de atuação com prazos claros.
  4. Faça um diagnóstico de via mais eficaz: se todos concordam, avalie a possibilidade de inventário extrajudicial para reduzir tempo e custos.
  5. Escolha um notário ou advogado de confiança: confirme disponibilidade, honorários, e se há necessidade de assistente jurídico. Peça orçamento detalhado por escrito.
  6. Prepare a documentação exigida pelo notário ou pelo tribunal: verifique a lista de documentos atualizada para evitar atrasos.
  7. Submeta o requerimento ou escritura pública conforme o caminho escolhido: acompanhe o andamento, cumpra prazos processuais, e mantenha cópias de toda a documentação.

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