Melhores Advogados de Reestruturação e Insolvência em Portugal
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1. Sobre o direito de Reestruturação e Insolvência em Portugal
Em Portugal, o regime de Reestruturação e Insolvência visa assegurar a viabilidade de empresas em dificuldades, equilibrando os direitos de credores e devedores. O foco é facilitar a recuperação de negócios viáveis e, quando necessário, organizar a liquidação ordenada de ativos. O código jurídico aplicável combina instrumentos de prevenção, recuperação extrajudicial e processos judiciais tradicionais.
Os processos costumam envolver fases de diagnóstico financeiro, negociação com credores e, se cabível, aprovação de planos de recuperação ou de acordos de liquidação. A atuação de juristas especializados é fundamental para interpretar as regras, cumprir prazos e evitar sanções. A jurisprudência recente enfatiza a importância de alternativas de recuperação para manter empregos e atividade económica local.
“As soluções de recuperação de empresas permitem manter a atividade económica, protegendo empregos e gerindo de forma ordenada as dívidas.” Ministério da Justiça
“O Código da Insolvência e da Recuperação de Empresas estabelece as regras para concursos de credores e para a resolução de créditos em atraso.” Ministério da Justiça
2. Por que pode precisar de um advogado
- Recebeu uma notificação de incumprimento de credores e não sabe por onde começar. Um jurista pode avaliar opções de recuperação, indicar prazos e preparar respostas formais para evitar sanções adicionais.
- Considera uma solução de recuperação extrajudial para reestruturar dívidas com bancos e fornecedores. Um consultor jurídico pode estruturar acordos, preparar documentação e coordenar com credores.
- A sua empresa enfrenta crise de tesouraria com necessidade de proteção temporária contra execuções. Um advogado pode orientar sobre moratórias, cessação de ações individuais e planos de recuperação.
- Precisa de adaptar-se a alterações regulatórias recentes no regime de insolvência. Um jurista mantém a conformidade com a legislação vigente e evita erros processuais.
- Um processo de insolvência é inevitável e é essencial gerir o processo com o tribunal competente, credores e Ministério da Justiça. Um advogado ajuda a preparar peças processuais e a negociar planos de recuperação.
- Quer apresentar uma insolvência voluntária ou acompanhar a defesa de credores no concurso de credores. O consultor jurídico orienta sobre os papéis, responsabilidades e prazos legais.
3. Visão geral das leis locais
Código da Insolvência e da Recuperação de Empresas (CIRE) - base legal principal que regula insolvência, recuperação de empresas e acordos com credores. Este código foi originalmente publicado pelo Decreto-Lei n.º 53/2004, de 18 de março, e tem sido alvo de várias alterações técnicas para melhorar a eficiência dos processos.
Alterações relevantes ocorreram ao longo dos anos para simplificar procedimentos, introduzir mecanismos de recuperação extrajudial e clarificar prazos processuais. Em termos de vigência, o regime atual mantém-se desde as reformas de meados da década de 2010, com atualizações subsequentes que continuam a adaptar-se à realidade empresarial portuguesa.
Regime de recuperação extrajudial e acordos com credores - o CIRE prevê instrumentos que permitem acordos entre devedor e credores fora do âmbito estritamente judicial, com condições específicas para a sua aprovação. Estes mecanismos exigem documentação rigorosa e supervisão judicial para manter a equidade entre as partes.
Para compreender a aplicação prática e procedimentos específicos, consulte as fontes oficiais abaixo. A legislação pode sofrer alterações e é essencial confirmar a versão vigente no momento de qualquer decisão.
“O regime de insolvência em Portugal visa promover a recuperação de empresas viáveis e proteger credores, mantendo a atividade económica.” Ministério da Justiça
4. Perguntas frequentes
O que é o Código da Insolvência e da Recuperação de Empresas (CIRE)?
O CIRE é o diploma que regula insolvência, recuperação de empresas e acordos com credores em Portugal. Define os procedimentos, prazos e requisitos para cada fase do processo. Em termos práticos, orienta desde o reconhecimento de insolvência até à aprovação de planos de recuperação ou liquidação.
Como faço para iniciar um processo de insolvência em Portugal?
A maioria dos processos inicia-se junto do tribunal competente ou por via administrativa, mediante um requerimento assinado pelo devedor ou por credores. Um jurista pode preparar a documentação necessária, incluindo demonstrações financeiras, planos de recuperação e relações de crédito.
Quando dura, em média, um concurso de credores?
O prazo típico de um concurso de credores varia conforme a complexidade, mas processos simples podem concluir-se em 6 a 12 meses. Processos mais complexos podem ultrapassar este intervalo, especialmente se envolverem acordos de recuperação ou contestação de créditos.
Onde posso obter apoio jurídico especializado em insolvência?
É recomendável consultar advogados com experiência em insolvência e recuperação de empresas, preferencialmente com prática em tribunais portugueses. Procure profissionais vinculados a órgãos como a Ordem dos Advogados para validar a qualificação.
Por que devo considerar uma solução de recuperação externa?
Recuperação externa pode manter a atividade e parte dos empregos, ao mesmo tempo que reorganiza dívidas com credores. Em muitos casos, envolve planos de recuperação aprovados que permitem continuar a operação com condições de pagamento mais realistas.
Pode o devedor apresentar um acordo de recuperação sem envolver o tribunal?
Sim, existem mecanismos extrajudiciais de recuperação, desde que cumpram os requisitos legais e obtenham a concordância de credores relevantes. A supervisão judicial pode ser necessária para validar o acordo.
Devo pagar custas judiciais no processo de insolvência?
Sim, os processos costumam implicar custas judiciais e honorários de consultoria. Um advogado pode estimar os custos com antecedência e definir uma estratégia para reduzir despesas desnecessárias.
Qual a diferença entre insolvência e recuperação de empresas?
A insolvência foca na liquidação de ativos e satisfação de créditos inevitável, enquanto a recuperação de empresas busca reestruturar dívidas e manter a atividade. Em ambos os casos, há supervisão legal e participação de credores.
Quem pode pedir a insolvência voluntária?
Normalmente, o devedor pode apresentar um pedido de insolvência voluntária quando reconhece que não consegue cumprir obrigações de pagamento. Credores também podem iniciar o processo com fundamentação adequada.
Quanto custa contratar um advogado para insolvência?
Os honorários variam conforme a complexidade, a experiência do jurista e a região. Alguns advogados oferecem uma consulta inicial com honorários fixos, enquanto outros trabalham por hora ou com base em etapas do processo.
Como funciona o regime de moratória para empresas em dificuldade?
A moratória pode suspender temporariamente cobranças específicas para permitir a reestruturação. Regras, duração e condições dependem da legislação vigente e de acordos com credores, sob supervisão judicial.
O que devo trazer na primeira reunião com o advogado?
Traza documentação financeira recente, demonstrações de resultados, fluxos de caixa, contratos com credores e detalhes de dívidas. Levar também uma visão clara de objetivos de recuperação ou liquidação facilita a estratégia.
5. Recursos adicionais
- Ministério da Justiça - informações institucionais sobre insolvência, recuperação de empresas e regras processuais nacionais. Site oficial
- Ordem dos Advogados - orientações profissionais, diretrizes éticas e contactos de advogados especializados em insolvência. Site oficial
- Banco de Portugal - dados e orientações sobre gestão de risco, reestruturação financeira e situações de incumprimento em instituições financeiras. Site oficial
6. Próximos passos
- Faça um levantamento rápido da situação financeira da sua empresa, reunindo demonstrações, dívidas e contratos-chave. Reserve 1 a 2 dias para este inventário.
- Identifique e contacte pelo menos 3 advogados especializados em insolvência para uma consulta inicial, pedindo experiência prática e honorários estimados. Reserve 1 semana para esse levantamento.
- Marque uma reunião com o(s) jurista(s) escolhido(s) para discutir objetivos, opções de recuperação e cronograma provável. Planeie 1 hora para a reunião inicial.
- Peça ao advogado para preparar uma avaliação de opções, incluindo planos de recuperação, acordos extrajudiciais e possíveis passos de insolvência. Aguarde um rascunho em 5 a 10 dias úteis.
- Analise as propostas recebidas e decida entre recuperação, reestruturação ou insolvência, considerando impacto sobre empregos, fornecedores e continuidade da atividade. Estabeleça uma decisão final em 2 a 3 semanas.
- Assine o contrato de honorários com o advogado escolhido e avance com o plano aprovado. Defina marcos e comunicação regular para evitar atrasos.
- Inicie formalmente o processo conforme orientação do jurista, acompanhando prazos, reuniões de credores e relatórios periódicos. Esteja preparado para adaptar o plano conforme a evolução financeira.
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