Melhores Advogados de Mercados de Capitais de Dívida Perto de Si

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GFDL Advogados
Lisboa, Portugal

Fundado em 2018
15 pessoas na equipa
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Banca e Finanças Mercados de Capitais de Dívida Investimento +10 mais
GFDL Advogados é um escritório de advocacia independente de serviço completo sediado em Lisboa. Nossa equipa é composta por consultores e advogados altamente qualificados com experiência internacional em assuntos jurídicos e empresariais.As nossas equipas dedicadas tratam de todos os aspetos...
Saboia e Silva Advogados
Rio de Janeiro, Brasil

Fundado em 2000
50 pessoas na equipa
Portuguese
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Banca e Finanças Mercados de Capitais de Dívida Financiamento por Incremento de Impostos +11 mais
https://saboiaesilva.com.br/ Precisão. Estratégia. Discrição.Na Saboia e Silva Advogados, nós não apenas exercemos o direito — criamos soluções jurídicas sob medida.Nossa equipe é parceira confiável de líderes empresariais, investidores e indivíduos que valorizam a...
Global Lawyers
Lisboa, Portugal

Fundado em 1998
50 pessoas na equipa
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Banca e Finanças Mercados de Capitais de Dívida Financiamento por Incremento de Impostos +10 mais
Advogados GlobaisAdvogados Globais possui uma equipa multidisciplinar com experiência comprovada e conhecimento aprofundado em todas as áreas do direito: contencioso, público e privado, societário, imobiliário e investimento estrangeiro, resolução extrajudicial de litígios e arbitragem,...

Fundado em 2018
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Banca e Finanças Mercados de Capitais de Dívida Aquisição / Financiamento Alavancado +11 mais
F+AS - Ferraz e Aguiar Soares, Sociedade de Advogados, SP, RL, é um distinto escritório de advocacia português com escritórios em Lisboa e no Porto. A equipa da sociedade é constituída por advogados experientes, cada um com uma média de 18 anos de prática jurídica, garantindo que os...

Fundado em 1983
50 pessoas na equipa
Portuguese
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HISTÓRIAQualidade e excelência profissional para empresas, famílias e particulares em Espanha e Portugal.Martínez-Echevarría & Ferreira é um escritório jurídico profissional que presta serviços jurídicos, tanto de consultoria como de proteção judicial, com atuação em Espanha,...
Petrolina, Brasil

Fundado em 1968
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Lubarino Advogados é um escritório de advocacia com sede no Brasil fundado em 1968 por José Walter Lubarino, atuando em diversos ramos do direito para apoiar clientes em decisões estratégicas e maximizar eficácia e resultados.Desde o seu início, o escritório construiu relações de...

Fundado em 2001
200 pessoas na equipa
Portuguese
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FUNDAÇÃO2001PRA - Raposo, Sá Miranda & Associados, Sociedade de Advogados, SP, RL é hoje o resultado de valores, desejos e objetivos comuns que criaram sinergias e valências, numa sociedade de advogados forte, dinâmica, ambiciosa e bem preparada.A PRA - Raposo, Sá Miranda &...
Rogério Normanha Advocacia
Petrolina, Brasil

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Rogério Normanha Advocacia é um escritório de advocacia brasileiro sediado em Salvador, com filial em Juazeiro, oferecendo atuação focada em direito à saúde, litígios consumeristas e bancários, questões familiares e sucessórias, holdings patrimoniais e proteção de dados. O escritório...

Fundado em 2001
English
Lopes Cardoso & Associados, Sociedade de Advogados, R. L., é um conceituado escritório de advocacia com sede no Porto, Portugal, reconhecido pelos seus serviços jurídicos abrangentes e compromisso com a excelência. Fundado em 2001 por João António Lopes Cardoso, o escritório conquistou...
GODOI CONSULTING
São Paulo, Brasil

Fundado em 2009
12 pessoas na equipa
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Godoi Consulting é uma empresa internacional de consultoria em desenvolvimento de negócios que oferece soluções personalizadas para indivíduos, empresas de pequeno e médio porte, associações e órgãos governamentais no planejamento e implementação de suas estratégias empresariais no...
VISTO EM

1. Sobre o direito de Mercados de Capitais de Dívida

Mercados de Capitais de Dívida envolvem a emissão, distribuição e negociação de títulos de dívida por empresas e entidades públicas ou privadas. Entre os instrumentos comuns estão debêntures, notas promissórias, certificados de recebíveis imobiliários (CRI) e do agronegócio (CRA). Este ramo visa facilitar a captação de recursos mantendo regras de disclosure, transparência e proteção ao investidor.

O foco regulatório está na divulgação de informações relevantes, na diligência prévia, na estruturação jurídica dos títulos e no acompanhamento pós-emissão. Advogados especializados atuam na conformidade com normas da Comissão de Valores Mobiliários (CVM), do Banco Central e do regime legislativo aplicável. A atuação envolve também a avaliação de garantias, contratos de garantia e eventuais incentivos fiscais.

Quer um caminho seguro para navegar por estruturas de dívida, compliance e custos de captação? Um jurista com experiência em mercados de dívida pode orientar desde a concepção até a oferta pública e o acompanhamento regulatório.

2. Por que pode precisar de um advogado

  • Emissão de debêntures para financiar uma expansão de negócios: contratos de garantia, estruturação de covenants, prospectos e divulgação exigem conformidade com a CVM. Sem assessoramento, o risco de rejeição regulatória aumenta e os custos sobem.
  • Projetos de infraestrutura com debêntures incentivadas: debêntures de infraestrutura possuem vantagens fiscais, mas exigem atendimento específico à Lei 12.431/2011 e regras da CVM para usufruir incentivos. A falta de comply pode eliminar o benefício fiscal.
  • Securitização de recebíveis (CRI/CRA): envolve estruturação, emissão collateralizada, registro e conformidade contábil. Sem orientação, pode haver impactos tributários e de compliance com normas específicas.
  • Ofertas públicas com ou sem registro (regra geral e critérios de 400/03 e 480/09): um advogado ajuda a escolher o tipo de oferta, preparar documentos e cumprir prazos regulatórios para não incorrer em sanções.
  • Reestruturação de títulos existentes ou renegociação com debentures: envolve cláusulas de covenants, resgates antecipados e impactos de governança, exigindo negociação técnica e validação regulatória.
  • Litígios ou disputas entre debenture holders e emissores: requer concentração de provas, interpretação de contratos e estratégias de solução de conflitos para evitar perdas financeiras.

3. Visão geral das leis locais

Lei nº 6.404/1976 - Lei das Sociedades por Ações, que estabelece as regras para emissão e divulgação de valores mobiliários por sociedades por ações. Discrimina governança corporativa, informações relevantes e direitos dos acionistas. Vigência consolidada desde 1º de janeiro de 1977.

Instrução CVM 400/2003 - regula ofertas públicas de distribuição de valores mobiliários com requisitos de divulgação simplificados quando aplicável. Difere do modelo com prospecto completo e orienta sobre a transparência de informações ao investidor. Publicada em 2003, com alterações subsequentes para adaptar-se a novos formatos.

Instrução CVM 480/2009 - dispõe sobre ofertas públicas de distribuição com documentos simplificados (prospecto com informações reduzidas) e estabelece critérios de divulgação, investor-friendly disclosures e regras de interação com o mercado. Publicada em 2009, com ajustes posteriores para maior clareza regulatória.

Lei nº 12.431/2011 - institui incentivos fiscais para debêntures de infraestrutura, estimulando financiamento de projetos de infraestrutura pública e privada. Em 2011, a lei criou mecanismos para reduzir encargos tributários de determinados títulos de dívida ligados a infraestrutura.

Fontes oficiais sobre estes marcos podem ser consultadas nos portais governamentais de legislação e regulação. Conforme o regulator CVM, o objetivo é proteger o investidor e assegurar o funcionamento ordenado do mercado.

“A CVM tem por finalidade regular, orientar, fiscalizar e desenvolver o mercado de capitais, visando a proteção do investidor.”

Fonte: Comissão de Valores Mobiliários (CVM) - https://www.gov.br/cvm/pt-br

“Lei nº 6.404/76, de 15 de dezembro de 1976, dispõe sobre as sociedades por ações.”

Fonte: Portal da Legislação Planalto - https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/l6404.htm

“A Lei 12.431/2011 institui incentivos fiscais para debêntures de infraestrutura.”

Fonte: Portal da Legislação Planalto - https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_ato2011-2014/2011/lei/l12431.htm

4. Perguntas frequentes

O que é uma debênture e como funciona no mercado de dívida?

Uma debênture é um título de dívida emitido por uma empresa para captar recursos. O investidor recebe juros e o principal no vencimento, com pagamento regulares conforme o contrato. A emissão exige compliance com normas da CVM e registro adequado.

Como posso saber se minha oferta de debêntures precisa de registro na CVM?

Depende do tipo de oferta e do público-alvo. Ofertas públicas costumam exigir registro ou dispensa com prospecto, conforme Instrução CVM 400/03 e regras correlatas. Investidores devem ter acesso a informações relevantes.

Quando devo envolver um advogado para uma emissão de dívida?

Logo no planejamento inicial, para estruturar a emissão, testar a elegibilidade regulatória e preparar a documentação necessária. O envolvimento antecipado reduz o risco de falhas de compliance.

Onde encontro as regras para debêntures incentivadas de infraestrutura?

As regras aparecem em leis e instruções específicas, incluindo a Lei 12.431/2011. Além disso, a CVM oferece diretrizes sobre ofertas com incentivos fiscais e requisitos de divulgação.

Por que os custos de uma emissão variam tanto entre projetos?

Varia conforme o tamanho da emissão, complexidade estrutural, garantias, número de listening parties e necessidade de due diligence. Advogados especializados cobram honorários proporcionais a escopo e risco regulatório.

Pode um investidor individual participar de uma oferta pública de debêntures?

Sim, desde que a oferta seja aberta a investidores pessoas físicas e cumpridos os requisitos de qualificação. Em muitos casos, as ofertas são voltadas a investidores institucionais, com regras específicas para retail.

Deve-se considerar covenants e garantias na estruturação de uma debênture?

Sim, covenants protegem o emissor e o investidor, definindo limites de endividamento, liquidez e outras obrigações. A redação cuidadosa evita disputas e facilita o cumprimento regulatório.

Como funciona o processo de due diligence antes da emissão?

A due diligence verifica informações financeiras, contratos, garantias, litígios e governança. Emissões de maior porte requerem auditoria independente e revisão de documentos legais detalhada.

Qual é a diferença entre debênture simples e incentivada?

A debênture simples é uma obrigação comum, sem incentivos fiscais. Debêntures incentivadas oferecem benefícios tributários, geralmente para projetos de infraestrutura, desde que atendam aos requisitos legais.

Como é o cronograma típico de uma emissão de dívida?

O cronograma costuma incluir planejamento jurídico, due diligence, aprovação societária, registro na CVM, roadshow e fechamento. Em mercados amplos, o processo pode levar de 8 a 16 semanas.

Pode a CVM impor sanções por falhas de divulgação?

Sim, a CVM pode aplicar sanções administrativas por omissão ou informações enganosas. A conformidade reduz riscos de multas, suspensões ou rebaixamento de reputação.

5. Recursos adicionais

  • Comissão de Valores Mobiliários (CVM) - órgão regulador do mercado de capitais no Brasil, responsável por registrar ofertas, supervisionarDisclosure e proteger investidores. Site: https://www.gov.br/cvm/pt-br
  • Banco Central do Brasil (BCB) - órgão regulador do sistema financeiro, incluindo regras que afetam títulos de dívida emitidos por instituições financeiras e securitização. Site: https://www.bcb.gov.br
  • Portal da Legislação - Planalto - textos oficiais de leis, decretos e instruções, incluindo Lei 6.404/76 e Lei 12.431/2011. Site: https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/l6404.htm

6. Próximos passos

  1. Defina o objetivo da captação: monto, prazo, finalidade do recurso e tipo de título desejado. Duração sugerida: 2-5 dias para alinhamento estratégico.
  2. Monte a equipe interna e a primeira lista de documentos: demonstrações financeiras, contratos relevantes, garantias e informações regulatórias. Duração sugerida: 1-2 semanas.
  3. Pesquise advogados com atuação comprovada em Mercados de Capitais de Dívida e debêntures: avalie histórico de emissões, clientes e aprovações regulatórias. Duração sugerida: 1-3 semanas.
  4. Solicite propostas de serviços, doutrina de custos e prazos; compare prazos de entrega de documentos regulatórios. Duração sugerida: 1-2 semanas.
  5. Escolha o advogado consultado para a estruturação: defina o escopo, responsabilidades, prazos e honorários; documente em contrato. Duração sugerida: 1-2 semanas.
  6. Inicie due diligence jurídica, financeira e contábil com o suporte do advogado: colete documentos, revise contratos e garanta conformidade com CVM. Duração sugerida: 2-6 semanas.
  7. Prossiga com a estruturação e prepare a documentação necessária (prospecto, Fato Relevante, termos de garantia, etc.): finalize com o registro na CVM se aplicável. Duração sugerida: 4-8 semanas.

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