Melhores Advogados de Financiamento Estruturado em São Paulo
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Lista dos melhores advogados em São Paulo, Brasil
1. Sobre o direito de Financiamento Estruturado em São Paulo, Brasil
O Financiamento Estruturado envolve estruturar operações com ativos financeiros complexos, como recebíveis e créditos, por meio de veículos legais (SPVs) para atender clientes com necessidades de capital de longo prazo. Em São Paulo, o maior polo econômico do Brasil, esse tipo de operação é comum em infraestrutura, construção civil e crédito imobiliário. A prática exige alinhamento entre regras de valores mobiliários, crédito e garantias, com foco em transparência, governança e compliance.
As estruturas costumam combinar mecanismos de garantia, securitização de recebíveis e instrumentos de dívida com garantias específicas, o que demanda assessoria jurídica especializada para evitar ambiguidades contratuais e garantir conformidade regulatória. Advogados com atuação local em SP costumam atuar também na due diligence de ativos, na avaliação de garantias e na negociação com credores. A presença de SPVs sediados em São Paulo facilita a gestão, a tributação e a fiscalização local.
2. Por que pode precisar de um advogado
- Gestão de SPV para emissão de CRI ou CRA em SP exige orientação para estruturar governança, tributação e responsabilidades legais, evitando falhas na fiscalização da CVM.
- Renegociação de contratos de crédito estruturado com bancos sediados em São Paulo, com garantias reais, demanda minuta de cláusulas de cross-default, cobrança e rateios de receitas.
- Auditoria de ativos e due diligence de recebíveis de produtores paulistas, para confirmar veracidade, titularidade e preferências de pagamento antes da securitização.
- Disputas contratuais envolvendo garantias, cessões de créditos e interesses de investidores, exigindo perícias técnicas e estratégias processuais adequadas.
- Estruturas de financiamento para grandes projetos imobiliários em SP, que requerem compliance com regras da CVM e do Bacen, bem como documentação societária robusta.
- Conflitos com autoridades tributárias locais ou federais sobre incidência de impostos em operações de securitização realizadas em São Paulo.
Ter apoio jurídico especializado reduz riscos de não conformidade, aumenta a clareza de custos e facilita a negociação com credores e investidores. Um jurista experiente em Financiamento Estruturado pode auxiliar na montagem do portfólio de ativos, na avaliação de garantias e na negociação de contratos com prazos complexos.
3. Visão geral das leis locais
As regras que afetam Financiamento Estruturado no Brasil são amplamente regulamentadas por normas federais, mas sua aplicação prática envolve a jurisdição de São Paulo, com atuação de órgãos como CVM, Bacen e a Secretaria da Fazenda estadual para temas tributários. A localização e o registro de SPVs, contratos e garantias costumam depender de normas federais, bem como de regulamentos estaduais aplicáveis a tributos e transparência.
“A oferta pública de valores mobiliários deve ser registrada junto à Comissão de Valores Mobiliários (CVM) antes da distribuição.”
“O sistema financeiro brasileiro opera sob supervisão e normas do Banco Central do Brasil.”
Fonte: Banco Central do Brasil - bcb.gov.br
Lei 1) Código Civil Brasileiro (Lei nº 10.406/2002) regula relações societárias e contratos entre partes, incluindo a formação de estruturas de financiamento e SPVs, com alterações ao longo dos anos para flexibilizar operações de crédito e garantias. Origem em 2002, com atualizações subsequentes; impacto direto em contratos de securitização e garantia de ativos.
Lei 2) Lei nº 11.101/2005 regula recuperação judicial, falência, e planos de recuperação. Essencial para entender como ativos securitizados podem ser afetados por reorganizações empresariais. Entra em vigor em 2005, com reformas e ajustes legais ao longo dos anos.
Lei 3) Instrução CVM 480/2009 regula a oferta pública de CRI e CRA, destacando critérios de registro, divulgação e distribuição de valores mobiliários. Publicada em 2009, com posteriores ajustes para ampliar transparência e proteção ao investidor. Em operações paulistas, essa instrução é aplicada pela CVM para ofertas realizadas no estado.
“A regulamentação de securitização envolve regras para emissão, registro e divulgação de ativos, com atendimento às normas da CVM.”
“O crédito estruturado está sujeito à supervisão do sistema financeiro pelo Banco Central, com foco em risco, solvência e governança.”
Fonte: Banco Central do Brasil - bcb.gov.br
Observação sobre o contexto paulista: São Paulo concentra grande volume de operações de securitização, com SPVs estruturados para facilitar a captação de recursos para obras, empreendimentos imobiliários e serviços de infraestrutura. A prática requer alinhamento entre normas federais, estaduais e regulatórias locais aplicáveis a tributação, contratação e registro de ativos.
4. Perguntas frequentes
O que é Financiamento Estruturado e como funciona no Brasil?
O Financiamento Estruturado utiliza SPVs, securitização de recebíveis e garantias para viabilizar grandes operações de crédito. Ele oferece distribuição de risco entre credores e investidores, com regras de governança claras. A estrutura depende de regulamentação da CVM para ofertas e do Bacen para crédito.
Como posso estruturar um CRI ou CRA em São Paulo com um advogado?
Primeiro, defina o ativo a ser securitizado e a estrutura do SPV. Em seguida, conte com um jurista para redigir contratos, preparar a documentação de registro e planejar a divulgação de informações. O advogado orienta sobre a conformidade com CVM e as exigências regulatórias locais.
Quando as securitizações são registradas pela CVM?
As securitizações são registradas antes da oferta pública de títulos. O registro é requisito para emissão de CRI ou CRA para investidores. A CVM disponibiliza orientações sobre documentação, prazos e requisitos de divulgação.
Onde encontro informações oficiais sobre CRI/CRA no Brasil?
As informações oficiais podem ser encontradas nos sites da CVM e do Bacen. Além disso, informações sobre operações de crédito podem ser verificados pela Secretaria da Fazenda de estados, incluindo SP, conforme o tipo de ativo.
Por que é importante a due diligence de ativos em São Paulo?
A due diligence confirma titularidade, validade de recebíveis e risco de inadimplência. Em SP, isso ajuda a evitar disputas com credores e garante que os ativos realmente lastreiem a emissão. Sem due diligence, o investimento fica mais arriscado.
Pode o SPV emitir instrumentos com garantias imobiliárias em SP?
Sim, desde que as garantias estejam devidamente estruturadas e registradas, com avaliação de titularidade e risco. A estrutura imobiliária em SP envolve normas urbanísticas, fiscais e contratuais que precisam ser observadas.
Deve consultar um jurista antes de assinar contratos de securitização?
Sim, a assessoria é essencial para evitar cláusulas abusivas, entender direitos de crédito e prever cenários de default. Um advogado com prática em Financiamento Estruturado pode evitar surpresas contratuais.
Como funciona o cronograma típico de emissão de CRI?
O cronograma inclui planejamento societário, due diligence, registro na CVM, documentação de garantia, oferta pública e recebimento de recursos. Em SP, a fase regulatória pode durar semanas a meses, conforme complexidade.
Como se diferencia CRI de CRA?
CRI é um certificado lastreado por recebíveis imobiliários, enquanto CRA envolve recebíveis do agronegócio. Ambos são emitidos via SPV, com regras específicas da CVM para cada tipo de ativo.
Quando ocorre a distribuição de recursos aos investidores?
A distribuição ocorre após a emissão e a captação de recursos, conforme regras do prospecto e do registro na CVM. A disponibilidade de recursos depende do fluxo dos recebíveis lastro.
Como calcular os custos legais de Financiamento Estruturado?
Calcule honorários de consultoria, despesas de registro, auditoria, due diligence e custos de operações de crédito. Esses itens variam conforme a complexidade, o ativo e o volume da emissão.
Como comparar propostas de advogados especializados em SP?
Compare experiência com CRI/CRA, historial em SP e em SPVs, prazos de entrega e custos. Solicite propostas detalhadas com itens de serviços, etapas e garantias de confidencialidade.
5. Recursos adicionais
- Comissão de Valores Mobiliários (CVM) - órgão regulador de valores mobiliários no Brasil. Site: cvm.gov.br
- Banco Central do Brasil (BCB) - supervisiona o sistema financeiro, incluindo operações de crédito e securitização. Site: bcb.gov.br
- Secretaria da Fazenda do Estado de São Paulo (SEFAZ SP) - gestão tributária estadual para operações com ativos em SP. Site: fazenda.sp.gov.br
Observação: além dessas, organizações de referência no setor incluem associações de securitização e ambientes de pesquisa financeira, como a ABVCAP. Site de referência: abvcap.org.br
6. Próximos passos
- Defina com clareza o objetivo da operação (CRI, CRA, SPV, ativos) e o cronograma esperado. Estime o tamanho da emissão e o ativo lastro.
- Monte uma lista de advogados com atuação comprovada em Financiamento Estruturado em SP e securitização. Considere experiência com SPV e com CRI/CRA.
- Solicite propostas formais de pelo menos 3 escritórios, incluindo escopo, prazos, custo e metodologia de due diligence.
- Prepare o material inicial: demonstrações financeiras, contratos de garantia, inventários de recebíveis e documentação societária do SPV.
- Agende reuniões para revisar as propostas, discutir riscos regulatórios e confirmar a disponibilidade para acompanhar a operação até a emissão.
- Verifique conformidade com CVM, Bacen e alterações legais relevantes; peça checklists de compliance e governança.
- Formalize o contrato de prestação de serviços e estabeleça marcos, entregáveis e penalidades por atraso.
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