Melhores Advogados de Ação coletiva em Porto

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Fundado em 2006
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Litígios e disputas Ação coletiva Mediação e Arbitragem ADR +9 mais
Com um escritório localizado no Centro da Cidade do Porto (Boavista), em Portugal, presta serviços especializados em CONSULTORIA JURÍDICA, onde o seu valor primordial é a QUALIDADE DOS SERVIÇOS PRESTADOS, por meio de FERRAMENTAS TECNOLÓGICAS INOVADORAS, CRIATIVAS E GERADORAS DE VALOR,...
Cavaleiro & Associados
Porto, Portugal

Fundado em 2011
10 pessoas na equipa
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Na Cavaleiro & Associados- Sociedade de Advogados, R.L.* a lei e a defesa de um julgamento justo são uma paixão de todos os seus Advogados. As áreas temáticas complexas exigem uma consultoria jurídica rigorosa, independente e especializada.Estratégia, visão, qualidade jurídica e...
PM Advogados
Porto, Portugal

Fundado em 2000
10 pessoas na equipa
A PM-Advogados é uma sociedade de advogados portuguesa sediada no Norte de Portugal, com escritórios no Porto e no Alto Minho (Viana do Castelo e Ponte de Lima).Apesar de ter sede no norte de Portugal, a PM-Advogados presta aconselhamento jurídico e está presente em todo o território...
Giambrone & Associados
Porto, Portugal

Fundado em 2005
50 pessoas na equipa
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Sobre nósGiambrone & Partners é um escritório de advocacia internacional com capacidade jurídica em uma ampla gama de jurisdições e mais de 15 anos de experiência na prestação de consultoria jurídica internacional, tanto para nossos clientes corporativos quanto privados.O escritório...

Fundado em 2019
50 pessoas na equipa
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CCSM (Caldeira, Cernadas, Sousa Magalhães e Associados) é um escritório de advogados resultante da associação em 2019 da GMSCC (Gil Moreira dos Santos, Caldeira, Cernadas e Associados) com a Sousa Magalhães e Associados, sendo ambos escritórios firmemente estabelecidos há várias décadas...
CCA Law Firm
Porto, Portugal

Fundado em 1949
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Num mundo atualizado a cada segundo, devemos ser capazes de nos adaptar constantemente às mudanças. A CCA baseia-se numa atitude flexível de adaptação a diversos cenários e áreas de atividade.Focamo-nos no futuro e em ajudar organizações a alcançar as melhores, mais audaciosas e mais...

Fundado em 2018
50 pessoas na equipa
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O EscritórioPinto Ribeiro Advogados é um escritório de advocacia de dimensão média sediado em Lisboa, Portugal, que presta serviços legais abrangentes aos seus Clientes, tanto nacionais quanto estrangeiros, em diversas áreas do Direito e nos setores de atividade económica mais relevantes.A...

Fundado em 2000
200 pessoas na equipa
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JPAB é um escritório de advocacia dedicado a prestar serviços jurídicos personalizados, equilibrando inovação e tradição.Mantendo sua sofisticação e sua postura rigorosa embora discreta, a JPAB acompanha clientes diversificados de diferentes setores econômicos e de diferentes países, em...

Fundado em 2015
200 pessoas na equipa
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Nasceu depois de os seus sócios fundadores perceberem a necessidade e a oportunidade de iniciar um projeto único e revolucionário no mercado de escritórios de advocacia em Portugal. O projeto Antas da Cunha & Associados assenta numa perspetiva de crescimento sustentado ajustado às...

Fundado em 2003
50 pessoas na equipa
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Desenvolvemos a prestação de serviços jurídicos de acordo com os seguintes princípios:- Consultoria Eficaz- Estratégias Inovadoras- Soluções Práticas- Defesas ConsolidadasResolvemos problemas e criamos estratégias empresariais, de acordo com as necessidades de cada cliente.Dedica­mos...
VISTO EM

1. Sobre o direito de Ação coletiva em Porto, Portugal

Em Portugal, o conceito de Ação coletiva está inserido em contextos específicos, nomeadamente defesas de interesses difusos, coletivos e de consumo. Em Porto, os cidadãos podem recorrer a associações de defesa do consumidor ou a advogados especializados para promover ações que envolvam vários lesados com um problema comum. O enquadramento legal baseia se no Código de Processo Civil e em normas de defesa do consumidor aprovadas a nível nacional e europeu. A prática tem vindo a evoluir com reformas que visam facilitar o acesso à justiça para grupos de pessoas afetadas.

Para residentes de Porto, o processo costuma implicar a coordenação com uma ou várias entidades representativas que atuem no seu setor, bem como a preparação de documentos que demonstrem o nexo entre os lesados e o dano ou prática ilegal. Em termos de duração, a Justiça portuguesa indica que ações coletivas podem demorar meses a alguns anos, conforme a complexidade e o número de intervenientes envolvidos.

2. Por que pode precisar de um advogado

  • Grupo de consumidores de Porto enfrenta cobrança enganosa de uma operadora local de telecomunicações e pretende uma ação coletiva para reparar danos financeiros.
  • Moradores de uma freguesia do Porto sofrem ruído ou poluição causada por uma obra e pretendem responsabilizar a empresa construtora através de uma ação coletiva.
  • Clientes de um banco do Porto identificam cláusulas contratuais abusivas em contratos com impacto para todos os titulares e desejam ações conjuntas.
  • Um grupo de empresas de um setor específico em Porto reclama por práticas comerciais desleais que afetam vários clientes simultaneamente.
  • Associação de consumidores de Porto pretende promover uma ação coletiva para defesa de dados pessoais de utilizadores de um serviço online com base em potenciais violações de privacidade.
  • Vizinhos de uma área urbana no Porto procuram compensação ou medidas de reparação por danos ambientais difusos causados por uma atividade industrial local.

3. Visão geral das leis locais

  • Lei n. 24/2014, de 14 de fevereiro - transposição da Diretiva 2009/22/EC para ações coletivas de defesa de interesses difusos e coletivos. Esta norma estabelece o enquadramento para ações propostas por associações de defesa do consumidor e organizações semelhantes.
    Este regime facilita a defesa de interesses de um conjunto de consumidores sem ter de apresentar ações individuais independentes para cada caso.

    Fonte: ec.europa.eu e legislação administrativa portuguesa (indicativamente ligada à transposição de diretivas da UE).

  • Código de Processo Civil (CPC) - regime processual aplicável a ações coletivas envolvendo interesses difusos ou coletivos, incluindo mecanismos de intervenção de associações de defesa do consumidor. A reforma de 2013 consolidou regras relativas a ações de grupo e procedura comum de indemnização coletiva.
    O CPC define os sujeitos processuais e as regras de tramitação para ações em defesa de interesses difusos e coletivos.

    Fonte: portal institucional da Justiça e legislação consolidada.

  • Legislação complementar de proteção ao consumidor e de direitos digitais - legislação europeia transposta para Portugal que regula práticas comerciais, proteção de dados e direitos do consumidor. Estas normas apoiam ações coletivas quando houver violações sistemáticas de direitos difusos.
    As regras visam facilitar a atuação de organizações representativas e assegurar reparação efetiva para grupos de consumidores afetados.

    Fonte: justiça.gov.pt e diretrizes europeias de proteção ao consumidor.

4. Perguntas frequentes

O que é uma ação coletiva de consumo e para que serve?

Uma ação coletiva de consumo permite que várias pessoas prejudiqdas por uma mesma prática incorreta obtenham reparação num único processo. Em Porto, estas ações são promovidas por associações de defesa do consumidor ou por advogados especializados.

Como sei se posso participar numa ação coletiva promovida em Porto?

Primeiro, verifique se o seu problema afeta um grupo de consumidores com o mesmo nexo de fato. Em seguida, consulte uma advogada ou consultor jurídico para confirmar a elegibilidade e o prazo aplicável.

Quando devo procurar um advogado para uma ação coletiva em Porto?

Assim que identificar uma prática potencialmente lesiva que afete vários consumidores, contacte um gabinete especializado. Um profissional pode analisar documentos, orientar sobre o grupo participante e preparar a petição inicial.

Onde podem ser movidas ações coletivas em Porto?

As ações podem ser propostas em tribunais da comarca de Porto, ou em fóruns especializados quando cabível. A escolha depende do tipo de interesse protegido e da natureza da violação.

Por que é essencial contratar um advogado experiente em ações coletivas?

Um jurista com experiência em ações coletivas conhece os requisitos probatórios, as fases processuais e as possibilidades de acordo. Isso aumenta as hipóteses de sucesso e reduz atrasos processuais.

Pode uma associação de consumidores iniciar uma ação sem evidência individual?

Sim, desde que haja elementos que demonstrem um nexo comum entre os lesados e o dano. O advogado poderá organizar a prova agregada e estruturar o grupo interessado.

Devo pagar custas judiciais numa ação coletiva?

Custas podem existir, mas há especificidades para ações coletivas, incluindo isenções ou reembolsos em certos cenários. Um advogado pode explicar o regime aplicável ao seu caso.

Quanto tempo, em média, leva uma ação coletiva em Porto?

O tempo varia com a complexidade, número de intervenientes e provação de provas. Processos simples podem demorar meses, enquanto casos complexos podem estender-se por anos.

Preciso residir em Porto para participar numa ação coletiva local?

Não é obrigatório residir em Porto, mas a ação é julgada com base nos elementos do grupo em causa. A participação pode depender de critérios específicos do caso.

Qual é a diferença entre ação coletiva e ação individual?

Na ação coletiva, um único processo visa reparar ou precaver danos para um grupo. A ação individual atende apenas o prejudicado específico, com provas próprias.

Como as decisões de ações coletivas afetam casos individuais?

Decisões coletivas podem estabelecer precedentes ou obrigações gerais. Em alguns casos, podem facilitar ou limitar ações individuais que dependam de circunstâncias próprias.

Pode haver acordo extrajudicial durante uma ação coletiva?

Sim, acordos extrajudiciais podem ocorrer a qualquer momento, desde que autorizados pelo tribunal e aceitos pelas partes envolvidas no grupo.

5. Recursos adicionais

  • Ministério da Justiça - Portal da Justiça - informações oficiais sobre ações coletivas, acesso a serviços judiciais e orientações para consumidores. https://www.justica.gov.pt
  • Ordem dos Advogados - apoio a advogados e informações sobre especialização em direitos do consumidor e ações coletivas. https://www.oa.pt
  • Portal CITIUS - acesso online a processos e serviços judiciais civis e administrativos. https://www.citius.mj.gov.pt
As ações coletivas permitem uma via prática de reparação para um conjunto de consumidores afetados por uma mesma prática injusta, promovendo maior acesso à justiça.

Fonte: ec.europa.eu - Diretrizes europeias de ações coletivas e defesa de interesses difusos

6. Próximos passos

  1. Defina o problema comum: descreva a prática, o setor envolvido e o grupo potencialmente lesado. Dedique 1-2 dias para mapear os casos.
  2. Identifique representantes: contate uma associação de defesa do consumidor ou procure um advogado com experiência em ações coletivas em Porto. Reserve uma consulta inicial de 30-60 minutos.
  3. Reúna documentação relevante: contratos, faturas, comunicações, provas de danos. Organize por tipo de dano e data de ocorrência.
  4. Avalie a elegibilidade: discuta com o especialista se o seu caso se enquadra no modelo de ação coletiva vigente em Portugal e se há grupo suficiente.
  5. Estruture o grupo: determine quem mais se junta, quem assina representações e quem pretende manter a participação de forma contínua.
  6. Prepare a estratégia processual: defina objetivos, possíveis indemnizações e o cronograma aproximado, com o seu advogado.
  7. Inicie o processo: o advogado prepara a petição inicial, com base nos elementos reunidos, e apresenta-a no tribunal competente. Calcule prazos e custos estimados.

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