Melhores Advogados de Finanças Sustentáveis em Porto

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Fundado em 2006
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Banca e Finanças Finanças Sustentáveis Investimento +10 mais
Com um escritório localizado no Centro da Cidade do Porto (Boavista), em Portugal, presta serviços especializados em CONSULTORIA JURÍDICA, onde o seu valor primordial é a QUALIDADE DOS SERVIÇOS PRESTADOS, por meio de FERRAMENTAS TECNOLÓGICAS INOVADORAS, CRIATIVAS E GERADORAS DE VALOR,...

Fundado em 2003
50 pessoas na equipa
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Desenvolvemos a prestação de serviços jurídicos de acordo com os seguintes princípios:- Consultoria Eficaz- Estratégias Inovadoras- Soluções Práticas- Defesas ConsolidadasResolvemos problemas e criamos estratégias empresariais, de acordo com as necessidades de cada cliente.Dedica­mos...
Cuatrecasas
Porto, Portugal

Fundado em 1989
50 pessoas na equipa
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Em Portugal, a Cuatrecasas conta atualmente com mais de 180 advogados e o escritório do Porto tem 20 profissionais. A Cuatrecasas tem as suas raízes portuguesas no escritório de Lisboa fundado em 1928 pelo Professor Armando Gonçalves Pereira, que rapidamente se destacou pela sua...
Giambrone & Associados
Porto, Portugal

Fundado em 2005
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Sobre nósGiambrone & Partners é um escritório de advocacia internacional com capacidade jurídica em uma ampla gama de jurisdições e mais de 15 anos de experiência na prestação de consultoria jurídica internacional, tanto para nossos clientes corporativos quanto privados.O escritório...

Fundado em 2000
200 pessoas na equipa
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JPAB é um escritório de advocacia dedicado a prestar serviços jurídicos personalizados, equilibrando inovação e tradição.Mantendo sua sofisticação e sua postura rigorosa embora discreta, a JPAB acompanha clientes diversificados de diferentes setores econômicos e de diferentes países, em...

Fundado em 1999
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Cerqueira Gomes & Associados é uma sociedade de advogados de responsabilidade limitada reconhecida e experiente, com reconhecida especialização em todo o espectro do direito português.O escritório teve o privilégio de trabalhar com uma ampla gama de clientes envolvidos em diversas áreas...

Fundado em 1983
50 pessoas na equipa
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HISTÓRIAQualidade e excelência profissional para empresas, famílias e particulares em Espanha e Portugal.Martínez-Echevarría & Ferreira é um escritório jurídico profissional que presta serviços jurídicos, tanto de consultoria como de proteção judicial, com atuação em Espanha,...
PM Advogados
Porto, Portugal

Fundado em 2000
10 pessoas na equipa
A PM-Advogados é uma sociedade de advogados portuguesa sediada no Norte de Portugal, com escritórios no Porto e no Alto Minho (Viana do Castelo e Ponte de Lima).Apesar de ter sede no norte de Portugal, a PM-Advogados presta aconselhamento jurídico e está presente em todo o território...

Fundado em 2019
50 pessoas na equipa
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CCSM (Caldeira, Cernadas, Sousa Magalhães e Associados) é um escritório de advogados resultante da associação em 2019 da GMSCC (Gil Moreira dos Santos, Caldeira, Cernadas e Associados) com a Sousa Magalhães e Associados, sendo ambos escritórios firmemente estabelecidos há várias décadas...
Cavaleiro & Associados
Porto, Portugal

Fundado em 2011
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Na Cavaleiro & Associados- Sociedade de Advogados, R.L.* a lei e a defesa de um julgamento justo são uma paixão de todos os seus Advogados. As áreas temáticas complexas exigem uma consultoria jurídica rigorosa, independente e especializada.Estratégia, visão, qualidade jurídica e...
VISTO EM

1. Sobre o direito de Finanças Sustentáveis em Porto, Portugal

O direito de Finanças Sustentáveis em Porto regula como instituições financeiras, empresas e gestores de ativos divulgam informações e gerem investimentos com base em critérios ambientais, sociais e de governação (ESG). Em Portugal, as regras alinham-se com a União Europeia, criando normas de disclosure, classificação de atividades e conduta de mercado. Em Porto, a aplicação prática é feita por reguladores nacionais como o Banco de Portugal e a CMVM, com supervisão adicional de entidades públicas locais conforme necessário.

O objetivo é aumentar a transparência, orientar fluxos de capital para atividades sustentáveis e reduzir riscos ambientais nos investimentos. As empresas da região do Porto devem preparar relatórios, avaliar impactos climáticos e adaptar-se a exigências de divulgação até então aplicáveis apenas a grandes entidades. A conformidade reduz o risco de sanções e pode abrir portas a financiamento com melhores condições.

Para residentes e empresas portuenses, entender estas regras ajuda a evitar atrasos na operação e a estruturar financiamentos com maior previsibilidade. Este guia foca-se em situações comuns no Porto, com referências a autoridades portuguesas relevantes. Consulte sempre um jurista especializado em Finanças Sustentáveis para casos específicos.

2. Por que pode precisar de um advogado

  • Emissão de obrigações verdes por uma empresa do Porto - é crucial assegurar conformidade com SFDR e com a Taxonomia da UE, bem como preparar a documentação de divulgação de risco e de impactos ambientais. Sem assessoria, corre o risco de não cumprir prazos ou de incorrer em sanções de mercado.
  • Gestão de portfólios de investimentos sustentáveis - gestores com sede no Porto precisam de políticas de investimento claras, divulgação de critérios ESG e avaliações periódicas. Um jurista ajuda a redigir políticas internas e a cumprir obrigações de disclosure.
  • Divulgação de informação não financeira por grandes entidades - empresas com operações no Porto podem ter obrigações nacionais de reporte não financeiro. Advogado pode orientar o âmbito, os prazos e o formato adequado para o relatório anual.
  • Estruturação de financiamento com instrumentos sustentáveis - ao estruturar um green bond ou um loan ligado a metas ESG, é preciso a devida documentação de conformidade, auditoria e disclosures específicos. Sem assistência, há maior risco de incumprimento contratual.
  • Due diligence de investimentos em ativos sustentáveis - investidor ou empresa portuense deve avaliar riscos de sustentabilidade, regulamentação aplicável e posibles conflitos de interesse. A assessoria jurídica facilita a identificação de cláusulas de salvaguarda.
  • Aconselhamento para políticas de risco climatico no negócio - reguladores exigem avaliação de riscos climáticos eaky disclosure de impactos. Um consultor jurídico ajuda a integrar estes elementos no compliance geral.

3. Visão geral das leis locais

Sustainability Finance Disclosure Regulations (SFDR) - Regulação da UE

O SFDR regula a divulgação de informações relacionadas com sustentabilidade por entidades financeiras na UE, com impacto direto em empresas com operações no Porto. As obrigações incluem políticas de investimento, impactos de sustentabilidade, e divulgação de riscos de sustentabilidade. O regime é aplicável a instituições financeiras, gestores de ativos e fundos de investimento com divulgação pública de informações relevantes.

“As regras de divulgação de informações relacionadas com sustentabilidade visam orientar o investimento para atividades alinhadas com critérios ambientais, sociais e de governança”

Data de implementação e fases de aplicação já definidas, com requisitos adicionais à medida que se avança em 2021 e 2022. Em Portugal, o SFDR está a moldar relatórios e contratos de financiamento de empresas em Porto. Consulte a página oficial para detalhes de conformidade e prazos atuais.

Regulamento da Taxonomia da UE (Regulamento (UE) 2020/852)

A Taxonomia da UE estabelece critérios para classificar atividades económicas como sustentáveis, influenciando decisões de investimento em Portugal e no Porto. As empresas devem indicar quando as suas atividades são abrangidas pela Taxonomia e alinhar métricas com os critérios definidos pela UE. O regime tem fases de implementação e divulgação progressivas, com impactos relevantes em empréstimos e investimentos com garantia de sustentabilidade.

“A Taxonomia da UE estabelece critérios para classificar atividades económicas como sustentáveis”

Para investidores e emissores no Porto, isto implica avaliação rigorosa de projetos, divulgação de alinhamento com a Taxonomia e atualização contínua de relatórios de sustentabilidade. O cumprimento pode exigir alterações contratuais, auditorias específicas e ajuste de políticas internas de gestão de risco.

Divulgação de informação não financeira em Portugal - transposição da Diretiva Europeia

Portugal tem transposto a diretiva europeia de divulgação de informação não financeira para entidades com fortalecimento de relatórios ESG. Grandes empresas e entidades cotadas podem ter obrigações de reporte não financeiro, incluído no relatório anual, com base na legislação nacional e orientações regulatórias. O objetivo é aumentar a transparência para investidores, clientes e sociedade.

“Em Portugal, o regime de informação não financeira aplica-se a grandes empresas e entidades cotadas no Mercado de Valores Mobiliários”

Em termos práticos, empresas portuenses devem integrar informações sobre impactos ambientais, políticas de governança, e riscos relevantes para o negócio. A conformidade envolve coleta de dados, verificação externa e divulgação em relatórios anuais ou separadas declarações de sustentabilidade.

4. Perguntas frequentes

O que é SFDR e como afeta investidores em Porto?

SFDR exige divulgações de sustentabilidade por entidades financeiras e gestores de ativos. Em Porto, isso afeta contratos, fundos disponíveis e políticas de investimento. Um consultor jurídico pode orientar a conformidade e prazos de divulgação.

Como funciona a Taxonomia da UE para classificar atividades sustentáveis?

A Taxonomia define atividades com critérios específicos de sustentabilidade. As empresas devem indicar se as suas operações são consideradas sustentáveis. O compliance envolve avaliação de atividades, métricas e relatórios de alinhamento.

Quando entram em vigor as obrigações de divulgação de informação não financeira em Portugal?

As obrigações evoluíram ao longo de 2018-2022 com implementação progressiva. Grandes entidades e cotadas passaram a exigir disclosures relevantes no relatório anual. Consulte o regulador local para prazos atualizados.

Onde posso consultar as regras de Finanças Sustentáveis aplicáveis em Porto?

Consulte o Portal do Governo, a CMVM e o Banco de Portugal para informações específicas. Estes recursos indicam obrigações, prazos, modelos de relatório e guias de conformidade. A atualização depende de mudanças regulatórias frequentes.

Por que pode ser necessário contratar um advogado para emissões de obrigações verdes?

Para estruturar a emissão de forma a cumprir SFDR, Taxonomia e disclosure, é essencial ter documentação adequada. Um jurista evita falhas contratuais e facilita a negociação com investidores. O custo pode ser recuperado pela melhoria da conformidade.

Pode uma PME do Porto cumprir SFDR e Taxonomia sem consultor especializado?

É possível, mas pouco provável sem conhecimentos específicos. A Taxonomia e SFDR possuem requisitos técnicos, prazos e auditorias. Um consultor jurídico agiliza a implementação e reduz riscos de incumprimento.

Deve uma empresa cotada em Portugal reportar informações não financeiras?

Sim, entidades cotadas costumam ter obrigações claras de divulgação de informação não financeira. O incumprimento pode implicar sanções de reguladores e impactos reputacionais. Consulte regulamentos nacionais aplicáveis para o seu caso concreto.

Como é calculada a conformidade de um projeto com a Taxonomia?

A conformidade envolve avaliação de critérios objetivos e métricas detalhadas. É comum exigir documentação técnica, auditoria externa e métricas de desempenho ambiental. Um especialista pode orientar a recolha de evidências necessárias.

Como se distingue SFDR da Taxonomia na prática empresarial?

SFDR foca-se em disclosures de risco e políticas de sustentabilidade de entidades financeiras. A Taxonomia especifica quais atividades são economicamente sustentáveis. Ambos exigem dados, relatórios e auditorias, mas com objetivos diferentes.

Como começo a cumprir requisitos de divulgação em Porto?

Identifique as obrigações aplicáveis, mapeie dados necessários, crie políticas ESG internas e estabeleça calendários de reporte. Solicite apoio de um advogado com experiência em Finanças Sustentáveis para alinhar políticas e prazos.

Quanto custam normalmente serviços legais de Finanças Sustentáveis?

Os custos variam conforme a complexidade e o volume de dados. Expectativas comuns: honorários iniciais para diagnóstico, seguido de honorários por hora ou por projeto. Peça propostas detalhadas com prazos e entregáveis.

Pode um consultor jurídico orientar a due diligence de investimentos sustentáveis?

Sim, um jurista pode apoiar a due diligence com avaliação de riscos ESG, critérios de elegibilidade e compliance. Acompanhamento pode incluir verificação de fornecedores, contratos e métricas de desempenho.

5. Recursos adicionais

  • CMVM - Comissão do Mercado de Valores Mobiliários - Supervisão de mercados financeiros em Portugal, regras de disclosure e conduta de mercado. https://www.cmvm.pt
  • Banco de Portugal - Autoridade de supervisão do sistema financeiro, com diretrizes de risco, governança e disclosures relevantes. https://www.bportugal.pt
  • Portal do Governo - gov.pt - Guia de requisitos regulatórios, legislação e serviços para cidadãos e empresas em Portugal. https://www.gov.pt

6. Próximos passos

  1. Defina o tipo de necessidade de Finanças Sustentáveis (emisão de obrigações, disclosure, due diligence, governança ESG) com base na sua atividade em Porto.
  2. Identifique advogados ou consultores jurídicos com experiência comprovada em Finanças Sustentáveis no Porto ou Norte de Portugal.
  3. Solicite um brief executivo para entender o alcance, prazos e custos estimados de conformidade.
  4. Agende uma consultoria inicial de 60 a 90 minutos para discutir o seu caso e alinhar expectativas. Reserve 1-2 semanas para agendamento.
  5. Peça uma proposta formal com escopo, entregáveis, cronograma e honorários; compare pelo menos 2 workshops ou propostas.
  6. Conjunto de documentos: reúna relatórios financeiros, políticas ESG existentes, contratos de financiamento e quaisquer divulgações anteriores.
  7. Finalize o contrato com o profissional escolhido e estabeleça um plano de ação de 3 a 6 meses, com marcos mensais de conformidade.

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