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Diligência prévia Perguntas Jurídicas respondidas por Advogados
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- eviction of squatters
- We inherited a lot of property in Lapasan that has been inhabited by squatters for years. I need to evict them so I can fence it.
-
Resposta do advogado por Atty. Rainier Mamangun
You would need to send the informal settlers a prior Demand/Notice to Vacate prior to filing a case for Ejectment. You may message us directly if you wish to discuss this matter in detail.
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1. Sobre o direito de Diligência prévia
Diligência prévia é o conjunto de investigações, verificações e valorações realizadas antes de encontrar-se um acordo definitivo, como fusões, aquisições, contratos de grande valor ou parcerias estratégicas. O objetivo é mapear riscos legais, regulatórios, contábeis, trabalhistas e de compliance que possam afetar o valor, as condições ou a operação futura. A atuação de um consultor jurídico especializado ajuda a estruturar pedidos de documentação, interpretar leis aplicáveis e propor cláusulas de proteção contratual.
Numa operação típica, a diligência envolve revisão de contratos, passivos ocultos, compliance, propriedade intelectual, dados pessoais e riscos regulatórios. Em operações transnacionais, ainda pode incluir avaliação de sanções, controles de exportação e requisitos de due diligence em terceiros. Em resumo, a diligência prévia busca transformar incertezas em informações acionáveis para decisões mais seguras.
Para residentes de jurisdições com regimes de proteção de dados rigorosos, a diligência prévia também integra a verificação de conformidade com normas de privacidade. Assim, a etapa de due diligence torna-se um elemento central de governança corporativa e de gestão de risco. O objetivo final é evitar surpresas que possam inviabilizar ou onerar significativamente a operação.
2. Por que pode precisar de um advogado
- Compra de participação em empresa com passivos trabalhistas ocultos - em uma operação de aquisição, uma auditoria de diligência pode revelar ações trabalhistas antigas não divulgadas. Um jurista experiente estrutura pedidos de indenização, negocia cláusulas de indenização e ajustes de preço. Sem assessoria, o comprador assume riscos que podem comprometer o retorno do investimento.
- Revisão de contratos-chave com cláusulas de responsabilidade e proteção de ativos - contratos com fornecedores, clientes ou licenças podem trazer passivos não previstos. Um consultor jurídico prepara um repasse de responsabilidades, renegociação de termos e salvaguardas contratuais. Isso reduz o risco de litígios após a conclusão da transação.
- Conformidade com dados pessoais e LGPD em operações de fusões - a diligência envolve mapear bases de dados, bases de terceiros e bases compartilhadas com terceiros. Um advogado orienta sobre bases legais, minimização de dados e medidas de proteção, evitando sanções administrativas. A não conformidade pode trazer multas significativas e interrupção de atividades.
- Propriedade intelectual e ativos intangíveis - marcas, patentes, segredos comerciais e licenças precisam ser auditados. Um jurista elabora planos de proteção, licenças cruzadas e estratégias de indemnização para infrações futuras. O resultado é uma avaliação realista do valor de ativos intangíveis.
- Riscos regulatórios e licenças pendentes - autuações ambientais, sanitárias ou de conformidade podem surgir no fechamento. Um consultor jurídico verifica autorizações, prazos e planos de mitigação. Isso evita atrasos ou mudanças drásticas no acordo.
- Compliance anticorrupção e governança corporativa - a aquisição pode exigir avaliação de programas de compliance, controles internos e histórico de práticas de terceiros. Um advogado sugere cláusulas de ajuste de preço com base em contingências e estabelece obrigações de monitoramento pós-fechamento.
3. Visão geral das leis locais
Lei nº 14.133/2021 (Lei de Licitações e Contratos) institui o novo regime de contratações públicas, com foco em eficiência, transparência e competição. Entrou em vigor em 4 de abril de 2021, com transição de algumas regras da antiga Lei 8.666/1993. Em 2023, houve intensificação da adoção do novo regime por órgãos federais.
A nova legislação visa maior controle de riscos e melhoria de governança em contratações públicas.Fonte: Plano da Presidência - Lei 14.133/2021
Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD) - Lei nº 13.709/2018 regula o tratamento de dados pessoais e impõe bases legais, medidas de segurança e sanções administrativas. A LGPD entrou em vigor de forma plena em 2020 e é aplicada por órgãos reguladores como a Autoridade Nacional de Proteção de Dados (ANPD).
A LGPD estabelece princípios de finalidade, necessidade e transparência no tratamento de dados.Fonte: Planalto - Lei 13.709/2018 Leia o texto completo
Lei nº 9.613/1998 (Lei de Lavagem de Dinheiro) determina obrigações de diligência devida para instituições e empresas, com foco na prevenção de crimes financeiros. Ela é complementada por regulamentação posterior e por guias de compliance.
O regime de prevenção à lavagem de dinheiro exige controles adequados de due diligence de clientes e operações de risco.Fonte: Planalto - Lei 9.613/1998
Além disso, a prática de diligência pode envolver normas de responsabilidade civil, tributária e societária contidas no Código Civil e nas leis de regulação de mercados. Em operações privadas, o enquadramento contratual também depende de normas de direito contratual e de propriedade intelectual. O objetivo é alinhar a due diligence aos requisitos regulatórios aplicáveis ao setor específico da operação.
4. Perguntas frequentes
O que é diligência prévia e por que é essencial em negócios?
A diligência prévia é a checagem de informações relevantes antes de fechar um acordo. Ela identifica riscos que podem impactar preço, prazo e responsabilidades. Sem essa verificação, a parte adquirente pode enfrentar contingências não previstas.
Como a diligência prévia difere de uma auditoria interna tradicional?
A diligência prévia foca em informações de terceiros, contratos e passivos ligados à transação. Já a auditoria interna analisa a eficácia de controles de uma empresa já existente. As duas atividades se complementam, especialmente em grandes negócios.
Quando devo contratar um advogado para diligência prévia?
Contrações de alto valor, fusões, aquisições ou contratos complexos costumam exigir assessoria jurídica desde o início. Um jurista orienta sobre escopo, cláusulas de indemnização e conformidade com leis aplicáveis. O ideal é iniciar a consultoria antes de assinar o LOI ou o contrato inicial.
Onde posso realizar diligência prévia em negociações internacionais?
A diligência internacional envolve riscos regulatórios, fiscais e de compliance transfronteiriços. Um consultor jurídico com experiência internacional coordena equipes e referências legais nos países envolvidos. Recomenda-se também consultar assessores fiscais locais.
Por que os custos de diligência prévia variam entre operações?
Os custos refletem o volume de documentos, a complexidade setorial e a necessidade de equipes multidisciplinares. Em setores regulados, como energia ou saúde, despesas com peritos podem ser maiores. O escopo bem definido ajuda a controlar o orçamento.
Pode a diligência prévia atrasar a assinatura do contrato?
Sim, especialmente se surgirem passivos significativos ou necessidade de licenças adicionais. Um cronograma realista e cláusulas de proteção ajudam a gerenciar esse atraso. A comunicação entre as partes é fundamental para manter o andamento.
Devo montar uma equipe multidisciplinar para diligência prévia?
Sim, combinar jurídica, financeira, tributária, ambiental e de TI aumenta a qualidade da análise. Cada área identifica riscos específicos que podem passar despercebidos em uma visão única. A coordenação eficiente reduz redundâncias.
Qual a diferença entre diligência financeira e operacional?
A diligência financeira avalia números, fluxo de caixa e valução de ativos. A diligência operacional analisa processos, cadeia de suprimentos e eficiência. Juntas, oferecem uma visão completa do valor e dos riscos da operação.
Como a LGPD influencia a diligência prévia de dados?
A diligência de dados exige mapear bases de dados, bases de terceiros e fluxos de tratamento. O objetivo é confirmar bases legais, minimização de dados e medidas de segurança. Violações podem resultar em multas e interrupção de atividades.
Quanto tempo leva uma diligência prévia simples em operações de M&A?
Em operações simples, a diligência pode levar de 4 a 8 semanas, dependendo da disponibilidade de documentos. Processos mais complexos podem exigir 3 a 6 meses. O cronograma deve refletir o grau de risco e o tamanho da operação.
Qual a diferença entre due diligence simples e abrangente?
A due diligence simples foca em aspectos-chave, com menos documentação. A abrangente envolve auditoria completa de todos os contratos, passivos, compliance e dados. A escolha depende do tamanho da transação e do apetite ao risco.
Posso usar modelos prontos de diligência prévia, ou preciso adaptar?
Modelos prontos ajudam a iniciar, mas devem ser adaptados ao setor, à jurisdição e ao tipo de operação. A personalização evita lacunas legais e assegura que questões específicas do negócio sejam cobertas. Um advogado pode revisar o modelo.
5. Recursos adicionais
- ANPD - Autoridade Nacional de Proteção de Dados - órgão regulador responsável pela aplicação da LGPD e orientações de conformidade, incluindo guias de due diligence de dados. https://www.gov.br/anpd/pt-br
- Lei 14.133/2021 - Nova Lei de Licitações e Contratos - texto oficial, com normas de contratação, governança e gestão de riscos em licitações públicas. https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_ato2019-2022/2021/lei/l14133.htm
- Lei 13.709/2018 - LGPD - texto da lei que regula tratamento de dados pessoais, com diretrizes de conformidade e sanções. https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_ato2015-2018/2018/lei/l13709.htm
6. Próximos passos
- Defina o objetivo da diligência e o escopo da operação em no máximo 5 dias úteis.
- Contrate um advogado com experiência específica em diligência prévia e na área do setor envolvido, em até 2 semanas.
- Monte uma equipe multidisciplinar interna ou externa (jurídico, financeiro, tributário, ambiental e TI) em 2-3 semanas.
- Solicite documentação básica inicial aos vendedores e organize um cronograma de entrega em 1-2 semanas.
- Conduza a due diligence com checklists padronizados, revisões legais e mapeamento de passivos em 4-6 semanas.
- Analise resultados, negocie ajustes de preço, cláusulas de indemnização e prazos em 2-3 semanas adicionais.
- Implemente ações de conformidade pós-fechamento e crie um plano de monitoramento de riscos contínuo em 2-4 semanas.
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