Melhores Advogados de Reestruturação e Insolvência em Brasil
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1. Sobre o direito de Reestruturação e Insolvência em Brasil
O direito de Reestruturação e Insolvência no Brasil regula procedimentos para empresas em dificuldade econômica com o objetivo de preservar a atividade, os empregos e a função social da empresa. Os instrumentos principais são Recuperação Judicial, Recuperação Extrajudicial e Falência. A base legal envolve a Lei nº 11.101/2005, com alterações relevantes introduzidas pela Lei nº 14.112/2020.
Esses instrumentos permitem reorganizar dívidas, renegociar prazos e cobranças com credores e, quando necessário, encerrar atividades de forma ordenada. Advogados especializados ajudam a avaliar viabilidade, estruturar planos de recuperação e acompanhar o cumprimento de decisões judiciais. A atuação do consultor jurídico é essencial para evitar decisões precipitadas que agravem a crise financeira.
2. Por que pode precisar de um advogado
- Indústria com fluxo de caixa negativo e dívidas de curto prazo busca evitar a falência e manter a operação. Um jurista ajuda a avaliar a viabilidade de Recuperação Judicial e a preparar o plano de recuperação.
- Empresa de serviços com atraso de tributos e credores precisa suspender execuções e negociar um plano de pagamento realista. Um consultor jurídico orienta a organização da documentação e a negociação com credores.
- Comércio de varejo enfrenta pressão de fornecedores e bancos e deseja reestruturar capitais. O advogado coordena o processo de Recuperação Extrajudicial e a formalização de acordos.
- Pequena empresa familiar com reputação abalada busca manter empregos e operações. Um profissional qualificado orienta sobre governança, comunicação com credores e conformidade legal.
- Grupo com atuação nacional recebe cobranças judiciais de diversos credores e precisa consolidar informações para a assembleia de credores. O jurista prepara relatórios, prova documental e estratégias de votação.
- Empresário que considera falência como última opção pode precisar de avaliação de alternativas de recuperação antes de mover ações legais. Um consultor jurídico realiza uma due diligence bastante específica e oferece opções viáveis.
3. Visão geral das leis locais
- Lei nº 11.101/2005 - Lei de Recuperação Judicial, Extrajudicial e Falência. Regula planos de recuperação, atuação de administradores judiciais e mecanismos de preservação da empresa em crise. A legislação busca manter a atividade econômica e os empregos, equilibrando interesses de credores e devedores. Fonte oficial: Planalto
- Lei nº 14.112/2020 - Altera a Lei nº 11.101/2005, com mudanças em regras de votação de credores, planos de recuperação e procedimentos de fiscalização. A atualização reflete a necessidade de maior transparência e eficiência no processo. Alteração recente introduzida em 2020 e em vigor conforme promulgação e alterações subsequentes. Fonte oficial: Planalto
- Normas e diretrizes do CNJ e do Judiciário - Orientações sobre procedimentos de recuperação judicial, extrajudicial e falência, bem como sobre a atuação de administradores judiciais e o papel dos leitores. Essas diretrizes impactam a prática diária e a organização de audiências e atos processuais. Fonte oficial: cnj.jus.br
“A recuperação judicial tem por objetivo preservar a empresa, a função social e qualquer possibilidade de continuidade das atividades, com proteção aos empregos.” - Fonte: Planalto.gov.br
“As alterações promovidas pela Lei 14.112/2020 visam tornar o processo mais transparente, eficiente e adequado às necessidades de credores e devedores.” - Fonte: Planalto.gov.br
4. Perguntas frequentes
O que é recuperação judicial e como funciona no Brasil?
A recuperação judicial é um procedimentos previsto para empresas em crise que buscam manter atividades. O objetivo é manter empregos, preservar a produção e viabilizar o pagamento de credores ao longo de um plano de recuperação aprovado pelos credores e pelo juiz. O processo envolve a nomeação de um administrador judicial e a apresentação de um plano pelos devedores.
Como faço para pedir recuperação judicial de uma empresa no Brasil?
O pedido deve ser interposto ao juízo competente, com documentação financeira, demonstrações contábeis, relação de dívidas e diagnóstico econômico. A partir do protocolo, o juiz concede a tutela de tratamento adequado e designa um administrador judicial. Em seguida, inicia-se a fase de estruturação do plano de recuperação.
Quando a recuperação judicial pode falhar e quais são as consequências?
A recuperação pode falhar se o plano não obter aprovação dos credores ou se não houver viabilidade econômico-financeira. Em caso de falência, a empresa encerra as atividades, os ativos são liquidados e os créditos são pagos conforme a ordem legal. A falência pode impactar empregos e credores de maneira severa.
Onde posso iniciar o processo de recuperação judicial: justiça estadual ou federal?
Em geral, a recuperação judicial é iniciada na vara do empresário ou da empresa, conforme o tribunal competente pela jurisdição. A tramitação ocorre dentro do sistema judiciário estadual, com eventuais recursos para instâncias superiores. O administrador judicial supervisiona o andamento do processo.
Por que é necessário apresentar um plano de recuperação detalhado aos credores?
O plano demonstra a viabilidade da recuperação, revela como a empresa pretende pagar dívidas e quais medidas de reestruturação serão adotadas. Sem um plano claro, a assembleia de credores pode rejeitar o acordo. Um plano bem elaborado facilita a aprovação e reduz riscos de impasses.
Pode uma empresa optar pela recuperação extrajudicial e como funciona?
A recuperação extrajudicial ocorre fora do ambiente judicial, com acordo entre devedor e credores, geralmente com a ajuda de um mediador ou consultor. O acordo é formalizado por escritura pública ou instrumento particular com aval dos credores. A extrajudicial pode ser rápida, mas requer consenso robusto entre as partes.
Deve-se contratar um consultor jurídico específico para o processo de recuperação?
Sim, é essencial contratar um advogado com experiência em direito empresaria e recuperação judicial. O profissional coordena a documentação, elabora o plano de recuperação, negocia com credores e atua na defesa de interesses durante a tramitação. Evita-se erros que possam comprometer o resultado.
Qual é o custo típico de um advogado para recuperação judicial e quais taxas envolvidas?
Os custos variam conforme a complexidade do caso, o porte da empresa e a região. Além de honorários, podem existir custas processuais, despesas com diligências e honorários de administrador judicial. Uma avaliação prévia ajuda a planejar o orçamento com transparência.
Quanto tempo leva a aprovação do plano de recuperação judicial após o pedido?
O tempo varia conforme a complexidade, a qualidade da documentação e a atuação de credores. Em média, a conclusão pode ocorrer em meses, mas casos mais contenciosos podem se estender por anos. O papel do advogado é manter o cronograma alinhado com a lei.
Qual a diferença entre recuperação judicial, extrajudicial e falência no Brasil?
A recuperação judicial busca manter a empresa em funcionamento com um plano de pagamento; a recuperação extrajudicial é um acordo direto entre devedor e credores sem intervenção judicial; a falência encerra a empresa e liquida ativos para pagamento aos credores conforme a lei. Cada opção tem foco e prazos diferentes.
Como funciona a assembleia de credores e qual o papel do administrador judicial?
A assembleia de credores aprova ou rejeita o plano de recuperação. O administrador judicial gerencia a contabilidade, fiscaliza o cumprimento do plano e presta contas ao juízo. A participação dos credores é fundamental para o consenso sobre as medidas de reestruturação.
Quais alterações recentes na lei de recuperação impactam investidores estrangeiros?
As mudanças da Lei 14.112/2020 fortalecem a governança do processo e ampliam mecanismos de transparência para credores, o que interessa aos investidores. Têm efeito sobre prazos, votos e questões de compliance que investidores estrangeiros devem considerar. Recomenda-se avaliação jurídica específica para cada caso.
5. Recursos adicionais
- Planalto.gov.br - Textos oficiais das leis que regem a recuperação judicial, extrajudicial e falência no Brasil. Utilize o Planalto para acessar as versões atualizadas dos diplomas legais. Lei nº 11.101/2005, Lei nº 14.112/2020
- CNJ - Portal de informações do Poder Judiciário com orientações sobre recuperação judicial, extrajudicial e falência, além de dados estatísticos e diretrizes para tribunais. cnj.jus.br
- Sebrae - Guias práticos para micro, pequenas e médias empresas sobre recuperação, renegociação de dívidas e planejamento financeiro. sebrae.com.br
6. Próximos passos
- Defina o objetivo do processo com base no grau de dificuldade financeira da empresa e no tipo de recuperação mais adequado (judicial, extrajudicial ou falência). Reserve 1-2 dias para este alinhamento estratégico.
- Reúna a documentação essencial: demonstrações contábeis dos últimos 3 anos, fluxo de caixa, relação de credores e contratos-chave. Organize tudo em um dossiê único e acessível a terceiros.
- Pesquise advogados especializados em recuperação de empresas com histórico comprovado. Solicite propostas por escrito, horários de participação em audiências e prazos de entrega de cada etapa.
- Solicite uma consultoria inicial para avaliar a viabilidade econômica e as opções disponíveis. Reserve 2-4 horas para entender custos, prazos e estratégias recomendadas.
- Escolha o profissional e formalize o contrato de honorários com metas, entregas e critérios de cobrança. Defina também a comunicação com o escritório durante o processo.
- Inicie o protocolo do pedido de recuperação judicial ou extrajudicial, conforme a decisão, com acompanhamento diário do advogado até a conclusão da primeira fase. Planeje reuniões periódicas para alinhamento de progresso.
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